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As baterias do futuro terão décadas de vida útil

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Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA) descobriu uma nova tecnologia que pode abrir as portas para baterias com até 200 mil ciclos de recarga, ou seja, uma vida útil muito maior do que a oferecida hoje pelas baterias atuais, implicando várias décadas de vida.

Para você ter uma ideia mais clara da importância dessa descoberta, os nanocabos convencionais começam a falhar depois de 7 mil recargas, e nas baterias de íon-lítio atuais, a vida útil se conta normalmente em centenas de ciclos de carga e descarga. A nova tecnologia propõe o uso de nanocabos de ouro, que estão revestidos por uma capa de dióxido de magnésio, acompanhados de um gel de um plexigás.

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Graças a esse conjunto, esses nanocabos podem manter a sua forma original e evitar o desgaste inclusive depois de ciclos completos de até 200 mil cargas/descargas. Essa tecnologia poderia no mínimo garantir um maior tempo de vida útil dos dispositivos que temos hoje, indo além dos dois anos (em média) estabelecidos por convenção pelo mercado para os smartphones, por exemplo.

A notícia é, sem sombra de dúvidas, excelente, mas até o momento nem mesmo os próprios pesquisadores conseguiram esclarecer completamente alguns dos pontos dessa tecnologia, de modo que sua aplicação para soluções comerciais ainda é algo muito distante. Infelizmente.

Via Liliputing

iPhone SE tem mais autonomia e bateria que iPhone 5s

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Reduzir o tamanho dos smartphones traz consequências para todos os fabricantes. A tela perde polegadas, caindo também a resolução, mas dependendo do fabricante o maior impacto está na bateria, que também encolhe. Havia uma dúvida sobre o iPhone SE nesse aspecto, já que o modelo contava com as mesmas dimensões do iPhone 5s, lançado em 2013.

Mas temos uma boa notícia. A autonomia do iPhone SE tem algumas horas a mais do que o iPhone 5s, mostrando que a Apple se preocupou com o quesito bateria nesse novo modelo.

 

Bateria maior, processador mais eficiente

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O tempo não para para os smartphones, ainda mais com o ritmo vertiginoso que eles evoluem. As baterias não melhoram a sua tecnologia, mas os processadores são mais eficientes no consumo, assim como as telas e outros componentes. No iPhone SE isso não é diferente, de modo que a presença do Apple A9 no seu interior ajudará a aumentar a autonomia.

Mas o principal responsável pelo sucesso na autonomia ainda é a bateria. No iPhone 5s de 2013, temos uma bateria de Li-Po de 1.560 mAh, que oferecia até 250 horas em standby com conectividade de dados. Já o iPhone SE de 2016 conta com uma bateria de 1.642 mAh, que curiosamente piora os números em standby com dados, mas melhora todos os outros.

O ganho em mAh é de aproximadamente 10%, o que não justificaria um aumento na reprodução de músicas em 25% ou ganho de horas de conversação de 40%. Mas como já foi dito, o processador é também parte da culpa do consumo. A seguir, os dados oferecidos pela Apple em uma tabela, comparando os dois modelos para ver onde está a diferença.

iPhone 5siPhone SE
Bateria1.560 mAh1.642 mAh
Em standbyAté 250 horasAté 240 horas
Em convversaçãoAté 10 horasAté 14 horas
MúsicaAté 40 horasAté 50 horas

Como é habitual, os dados de bateria como números não querem dizer muita coisa, pois a bateria de um smartpone depende de múltiplos fatores. Desde a cobertura de sinal na nossa região até a temperatura ambiente e, obviamente, do tipo de uso que cada usuário dá ao dispositivo. Mas ao menos no papel, parece que temos uma pequena melhora no iPhone SE.

Nova bateria promete autonomia de uma semana no smartphone

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As baterias de íons de lítio possuem limitações, e hoje é complicado encontrar um smartphone que dure mais de dois dias completos sem a necessidade de recarga. Por isso, pesquisadores buscam alternativas, como é o caso da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pohang (Coreia do Sul), que trabalha com um novo módulo que pode alimentar por dias um smartphone, e com uma única carga.

O segredo está nas pilhas de combustível de óxido sólido, que combinam aço inoxidável poroso com um eletrolito de película fina e eletrodos com uma capacidade mínima de calor. Assim, os módulos são mais eficientes e duradouros em relação às baterias convencionais. Tanto que os investigadores garantem que um drone poderia voar por uma hora sem problemas, e que um smartphone só precisaria ser carregado uma vez por semana.

Por enquanto, temos apenas descobertas de laboratório, e vai levar algum tempo até que essa tecnologia seja implementada ao nosso smartphone. Mesmo assim, é um avanço que já está a caminho, e isso já é um grande passo.

Via Nature

Hitachi Maxwell apresenta baterias com o dobro de capacidade

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A Hitachi Maxwell apresentou uma proposta de bateria diferente, que utiliza um novo material muito fino baseado em silício para fabricar o eletrodo negativo da bateria, revestido com uma capa de carbono.

Graças as particularidades deste novo material, a empresa conseguiu resolver quase que completamente um dos grandes problemas do silício em baterias: a tendência de expansão e contração durante os processos de carga.

Com esse avanço, batizado como ULSiON, eles foram capazes de criar uma bateria de 13 mm de espessura, o que dobra a capacidade de um modelo convencional do mesmo tamanho. Não há datas para a sua chegada ao mercado em produtos reais para o mercado de consumo geral.

Via Nikkei

AppleCare vai substituir as baterias com menos de 80% de capacidade

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A Apple atualizou os termos do seu programa de garantia estendida AppleCare+, com um detalhe muito interessante: agora, seja qual for o seu dispositivo (com iOS, OS X e WatchOS), o fabricante vai substituir sua bateria, sempre e quando a sua capacidade estiver abaixo dos 80%.

A mudança é refletida em um aumento de 30 pontos em relação ao limite que era oferecido nos dispositivos iOS (50%), sem falar no Mac, que até agora só cobriam defeitos de fábrica, e não de degradação. Logo, qualquer dispositivo Apple vai receber uma bateria nova se a original se reduzir em 20% de sua capacidade.

Mas os produtos que poderão se beneficiar dessa medida terão que ser adquiridos antes do dia 10 de abril de 2015. Se o seu computador ou smartphone contam com mais tempo de uso, é melhor começar a procurar uma bateria nova por sua conta.

Via LifeHackerApple

 

Tecnologia da Samsung pode dobrar a autonomia de bateria

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A autonomia de bateria é um dos pontos mais importantes (e descuidados) dentro do mundo da mobilidade, mas as gigantes do setor estão se dando conta dessa relevância, e toma medidas sobre o assunto. A Samsung descobriu uma nova tecnologia que é capaz de dobrar a autonomia das baterias, com a ajuda de capas de silício e grafeno.

O desenvolvimento avança na sua fase de testes, e começa a ser implementado nas suas novas baterias de íon de lítio. É importante ter em conta que, por enquanto, a bateria está em fase inicial de desenvolvimento, com a sua disponibilidade comercial em dispositivos de consumo geral podendo demorar de forma considerável, de acordo em como evoluem esses testes e dos custos finais que apresentam a integração dessa tecnologia.

De acordo com as primeiras informações, os resultados são por enquanto muito positivos, pois eles conseguiram melhorar a autonomia das baterias entre 50% e 80%. Eles não descartam uma eficiência de 100%, ou seja, o dobro de sua carga de bateria atual.

A pesquisa com essa tecnologia ainda não terminou, de modo que não a veremos no Galaxy S7 e provavelmente em um hipotético Galaxy S8.

Via NextPowerUP!

Quanto tempo você perde para recarregar o seu smartphone?

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A autonomia de bateria é o grande problema da tecnologia móvel. Muito se evoluiu nas especificações, tamanho e qualidade de telas, ou na conectividade. Porém (e infelizmente), a evolução das baterias não acompanhou essa evolução, e quase todos são obrigados a recarregar os smartphones todas as noites.

Porém, novos sistemas de recarga rápida e economia de energia são implementados, e se isso não resolve o problema, ao menos podem ser importantes diferenciais entre os modelos disponíveis. O site PhoneArena publicou um novo comparativo sobre o tempo de recarga de smartphones, onde o Samsung Galaxy S6 se mostra como o mais rápido na hora de recarregar a sua bateria.

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O gráfico acima mostra, em minutos, quanto tempo leva para alguns dos dispositivos mais populares do mercado em recarregar completamente a sua bateria. Três modelos da Samsung aparecem nas primeiras posições, enquanto que Apple, Sony e Motorola ultrapassam as duas horas completas para alcançar os 100% de bateria.

O inovador sistema de recarga rápida do Galaxy S6 é um dos grandes argumentos da Samsung em relação à concorrência, e é fruto de uma evolução que começou no Galaxy S4. A Qualcomm, por sua vez, desde 2012 incorpora a tecnologia QuickCharge nos modelos que integram a sua arquitetura, com notáveis resultados. Mesmo assim, alguns fabricantes não incluem carregadores compatíveis com essa tecnologia para reduzir custos.

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Mais interessante é o gráfico acima, que mostra a autonomia real dos mesmos modelos. A combinação de carga lenta (e intensa) da Sony com um gerenciamento eficiente de energia coloca os dois modelos Z3 (normal e Compact) nas primeiras posições, enquanto que os demais dispositivos se posicionam entre os valores esperados (sempre é preciso levar em consideração a capacidade de cada bateria, muito maior em um Note 4 do que em um Moto X, por exemplo).

O que é mais importante para você: ter uma recarga mais rápida ou uma maior autonomia por carga?

Para saber mais sobre o estudo, acesse o post do PhoneArena.

O novo projeto do Google X: novas e revolucionárias baterias

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O Google está trabalhando em importantes novidades no campo das baterias. O seu departamento Google X conta hoje com múltiplos projetos pensados nas novas gerações de baterias, onde um pequeno grupo formado por quatro profissionais estão testando pelo menos 20 projetos de novas tecnologias de baterias.

As novas baterias não estão exclusivamente pensadas no mercado de dispositivos móveis, mas para muitos outros segmentos, como por exemplo veículos autônomos, o Project Loon, e dispositivos com conectividade. Vale a pela lembrar que nos últimos meses apareceram importantes novidades nesse segmento, como a bateria da Universidade de Stanford ou os trabalhos da Tesla, evidenciando a alta atividade de pesquisas por parte das empresas.

A bateria é um dos pontos críticos de qualquer dispositivo móvel, e sua evolução recente não foi suficientemente ampla da forma como muitos gostariam. Fica claro que são necessárias mudanças e revoluções, mas sabemos que esse não é um passo simples de ser dado. Será que a Google vai conseguir reinventar a tecnologia das baterias?

Talvez. Só não sabemos quanto tempo vai levar para isso acontecer.

Via WSJ

O que é mito ou lenda nas baterias dos smartphones?

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Você até gostaria que a bateria do seu smartphone tivesse uma autonomia maior, mas mesmo com a melhora de sua tecnologia, isso não é possível. Mas o mais interessante é que hoje temos muitos grupos de pesquisa inovando no segmento de baterias, e é provável que em médio prazo novas propostas com melhores especificações que as unidades atuais cheguem ao mercado.

Curiosamente, mesmo com tantas melhorias,  alguns mitos ou lendas seguem arraigados com os usuários, criando ideias equivocadas sobre a melhor forma de utilizar e prolongar a vida útil das baterias. Algumas regras valem até hoje, e outras nunca tiveram base sólida na prática.

Nesse post, discutimos alguns mitos que podemos dar adeus para sempre, e outros que contam com argumentos tangíveis.

 

Descarregar completamente a bateria de um smartphone novo: FALSO

Essa regra valia na época em que as baterias sofriam do tal “efeito memória” (veremos esse item com mais detalhes mais adiante). Muitos especialistas garantem que as baterias trabalham melhor quando contam com um nível de carga que oscila entre 40% e 80% de sua capacidade total, pois nesse nível ela não se submete à um estresse desnecessário.

De vez em quando é bom deixar a bateria descarregar completamente, e realizar uma recarga de 100% para completar um ciclo completo de carga. Quando fazemos isso, a bateria se calibra para preservar a sua capacidade máxima. É recomendado executar esse procedimento pelo menos uma vez por mês.

 

Não usar o smartphone enquanto recarrega a sua bateria: FALSO

Não há nenhuma base técnica que justifique esse mito. O processo de recarga de bateria acontece de qualquer jeito, independente se o smartphone está ligado, em uso, ou desligado. O que é preciso ter em conta é que, se ele está em uso durante o processo, parte da carga da bateria é utilizada, e o tempo de recarga completa será maior. Em todo o caso, usar ou não durante o processo não prejudica a ‘saúde’ da bateria.

 

A primeira carga deve ser completa: FALSO

Um dos maiores mitos é que, logo após receber um smartphone novo, é preciso recarregá-lo até os 100% de bateria. Como já foi mencionado, muitos especialistas garantem que as baterias trabalham melhor com um nível de carga entre 40% e 80%. Por isso, quanto mais tempo o dispositivo ficar nesse nível de carga, maior será a vida útil da bateria.

Os fabricantes entregam os dispositivos com um nível de carga entre 50% e 60%, o que permite uma primeira utilização para uma configuração inicial, e depois disso, colocar o telefone para recarregar quando alcançar os 40% de carga.

 

Não deixar o smartphone conectado no carregador se a bateria já estiver carregada completamente: VERDADEIRO

As temperaturas extremas (ou muito altas, ou muito baixas) provocam uma degradação mais rápida das baterias, e isso deve ser evitado sempre. Boa parte dos carregadores atuais contam com um sistema inteligente, que interrompem o envio de energia quando é detectado que a bateria está 100% carregada.

Normalmente a bateria se mantém em uma temperatura maior quando o smartphone está conectado na energia elétrica. Logo, é preferível desconectá-lo da rede elétrica quando o nível de energia necessário é alcançado.

 

Não carregue a bateria se a mesma não estiver esgotada: FALSO

Mais uma vez: o ideal é a faixa entre 40% e 80% de bateria. Ou seja, quando alcançar os 40% ou menos, podemos colocar o smartphone para recarregar sem maiores problemas. Aliás, é preferível fazer isso do que esperar o dispositivo descarregar a bateria por completo (mas faça isso pelo menos uma vez por mês para calibrar a bateria).

 

O “efeito memória” já não é um problema: VERDADEIRO

No passado, as baterias que reinavam eram aquelas feitas de níquel cádmio (NiCd) e níquel-metal hidruro (NiMH). As primeiras são especialmente sensíveis ao efeito memória, causado pela aparição de pequenos cristais no interior da bateria, que se originam ao realizar cargas e descargas incompletas, ou quando a bateria alcançava temperaturas elevadas.

Felizmente, as baterias de íon-lítio (Li-Ion), que são utilizadas nos smartphones atuais, são imunes à esse efeito. E as baterias de polímero de lítio (LiPo), cada vez mais utilizadas, também não sofrem dessa viciação. É importante ter em mente que essas últimas não devem ser descarregadas em um nível abaixo dos 3 volts por célula, pois isso pode fazer com que elas se danifiquem.

 

É melhor a recarga normal do que a recarga rápida: VERDADEIRO

Uma coisa que é preciso ter em conta é que a vida útil das baterias é maior quando sua recarga é feita utilizando uma voltagem menor. Para reduzir o tempo do processo, os fabricantes aumentam a voltagem do carregador, algo que pode encurtar a vida útil da bateria a longo prazo. Isso não quer dizer que não podemos usar sistemas de recarga rápida, mas que vale a pena recorrer à ela quando realmente isso se fizer necessário, e não de forma habitual.

 

A carga sem fio é inofensiva: FALSO

Esse item depende do ponto de vista. Para a nossa saúde não é, enquanto não se prove cientificamente o contrário. Mas para a bateria do smartphone à médio e longo prazo, pode ser prejudicial, encurtando a sua vida útil. Isso acontece porque o processo de recarga sem fio, tanto via indução magnética como por ressonância, gera um calor residual que pode aumentar a temperatura da bateria acima do aquecimento típico derivado da recarga convencional.

Um aquecimento constante e excessivo pode provocar um desgaste mais rápido da bateria. De novo, isso não significa que não devemos usar a recarga sem fio. O segredo é não abusar, e só recorrer à ela quando realmente for necessário.

O que seriam as 18 horas de autonomia de bateria do Apple Watch?

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18 horas de ‘um dia típico’ de uso. Foi isso o que Tim Cook disse no evento de ontem (9) sobre a autonomia de bateria do Apple Watch. Mas… o que quer dizer isso? O que podemos esperar do relógio nessas 18 horas?

Segue a resposta da Apple:

90 verificações de horas, 90 notificações, 45 minutos de utilização de aplicativos e um treinamento de 30 minutos com reprodução de música via Bluetooth.

Isso dá uma ideia melhor das possibilidades do relógio? Como a Apple não é boba, eles indicam que a duração final da bateria vai depender do tipo de uso, configurações e vários outros fatores que podem fazer com que os resultados variem.

Mas eles não param por aqui. Na página oficial da Apple, eles indicam os testes de autonomia realizados com os protótipos do Apple Watch, de modo que os resultados reais também podem variar em função disso.

A Apple realizou testes de autonomia do Apple Watch em março de 2015 com os protótipos do relógio e o seu software conectados a um iPhone com um protótipo do software. A autonomia depende do uso, das configurações e outros fatores diversos.

Baseando-se sempre nessa condição, realizar uma chamada e permanecer nela o tempo todo só fará com que o smartwatch aguente três horas de uso, enquanto que se usarmos o relógio apenas para consultar as horas, é possível fazer com que o relógio funcione por até 72 horas (ou quatro comprovações a cada hora, durante quatro segundos, e mais nada). Sem o modo de economia e olhando as horas cinco vezes no lugar de quatro a cada hora, a duração da bateria cai para até 48 horas.

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A reprodução de áudio contínua faz com que o relógio aguente por seis horas e meia, uma seção de treinamento com o sensor de frequência cardíaca ativado pode durar por até 7 horas, e sobre os tempos de carga (calculados em base nas recargas de 0% a 80% e de 0% a 100%, utilizando o carregador indutivo MagSafe), falam de uma hora e meia para carregar até 80% e duas horas e meia para alcançar os 100%.

O teste final ficará por conta do consumidor, que vai passar as suas impressões práticas sobre o produto. Até lá, a pergunta que fica é muito simples: você está pensando em comprar um Apple Watch?

Via Apple

LG G4: a grande incógnita (até agora) é a sua tela

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Com o Samsung Galaxy S6 e o HTC One M9 com presença praticamente confirmada na Mobile World Congress 2015, e a Sony se decidindo se apresenta ou não o Xperia Z4 em Barcelona, a LG é uma das forças que ainda podem animar um bocado o mercado de tops de linha nas próximas semanas, com o já muito esperado LG G4.

O LG G3 já tem nove meses de vida, e foi o primeiro dispositivo de renome a contar com uma tela com resolução 2K, o que teve como dura consequência a penalização da bateria do dispositivo. Em 2015, o LG G4 deve seguir o mesmo caminho de apostar quase todo o seu sucesso na qualidade da tela.

Dificilmente esqueceremos do surpreendente LG G2. Para relembrar esse sucesso no LG G4, é preciso primeiro realizar a otimização das dimensões físicas do aparelho. A LG aumentou a diagonal, mas sem ter que sacrificar as dimensões do dispositivo. Com o LG G3, eles repetiram a estratégia, algo que os primeiros rumores indicavam que não acontecerá no futuro LG G4. Das 5.5 polegadas atuais, o LG G4 pode contar com uma tela de 5.3 polegadas.

Se isso realmente acontecer dessa forma, estaremos mais uma vez diante de um smartphone que pode não ter concorrência na maior resolução de tela nas mesmas ou menores dimensões dos seus rivais. Mas o último rumor é que a tela do LG G4 mudaria muito o seu paradigma, já que a LG estaria disposta a arriscar tudo para obter a tela mais espetacular do mercado, olhando apenas para as especificações técnicas.

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O LG G4 manteria as 5.5 polegadas, com uma resolução de 2880 x 1620 pixels, o que resulta em uma densidade de tela de mais de 600 ppp. Se com o modelo anterior a bateria foi um pequeno pesadelo para a bateria, veremos como esse novo modelo vai se desempenhar nesse aspecto. Fato é que a LG pode ambicionar a liderança do mercado de telas para smartphones, pelo menos nas especificações técnicas.

Essa quantidade imensa de pixels seriam gerenciadas pelo processador Snapdragon 810, o que pode dar pistas sobre um possível adiamento no anúncio do LG G4. A Qualcomm não mudou seus planos, mas as dúvidas sobre o chip ainda pairam. Até 4 GB de RAM, 32 GB de memória interna como base e uma bateria de 3.500 mAh acompanhariam a tela do LG G4. Sobre a sua câmera, seriam 16 megapixels com estabilização ótica no sensor traseiro.

Sobre o seu design, o LG G4 pode contar com um acabamento metálico, deixando para trás as simulações e falsos toques metálicos.

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A bateria do Apple Watch vai durar o mesmo que a dos demais smartwatches

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Segundo os dados publicados no 9to5Mac, a bateria do Apple Watch contará com uma autonomia de uso entre 2 horas e meia e 4 horas de uso ativo de aplicativos.

A Apple queria que a autonomia do relógio fosse suficientemente duradoura para aguentar pelo menos um dia de uso, mas a tela Retina e o processador A5 que formam parte do smartwatch são fatores essenciais para uma autonomia da bateria, que tal como ocorre em outros modelos, será uma das limitações mais evidentes.

É preciso observar que o uso ativo de duas horas e meia não é algo tão decepcionante assim. Segundo as fontes citadas no post original, um uso menos exigente (ativo/passivo) permite ampliar essa autonomia para até 19 horas. A monitorização da atividade física fará com que essa autonomia se limite nas quatro horas de registro desses dados.

Os dados terão que ser comprovados quando o relógio chegar ao mercado, mas é importante observar que esse uso intenso não deve ser algo tão frequente, e que em um uso mais normal é provável que a Apple alcance pelo menos o mesmo que outros relógios inteligentes alcançam hoje sem maiores problemas, ou seja, um dia de uso.

Por outro lado, se isso não acontecer, a Apple pode ter um problema muito sério logo no ato do lançamento do Apple Watch.

Via 9to5Mac

O que queremos? Maior autonomia de bateria em nossos gadgets!

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A CES 2015 mostrou que as duas grandes tendência para o ano são as telas em 4K e a Internet das Coisas. Mas… até que ponto as pessoas estão realmente interessadas nisso? A Fortune fez uma pesquisa com mais de 1.000 pessoas nos EUA, questionando sobre as novidades apresentadas em Las Vegas. E o resultado mostra que os usuários contam com outras prioridades.

Quando questionados sobre qual tecnologia que eles gostariam de ver nos próximos smartphones, eles foram objetivos: mais bateria. 33% dos entrevistados citaram esse aspecto, que foi a opção mais votada. 16% preferem uma maior capacidade de processamento, o que surpreende se levarmos em conta a potência dos dispositivos atuais.

Apenas 2% mostraram interesse em adquirir um produto da Internet das Coisas, e mais de 70% dos entrevistados afirmaram não saber o que é 4K. Ou seja, são as tendências para 2015, mas muita gente continua sem saber para que serve, ou não se interessam por elas.

Os wearables passaram por resultado semelhante, onde apenas 12% declararam que pretendem comprar um produto dessa categoria esse ano.

Os dados são muito reveladores, e deixam algumas reflexões interessantes, como o que oferecem os fabricantes, como recebemos essas ofertas, e quais são as prioridades dos usuários. Some à tudo isso uma dupla visão de tecnologia: aqueles que seguem as novidades todos os dias, e aqueles que não querem fazer isso de forma aprofundada, mas querem uma aproximação mais prática para o seu dia a dia.

É claro que todos queremos baterias que durem mais, mas o desenvolvimento nesse aspecto é algo lento, e em muitos casos implica certas consequências, como o aumento da espessura do dispositivo. É um preço a ser pago para ficar longe do carregador.

A bateria do Moto 360 pode não ser tão ruim como se imagina…

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Várias análises iniciais sobre o Motorola Moto 360 criticavam duramente a sua autonomia de bateria (estimada em apenas um dia de uso). Porém, Brent Rose, editor do Gizmodo, decidiu testar esse aspecto do dispositivo, e os resultados obtidos não foram tão ruins como imaginado.

Ao longo do último final de semana, ele testou o Moto 360 em um uso normal. A seguir, as conclusões do editor.

 

Sexta-feira

O uso do relógio começou às 7h30 da manhã, com o relógio em modo de luz ambiente desconectado, para que a tela só fosse ativada com o toque ou o gesto de olhar as horas. Em um dia cheio de notificações, navegação com o controle de voz e consultas constantes do ritmo cardíaco, a bateria restante foi de 27% no final do dia (22h).

 

Sábado

Um dia de uso mais tranquilo. O relógio ficou em modo avião durante boa parte do dia, inclusive durante um voo entre Chicago e San Francisco. Porém, o editor utilizou o produto constantemente durante o voo. Ele esqueceu de colocá-lo para carregar, e dormiu com o relógio no pulso. Quando acordou, o mesmo ainda tinha bateria. A média de uso foi de 22 horas e meia (com cinco horas em modo avião), e 19% de bateria restante.

 

Domingo

Como o Moto 360 pode ser recarregado rapidamente, com apenas 60 minutos na base ele foi carregado completamente (a partir dos 19% restantes). O relógio ficou ajustado para o modo ambiente, onde sua tela teve sua luminosidade muito reduzida, mas sem ficar apagada. Esse é o modo padrão do LG G Watch e do Samsung Gear Live (por exemplo), e aqui é possível notar uma boa diferença de autonomia, mas nada muito dramático: 14 horas de uso, com 15% de bateria restante.

 

Para concluir…

É cedo para uma conclusão definitiva, mas é razoável dizer que sem o modo ambiente, o relógio aguenta as 24 horas prometidas. Utilizando o microfone ou aumentando o brilho da tela afeta consideravelmente essa marca.

Muito provavelmente o Moto 360 não conta com uma autonomia de uso tão boa como os seus rivais com Android Wear, mas sua tela é a mais brilhante, e é o único que – por enquanto – quantifica constantemente o ritmo cardíaco. O mínimo que se pede de um smartwatch é que sua bateria dure pelo menos um dia. Vamos aguardar por testes mais extensos do produto.

Via Gizmodo

TargetHD Responde | Smartphones Android com bateria de longa duração

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Mais uma vez, vamos tentar responder dúvidas recorrentes do mundo da tecnologia. E essa não só é uma dúvida recorrente, mas também um anseio de muitos usuários de smartphones. Talvez o desejo que os fabricantes precisam atender para que esse precioso (e caro) dispositivo possa ser considerado ideal para usuários de diferentes perfis de uso.

Recebemos a pergunta abaixo:

Estou aqui para pedir dicas de smartphones para aguentar o tranco, e chegar no fim do dia com carga suficiente para chegar em casa. Tenho um Razr i, e faço uso no dia a dia lendo e enviando emails com anexo, verificar atualizações em algumas redes sociais, olhar sites, estudar, fazer uploud e download de apostilas pelo Google Drive. No geral, faço muito uso do 3G e isso gera o descarregamento muito rápido da bateria. Diante do relato acima quais as opções que temos? O Moto X? Prefiro o Droid MAXX (mas este está disponível apenas para a AT&T). Quais são as melhores opções?

*o texto foi corrigido, para melhor adequação ao post, e para corrigir os eventuais erros de português

Resposta: 

Esse é o calcanhar de Aquiles de 90% dos smartphones disponíveis no mercado. Ao mesmo tempo que temos uma grande quantidade de recursos em um dispositivo móvel, temos um grande consumo de bateria, e muitas vezes a sua autonomia se esgota antes do final do dia. Enquanto esse problema não se resolve em definitivo (alguns fabricantes de chips usam “placebos” para amenizar isso), passo a seguir as minhas indicações.

APOSTA SEGURA: Mororola RAZR MAXX: esse é o modelo que está no mercado com maior autonomia de bateria disponível. Com uma bateria de 3.300 mAh, mesmo que você utilize todos os recursos de conectividade ativos o tempo todo, você pode esquecer o carregador em casa, que com certeza você vai chegar ao final do dia com o seu dispositivo ativo. Porém, o RAZR MAXX é um modelo relativamente antigo, e que não deve mais receber atualizações (deve ficar no Android 4.1.2 no máximo). Sem falar que o seu ponto mais forte é mesmo a bateria longa vida.

UMA SEGUNDA OPÇÃO: Sony Xperia ZQ ou Sony Xperia SP: não testei esses modelos (ainda teremos reviews deles em breve no blog), mas por relatos em outros reviews, observei que um dos pontos fortes desses novos smartphones da Sony é a forma como a interface customizada do Android adotada pelos japoneses consegue gerenciar os recursos para reduzir o consumo desnecessário de bateria. O Modo Stamina presente nesses modelos se converteram em opções muito interessantes, e o resultado final pode ser bem interessante para usuários com um uso normal dos recursos conectados. Pode ser que no seu caso essa solução não resolva por completo (uma vez que o seu perfil de uso exige do 3G o tempo todo), mas pelo menos vai apresentar resultados melhores do que aqueles entregues pelo RAZR i que você usa hoje.

UM MODELO PROMISSOR: MOTOROLA MOTO X: esse é um recém anunciado no Brasil, mas alguns reviews já publicados lá fora apontam como um dos pontos positivos do Moto X é a sua autonomia de bateria. É possível que isso aconteça, uma vez que a interface Android da Motorola é muito pouco customizada, e sem muitos recursos considerados “inúteis”, o que ajuda na hora do consumo da bateria. Recomendo que fique de olho no que os blogs brasileiros vão falar sobre esse modelo nas próximas semanas.

Um detalhe importante: um smartphone é um dispositivo de alta performance, que naturalmente exige do seu conjunto técnico uma maior energia para realizar as suas tarefas. Parte de uma melhora de consumo de bateria TAMBÉM passa pelo comportamento do usuário no dia a dia com o dispositivo. Ou seja, para a maioria dos smartphones, não ha milagre, infelizmente. Como disse um pouco acima, o único que pode ser chamado de “aposta segura” em um uso pleno de performance é o RAZR MAXX, porém, você abre mão de um dispositivo com uma versão mais recente do Android, sem falar no hardware mais “antigo”.

Logo, nesse caso, não apenas encontrar um aparelho que atenda às suas necessidades, algumas mudanças de postura são necessárias, como por exemplo realizar ajustes de tela que preservem a quantidade de bateria consumida, estabelecer um intervalo para receber os dados dos aplicativos conectados, verificar se realmente o 3G precisa ficar ligado o tempo todo, e até mesmo adquirir uma bateria externa para conectar ao dispositivo de tempos em tempos.

Lembre-se: pelo menos por enquanto, ou você se adapta à demanda de suas tarefas, ou você corre riscos de ficar com um smartphone desligado ao final do dia. E o jeito ainda é esperar que os desenvolvedores de hardware resolvam esse problema nos futuros lançamentos.