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Última atualização do WhatsApp pode esgotar armazenamento no iPhone

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A última atualização do WhatsApp traz como principal novidade o compartilhamento de documentos a partir do armazenamento na nuvem (Google Drive, Dropbox e OneDrive), assim com dar zoom em vídeos durante a reprodução e outros detalhes. Porém, a versão 2.12.14 traz um easter egg dos mais desagradáveis: ocupar todo o espaço de armazenamento disponível do iPhone em questão.

É um bug aleatório que está acontecendo em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Pelo menos nesse momento este é o modelo de smartphone da Apple que os usuários estão reclamando nos fóruns de suporte, alegando que os dispositivos apresentam a mensagem de “memória cheia” sem que houvesse uma explicação lógica.

 

O que acontece?

Quando aparece essa mensagem, a primeira coisa que se pensa é que foi um descuido do usuário no registro de fotos e vídeos, e começa a eliminação de arquivos pessoais, principalmente quando se trata de um dispositivo com 8 ou 16 GB de armazenamento. É algo quase mecânico, e quem reportou o problema fez isso. Porém, a mensagem de memória cheia voltou a aparecer uma hora depois, sem explicação, mesmo depois de repetir a remoção de arquivos várias vezes.

Enquanto os usuários buscavam uma explicação para um erro do sistema ou algo que estivesse corrompendo o mesmo, outros davam a entender que o problema era no WhatsApp, recomendando que os usuários desinstalassem o aplicativo e o instalassem novamente.

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Na verdade, isso é inútil. A única forma de solucionar o problema (por enquanto) é desinstalando o WhatsApp do smartphone.

O que também podemos ver é que as denúncias sobre o problema só aumentam, já culpando diretamente o aplicativo como culpado. Se bem que algo além de ir no fórum de suporte da Apple para reclamar é reportar o problema diretamente ao WhatsApp.

 

Esperando por uma atualização

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Por enquanto, não há nenhum comunicado no blog do WhatsApp além do anúncio do fim do suporte para os sistemas mais antigos (e o BlackBerry OS 10). Felizmente não é um erro geral, e aparece aleatoriamente em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Mesmo assim…

De qualquer forma, os mais prevenidos devem desativar o download e atualizações automáticas temporariamente (a versão começou a ser distribuída no dia 28 de fevereiro). Vamos esperar que alguma correção para o problema apareça o quanto antes possível.

Via Apple Support

Cuidado: voltar para 1970 com o seu iPhone pode ser algo fatal (para o seu iPhone)

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Ao longo dos anos, alertamos sobre diversos erros de software dos mais curiosos em diversas plataformas. Porém, esse é um dos mais chamativos que já vimos. Um usuário do iOS publicou no Reddit sua descoberta: ao introduzir a data 01/01/1970 nos Ajustes do iPhone, o smartphone ficaria completamente morto e inutilizável, em modo loop infinito, e sem a possibilidade de sequer poder restaurá-lo.

O vídeo abaixo mostra em detalhes como é essa falha:

 

Ao que parece, o bug afeta todos os dispositivos com iOS 8 ou posterior que contam com o processador de 64 bits (a partir do iPhone 5s). Ainda que a grande maioria dos modelos que passaram pelo bug fiquem totalmente sem vida, existem relatos de usuários que, depois de tentarem o truque (e é preciso ter coragem para isso), conseguiram recuperar o seu iPhone depois de cinco horas de espera, enquanto que outros solucionaram trocando o SIM card.

Para os demais, não há outra solução, a não ser:

1. ir até uma loja Apple e mandar o smartphone para uma assistência técnica;
2. tentar uma solução caseira, publicada por JerryRigEverything no YouTube (é um processo delicado, e implica abrir o iPhone e desconectar a bateria.

 

A grande pergunta que fica é: por que isso acontece com essa data em específico?

Ainda que pareça algo ilógico ou arbitrário, há uma possível explicação: parte disso vem do fato do iOS derivar do OS X, que por sua vez é baseado no Darwin BSD, um sistema operacional do tipo UNIX, que conta o tempo a partir da data 01/01/1970. Em princípio, isso não deveria causar problemas. Porém, introduzir essa data em alguns fusos horários pode resultar em um valor inferior a zero, provocando a falha de loop infinito do sistema.

A Apple ainda não se pronunciou a respeito, de modo que a única recomendação válida para manter o seu dispositivo seguro é não tentar o experimento, ficando no ano de 2016.

Via 9to5mac, ApplesferaReddit, YouTube (Zach Straley)

 

Novo bug coloca em risco 94% dos dispositivos Android

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A emoresa Trend Micro descobriu uma vulnerabilidade que afeta 94% dos dispositivos Android. A falha está presente no depurador, ou ‘debugger’ que integra o sistema do Google.

A vulnerabilidade foi detectada nas versões que vão desde o Android 4.0 até o Android Lollipop. Para aproveitar a falha, o atacante pode criar um arquivo executável especial ELF, que pode quebrar o depurador e assim conseguir acessar o registro da memória do sistema.

Ou seja, ainda que a falha não permite por si a execução do código, ela oferece o acesso à informação que pode ser utilizada para superar a proteção ASLR (Address Space Layout Randomization). Uma vez conseguido, aí sim seria possível a execução do código. A forma mais simples de explorar essa vulnerabilidade seria mediante o download de um aplicativo malicioso por parte do usuário, o que indica que teoricamente o seu impacto deve ser bem limitado.

Ao que parece, existe uma solução para a falha, mas que ainda não está disponível. A Trend Micro teria avisado o Google sobre o problema em 27 de abril, e a turma de Mountain View já teria preparado um parche corretor, mas que só estaria implementado por enquanto no Android 6 M, que tem lançamento revisto para outubro/novembro.

Sobre os usuários do Android 4.0 ou superiores, nada até o momento. Ou seja, resta ter paciência e cuidado com o que você vai baixar e instalar em seus dispositivos.

Via Softpedia

A maldita mensagem que reinicia o iPhone

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Muitos usuários do iOS estão reclamando de um sério bug que afeta diretamente o aplicativo de Mensagens do iOS, provocando o bloqueio do mesmo ou, na pior das hipóteses, uma rápida reinicialização do dispositivo.

A mensagem e questão é formada por uma série de características que, uma vez recebida, provoca o erro no momento em que o aplicativo é aberto. O site TheAppleByte propõe várias soluções para o problema, porém nenhuma delas passa por voltar a abrir o aplicativo de mensagens.

Basicamente, a ideia é evitar que a mensagem se mantenha por último na timeline, e isso se resolve ou enviando uma foto pelo aplicativo, exportando a imagem desde o álbum de fotos, ou até ordenar a Siri para enviar uma mensagem.

De acordo com a própria Apple, já está em curso uma solução para o problema, que cedo ou tarde deve ser lançada em forma de uma atualização corretiva.

 

Via TheAppleByte, iClarified

iOS 8.3 pode deixar iPhone sem Touch ID para pagamentos

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Vários usuários começaram a relatar que os seus dispositivos com o iOS 8.3 perderam a função Touch ID na hora de realizar as compras. O suporte para adquirir conteúdos no iTunes e na Apple Store ficou desabilitado para o leitor de digitais após a atualização do sistema operacional móvel da Apple, de acordo com os comentários publicados no Reddit, no Twitter e nos fóruns da Apple.

Não se sabe ainda qual é a extensão desse problema, mas os usuários afetados alegam ter reiniciado o dispositivo e alterado a sua configuração, e não tiveram sucesso. Por enquanto, a falha não compromete outras funções do Touch ID, como por exemplo no desbloqueio do dispositivo, e as compras ainda podem ser feitas com a introdução da senha do usuário.

Não há maiores informações no momento, e a Apple não se pronunciou sobre o assunto. Imaginamos que, por conta do barulho causado, não deve demorar muito para a empresa se manifestar (quem sabe com uma solução para o problema).

Vamos seguir informando sobre o assunto.

Via Reddit, Apple Forum

Por que diabos o Swype registra a localização do usuário 4 mil vezes por dia?

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Em dezembro de 2013, um usuário do Swype instalou a ROM CyanogenMod 10.2 em seu smartphone, e ativou o recurso “Privacy Guard”, onde é possível consultar os tipos de permissão os seus aplicativos utilizam. Por conta disso, se deu conta que, em quatro dias, o Swype acessou a sua localização quase 15 mil vezes.

O aplicativo realizava, em média, 2.5 consultas por minuto, e não parece ter uma explicação minimamente razoável por parte de seus responsáveis. O aplicativo não é atualizado desde o dia 19 de dezembro – e as mudanças dessa última edição não dão indícios sobre o assunto -, e em todos esses meses, o comportamento é o mesmo.

As suspeitas aparecem. Afinal de contas, por que um aplicativo que apenas oferece um método de escrita alternativa precisa acessar a nossa localização tantas vezes?

De certo modo, é até razoável que o app faça isso uma vez ou outra para conhecer a região que estamos, fazendo com que o seu dicionário se ajuste ao nosso idioma local. Mas isso pode muito bem ser feito por um menu que faça o ajuste desse parâmetro.

Tal anormalidade foi relatada no fórum do Swype, entre abril e junho de 2013, e só em dezembro do ano passado um dos moderadores comentou o assunto:

Isso parece ser definitivamente um erro. Verificamos a última localização conhecida para oferecer dialetos regionais através do recurso Living Language. O Swype não deveria pedir informações de localização até esse limite. Vou me assegurar que isso fica registrado como um erro, para que possamos averiguar o que acontece.

Depois disso, não houve mais respostas sobre o assunto por parte da Nuance, que aumenta as suspeitas sobre esse comportamento. E esse não é o primeiro caso de permissões inexplicáveis em aplicativos que teoricamente não deveriam acessar esses recursos, mas a popularidade do Swype fez com que esse problema fosse fonte de várias críticas de alguns desenvolvedores Android.

E o que é pior: tal problema pode ser um dos motivos para a bateria do seu smartphone Android não durar um dia completo de uso.

Via Swype Forums

Alguns usuários do iPhone 5s reclamam da “tela azul da morte” em seus dispositivos

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Estaria a Apple imitando a Microsoft? Pelo sim, pelo não, alguns usuários do iPhone 5s estão reclamando lá fora de uma anormalidade dos seus dispositivos, que soaria peculiar para alguns usuários mais veteranos do Windows: a tela azul da morte.

Na verdade, não é uma morte definitiva. O que acontece é que esses usuários alegam que os seus dispositivos estão reiniciando de forma aleatória quando eles usam aplicativos do iWork, que passou a ser oferecido de forma gratuita no iOS 7. O problema da tal tela azul aparece quando eles alternam de aplicativo utilizando o recurso de multitarefa presente na nova versão do sistema operacional móvel da Apple.

O vídeo que mostra o problema (e pode ser visto no final desse post) mostra a tela azul da morte em um iPhone 5s. E quando essa tela azul aparece, o dispositivo é reiniciado.

Um número considerável de usuários do iPhone 5s já relataram o problema nos fóruns de suporte da Apple, mas até agora, a gigante de Cupertino não se pronuncia sobre o assunto. Presumo que eles já estão trabalhando em uma solução para o problema, que deve ser corrigido em uma futura atualização de software. Mas, pelo menos por enquanto (ou até o momento que esse post é concluído), não tomei conhecimento de alguém que já tenha se deparado com a tal “tela azul da morte” em seu iPhone 5s.

Mas isso não significa que o problema não exista, certo?

Se você se deparou com esse erro (ou outros problemas com o iOS 7), deixe suas impressões na área de comentários.

 

Via The Verge, Fóruns de Suporte da Apple

Novo bug do iOS 7 permite a realização de chamadas sem o uso de senha

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Tudo bem, nós entendemos que um novo software apresenta problemas não previstos durante o desenvolvimento do mesmo, mas 1) eles tiveram quase 1 ano e meio para desenvolver o iOS 7, e 2) os problemas começam a ser frequentes, e em um ponto onde a própria Apple se gaba muito: a segurança.

Não faz nem dois dias que publicamos aqui no blog um problema de segurança, que permitiam que alguns aplicativos pudessem ser abertos na tela de bloqueio, além de poder visualizar fotos no dispositivo, sem precisar digitar a sua senha de acesso. Hoje, temos algo parecido, mas que permite a realização de chamadas a partir de qualquer iPhone bloqueado.

O bug foi divulgado pela Forbes por Karam Daoud, um jovem palestino que gravou um vídeo demonstrando o problema na prática (você pode conferir o vídeo no final do post). E, antes que você me pergunte, sim: tal como no bug anterior, Daoud já tinha reportado à Apple sobre o problema, mas ao que tudo indica, mais uma vez, o pessoal de Cupertino decidiu simplesmente ignorar que o problema existia (ou não recebeu os e-mails de Daoud, vai saber…).

Para ativar o bug, basta ir ate a tela de chamadas de emergência, digitar o número, e realizar a chamada, tocando o botão verde de discagem várias vezes, até que a tela fique negra e exiba a maçã na cor branca. Vale aqui o registro que o pessoal do Engadget tentou realizar esse bug, mas diferente do anterior (que existe, e já pode ser comprovado pelos usuários brasileiros – recebi relatos de usuários do Twitter), eles não conseguiram reproduzir esse problema em específico. Na melhor das hipóteses, o telefone discado até chegou a tocar, mas a chamada foi encerrada imediatamente.

Vídeo abaixo.

 

Via Forbes, Engadget

Um bug do iOS 7 permite a execução de alguns aplicativos com a tela bloqueada

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Não causa mais espanto. A cada vez que uma nova versão de um sistema operacional é lançada, rapidamente os primeiros bugs e exploits aparecem, para colocar água no chope de todo mundo. O usuário do Twitter @VBarraquito enviou para o pessoal do Engadget um vídeo que mostra um problema com a tela de bloqueio do iOS 7, que permite o acesso a alguns aplicativos e serviços, sem precisar incluir o código de desbloqueio.

Segundo confirma a fonte do vazamento, o bug foi enviado para a Apple há muito tempo, mas ao que tudo indica, não foi solucionado. Para ver o bug com os seus próprios olhos, basta você conferir o vídeo a seguir. O Engadget testou essa falha em um iPhone 5s e em um iPhone 5, ambos com o iOS 7.0.1, e teria funcionado perfeitamente.

 

Via @VBarraquito, Engadget

Alguns usuários do novo Nexus 7 reclamam de problemas em sua tela touch

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Parece que o novo Nexus 7 chegou ao mercado mais problemático do que a Google queria (ou imaginava). Depois dos problemas com o GPS do tablet já relatados nos fóruns da Google, parece que os proprietários do produto estão insatisfeitos também com a tela do dispositivo.

Tal como informam os fóruns oficiais da Google e nos relatos registrados na XDA Developers, a tela começa a registrar as chamadas “entradas fantasma”, que produzem efeitos e ações involuntárias e indesejadas. Tal e qual você poderá ver no vídeo no final do post, o problema aparece quando se realizam gestos multitoque, tendo como resultado um verdadeiro caos na tela.

A resposta da Google sobre o assunto foi rápida, e eles garantem que “a equipe do Android está consciente dessa anormalidade, e já está pesquisando uma solução”. Ainda resta saber se o problema se dá por um erro de software ou de hardware. Com certeza a próxima atualização coretiva do sistema vai eliminar essa dúvida.

 

Via GSM Arena, Android Poilice, Fórum Oficial da Google, XDA Developers

Bug no Facebook expõe os dados pessoais de (pelo menos) 6 milhões de usuários

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É sempre a mesma coisa. Sempre quando uma falha de segurança acontece, o comunicado começa com a seguinte frase:

“Em/no/na (coloque o nome de uma empresa qualquer nesse espaço), nós levamos a privacidade do usuário a sério.”

A empresa da vez, nesse caso, é o Facebook. A rede de Mark Zuckerberg reconheceu, de forma quase humilde, que um bug em seu sistema de segurança permitiu o vazamento de informações pessoais de seis milhões de usuários da rede social. Pelo menos.

Em um post publicado no blog oficial do Facebook, a equipe de segurança da empresa explica que a informação que eles utilizam para enviar recomendações de amigos foi “armazenada de forma inadvertida com a informação de contato de usuários, como parte da conta do Facebook”. Isso fez com que pessoas “que já conhecemos fora do Facebook” pudessem ver o endereço de e-mail ou números de telefones cadastrados.

A falha foi detectada através do programa de hackers do Facebook, que é utilizado para detectar as falhas de segurança na rede social. A seguir, trecho do comunicado.

“Concluímos que aproximadamente 6 milhões de usuários do Facebook viram compartilhados os seus endereços de correio eletrônico ou os seus números de telefones cadastrados. Outros dados foram incluídos nos downlads, mas não estavam conectados a nenhum usuário do Facebook ou nomes de pessoas. Quase todos os endereços de e-mail ou números afetados só foram incluídos em um ou dois downloads. Isso significa que a maioria dos dados só ficaram expostos para apenas uma pessoa. De forma adicional, não foram incluídos outros dados pessoais ou financeiros, e apenas o pessoal no Facebook (e não desenvolvedores ou anunciantes) tiveram acesso à ferramenta DYI (Download Your Information).”

Segundo o Facebook, a falha foi resolvida em menos de 24 horas, o que não só ilustra a velocidade de resposta da equipe técnica da rede social, mas também o pouco que custa “perder” os dados pessoas de milhões de pessoas quando você tem nas mãos a maior rede social do mundo. A seguir, o comunicado na íntegra que os usuários afetados estão recebendo.

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Via TechCrunch, Facebook

Apple e Samsung, e seus problemas de segurança nos smartphones: até quando?

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Apple e Samsung divergem em muitas coisas, mas em pelo menos um tema, as duas empresas caminham em sincronia (infelizmente): as falhas de segurança dos seus respectivos sistemas/interfaces. Enquanto perderam tempo de forma estúpida protegendo o direito da tela retangular com cantos arredondados, as empresas se repetem nas falhas bizarras, que colocam em risco a privacidade dos dados do usuário.

É preciso deixar claro que, independente do fato dos problemas da Samsung serem exclusivos DA interface de usuário da própria Samsung (TouchWiz UI), o que deixa o Android como “inocente” nessa história, os problemas recentes das duas empresas remetem a um fator que é considerado primordial para muitos usuários: a segurança e privacidade dos seus dados. É inadmissível que duas empresas consideradas gigantes, com muitas pessoas trabalhando em seus respectivos projetos, que essas falhas ainda apareçam, mesmo depois de tantos anos trabalhando nesses conceitos.

Começamos pela Apple e o seu iOS 6, que tem mais buracos que um queijo suíço. Já foram tantas atualizações de correções, que você precisa ficar atento na numeração para não se perder. A versão atual, a iOS 6.1.3 foi lançada nessa semana, com a promessa de solucionar um bug na tela de bloqueio, que colocaria em risco a segurança dos dados do iPhone. Pois bem, menos de 48 horas depois do lançamento dessa correção, um novo bug foi descoberto, permitindo que qualquer usuário tenha acesso a todo o diretório de contatos e o teclado numérico do dispositivo. E tudo isso, simplesmente removendo o chip SIM do smartphone!

Para que o bug funcione, a opção de marcação de voz deve estar ativada, algo que muitos usuários acabam usando. Tudo bem, desativando isso, a falha não acontece. Mas… caramba, Apple! Segurança de dados é algo prioritário. NÃO PODE HAVER BRECHAS!

Abaixo, vídeo demonstrativo da falha.

 

No caso da Samsung, se não fosse suficiente uma única falha na tela de bloqueio dos seus smartphones, uma segunda falha menor foi descoberta, que permite a visualização das configurações e ajustes dos dispositivos Android com TouchWiz por um breve intervalo de tempo. A Sasmung já afirmou que está trabalhando no desenvolvimento da correção dessas falhas. Mas, convenhamos: se perdesse menos tempo “se inspirando” na concorrência (que também está tropeçando nas próprias pernas), isso não estaria acontecendo. Vídeos abaixo.

 

 

Fica a pergunta: até quando?

 

Via AllThingsD, XDA Developers

Vulnerabilidade no Galaxy Note II permite o acesso ao seu navegador, sem desbloquear o smartphone

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Está se tornando um hábito nos dispositivos da Samsung. Infelizmente, é um hábito negativo. Na semana passada, mostramos aqui no blog como era possível acessar o Galaxy S III a partir da tela de bloqueio, graças a uma falha de vulnerabilidade. Hoje (12), o protagonista da falha é o Galaxy Note II, que pode dar novas dores de cabeça aos seus proprietários, graças ao menu de contatos de emergência (ou ICE, na sua sigla em inglês), só que dessa vez essa falha conta com a ajuda da janela pop-up do seu navegador.

Para que o “truque” tenha o seu efeito, é necessário ter ativo o widget de notícias da tela de bloqueio do equipamento (é ele que se encarrega de mostrar algumas notícias do momento tão logo você liga a tela do smartphone) e, pelo menos na unidade testada no vídeo que você pode ver abaixo, o acesso ao número PIN.

Como é de costume, um breve clique sobre um desse widgets para ampliar a informação faz com que o smartphone retorne para a tela de bloqueio para que o código PIN seja digitado. Uma vez que você chega nesse ponto, estamos prontos para fazer a mágica: basta apertar rapidamente no botão “chamada de emergência”, e de repente, vai aparecer um pop-up com a notícia completamente carregada, sem a necessidade de digitar qualquer tipo de senha, ficando no fundo da tela o famoso menu de contatos ICE.

Na teoria, o procedimento viola a segurança do dispositivo, permitindo que qualquer estranho possa acessar as informações de contatos mais importantes, carregar uma página web com conteúdo privado do usuário (por exemplo, para verificar se outras abas do navegador estão abertas), ou até mesmo realizar o download de algum conteúdo malicioso sem maiores complicações. Caso o aplicativo ICE seja maximizado, o sistema volta a pedir a senha de segurança para continuar.

Não estamos falando de um bug tão sério como aquele encontrado no Galaxy S III, uma vez que esse não salta a tela de bloqueio por completo, mas devemos supor que essa é uma brecha de segurança importante o suficiente para aqueles que possuem informações consideradas sensíveis. Uma pequena demostração do passo a passo está disponível no vídeo abaixo, e esperamos que a Samsung não demore muito para resolver essa questão.

 

 

Via Engadget

Falha no Samsung Galaxy S III permite acesso ao smartphone, mesmo com a tela bloqueada

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Para aqueles que afirmam que a Samsung imita a Apple em tudo, esse post é mais um forte argumento a favor dessa teoria. Uma falha foi descoberta no Galaxy S III, que permite que qualquer pessoa consiga simplesmente pular a tela de bloqueio do smartphone para assim utilizar o dispositivo, sem qualquer tipo de dificuldade. Tal como aconteceu com uma falha recente no iOS 6.

As telas de bloqueio existem para impedir o acesso aos conteúdos em um dispositivo para usuários não autorizados. Esse é um conceito simples de se compreender, e amplamente utilizado no mundo da telefonia móvel. Porém, por algum motivo que nesse exato momento eu simplesmente desconheço qual seja, ele ainda resulta dores de cabeça. A própria Samsung foi vítima recente de problema semelhante no Galaxy Note II, e agora, o Galaxy S III tem esse mesmo problema descoberto.

O bug pode ser descoberto se o usuário pressionar o botão de chamada de emergência na tela de bloqueio, e depois acessar a lista de contatos de emergências. Uma vez feito isso, é necessário tocar no botão de início, e rapidamente, ligar no botão de liga/desliga do smartphone. Isso faz com que a tela de bloqueio seja liberada, permitindo assim a manipulação completa do dispositivo.

E não é só isso: com o procedimento, a tela de bloqueio fica desativada de forma permanente, mesmo que o usuário reinicialize o celular. A boa notícia (se é que ela existe, com tal falha de segurança), é que o procedimento parece simples na teoria, mas na prática, a sequência é um tanto quanto complexa.

Até onde foi possível saber, o procedimento necessita de algumas tentativas para ser concretizado com sucesso, e não funciona em dispositivos que ainda contam com o Android 4.0.4 Ice Cream Sandwich. Em todas as tentativas feitas, ele só funcionou com o Android 4.1.2 Jelly Bean, e mesmo assim, depois de muitas tentativas da sequência de botões a serem acionados.

Obviamente, essa relativa dificuldade não quer dizer que sua existência possa ser ignorada, de forma que a Samsung já avisa que está trabalhando em um pacote de correção para solucionar o problema nos “dispositivos Galaxy afetados” (sem entrar em detalhes sobre o que eles quiseram dizer com isso). A Samsung alega que são vários os dispositivos afetados (para mim, mais de dois são vários), de modo que se o seu Galaxy S III receber uma atualização do nada, você já sabe o que isso significa.

 

Via SlashGear

 

Google salva o Natal (e o “fim do mundo”): o mês de dezembro está de volta ao Android 4.2

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Depois da gafe de sumir com o mês de dezembro na versão 4.2 (Jelly Bean) do Android, o Google conseguiu corrigir o problema com uma atualização de correção, que recebe a numeração 4.2.1. Segundo o pessoal do site XDA Developers, essa atualização chegará primeiro para os dispositivos Nexus 4 e Nexus 10 (o novo smartphone e tablet do Google, em parceria com a LG e a Samsung, respectivamente).

O problema acabou colocando o sistema operacional do Google na lista de “novas versões dos sistemas operacionais novos com problemas inusitados”, algo que vem sendo comum entre as gigantes de tecnologia, que seja pela pressa em apresentar os seus produtos (visando limitar o domínio dos seus concorrentes), ou pelo descuido dos responsáveis pelo seu desenvolvimento. Talvez a diferença é que o Google rapidamente resolveu o problema, que de forma efetiva, não era considerado grave. Só bizarro mesmo.

Por enquanto não há informações se essa atualização oferece alguma outra mudança ou melhoria de sistema. Até porque não foram relatados outros problemas tão ou mais graves que esse. De qualquer forma, vamos ficar atentos às novidades. Como alguns modelos estão recebendo atualizações (como o Galaxy X e o Galaxy S II para o Android 4.1, e o Galaxy Nexus para o 4.2), é possível que outras pequenas correções aconteçam até o final de 2012.

Via Talk Android

Google planeja corrigir falha do Android que já tem dois anos e meio de existência

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Se você acha que levar algumas semanas para corrigir a falha de um sistema operacional móvel “tempo demais” (e eu concordo com você), leia esse post com atenção.

Em 2010, um erro no Android foi reportado. Não por um, mas por uma série de outros usuários, que relataram o mesmo problema. E nada foi feito. Até agora. Do nada, mais de dois anos e meio depois do primeiro relato dessa falha, um funcionário do Google aparece no fórum de problemas e soluções do Android, informando que o problema será finalmente resolvido na mais recente versão do sistema, a 4.2 Jelly Bean. Incrível, não?

O problema está relacionado a impossibilidade de resolver um hostname em um domínio local. O erro é conhecido pelo número de código 8030, e é relativamente desconhecido pela a maioria dos usuários. De fato, para a grande maioria, nem chega a ser um problema, mas para quem detectou a falha, se sentiu no mínimo muito frustrado pela falta de empenho do Google em resolver o problema de forma mais ágil.

A falha se apresentava quando os usuários acessavam o endereço code.google.com, e quando os usuários se conectavam via WiFi em uma rede com um específico nome de domínio, os hostnames daquele domínio não se resolviam automaticamente, precisando de uma apêndice do domínio para o host. Como disse antes, na prática, a grande maioria dos usuários nem fazem ideia do que isso serve, ou nem chegaram a usar o smartphone ou tablet nessa situação.

Depois de anos de pedidos sem resposta, alguém no Google decidiu colocar a mão na massa, e publicou na área de comentários do fórum do Android: “a solução para esse problema foi alcançada, graças à Kevin Tang. A correção estará disponível na próxima atualização”. Depois dessa publicação, diversos usuários lotaram a área de comentários questionando sobre quanto tempo eles levaram para corrigir o problema, mas o Google não se pronuncia mais sobre o assunto.

No comentário, o Google explica que toda correção do Android envolve uma questão de priorização e de recursos disponíveis. Nem sempre eles contam com pessoas para atender os problemas que aparecem em cada recurso solicitado, e argumentam que a equipe responsável pelas correções não ficaram ociosas nesse tempo todo. Pedem desculpas pelo tempo que levou para corrigir esse problema, e não pode dizer quando a próxima versão (que traz a correção) vai sair. Só sabemos que será uma versão depois da 4.2 Jelly Bean.

Bom, para quem esperou mais de dois anos e meio, o que é esperar por… tempo indeterminado?

Via Android Police

Bug no Safari do iOS 5.1 pode permitir o roubo de informações privadas

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Devemos admitir que na maioria dos casos não verificamos o site que vemos em nossos dispositivos iOS está exibindo a URL de forma correta, mas isso não quer dizer que desejamos colocar em risco nossa segurança. Esse procedimento acontece com um bug encontrado pelo pessoal do MajorSecurity.net no Safari para iOS 5.1, que mostraria na barra de endereços um endereço muito diferente daquele que é visitado pelo usuário. Essa vulnerabilidade pode ser explorada para solicitar informações pessoais, sem que a pessoa se dê conta do erro.

O bug tem a ver com o uso do JavaScript e o método window.open(), e para demonstrar o seu funcionamento, eles criaram uma página que você pode visitar (em seu dispositivo iOS 5.1), na fonte desse post.

O pessoal da MajorSecurity garante que informou o problema para o pessoal da Apple há três semanas, e eles esperaram até agora que a empresa de Cupertino tornasse a falha pública, com o objetivo de proporcionar uma segurança para o usuário e até buscar uma solução. Por sua parte, a Apple admite a existência do bug, e disse que em breve eles vão corrigir o problema, por meio de uma atualização.

Para ver a página de demonstração, clique aqui.

Via MajorSecurity.net

Os modelos de iPhone e iPod touch com iOS 3.1.3 não podem fazer novos downloads da App Store

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Uma das premissas da Apple é o cuidado nos mínimos detalhes nos aplicativos de sua loja, para que o efeito da fragmentação não apareça em nenhum de seus aparelhos. Porém, um ou outro problema aparece. Por exemplo, na versão 3.1.3 do sistema, seja por escolha ou por incompatibilidade do seu dispositivos com as novas versões do iOS, o aplicativo da App Store não está permitindo a realização de novos downloads nessa versão. Compras, downloads e novas instalações a partir da App Store não estão disponíveis nessa versão, deixando como única alternativa o download via iTunes, em um computador. Pelo o que deixa transparecer os comentários registrados nos fóruns oficiais da Apple, os usuários afetados reclamam que o problema apareceu com a última atualização da loja, em 16 de dezembro.

E você? Detectou esse problema no seu iPhone/iPod touch (se é que o seu modelo ainda está com essa versão)?

Via Apple

Proprietários do Nexus S reclamam de perda de sinal e reinicialização

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Nem todas as notícias relacionadas à telefonia móvel chegam de Barcelona, e nem todas são boas notícias. Neste caso, falamos dos problemas recentes com o Nexus S.

Diversos usuários informam no fórum Google Mobile Help que os seus telefones perdem cobertura de sinal com frequência, sendo necessário reiniciar o telefone para recuperar o sinal. Este erro, ao que parece, já vem acontecendo desde 2009 (com alguns aparelhos com sistema Android, vale deixar claro), mas na lista de observação de bugs do Android foi criado um novo informe no fórum apenas para sua aparição no Nexus S. O segundo, e talvez o mais desagradável dos problemas, está ligado à possibilidade do smartphone se reiniciar sem motivo algum, no meio de uma chamada. Agora é esperar que a comunidade Android consiga uma solução para os dois problemas. E é uma notícia que realmente causa preocupação e um pouco de frustração para alguns futuros consumidores.

Fonte: problema 14672 (perda de sinal 3G) e problema 13674 (reinicialização durante as chamadas)