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Barack Obama quer investir US$ 4 bilhões no ensino à informática

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou um anova iniciativa onde o governo daquele país pretende investir US$ 4 bilhões para melhorar e expandir os programas de educação dedicados à informática nas escolas. Os curso vão desde a pré-escola até os 17-18 anos de idade.

A proposta quer fazer parte dos planos que o governo vai apresentar no Congresso norte-americano em breve, e solucionará as limitações dos programas atuais, que só cobrem as necessidades de um quarto das escolas. Para acessar tais fundos, os estados que desejam participar devem preparar um programa de pelo menos cinco anos, onde deve ficar especificado o tipo de formação de informática que serão implantados e os meios necessários para isso, e no caso de concedidos esses fundos, eles serão divididos em um período de três anos.

No programa também se reservam US$ 100 milhões destinados a criar iniciativas adicionais para melhorar essa formação educacional a todos os tipos de estudantes, incluindo as minorias, premiando a criação de iniciativas menores que podem ser aplicadas por todo o país.

A iniciativa se chama “Computer Science for All”, e deve ajudar a solucionar a enorme demanda de profissionais do setor tecnológico. Segundo a Casa Branca, em 2015, mais de 600 mil postos de trabalho nesse setor não foram preenchidos.

Via Whitehouse.gov

Barack Obama publica a “The President’s Summer Playlist” no Spotify

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A Casa Branca tornou pública uma lista de reprodução no Spotify cujas faixas foram selecionadas por ninguém menos que o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, a ‘The President’s Summer Playlist’.

A lista dupla conta com as canções que Obama ouviu durante o verão norte-americano. Uma para o dia, outra para a noite, e cada uma com 20 faixas que vão do pop ao blues, passando pelo rock, soul, jazz, reggae, hip hop… enfim, listas que revelam um gosto muito eclético.

Mas o que chamou a atenção não é o fato de Obama ser um fã de música, mas sim a plataforma escolhida. Em plena guerra no streaming musical, com o Apple Music recém lançado e com todos querendo ocupar posições, o Spotify foi o escolhido pelo chefe de estado mais poderoso do planeta.

Confira as listas de Barack Obama na ‘The President’s Summer Playlist’ nos links: a lista para o dia e a lista para a noite.

Para Obama, Europa ataca empresas de tecnologia dos EUA porque não pode competir com elas

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama deu uma entrevista para o site Re/code onde falou de tudo relacionado ao mundo da tecnologia: privacidade, Coreia do Norte e a resistência da Europa às empresas norte-americanas.

Obama destacou para o Re/code especialmente o tratamento que gigantes como Facebook e Google recebem na Europa. Quando questionado sobre a ênfase que a Europa coloca no tratamento dos dados dos usuários que essas empresas possuem, sua resposta foi contundente: “é pura inveja”.

Não foi bem isso que Obama falou, mas deu a entender ao afirmar que algumas das medidas, multas e entraves que a União Europeia possui com a Google ou o Facebook indicam que essas empresas norte-americanas dominam a internet. E na opinião dele, as duas cresceram a um ponto em que a Europa não consegue competir com elas.

É curioso como Obama, que ficou queimado em meio mundo por conta do escândalo envolvendo a NSA – onde desde o primeiro momento ele defendeu os programas de espionagem da agência -, se coloca na defensiva com a Europa pelo cuidado que as agências do continente colocam em tudo o que está relacionado com a privacidade e segurança dos dados dos usuários.

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As medidas propostas na hora de controlar esse coleta massiva de dados seguem sem mudar o fato que a NSA parece ter mais e mais meios ao seu alcance para realizar a sua espionagem. E sempre com a desculpa de combater o terrorismo, algo que, entre outras coisas, gerou a criação de uma nova agência central para lidar contra os ciberataques.

O debate mais longo e intenso é do Google contra a Europa. Ou o contrário.

Em 2010, a UE iniciou um processo contra a gigante de buscas para investigar supostas práticas abusivas de sua posição no mercado de buscadores. Desde então, várias foram as batalhas legais, que passaram por um momento de paz com acordos preliminares, mas que ao que parecem, não terão um final feliz. A UE deu um ultimato para a Google, na tentativa de frear o seu poder, algo que pode resultar em uma multa de 6 bilhões de euros.

A outra frente aberta está no direito ao esquecimento, e também envolvendo a Google. A UE levou a batalha, e a gigante de Mountain View teve que aceitar a inclusão de um formulário para que os usuários removam resultados negativos da busca.

Esses problemas se somam aos escândalos diplomáticos que ocorreram depois da descoberta dos programas de escutas telefônicas aos governantes e altos cargos de órgãos públicos em todo o planeta.

Vamos ver como serão os próximos capítulos dessa novela.

EUA cria agência exclusiva para combater o ciberterrorismo

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama anunciou a criação de uma nova agência de segurança, que vai aglutinar toda a informação dos organismos existentes (Segurança Nacional, FBI, NSA), com o objetivo de combater o ciberterrorismo.

A agência vai realizar funções similares as que realizam a National Counter Terrorism Center (NCTC) com as ameaças terroristas tradicionais, mas orientadas nas atividades de ciberterrorismo e ciberataques, que se demonstram uma clara tendência dos últimos meses.

Lisa Monaco, uma das assistentes do presidente na segurança nacional, indicou em uma entrevista que a agência ‘vai ajudar a garantir que todos contem com a mesma filosofia integrada, com todas as ferramentas para prevenir os ciberataques que desenvolvemos para combater o terrorismo’.

Alguns ex-conselheiros da Casa Branca nesses temas indicam que esse tipo de agência é algo redundante e até desnecessário. Melissa Hathaway, que trabalhou como coordenadora de cibersegurança para o Governo dos Estados Unidos, entende que ‘não deveríamos criar mais organizações e burocracia’.

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As medidas do governo de Barack Obama contra o ciberterrorismo (principalmente no caso do ataque à Sony Pictures) se tornam difíceis de se levar a cabo, por conta da diferença dos critérios e informações que o governo recebia de diferentes agências. No caso da Sony, todos os órgãos indicavam a relação dos hackers com o governo da Coreia do Norte, mas todos eles apontavam para um diferente envolvimento desse governo.

A nova agência é formada inicialmente por 50 pessoas, e terá um investimento anual de US$ 35 milhões. Resta saber se essa ambição por detectar e antecipar possíveis ataques cibernéticos também leva em conta o fato que os programas da NSA seguem aparentemente funcionando, e a monitorização e espionagem de todas as comunicações continua, a pesar do escândalo produzido nos últimos meses.

Via The Washington Post

Barack Obama anuncia sanções à Coreia do Norte em consequência dos ataques à Son

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Em um comunicado oficial, o presidente dos EUA, Barack Obama, emitiu uma ordem de execução para que se realizem sanções mais restritivas à Coreia do Norte, por conta do envolvimento do governo no ataque hacker sofrido pela Sony Pictures em novembro de 2014.

Segue:

As ações de hoje são impulsionadas pela nossa obrigação de manter a Coreia do Norte como responsável de uma conduta destrutiva e desestabilizadora. […] Apesar do fato do FBI seguir com sua investigação sobre o ciberataque contra a Sony Pictures Entertainment, esses passos reforçam que vamos adotar um amplo conjunto de ferramentas para defender as empresas norte-americanas e os cidadãos, e para responder às tentativas de violar nossos valores ou ameaçar a segurança nacional dos Estados Unidos.

Obama disse que a resposta às ações contra a Sony Pictures serão proporcionais, e o comunicado parece ser apenas o primeiro passo do que está por vir. As sanções econômicas que se aplicarão à Coreia do Norte informadas na nota são ‘um primeiro aspecto’ das ações que serão tomadas contra o regime de Kim Jong-un.

O comunicado também aponta três organizações e dez oficiais da Coreia do Norte como principais responsáveis pelo ataque, mas reforçam que as investigações do FBI continuam.

E muita água vai rolar por debaixo dessa ponte.

Via Engadget