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Nintendo e Sony disseram NÃO para um console com a Microsoft

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Como alguns de vocês bem sabem, a SEGA desenvolveu o último console da sua história em parceria com a Microsoft. O SEGA Dreamcast é um sistema fantástico, e sem dúvida é um dos melhores consoles dos japoneses. Mas infelizmente não pode competir com o PS2, e acabou saindo do mercado no primeiro trimestre de 2001.

A saída da SEGA do mercado de games deixou a Microsoft em uma posição incerta, já que a empresa de Bill Gates queria se aventurar nesse mercado, mas não queria fazer isso de forma totalmente independente, já que tinha dúvidas sobre o seu possível sucesso pela ausência de reconhecimento no setor, que contava com outras empresas como Sony e Nintendo.

 

E as duas disseram NÃO para a Microsoft

Isso fez com que a Microsoft tentasse negociar um acordo de lançamento conjunto de um console com Nintendo e Sony, inclusive chegando a oferecer condições muito vantajosas e com o próprio Bill Gates intervindo nas negociações. Mas as duas recusaram a proposta.

Felizmente, isso não freou os intentos da Microsoft, que lançou o Xbox no final de 2001. O console foi o mais potente de sua geração, por conta do seu processador Intel Pentium de 733 MHz, 64 MB de RAM e gráficos GeForce 3 TI personalizada.

Era praticamente um PC, mas diferente do que aconteceu com o Xbox One e o PS4, o primeiro Xbox contava com o hardware mais potente da época, o que permitiu que ele recebesse jogos impressionantes, enfatizando as carências do PS2. Halo 2, DOOM III, Half Life 2 e Project Gotham Racing 2 são claros exemplos disso.

Via WCCFTech

Bill e Melinda Gates farão QUALQUER COISA em nome da filantropia…

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Bill e Melinda Gates estão envolvidos na sua cruzada de filantropismo a alguns anos, e conseguem resultados positivos com isso. E recentemente eles publicaram a tradicional carta anual em nome da Gates Foundation.

Na carta assinada pelo casal, é tratado o tema da pobreza energética extrema e a desigualdade, ao mesmo tempo em que eles incentivam as pessoas a participar de um debate que tem muito mais focos. A carta em si é uma leitura mais que recomendada, pois levanta a discussão dos temas para soluções práticas, além de mostrar o que a Gates Foundation está pensando e fazendo sobre esses temas. Você pode ler o documento na íntegra.

Mas… o que eles fizeram para promover a existência dessa carta anual? Visitaram o Tonight Show do Jimmy Fallon, e decidiram mostrar a importância dessa iniciativa, da forma mais bem humorada possível.

A Gates Foundation impulsionou diferentes iniciativas solidárias de grande impacto ao longo de sua jornada, e quando Fallon perguntou o que eles estariam dispostos a fazer para atrair as pessoas, a resposta do co-fundador da Microsoft foi contundente: Qualquer coisa.

Qualquer coisa… mesmo…

Tal como isso o que eles fizeram no vídeo que você vê abaixo.

Para Bill Gates, Apple deveria desbloquear o iPhone da discórdia

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Bill Gates decidiu tomar partido a favor do FBI e do governo norte-americano, afirmando em entrevista ao Financial Times que a Apple deveria desbloquear o iPhone utilizado por um dos assaltantes no massacre de San Bernardino em dezembro de 2015.

O presidente de honra e co-fundador da Microsoft vai contra a corrente geral das gigantes tecnológicas, a União de Liberdades Civis e o grupo de direitos digitais Electronic Frontier Foundation, que expressaram o seu apoio à recusa da Apple ao pedido de desbloquear o iPhone.

Ainda que Gates siga tendo uma grande peso em sua empresa, a opinião oficial da Microsoft é outra. Satya Nadella não expressou uma opinião em particular, mas a Microsoft, através de um comunicado, declarou apoio à Apple pelo grupo Reform Government Surveillance (RGS), que inclui além da gigante de Redmond empresas de tecnologia como AOL, Dropbox, Evernote, Facebook, Google, Apple, LinkedIn, Twitter, Yahoo e outras.

O argumento de Gates é o mesmo já comentado pela internet, por algumas pessoas ao lerem a notícia: “Este é um caso particular em que o governo pede o acesso à informação. Eles não estão pedindo coisas gerais, estão pedindo para que seja feito nesse caso em particular”.

O problema é que para acessar essa informação, seria necessário criar um backdoor. Logo, a Apple iria burlar as suas próprias medidas de segurança para desbloquear o iPhone. A empresa de Cupertino já disse que, apesar do governo argumentar que o seu uso estaria limitado a esse caso, não há nenhuma forma de garantir tal controle.

Na semana passada foi revelado que existe pelo menos uma dezena de casos judiciais pendentes com a mesma polêmica. Não ficou claro sobre quais, mas nenhum deles estão relacionados com o terrorismo.

O caso vai muito além de desbloquear esse iPhone em particular. Nos Estados Unidos, ocorre nesse momento uma guerra brutal diante da exigência de alguns legisladores para obrigar os fabricantes de smartphones e os provedores de sistemas operacionais sobre o desbloqueio e descodificação por padrão de qualquer dispositivo comercializado no país.

Com a desculpa de “aumentar a segurança” contra o terrorismo e a delinquência, superar essas barreiras de codificação pode significar o regresso à idade da pedra tecnológica.

Gates, Zuckerberg e Bezos unem forças para investir em energia limpa

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Bill Gates apresentou hoje (30) na United Nations Climate Change em Paris (França) as suas propostas para uma nova proposta de energia limpa.

A primeira delas é a Breakthrough Energy Coaliton, um acordo respaldados por alguns dos gigantes do mundo da tecnologia, como Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Jack Ma (Alibaba) e Richard Branson (Virgin Group), entre outros. A ideia é que esse grupo composto por 30 executivos desenvolva tecnologias capazes de aumentar a produção de energia verde no mundo, especialmente nas regiões mais pobres do planeta, não incindindo assim no aquecimento global.

Para Gates, não basta a colaboração dos governos, mas sim de empresas e do setor privado, que devem contribuir no desenvolvimento de ideias que persigam essa meta, e que antes já obtiveram um primeiro investimento para dar forma a essas soluções.

O grupo planeja também financiar uma ampla linha de setores tecnológicos que buscam o armazenamento, ageração e a eficiência energética, assim como centrar os investimentos nos países que fazem parte do programa Mission Innovation, que é outro projeto apresentado por Gates na França. 20 países estão nessa iniciativa, e buscam o compromisso de dobrar os investimentos na pesquisa e desenvolvimento de energias limpas até o ano de 2020.

Combinando os dois projetos, o objetivo final é obter um futuro muito mais sustentável, onde teremos energias limpas mais eficientes, ajudando a manter o nosso planeta com a ajuda não apenas dos diferentes países participantes, mas também com o respaldo das gigantes de tecnologia.

 

Via Gates NotesMission Innovation, Breakthrough Energy Coalition

 

Bill Gates vai revelar segunda-feira o seu ambicioso plano de inovação de modelo energético

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Bill Gates tem um plano para trazer novos ventos aos modelos energéticos atuais. O ex-CEO da Microsoft reveleu em recente entrevista que já tem pronto um investimento de US$ 2 bilhões para forçar o crescimento de novas formas de produção e consumo de energia.

Na semana que vem, Gates e um grupo de multimilionários vão iniciar uma série de conversar com a ONU para negociar uma mudança climática, mostrando o plano que esses investidores possui, e a quantidade de dinheiro destinada a ajudar os governos a potencializar modelos energéticos sustentáveis.

Fontes próximas à ONU informam que os esforços viriam de capital privado, mas que seriam impulsionados por diferentes governos do planeta. EUA e Índia lideram essa mudança, com uma proposta de dobrar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento relacionados com a energia.  Não foi revelada a quantidade de dinheiro a ser investida: Bill disse que seriam US$ 2 bilhões, mas é possível que esse valor aumente se outros investidores decidirem apoiar a causa.

Não é a primeira vez que Bill Gates se preocupa com esse tema. Em várias oportunidades ele assinalou suas ações filantrópicas para mudar e melhorar alguns aspectos do planeta, e sua fundação tem vários projetos a ajudar o terceiro mundo. Na segunda-feira, vamos conhecer todos os detalhes sobre esse plano de investimento, e as ações que tomarão os governos.

Microsoft completa 40 anos de vida, e segue se reinventando

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Pouquíssimas empresas do segmento de tecnologia chegaram tão longe. Ainda mais se mantendo em evidência ao longo de 40 anos. A Microsoft que dominou o mundo da informática por mais de uma década segue como referência mundial. Amada, odiada e amada de novo (ultimamente), a gigante de Redmond completa hoje 40 anos de vida.

E alcança a marca passando por uma verdadeira revolução interna, impulsionada pela chegada de Satya Nadella ao posto de CEO de uma empresa que parecia chegar tarde demais nas tendências de quase tudo. Porém, depois de 40 anos, a Microsoft parece estar mais disposta do que nunca a recuperar o tempo perdido.

 

Um computador em cada escritório de cada lar

É impossível condensar em um post 40 anos de história. Várias conquistas e lendas perseguem a empresa que teve a visão e ambição necessárias para cobrir um espaço que naquele momento poucos compreendiam. O próprio Steve Jobs disse isso muito bem (a partir do minuto 8:50 do vídeo abaixo) na célebre entrevista conjunta que ele e Bill Gates concederam na conferência D5, promovida pelo jornal The Wall Street Journal:

Bom, Bill construiu a primeira empresa de software da indústria, e a construiu antes que nós da indústria soubéssemos o que era uma empresa de software.

Nesse caminho, a Microsoft fez coisas questionáveis sim. Mas uma coisa é certa: o que a Microsoft fez permitiu que centenas de milhões de pessoas colocassem um computador em suas vidas. O Windows, o sistema operacional que ainda hoje mantem uma fatia de mercado enorme no segmento de PCs e portáteis, foi se adaptando ao longo dos tempos. Nem sempre com acertos, mas entre os seus méritos está o fato de saber evoluir e responder às críticas e necessidades dos usuários.

Mas a Microsoft foi muito mais que o Windows. Em 40 anos de história, vimos como a empresa transformou o local de trabalho tradicional com uma suíte de escritório que segue sendo a padrão no mercado (Microsoft Office), e também vimos a chegada de um console que parecia não oferecer muitas opções, e quase 14 anos após o seu lançamento, se adaptou bem ao mercado.

A Microsoft fracassou em vários cenários por se adiantar ao seu tempo: apresentou o Tablet PC em 2002, e depois apostou nos Pocket PCs e nos primeiros smartphones com Windows. Apostaram em um futuro que eles mesmos não estavam preparados, que dirá os usuários. Nem no hardware, nem pelo software.

Essas apostas tiveram que esperar a compra da Nokia, e agora a empresa tem um grande desafio: inserir o Windows 10 no mercado, que promete muita coisa, mas precisa mostrar o seu valor no mercado mobile.

A Microsoft também chegou tarde no universo da computação na nuvem que hoje domina o mundo. Agora e empresa tem o Azure, que é provavelmente o único rival real da Google e da Amazon. Não nos esqueçamos também das soluções empresariais (Windows Server, SQL Server, Exchange, Sharepoint, etc), que hoje são fundamentais para o funcionamento de diversas empresas ao redor do planeta.

 

Bill Gates, 40 anos depois

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Bill Gates escreveu ontem (03) uma carta para os funcionários da Microsoft, onde ele dava o seu ponto de vista desses 40 anos. Ele destacou que o passado, ainda que muito importante, não é tão importante como um futuro em que ele espera que a empresa que ele criou ao lado de Paul Allen continue a seguir ajudando a fazer com que o setor de informática seja tão ou mais importante que é agora.

A seguir, a tradução da carta enviada por Bill Gates:

“Amanhã é um dia especia: o 40º aniversário da Microsoft.

No começo, Paul Allen e eu nos impusemos como objetivo oferecer um computador no escritório de cada lar. Era uma ideia audaciosa, e muita gente pensou que estávamos loucos ao imaginar que algo assim era possível. É incrível pensar no quão longe a informática chegou desde então, e podemos ficar orgulhosos do papel que a Microsoft desenvolveu nessa revolução.

Hoje, porém, estou pensando muito mais no futuro da Microsoft do que no seu passado. Acredito que a informática vai evoluir mais rápido nos próximos 10 anos do que o que nunca antes foi feito. Já vivemos em um mundo multi-plataforma, e a informática se fará ainda mais onipresente. Estamos chegando a um ponto em que os computadores e os robôs serão capazes de ver, fazer e interagir de forma natural, em novas atividades, e dando ainda mais poder para as pessoas.

Sob a liderança de Satya Nadella, a Microsoft está em uma posição melhor do que nunca para liderar esses avanços. Contamos com os recursos e a motivação para resolver problemas difíceis. Estamos comprometidos em todas as facetas da computação moderna, e temos o compromisso absoluto com a pesquisa nessa indústria. Na minha qualidade de assessor técnico de Satya, posso me unir ao desenvolvimento de produtos, e me impressionar com a visão e o talento do que vejo. Os resultados são evidentes em produtos como Cortana, Skype Translator e HoloLens – e estas são algumas das muitas inovações a caminho.

Nos próximos anos, a Microsoft tem a oportunidade de ajudar a mais pessoas e organizações em todo o planeta. A tecnologia está ainda fora do alcance de muita gente, porque é complexa ou cara, ou porque simplesmente não se tem acesso à ela. De modo que espero que pensem sobre o que podemos fazer para que o poder da tecnologia seja acessível para todos, que conecte as pessoas, e que faça com que a informática pessoal esteja em todas as partes, inclusive como a noção de que o que oferece um PC pode abrir o caminho para todos os dispositivos.

Conquistamos muito juntos durante os primeiros 40 anos, e damos esse poder para incontáveis empresas e pessoas para que eles desenvolvam todo o seu potencial. Mas o que mais importa agora é o que vem a seguir. Obrigado por nos ajudar a fazer da Microsoft uma grande empresa, tanto agora como nas próximas décadas.”

Parabéns por esses 40 anos, Microsoft. Que sejam muitos outro anos, e que continuem a se reinventar de tempos em tempos.

Vídeo | Veja como Zuckerberg, Cook e Gates sucumbiram ao balde de água gelada

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O desafio da ALS Foundation, que visava arrecadas fundos para uma criança doente, evoluiu com o passar do tempo, se tornando um fenômeno viral na internet sem precedentes. Funciona assim: você é desafiado a gravar um vídeo jogando um balde de água com cubos de gelo na sua cabeça, e se não fizer isso em 24 horas, precisa fazer uma doação para a causa. Depois, pode desafiar alguém para fazer o mesmo.

Aliás, você pode fazer a doação mesmo que esteja molhado. O que importa aqui é chamar a atenção para a causa, para angariar mais fundos.

Essa campanha chegou ao mundo da tecnologia, e grandes CEOs do setor, como Mark Zuckerberg (Facebook), Tim Cook (Apple) e Bill Gates (Microsoft) entraram na brincadeira. Zuckerberg desafiou Bill Gates ao Ice Bucket Challenge, que não teve problemas em realizar o feito – quem conhece o histórico de Gates sabe que ele adora fazer esse tipo de coisa. Tim Cook também foi desafiado, e também cumpriu a missão.

Os três CEOs não realizaram o desafio apenas para fazer graça, mas sim para fazer com que as pessoas se interessem em conhecer o Mal de Lou Gehrig (ou esclerose lateral amiotrófica), e os esforços para pesquisas sobre a cura dessa doença. Logo, além da diversão, tem uma boa causa por trás da brincadeira. Um viral que vale a pena, no final das contas.

 

 

Bill Gates, sobre a compra do WhatsApp: “que Zuckerberg se dê bem”

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Ao que parece, Bill Gates não ficou muito impressionado com a bilionária compra do WhatsApp por parte do Facebook. É  o que podemos deduzir de suas declarações na rede norte-americana ABC News, onde não poupou palavras na hora de elogiar Mark Zuckerberg.

Com o habitual sorriso no rosto, o fundador da Microsoft se mostrou um tanto quanto cético em relação a tudo o que gira essa volumosa compra, começando pelo preço. Gates deixa transparecer que provavelmente esta foi uma compra muito cara e que, em todo caso, atribui a decisão de compra ao perfil do próprio Zuckerberg, que ele denomina como “agressivo”. Além disso, Gates afirmou que “nem todo mundo teria feito (essa compra)”.

Mas o que realmente chamou a atenção no discurso do fundador da Microsoft é uma frase que podemos interpretar como uma mostra de ceticismo sobre o quão correta foi essa compra: “espero que ele se dê bem”, afirmou Gates, com um sorriso no rosto.

A frase pode ter uma dupla leitura: ou Gates expressou um genuíno desejo de boa sorte para Zuckerberg, como também pode soar como “você não sabe a encrenca que se meteu”.

Para ver a entrevista na íntegra, clique aqui.

Via Huffington Post

A compra da Nokia teria desencadeado a saída de Steve Ballmer da Microsoft

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Faz mais ou menos um mês que sabemos que Satya Nadella será o novo CEO da Microsoft, substituindo Steve Ballmer. E ainda que tudo aparentemente seja apenas sorrisos e desejos de boa sorte de todas as partes, alguns veículos especializados revelam bastidores muito mais tumultuados para todo esse processo de mudança na direção da gigante de Redmond.

A fonte do dramalhão mexicano da vez é ninguém menos que a Bloomberg, que revela que fontes próximas da Microsoft indicam como Ballmer foi o único defensor inicial da compra da Nokia. A defesa foi, segundo informam, exagerada, e Ballmer teria gritado para todos os membros da junta executiva da empresa – entre eles, Nadella – que formavam parte da decisão final dessa compra.

Segundo a matéria da Bloomberg, vários diretores da Microsoft, incluindo Nadella e Bill Gates, não viam com muita clareza e segurança essa questão da compra. E a dúvida surgia: deveria a Microsoft se transformar em uma empresa de hardware, sendo uma empresa de software?

Ballmer simplesmente gritava – algo que, segundo as fontes, poderia ser ouvido fora da sala de reuniões – que sim, e ameaçava abandonar o seu posto de CEO, caso as coisas não acontecessem do jeito que ele queria.

Aquela reunião, ao que tudo indica, marcou o futuro de Ballmer na Microsoft. Ainda que Nadella tenha apoiado a compra da Nokia, outros executivos da empresa se mantinham contrários ao negócio. Entre os opositores estava Tony Bates, que recentemente anunciou que estava deixando a Microsoft, sendo essa uma das primeiras consequências após o anúncio do novo CEO da empresa.

De fato, Ballmer queria comprar não apenas a divisão móvel, mas também a divisão de mapas da Nokia, algo que a Microsoft não precisava na prática. Ao menos ele conseguiu que a diretoria aceitasse a compra da divisão mobile – que era o que realmente importava -, mas aquela reunião foi chave para todos os acontecimentos dos meses seguintes. Ballmer não se sentiu apoiado por Gates, e isso teria pesado para uma aparente antecipada decisão de abandono do posto de CEO, logo depois de anunciar uma grande reestruturação da empresa.

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A busca pelo novo CEO da Microsoft foi algo complexo. Alan Mulally, CEO da Ford, era um candidato recomendado inclusive pelo próprio Ballmer, mas o mesmo nunca quis manter uma entrevista de trabalho formal com a Microsoft. Alguns afirmam que Alan estaria preocupado se teria um verdadeiro poder de decisão ou não, algo que fez com que ele mesmo se retirasse do processo de seleção.

Os membros do conselho encarregado em buscar o substituto de Ballmer pareciam ter mais interesse em alguém com capacidade de gestão, do que alguém com “pedigree tecnológico”, e isso fazia de Mulally um candidato ideal. Por outro lado, Alan reforçou o seu compromisso com a Ford, e o seu nome foi abandonado em definitivo.

Por outro lado, Steve Mollenkopf, COO da Qualcomm na época, era outro forte candidato ao posto, mas 24 horas depois de ser revelado que o citado era um dos fortes candidatos na Microsoft, a própria Qualcomm anunciava o executivo como o próximo CEO da empresa, algo que foi efetivado ontem (04).

Nadella, que até então provavelmente não estava encabeçando esse processo de seleção, encontrou caminho livre. Nem mesmo o nome de Stephen Elop (ex-CEO da Nokia) parecia ser especulado nos escritórios da Microsoft. E o resto, é história.

Via Bloomberg

Atualizada a lista da Forbes dos 10 homens mais ricos do mundo da tecnologia (em 03-03-2014)

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A revista Forbes publicou a sua famosa lista das pessoas mais ricas do mundo (em 2014), e temos algumas surpresas… menos no primeiro posto. Bill Gates segue sendo o homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 76 bilhões, seguido de perto por Carlos Slim (dono da Telmex, Claro e outras empresas de telecomunicações) com US$ 72 bilhões, e Amancio Ortega (dono do império Inditex/Zara), com US$ 64 bilhões.

O que vamos observar nesse post qual é a lista dos 10 mais ricos no mundo da tecnologia. Por extensão, Gates está no topo dessa lista também, mas… quem vem depois dele? É o que vamos descobrir a seguir.

1. Bill Gates (co-fundador da Microsoft): US$ 76 bilhões
2. Larry Ellison (fundador e conselheiro da Oracle): US$ 48 bilhões
3. Larry Page (co-fundador e conselheiro da Google): US$ 32.3 bilhões
4. Jeff Bezos (fundador da Amazon): US$ 32 bilhões
5. Sergey Brin (co-fundador da Google): US$ 31.8 bilhões
6. Mark Zuckerberg (fundador do Facebook): US$ 28.5 bilhões
7. Steve Ballmer (ex-conselheiro da Microsoft): US$ 19.3 bilhões
8. Michael Dell (fundador da Dell): US$ 17.5 bilhões
9. Paul Allen (co-fundador da Microsoft): US$ 15.9 bilhões
10. Azim Premji (segundo homem mais rico da Índia, fundador da Wipro Technologies): US$ 15.3 bilhões

Antes que você pergunte… sim. Jan Koum, co-fundador do WhatsApp, entrou pela primeira vez na lista dos ais ricos, no posto de número 202 na geral, e na 26ª posição na lista de tecnologia, com uma fortuna estimada de US$ 6.8 bilhões.

A lista completa de milionários de tecnologia da Forbes você pode conferir aqui. A lista dos milionários somando todos os setores, pode ser acessada aqui.

Via Forbes

Bill Gates abandona a presidência da Microsoft

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A Microsoft aproveitou o anúncio de Satya Nadella como novo CEO da empresa para confirmar que Bill Gates decidiu abandonar a presidência da gigante de Redmond.

A decisão não representa um desligamento completo de Gates na Microsoft, mas sim, a mudança para um posto especial na junta diretiva. Gates agora passa ser um consultor tecnológico da empresa.

De acordo com o breve comunicado emitido pela Microsoft para os dois anúncios, por conta desse novo cargo, Gates poderá dedicar mais tempo à própria Microsoft, e ajudar Nadella a dar o formato e a direção para essa nova etapa que a empresa vai começar.

John Thompson vai assumir o posto de presidente do conselho administrativo da Microsoft, mas permanece com o seu cargo de diretor independente da junta diretiva.

Gates atuava como presidente da Microsoft desde 2008, mas nos últimos anos estrava mais centrado nas ações representativas, deixando a liderança da empresa nas mãos de Ballmer e de outros executivos. Com a chegada de Nadella como CEO, Gates passa a se envolver muito mais na estrutura interna (a pedido do próprio Nadella, para poder obter maior êxito em sua jorada).

O comunicado não entra em detalhes sobre as novas funções de Gates na Microsoft, mas além de ajudar o novo CEO, fontes próximas ao assunto comentam que tal colaboração servirá para impulsionar o desenvolvimento de mais equipes e serviços com a marca da Microsoft.

Via Microsoft

A vitória do Seattle Seahawks no Super Bowl é, indiretamente, uma “vitória” da Microsoft

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Tal afirmação não é nenhum exagero. Afinal de contas, o dono do Seattle Seahawks, campeão do Superbowl XLVIII é ninguém menos que Paul Allen, que entre outras coisas, é o co-fundador (e ainda sócio) da Microsoft. Nesse caso em especial, o título dos Seahawks na NFL tem as mãos de Allen no seu gerenciamento, e alguns toques de tecnologia na estrutura do time.

Allen é, hoje, 53º homem mais rico do mundo, com uma fortuna total avaliada em US$ 15 bilhões. Ele não apenas é sócio da Microsoft, mas de diversas outras empresas menores de tecnologia, além de ser investidor de outras tantas de porte menor. Aliás, Allen é um investidor nato: tem financiamentos cedidos para diferentes segmentos, como artes, entidades filantrópicas, cultura e esportes. Você não sabe disso, mas 80% da Ticketmaster é do Paul Allen.

No caso dos esportes, os investimentos de Allen estão em várias ligas norte-americanas. Além de ser proprietário do Seattle Seahawks (NFL) desde 1997, ele é dono do Portland Trail Blazers (NBA) e é sócio do Seattle Sounders (MLS). Em todas essas equipes, a influência de gerenciamento de Allen é total.

Mas como estamos falando do futebol americano, um dos fatores decisivos para o título dos Seahawks foi a sua torcida, que atuou como 12º jogador. O estádio onde o time joga, o CenturyLink Field, foi projetado para fazer o máximo de barulho possível quando a sua torcida fizer barulho. Resultado: nessa temporada, o estádio quebrou o recorde em decibéis de barulho gerado em uma arena esportiva (137.5 dB). E isso, na cabeça dos adversários, é considerado “o inferno na Terra”.

Tal solução só pode ser adotada com a ajuda da tecnologia, que por sua vez, foi uma decisão de Allen… com uma mãozinha da Microsoft, por assim dizer. Mesmo que apenas pela influência dos anos que por lá trabalhou.

E é por conta disso que Bill Gates publicou essa foto no Twitter ontem.

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Satya Nadella pode ser o novo CEO da Microsoft, e Bill Gates pode abandonar a presidência do conselho administrativo

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De acordo com a agência de notícias Bloomberg, Satya Nadella é o nome escolhido como novo CEO da Microsoft. O seu nome deve ser anunciado a qualquer momento, e pode acontecer quase ao mesmo tempo do anúncio da saída de Bill Gates do cargo de presidente do conselho administrativo da empresa.

Nadella tem 47 anos de idade, 22 dedicados à Microsoft. É um dos executivos mais valiosos da gigante de Redmond. Mesmo não sendo muito conhecido do grande público, este engenheiro transformou a divisão empresarial da Microsoft em algo praticamente imbatível, principalmente quando começou a abordar a comercialização de serviços profissionais na nuvem, como o Azure. É muito em parte por causa de Nadella que a Microsoft segue com boa saúde financeira.

Nadella era um dos favoritos para a vaga. Sua trajetória na Microsoft é brilhante, ele conhece profundamente a realidade da empresa e da indústria, e tem gabarito para assumir o posto. Com o nome de Alan Mulally (CEO da Ford) fora da disputa, a lista de candidatos a substituto de Steve Ballmer ficou restrita aos funcionários da própria Microsoft.

Provavelmente soe um pouco mais surpreendente a possibilidade de Bill Gates abandonar o seu posto na presidência do conselho administrativo da Microsoft. Ainda segundo as fontes da Bloomberg, a junta diretiva está discutindo se Gates deve seguir como presidente, e supervisionando a estratégia a longo prazo da empresa. Pelo menos um membro do conselho teria expressado o seu desejo de substituir o atual presidente, mas Gates poderia manter um papel ativo na empresa, “dependendo dos desejos do conselho e do novo CEO”.

A Bloomberg não revelou os motivos que teriam levado o conselho a pensar em buscar um novo presidente, porém, nos últimos meses, os rumores são fortes que o novo CEO da Microsoft se sentiria muito mais livre para decidir se a velha guarda ficar em segundo plano. Tanto Gates como Ballmer devem seguir ocupando postos executivos de grande influência dentro da companhia, mas ambos com um menor poder de decisão.

Seja como for, essas são as informações passadas pela Bloomberg. A Microsoft deve tornar a sua decisão pública em muito em breve, de movo que nos resta então seguir esperando e especulando sobre as possíveis repercussões da escolha de Nadella e a possível substituição de Gates.

Via Bloomberg

Como seria se Bill Gates tirasse o SEU nome no amigo secreto?

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Uma das coisas que mais marcam o período do Natal (para o bem e para o mal, pois os resultados variam de pessoa para pessoa) é o tal do “amigo secreto”. Tem quem gosta, tem quem não gosta. Fato é que a troca de presentes entre colegas de trabalho, amigos e familiares (ou, nesse caso, colaboradores do Reddit) sobrevive, para aproximar (ou afastar) pessoas ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, essa tradição de trocas de presentes recebe o nome de Secret Santa, e na troca virtual entre os colaboradores do Reddit, aconteceu algo muito peculiar.

Não sei se vocês algum dia chegaram a se perguntar: como seria se Bill Gates, uma das pessoas mais ricas do mundo, participasse algum dia de um amigo secreto? Pois bem, mesmo que você não tenha feito essa pergunta, ela foi prontamente respondida recentemente, justamente no amigo secreto da Reddit. Uma das colaboradoras do site chamada Rachel (identificada na comunidade como NY1227) ficou chocada e surpresa quando ela se deu conta que a pessoa que tirou o seu nome na brincadeira foi ninguém menos que Bill Gates.

A foto acima foi postada pelo próprio Gates, e mostra uma mensagem personalizada para Rachel, uma vaquinha de pelúcia, e um exemplar do livro da National Geographic. Acredito que isso foi feito para que Rachel não achasse que tudo isso foi uma pegadinha preparada por alguém dentro da comunidade de editores. E para que ela possa dizer para todo mundo que “Bill Gates é meu amigo”. Bom, pelo menos uma vez no amigo secreto online.

Rachel já agradeceu em sua conta pessoal pelo tempo gasto por Gates pela dedicatória, e pelos presentes recebidos. E não… não estou surpreso por ele não ter presenteado a moça com um produto da Microsoft. Principalmente por não ser um tablet Surface. Por motivos óbvios.

Via Ubergizmo, Reddit

Há 30 anos, Bill Gates apresentava ao mundo o Windows

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Você pode não gostar do Windows. É seu direito. Você pode achar o Windows “uma porcaria”. Também é seu direito (apesar de discordar de você). Agora, você não pode negar que foi o Windows o sistema operacional que mudou o rumo das coisas no mundo da informática de forma definitiva e decisiva, mais do que qualquer outro sistema  operacional lançado.

O Windows 1.01 foi oficialmente apresentado em 10 de novembro de 1983 pelo próprio Bill Gates, mas só chegou ao mercado dois anos depois, em 20 de novembro de 1985. E, mesmo assim, ainda não era um sistema operacional completo. Era uma interface gráfica do MS-DOS, sistema operacional principal.

Porém, mesmo que as primeiras versões do Windows não possam ser chamadas de sistemas operacionais independentes, elas já apresentavam recursos e funcionalidades típicas dos sistemas operacionais atuais, além de contar com arquivos que identificam os periféricos presentes no computador, denominados drivers.

O tempo e a história mostrou que o Windows se tornou o sistema dominante no mundo dos computadores pessoais, com mais de 90% de cota de mercado, derrotando inclusive o Mac OS, que foi apresentado ao mundo em 1984. Um dos motivos para isso acontecer não se limita a alguns recursos que o sistema da Apple não ofereciam na sua época (como, por exemplo, o “recortar e colar”), mas principalmente pela tática agressiva da Microsoft em fechar acordos exclusivos com os principais fabricantes de PCs e componentes.

Diferente do MS-DOS, o Windows permitia ao usuário a execução de múltiplos aplicativos em uma interface gráfica de forma simultânea, além de um multitarefa cooperativo funcional. Já contava com sistemas de memória virtual de software, permitindo assim a execução de aplicativos com maior tamanho que a memória física disponível no equipamento.

Avançando para o presente, a Microsoft lançou em outubro de 2013 o Windows 8.1, primeira grande atualização do Windows 8, lançado em 2012. Vai ser interessante ver como a Microsoft vai tornar o Windows vivo nos próximos anos, ainda mais levando em consideração que o mercado de PCs se torna algo cada vez mais de nicho, com fortes retrações em função das vendas cada vez maiores dos tablets e smartphones.

De qualquer forma, a marca deve ser comemorada sim. Ser líder de um segmento por 30 anos é algo muito difícil no mundo da tecnologia.

 

Via Gizmodo

Real Madrid estuda vender os “naming rights” do Santiago Bernabéu para a Microsoft

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Bill Gates, acionista majoritário da Microsoft, investiu muito dinheiro na Espanha recentemente. Mas parece não estar satisfeito com isso. Logo, planeja colocar o nome de sua empresa no estádio do Real Madrid, o Santiago Bernabéu, adquirindo os “naming rights” (ou direitos do nome) do estádio.

A estratégia é comum nos clubes europeus, e começa a ser adotada no Brasil (o Palmeiras é o caso mais emblemático: na reinauguração do Palestra Itália, o mesmo vai se chamar Allianz Parque por 30 anos). Na Europa, Arsenal (Emirates Stadium), Manchester City (Etihad Stadium) e o Allianz Arena de Munique (Alemanha) são exemplos destacados. Essa é uma forma de uma entidade esportiva conseguir dinheiro de forma rápida, prática e estável.

Pois bem, fontes financeiras próximas ao Real Madrid confirmaram o interesse de incorporação do nome Microsoft ao seu estádio. O valor dos naming rights do Santiago Bernabéu ainda está por ser determinado, e as negociações estariam em estágios iniciais.

Uma vez que o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, não quer tomar uma decisão precipitada e manchar o nome do estádio, nenhuma decisão final será anunciada até a metade de 2014, ou até que a diretoria do clube tenha a plena certeza que essa é a decisão correta. Mesmo assim, Microsoft e Real Madrid começaram a estreitar suas relações, ficando prevista a data da suposta mudança (se ela for confirmada) para a inauguração do renovado Santiago Bernabéu para 2016, depois das reformas que o Real Madrid planeja realizar no seu estádio.

Por outro lado, Florentino Pérez rasga elogios para a Microsoft e para Bill Gates:

É uma empresa líder e referência mundial (…). Seu fundador, Bill Gates, é um exemplo pela sua entrega e generosidade. É uma filosofia que, em muitos aspectos, se assemelha à energia que mode o madridismo, e agora trabalhamos juntos por um mundo menos injusto e mais solidário.

Explico as palavras de Florentino. Nesse momento, a Microsoft está realizando um projeto para renovar as infraestruturas tecnológicas do Santiago Bernabéu, além de doar 1 milhão de euros para a Fundação Real Madrid, para fomentar a educação através do esporte e da tecnologia, desenvolvendo programas sociais e esportivos.

Já pensou um “Microsoft Stadium” ou um “Santiago Bernabéu/Microsoft” como campo do Real Madrid?

Via Gadgetos

Bill Gates: “o Ctrl + Alt + Del foi um engano” (e foi melhor assim)

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Todo e qualquer usuário de PC sabe nos dias de hoje pra que serve a combinação das teclas CTRL + ALT + DEL. Tá, 90% dos usuários de PCs sabem para que serve. Essa combinação de teclas pode solucionar (quase) todo e qualquer tipo de problema que você tiver em um computador com Windows. Porém, de acordo com uma recente declaração de Bill Gates para uma campanha da Harward, ele admitiu que a ideia inicial não era criar uma combinação de teclas para forçar uma reinicialização do sistema operacional.

Segundo Gates, “foi um engano… nós gostaríamos de ter uma única tecla (para forçar a reinicialização do sistema operacional), porém, o responsável pelo design do teclado da IBM não queria nos dar essa simples tecla”. Então, o engenheiro David Bradley criou a tal solução de acionamento simultâneo das teclas Ctrl + Alt + Delete, que é utilizada até hoje nos PCs.

Nas versões mais recentes do Windows, essa sequência passou a chamar a tela do Gerenciador de Tarefas, onde o usuário pode escolher fechar o programa problemático, verificar quais os recursos estão paralisados e encerrá-los, ou até mesmo simplesmente forçar a reinicialização do sistema operacional, tal como era feito nas primeiras versões do Windows.

Vamos admitir: foi muito melhor assim. Imagine se fosse oferecida a tal tecla única para reinicialização do sistema. Quantas vezes nós já teríamos acidentalmente reiniciado nossos computadores ao longo dos anos? No final das contas, a combinação estabelecida por Bradley é uma das coisas mais inteligentes já criadas na era da computação moderna, e deve perdurar por muitos e muitos anos.

Via Ubergizmo

[Vídeo] O filme Gates consegue ser ainda melhor que Jobs (humor)

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Ontem (16), estreou oficialmente o filme Jobs, protagonizado por Ashton Kutcher, que conta uma versão um tanto quanto “colorida” (foi algo que eu li em um blog gringo, que ficou na minha cabeça) da vida de Steve Jobs. Mais que depressa, o pessoal do Official Comedy também lançou o trailer de um novo filme biográfico de um gênio do mundo da tecnologia. E, só por bullying, não poderia ser outro: Bill Gates.

É um retrato intimidador de um homem e sua visão do futuro, com passagens consideraras “históricas” do mundo tech, como o lançamento do Excel… por exemplo. Com Ryan Williams como Bill Gates, Dan Hodapp como Paul Allen, e Clippy como… Clippy, veja abaixo o trailer de “Gates”!

 

Via Official Comedy

Bill Gates de volta ao posto de CEO da Microsoft?

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Na verdade, esse não é um rumor “novo”. A possibilidade da volta de Bill Gates ao posto de CEO da Microsoft paira no ar desde que o próprio deixou as suas atividades de conselheiro na gigante de Redmond, para se dedicar completamente às suas causas filantrópicas. Porém, os rumores voltaram a tomar força quando o site australiano IBTimes garantiu que a volta de Galtes para a Microsoft como CEO poderia acontecer nos próximos meses, em uma nova reestruturação interna da empresa.

Obviamente, a Microsoft não confirma o assunto, e Bill Gates nunca deixou transparecer que essa ideia passava pela sua cabeça. E nem iria. Mas, de fato, ele mesmo dava sinais claros que o seu ciclo na Microsoft já tinha se encerrado. Mas quem está próximo à gigante de Redmond sabe que não é bem assim.

Em uma de suas intervenções mais recentes na Microsoft Research Faculty Summit 2013, Gates deixou claro que toda a sua vida atual está dedicada a resolver os problemas dos menos favorecidos, e que não tem a menor intensão de deixar de aproveitar nenhuma porcentagem de tempo que utiliza na fundação que conduz com sua esposa, Melinda Gates.

Palavras firmes, de um homem decidido, certo?

Porém, muitas pessoas que eu conheço criticam a pessoa de Steve Ballmer como CEO da Microsoft, e diversos especialistas em tecnologia afirmam que o cara do “developers, developers, developers” nada mais é do que “o nada” dentro da empresa.

Particularmente, discordo e muito dessa forma de ver o mundo (e Ballmer, especificamente). Temos que lembrar que foi nas mãos de Ballmer que o Windows AINDA é o sistema operacional mais utilizado nos computadores pessoais do planeta, que foi Ballmer que estava à frente da Microsoft no momento de ascensão do Xbox 360, no nascimento do Kinect, e que de certa forma, é ele que está bancando a briga ao lado da Nokia para ocupar algum espaço no mundo mobile.

Ballmer é hoje o símbolo máximo da tentativa da Microsoft se renovar ou se reinventar, buscando se aproximar do consumidor.

Por outro lado, é inegável que apenas pelo carisma que Bill Gates tem aos olhos de muitos, a sua volta à Microsoft como CEO seria uma grande alegria para milhões de consumidores, milhares de funcionários, empresas parceiras da gigante de Redmond em diferentes segmentos de tecnologia, muitos blogueiros e jornalistas de tecnologia (eu inclusive), que passariam a ter assunto de balde, e até mesmo os investidores da empresa se animariam muito com esse retorno.

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Uma coisa é fato consumado: a Microsoft se reinventou por completo nos últimos anos. Produtos, estrutura interna e até mesmo a sua forma de trabalhar mudou. A intensão clara da gigante de Redmond é ser uma empresa mais aberta, próxima das pessoas, adaptada aos tempos modernos. Enfim, uma empresa mais “cool”.

Vendo esse cenário, não faz muito sentido que Bill Gates, que apesar ser mais carismático que Ballmer, não possui essa aura de renovação, possa nesse momento tomar as rédeas da Microsoft novamente. Ainda mais quando a empresa está tentando olhar para o futuro, e não para o passado.

Não resta dúvidas que a Microsoft não é a mesma sem Bill Gates, ainda que Ballmer tenha um cargo quase que meramente representativo (já que muitos acreditam que é Gates quem segue dando as canetadas nos bastidores, algo que é bem plausível). Para muitos, seria o máximo ver mais uma vez Gates em um keynote de um lançamento importante, mas essa é uma imagem que muito provavelmente não voltaremos a ver. Não são poucos que gostariam que os tempos dourados da Microsoft voltassem, e que “Tio Bill” estivesse na frente da empresa para isso.

Os novos nomes cada vez mais conhecidos da Microsoft devem substituir Steve Ballmer mais cedo ou mais tarde. Obviamente, será alguém da própria Microsoft, que não se distancie muito dos planos traçados pela empresa durante esses últimos anos. Para que Bill Gates volte a comandar a Microsoft, seria necessário acontecer uma quantidade absurda e subsequencial de erros (ou uma hecatombe de dimensões sem precedentes, o que vier primeiro) dentro da Microsoft.

Algo que não deve acontecer tão cedo. Ballmer é CEO da empresa desde 2008, e cinco anos depois, a Microsoft ainda não afundou. Pelo contrário. É uma empresa que registra lucros consecutivos a, pelo menos, sete trimestres fiscais consecutivos. E nas mãos de Ballmer, vejam vocês.

É evidente que Bill Gates tem que se assegurar completamente que os caminhos que a Microsoft vai tomar são os mais adequados para que a empresa siga financiando seus projetos de luta contra a pobreza. Mas, muito além disso, não devemos ter esperanças de voltar a vê-lo apresentando as novidades da Microsoft em um palco de algum grande evento.

Esse tempo, meus amigos, já passou. Vamos seguir em frente.

Com informações do IBTimes.com

Bill Gates recupera (por pouco) o posto de homem mais rico do mundo

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CEO's And Corporate Executives Gather For Annual Allan And Co Gathering In Sun Valley

Por causa de um aumento no preço das ações da Microsoft na bolsa eletrônica Nasdaq (a ponto de quebrar o recorde de alta dos últimos cinco anos), Bill Gates voltou ontem (16) ao posto de homem mais rico do mundo.

Segundo informa a Bloomberg, o multimilionário e filântropo conta agora com uma fortuna acumulada de US$ 72.7 bilhões, ultrapassando o então líder da lista, o mexicano Carlos Slim, que tem agora US$ 72.1 bilhões (é, amigos, a diferença é de aproximadamente US$ 500 milhões). Pode parecer uma diferença pequena, ainda mais se levarmos em consideração que ambos contam com dinheiro suficiente para fazer essa diferença desaparecer rapidamente.

Esse homem tem mais motivos para sorrir. Mesmo que Bill Gates não se dedique mais ao dia a dia da Microsoft, tudo aquilo que acontece na empresa ainda o afeta de forma relevante. Afinal de contas, não só por causa da parte sentimental que ele criou com a sua empresa, mas também porque ela ainda lhe rende muito dinheiro, de forma direta e indireta. Gates ainda conta muitas ações da empresa que ele criou, e por causa desse aumento de valor quase surpreendente, ele recupera o posto de bilionário #1 do planeta.

Via Bloomberg