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Novos escritórios da Samsung em Silicon Valley estão quase prontos

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A Samsung não está se limitando a construir novos escritórios. Eles querem um local para marcar presença em Silicon Valley, área dos EUA onde estão localizadas as principais empresas de tecnologia do planeta. Sem falar que os coreanos querem seguir os passos de Apple, Google e Facebook, que contam com ambiciosos projetos de expansão de seus escritórios na Califórnia.

Os novos escritórios da Samsung serão uma expansão do negócio de semicondutores, memórias, armazenamento e telas LCD, além do fato de uma grande equipe de vendas sediada na Coreia do Sul vai se mudar para o novo complexo, com o claro objetivo de reduzir custos operacionais para expandir seus negócios em um dos mercados mais importantes para a empresa – o norte-americano -, além de melhorar a cobertura dos seus negócios dentro da América Latina.

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O novo campus contará com dez fábricas divididas em dois edifícios conectados entre si, com uma nova área de pesquisa e desenvolvimento, abarcando uma superfície de pouco mais de 10 hectares, tudo isso com um design do estúdio de arquitetura NBBJ, que também desenvolveu projetos para Google, Amazon e Alipay, entre outros.

O conceito que a Samsung tenta transmitir nesse novo campus é o estilo de trabalho colaborativo, uma vez que teremos um grande pátio central, onde todos que ali trabalham poderão interagir com os seus colegas de outros prédios, além de de contar com um centro de condicionamento físico, com cestas de basquete, centro de interação com cafeterias e mesas dentro de um parque, e outros elementos que auxiliam nessa convivência.

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Os materiais utilizados são principalmente o metal branco, cristais e jardins, já que a ideia é reduzir o calor no interior, transmitindo uma sensação de leveza e oferecer sempre uma boa vistado ambiente externo. O projeto custou US$ 300 milhões, a vai abrigar até 2.500 trabalhadores, e alcança a sua etapa final, com inauguração prevista para o mês de julho.

Com isso é esperado que as demais empresas estrangeiras reajam sobre esse lançamento, já que o governo da Califórnia está outorgando apoios para que todas aquelas empresas que queiram entrar e fazer parte de novos desenvolvimentos – principalmente na região de San Jose – se aproximem, aumentando o valor da cidade, e concentrando as empresas de tecnologia em um único local.

 

Mais imagens do novo campus da Samsung a seguir.

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Via Wired

Califórnia se prepara para utilizar moedas virtuais para realizar pagamentos

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O governador do estado da Califórnia, Jerry Brown, assinou um projeto de lei para que o seu estado passe a aceitar pagamentos com outros tipos de moedas além do dólar norte-americano. Dessa forma, as moedas virtuais podem passar a ser aceitas em estabelecimentos comerciais e virtuais para o pagamento de produtos e serviços.

Até agora, o estado da Califórnia proibia esse formato de pagamento, mesmo com as próprias autoridades do estado admitindo que sabiam que o pagamento de produtos e serviços com moedas digitais deveria ser uma das discussões prioritárias. Isso reforça uma tendência cada vez mais crescente, onde os consumidores carregam cada vez menos dinheiro na carteira, e passam a utilizar o cartão de crédito e outros formatos de pagamento para sua comodidade.

A decisão também abre a possibilidade do uso de outros formatos de pagamento, como cupons de desconto e até pontos de programas de fidelidade.

Via LA Times

Tribunal da Califórnia decide: Samsung e Apple violaram patentes uma da outra

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Foi anunciado ontem (02) o veredito do segundo julgamento envolvendo Apple e Samsung, na sua eterna “guerra de patentes”. E dessa vez, o veredito prejudicou, de alguma forma, as duas empresas, que foram consideradas infratoras, violando patentes uma da outra. Tudo bem que a fatia que a Samsung precisa pagar é maior. Mesmo assim…

Das cinco patentes de software que a Apple acusava de violação, a Samsung infringiu uma em todos os dispositivos envolvidos no processo, pagando assim uma multa de US$ 99 milhões. Parcialmente, outras três foram infringidas, pelas quais terá que pagar outros US$ 20 milhões. No final os coreanos terão que pagar US$ 119 milhões para os norte-americanos.

Na prática, essa pode ser considerada uma “vitória” para a Samsung, pois esse valor representa apenas 5% daquele que a Apple pedia no processo, que era uma “bagatela” de US$ 2.2 bilhões.

A Apple havia processado a Samsung por infringir presumidamente as seguintes patentes (todas de software):

1. Patente 5.946.647: links rápidos
2. Patente 6.847.959: busca universal
3. Patente 7.761.414: sincronização em segundo plano
4. Patente 8.046.721: deslizar para desbloquear
5. Patente 8.074.172: sugestão de palavras

O processo versava sobre os seguintes dispositivos: Samsung Admire, Samsung Galaxy Nexus, Samsung Galaxy Note, Samsung Galaxy Note 2, Samsung Galaxy SII, Samsung Galaxy SII Epic 4G Touch, Samsung Galaxy S II Skyrocket, Samsung Galaxy S3, Samsung Galaxy Tab 2 10.1 e Samsung Stratosphere.

Por outro lado, nem tudo são flores para a Apple. O mesmo juizado liderado por Lucy Koh considerou a Apple culpada na acusação movida pela Samsung, que acusava os norte-americanos de infringir suas patentes na criação do iPhone 4 e iPhone 5.

A Samsung processou a Apple por violar as seguintes patentes:

1. Patente 6.226.449: tecnologia de organização para câmera e fotos.
2. Patente 5.579.239: que cobre algum tipo de tecnologia de transmissão de vídeo.

Por conta disso, do valor que a Samsung terá que pagar, serão descontados US$ 158 mil, que é o valor referente da multa aplicada à Apple. Lembrando que o valor pedido pela Samsung no processo foi de US$ 6 milhões.

A diferença de valores é considerável, mas o professor de direito da Universidade de Santa Clara, Brian Love, considera difícil de acreditar que essa pode ser uma vitória da Apple nos tribunais, justamente pela diferença do valor pedido pelos norte-americanos. Sem falar no fato que a Apple também foi considerada infratora de patentes alheias, o que quebra um pouco o discurso de que apenas a empresa de Cupertino é “inovadora, sem copiar ninguém”.

E essa perda é difícil de ser reparada.

Provavelmente o valor a ser pago pela Samsung vai mudar, já que na última hora os advogados da Apple pediram uma revisão de uma patente que afetaria o Samsung Galaxy S II. Porém, o juizado da Califórnia achou oportuno deixar essa revisão para a próxima segunda-feira (05). Sem falar que a decisão final cabe recurso para os dois lados.

Via Associated Press, Re/Code

Facebook é processado por supostamente falsificar “curtidas”

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Ser a maior rede social do mundo também significa ficar no olho do furacão de tempos em tempos, e isso inclui ser alvo de processos. Depois de recentemente ser acionada na Justiça dos EUA pela acusação de interceptar as mensagens provadas dos usuários da rede sem o seu conhecimento, o Facebook é mais uma vez acionado judicialmente, dessa vez, pela acusação de falsificar “curtidas”.

Advogados na divisão de San Jose da Corte Distrital da Califórnia entraram com uma ação para Anthony Ditirro, residente em Colorado. Ele alega que o Facebook está falsificando os “likes” realizados em uma propaganda patrocinada do USA Today na rede, para que o anúncio seja mostrado para seus amigos, sendo que ele jamais curtiu a página do USA Today no Facebook.

Ditirro também alega que nunca vistou o site do USA Today, mas a rede social acaba mostrando para seus amigos, dando a entender que ele, em algum momento de sua vida, acompanhou o conteúdo do já citado jornal. Na ação, o usuário alega que o Facebook está violando alguns códigos civis e comerciais do estado da Califórnia, e exige uma multa de pelo menos US$ 750 pelos danos causados pela veiculação não autorizada.

O processo foi acionado em nome de todos os usuários norte-americanos do Facebook que acreditam que o tal apoio à propaganda do USA Today foi falsificada. Em um comunicado publicado pelos site CNET, o Facebook alega que a causa não possui mérito, e que e a empresa vai se defender da acusação de forma “vigorosa”.

Via CNET, Ubergizmo

Apple vs Samsung: a batalha está chegando ao fim. O que foi dito nos argumentos finais?

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O capítulo decisivo da “guerra de patentes” entre Apple e Samsung está chegando ao fim. Duas das maiores empresas do planeta disputam por patentes vitais para o desenvolvimento de seus respectivos produtos principais (o iPhone e a família Galaxy S). De um lado, temos a Apple, que se transformou recentemente na empresa mais valiosa da história. Do outro lado, temos a Samsung, recentemente considerada a maior fabricante de smartphones do mundo.

Quem vai levar a melhor?

Como já era de se esperar, as duas empresas não foram capazes de chegar a um acordo que evitasse o desenlace judicial. Portanto, as duas empresas apresentaram ontem (21/09) as suas alegações finais naquele que será lembrado como um dos julgamentos mais importantes da história da indústria de telefonia. A partir de agora, só nos resta esperar o veredito que vai responder a pergunta que não quer calar há, pelo menos, dois anos: “quem copiou quem?”

Teria a Samsung copiado “cegamente” os designs do iPhone e do iPad, tal como afirma a Apple?
Teria a Apple violado patentes da Samsung na área de telecomunicações, tal como afirma os coreanos?

Em breve, vamos descobrir. Em jogo, temos uma pena de US$ 2.5 bilhões (que é o montante que a Apple quer para encerrar o assunto) e, de certo modo, a forma como o mundo da telefonia móvel vai se definir em um futuro próximo, principalmente no terreno do design industrial. Afinal de contas, a coisa chegou ao ponto de se discutir quem tem o direito da patente do retângulo com cantos arredondados.

Antes de começar, vale a pena você conhecer um personagem muito importante dessa disputa. Você nunca viu a tal juíza Lucy Koh? Então tá. Conheça a nobre abaixo.

Apresentados. Podemos continuar.

A última seção começou com a leitura das 109 páginas de instruções para os jurados, lidas por Lucy Koh. Vale a pena destacar algumas menções de alguém que já manifestou estar cansada desse processo por algumas vezes: “preciso que todos (os membros do juri) permaneçam conscientes durante a decisão – incluindo eu mesma”. É natural que ela tenha pedido isso, pois logo depois ela leu as 84 instruções envolvidas na avaliação de sentença, que incluíam de tudo: desde as minúcias das patentes e a lei de concorrência nos Estados Unidos, até uma dissertação sobre as infrações de patentes voluntárias e a dissolução da prática conhecida como “trade dress”, que inclui todos os pequenos detalhes dos produtos, como embalagem, publicidade, aparência, que estão envolvidas na propriedade intelectual, mas que não são o produto em si.

O argumento final da Apple

Harold McElhinny, advogado da Apple, começou o seu fechamento com uma cronologia, para que todos vejam com mais clareza o ponto da empresa de Cupertino. Seu argumento já era conhecido: expor como eram os smartphones da Samsung entre 2004 e 2007, que nada tinha a ver com o iPhone. Em 2007, a Apple lança o iPhone, e com isso, a Samsung mudou o design de seus produtos, sem se arriscar em um novo design, como a Apple fez. Segundo Harold, a Samsung simplesmente copiou o “smartphone do ano”. Além disso, adicionou que “sabemos disso (que eles copiaram) porque vimos isso nos próprios documentos da Samsung. Vimos como eles fizeram isso”.

O advogado segue argumentando que a liderança da Samsung está diretamente relacionada a se aproveitar do êxito do iPhone. Para isso, eles se apoiam nos documentos onde a Smasung analisa o iPhone, nos mínimos detalhes, e recomenda que o Galaxy S se pareça mais com o telefone da Apple. Segundo Harold, essas práticas atingiram o seu ápice no Samsung Galaxy S, que funcionou no mercado melhor que qualquer outro modelo lançado pelos coreanos, que que marcou um ponto de inflexão. As vendas da Samsung, que durante anos ficaram estagnadas, tiveram um súbito aumento quando eles adicionaram “uma pitada de iPhone” na receita do seu smartphone.

Vendo isso, a Apple levou os coreanos aos tribunais. Adiciona o advogado “no lugar de fazer o certo (pagar pelas patentes), a Samsung decidiu reclamar pelas suas próprias patentes”. E, comisso, chegamos nessa disputa jurídica. O advogado ainda afirma que a Samsung não colaborou com o caso em nenhuma espécie, já que nenhum executivo da empresa se dignou a se apresentar no julgamento. No lugar, eles enviaram os seus advogados, e mais advogados quando necessário. Ainda afirma que a empresa falhou na tentativa de provar que as características do iPhone são óbvias e necessárias para a funcionalidade de qualquer smartphone, ou baseadas em desenhos prévios. Para Harold, a Samsung não apresentou nenhuma evidência que cumpra o padrão legal da obviedade.

“A Samsung era a maior fã do iPhone. Sabia que era um produto bom quando viram ele. Tentaram competir com ele, e quando não conseguiram, o copiaram.”

Sobre o assunto das supostas violações do “trade dress”, McElhinny apontou vários documentos que afirmavam que os produtos da Smasung causavam confusão entre os consumidores, incluindo uma pesquisa da Best Buy, onde os consumidores devolviam o seu Galaxy Tab com o argumento que eles o confundiram com um iPad. Também acusou a Samsung que, ao copiar o design da Apple, abriu as portas para que outros fizessem o mesmo.

“A Samsung gastou bilhões de dólares copiando nossos designs, dando a entender aos olhos do mundo que a Apple não poderia ser vista como única”.

Harold segue com as patentes de utilidade (pinça em forma de zoom, efeitos de scroll, etc), onde a Samsung volta a reclamar que tais patentes deveriam ser consideradas inválidas por serem consideradas óbvias. E o advogado afirma que os letrados da sul-coreana falharam na tentativa. A Apple ainda se mostra ofendida que a Samsung “faça chacota” sobre os danos causados pela “cópia”, e se centra em dois fatores para alegar danos: 1) a Samsung vendeu 22.7 milhões de unidades de produtos que infringem a propriedade intelectual da Apple (até a data de hoje); 2) os lucros obtidos de suas vendas foram de US$ 8.160 bilhões.

McElhinny pede uma grande compensação aos “grandes danos causados”, e fixa quatro cenários de indenização: desde um máximo de US$ 2.481 bilhões de dólares (ou 25% daquilo que a Samsung lucrou com tais produtos), até US$ 519 milhões, como valor mínimo. O advogado da Apple termina com uma contundente advertência ao juri, dizendo que a Samsung atuou de forma voluntária ao violar a propriedade intelectual da Apple, mostrando uma “impetuosa falta de respeito”. Encerra citando o alerta do Google fez para a Samsung, que disse que “não deveria copiar a Apple, pois isso poderia provocar sérios problemas legais”.

O argumento final da Samsung

O advogado da Samsung, Charles Verhoeven, começou o seu encerramento criticando o caso em si, e a estratégia competitiva da Apple, usando um dos argumentos mais ouvidos pelos fãs incondicionais do Android: o que a Apple está pedindo é que um tribunal impeça que o seu maior rival dê aos seus consumidores o que eles pedem.

“Em vez de competir diretamente no mercado, a Apple está tentando ganhar nos tribunais. Estão tentando impedir que o seu mais sério competidor possa sequer jogar o jogo”.

Continuou com uma compilação de argumentos classicamente utilizados pela comunidade Android, tentando convencer o júri que sua decisão, caso beneficie a Apple, poderá mudar o mundo mobile de forma incisiva nos Estados Unidos. Centrou sua fala em explicar que o processo de design dos terminais da Samsung era o resultado de uma confluência do que estava acontecendo de melhor no mundo da tecnologia, de elementos que todos os telefones compartilham de forma comum.

“Os smartphones como conhecemos hoje, são o resultado do mesmo processo natural de design que vimos nas telas planas, ou de muitos outros produtos de eletrônica de consumo. O design do iPhone não é algo único.”

O advogado da Samsung manteve um tom muito altivo, citando argumentos diversos na sequência, se esquivando de cada uma das acusações feitas pela Apple ao longo do processo: todos os smartphones possuem uma forma retangular, com cantos arredondados, e a Apple não processa todos os fabricantes que fazem isso. Além disso, a Apple não tem um monopólio sobre a tecnologia de telas sensíveis ao toque em forma retangular.

Falando sobre o argumento do “trade dress”, o advogado afirma que ninguém pode confundir um produto da Apple com um modelo da Samsung, e pergunta se realmente existe alguém tão decepcionado com os produtos da sul-coreana a ponto de trocá-los pelo principal rival: “os consumidores decidem, não se equivocam”.

Verhoeven segue atacando a empresa de Cupertino, afirmando que um dos especialistas que a Apple apresentou durante o processo fez afirmações que beneficiavam a Samsung, insinuando que a Apple comprou os testemunhos desses especialistas, e que foi muito triste ver que apenas um tenha testemunhado a favor da empresa sul-coreana. Reiterou mais de uma vez sobre a ideia da patente do retângulo e revisou a lista de características diferenciadas dos smartphones da Samsung: a sequência de inicialização do Android, o tamanho das telas, os ícones, etc. “Não queremos tentar patentear uma barra de cores ou uma matriz de ícones”, reforça o advogado.

Nesse momento, o advogado desmontou o argumento que em 2007, os telefones da Samsung mudaram de design. Para isso, ele mostra um gráfico de toda a linha de produtos da empresa, e afirmou categoricamente que a Apple ignorou toda uma linha de smartphones em sua exposição, com vários dispositivos em formato retangular e cantos arredondados, que provam que os produtos da linha Galaxy pertencem a um design desenvolvido pela própria Samsung.

Boa parte do tempo gasto pelo advogado da Samsung se concentrou em desmontar o argumento da Apple e de suas testemunhas e especialistas, justificando os seus argumentos através de suas próprias testemunhas, chegando a afirmar que os conselhos do advogado da Apple tinham como principal objetivo distrair os jurados.

“Não há cópia. Tudo o que a Samsung quer é fazer produtos que os consumidores queiram comprar. Tudo o que a Apple faz é agitar os braços, porque não possuem nada além do iPhone.”

Para terminar sua intervenção, o advogado da Samsung revisou a lista de patentes que a Apple acusa de infração e cita as suas próprias patentes em disputa, relacionadas com a área de telecomunicações, revisando rapidamente o valor dos danos, ou melhor, negar os danos que a Apple acusa a empresa coreana de ter causado, já que mais uma vez afirmou que “não há danos que a Samsung deva pagar”. E encerra com o mantra: “a Apple não inventou as telas sensíveis ao toque, nem os retângulos com cantos arredondados, e a propriedade intelectual que eles defendem não vale o dinheiro que eles pedem.”

A decisão deve sair até o final desse mês. E você? De que lado está?

Apple consegue bloquear as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 nos Estados Unidos

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Vitória expressiva da Apple nos Estados Unidos. Um tribunal do Distrito Norte da Califórnia aceitou a petição da empresa de Cupertino para bloquear, como medida cautelar, as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 nos Estados Unidos.

A Apple, que já havia entrado com ações similares contra o Galaxy S III e o seu S Voice, viu suas petições cumpridas uma vez que a juíza Lucy Koh considerou que o citado tablet Android é “praticamente indistinguível” no seu design em relação ao iPad, e é possível que o mesmo infrinja a propriedade intelectual da Apple.

A juíza ainda afirma que, uma vez que Apple e Samsung são concorrentes diretos no segmento de tablets e o design é algo muito importante para o consumidor na hora de adquirir o produto, a Apple “poderia sofrer um dano irreparável” com o volume de vendas do modelo Galaxy Tab 10.1.

É evidente que a Samsung não vai ficar com os braços cruzados, e já apresentou um recurso de apelação para evitar tal proibição, de modo que a briga pode ser longa (pra variar).

Via Reuters

[pra descontrair] A Califórnia planeja publicidade nas placas dos carros para 2013

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No fim das contas, vamos ter publicidades até enquanto estivermos dormindo (como diria o pessoal do Futurama). Mas, enquanto estes dias não chegam, na Califórnia, estão pensando em incluir publicidade nas placas dos carros. Sim, amigos. É exatamente o que vocês estão pensando. A ideia é mostrar mensagens e “conselhos comerciais” nas placas quando o veículo estiver parado por mais de 4 segundos.

Isso aconteceria através das novas placas que o pessoal da Smart Plane está desenvolvendo. Por enquanto, isso é apenas uma ideia, porém o pessoal do Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia já vê com bons olhos esta proposta. Se tudo der certo, o conceito é colocado em prática em 2013 para que a lei atual que proíbe publicidades em placas seja modificada.

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Acredite, se quiser: o iPhone desaparecido virou caso de polícia na Califórnia

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O assunto do iPhone 4G não poderia estar mais complicado. A partir do exato momento que o tal engenheiro da Apple (ou o empregado mais famoso da Apple desde Steve Jobs) consumiu um pouco mais de cerveja naquele bar, e fez a gentileza de perder o iPhone 4G que foi visto em todos os detalhes possíveis e imagináveis nos diversos sites e blogs da internet, o negócio tomou contornos tão complicados que virou caso de polícia, a pedido da Apple.
Pelo o que parece, o desaparecimento do iPhone poderia violar diversas leis de caráter criminal no estado da Califórnia, porém, a polícia se nega a dar declarações sobre o caso. A tal lei que a Apple se baseia data do longínquo ano de 1872, e diz que qualquer pessoa que encontre um bem que pertence à uma empresa, conhecendo seu proprietário, e usá-lo em benefício próprio, é automaticamente acusado de roubo. É, Apple, você ignora completamente o velho ditado do “achado não é roubado”…

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