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Samsung Galaxy S7 supera em autonomia de bateria os seus principais rivais

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Um vídeo faz um comparativo direto de autonomia de bateria entre os principais smartphones top de linha, e confirma aquilo que já era sabido por muitos: o Samsung Galaxy S7 supera sem maiores dificuldades os seus principais rivais do setor.

O vídeo mostra que o primeiro a desligar é o LG G5, com 6 horas de 31 minutos de atividade contínua, seguido do Huawei P9 (6h59) e o Xperia X (8h15). Já o Samsung Galaxy S7 resistiu por 10 horas de 59 minutos, seguido pelo Galaxy S7 Edge (10h30), números muito acima das 8 horas e 13 minutos do iPhone 6s, terceiro colocado nos testes.

Não resta dúvidas que a Samsung fez um excelente trabalho com o Galaxy S7, que mantém o design e acabamento do modelo anterior, mas com mudanças muito solicitadas pelos usuários, como a volta da resistência à água e poeira e o slot microSD para cartões de até 200 GB.

Tudo isso, combinado com as boas especificações técnicas, transformaram o Galaxy S7 em um dos smartphones mais vendidos de 2016, consolidando a recuperação da Samsung no setor. O modelo ajudou a entregar para os sul-coreanos o seu melhor trimestre fiscal em dois anos. E isso não é pouca coisa.

Vídeo com o comparativo de autonomia de bateria a seguir.

 

Via WCCFTech

Por que Eric Schmidt prefere o Galaxy S7 ao iPhone?

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O presidente executivo do Alphabet e ex-CEO da Google Eric Schmidt participou recentemente de um evento realizado em modo de entrevista cruzada, e não teve problemas ao reconhecer que prefere o Galaxy S7 ao iPhone, considerando o primeiro melhor.

O motivo para essa escolha é bem simples, e não envolve comparações técnicas de hardware ou acabamento externo. Schmidt entende que o Galaxy S7 é melhor por conta da maior autonomia de bateria, oferecendo assim mais horas de funcionamento com uma única carga.

É interessante ver como Eric Schmidt valoriza exatamente um dos elementos mais descuidados dentro das últimas gerações de smartphones. Tão interessante quanto é saber que ele tem também um iPhone 6s, e isso não deve surpreender. Até porque existe uma explicação perfeitamente razoável: a melhor forma de competir com seus rivais é compreendendo e conhecendo a fundo suas virtudes, sabendo o que eles podem fazer e o que os torna grandes.

O uso diário do dispositivo da Apple permite ao executivo visualizar permanentemente como é a plataforma móvel da Apple, vivê-la na perspectiva de primeira pessoa, e encontrar a inspiração para novas ideias e melhorias do Android. Sobre a sua opinião, é evidente que a diferença de bateria existe, mas os dois smarpthones são tops de linha, capazes de oferecer um desempenho enorme, com design fantástico, muito bem cuidado e elegante. Logo, pequenos detalhes como a bateria podem inclinar a balança a favor de um ou de outro.

Mesmo assim, é preciso levar em consideração que os dois smartphones contam com ecossistemas muito diferentes e valores diferentes, de modo que a escolha de cada usuário no final das contas não precisa se limitar ao hardware.

Via WCCFTech

iPhone SE tem mais autonomia e bateria que iPhone 5s

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Reduzir o tamanho dos smartphones traz consequências para todos os fabricantes. A tela perde polegadas, caindo também a resolução, mas dependendo do fabricante o maior impacto está na bateria, que também encolhe. Havia uma dúvida sobre o iPhone SE nesse aspecto, já que o modelo contava com as mesmas dimensões do iPhone 5s, lançado em 2013.

Mas temos uma boa notícia. A autonomia do iPhone SE tem algumas horas a mais do que o iPhone 5s, mostrando que a Apple se preocupou com o quesito bateria nesse novo modelo.

 

Bateria maior, processador mais eficiente

apple-a9

O tempo não para para os smartphones, ainda mais com o ritmo vertiginoso que eles evoluem. As baterias não melhoram a sua tecnologia, mas os processadores são mais eficientes no consumo, assim como as telas e outros componentes. No iPhone SE isso não é diferente, de modo que a presença do Apple A9 no seu interior ajudará a aumentar a autonomia.

Mas o principal responsável pelo sucesso na autonomia ainda é a bateria. No iPhone 5s de 2013, temos uma bateria de Li-Po de 1.560 mAh, que oferecia até 250 horas em standby com conectividade de dados. Já o iPhone SE de 2016 conta com uma bateria de 1.642 mAh, que curiosamente piora os números em standby com dados, mas melhora todos os outros.

O ganho em mAh é de aproximadamente 10%, o que não justificaria um aumento na reprodução de músicas em 25% ou ganho de horas de conversação de 40%. Mas como já foi dito, o processador é também parte da culpa do consumo. A seguir, os dados oferecidos pela Apple em uma tabela, comparando os dois modelos para ver onde está a diferença.

iPhone 5siPhone SE
Bateria1.560 mAh1.642 mAh
Em standbyAté 250 horasAté 240 horas
Em convversaçãoAté 10 horasAté 14 horas
MúsicaAté 40 horasAté 50 horas

Como é habitual, os dados de bateria como números não querem dizer muita coisa, pois a bateria de um smartpone depende de múltiplos fatores. Desde a cobertura de sinal na nossa região até a temperatura ambiente e, obviamente, do tipo de uso que cada usuário dá ao dispositivo. Mas ao menos no papel, parece que temos uma pequena melhora no iPhone SE.

Um case com bateria para o Galaxy S7: um sinal que sua bateria precisa de ajuda?

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A Samsung reduziu em 1.5 mm a espessura do Galaxy S6 para seguir uma das tendências atuais de design dos smartphones (além de introduzir o metal como material e o aumento de tamanho de tela). Porém, no Galaxy S7, não devemos ter mudanças, e a bateria não deve se beneficiar disso.

O recente rumor fala dos acessórios que o Galaxy S7 deverá receber, incluindo um case com bateria externa. Um produto similar ao que a Apple lançou recentemente, a Smart Battery Case. E o fato da Samsung oferecer o acessório desde o começo nos leva a crer que os coreanos podem não ter alcançado um bom resultado na autonomia de bateria do novo smartphone.

 

Questão de dimensões?

Outros fabricantes apostaram na baixa espessura como sua base. O Vivo V5 Pro (4.75 mm), o Oppo R5 (4.85 mm) ou o Huawei P8 (6.44 mm) são exemplos. A questão é: qual é o custo dessa baixa espessura?

Nos casos citadas, as baterias possuem capacidades de 2.000 mAh, 2.300 mAh e 2.680 mAh, respectivamente. Esses números não determinam tudo, e outros fatores influenciam (eficiência do processador, otimização do software, gerenciamento do brilho de tela, etc), mas chama a atenção o fato de nenhum dos três nem chegar perto dos 3.000 mAh. E isso, em 2015.

Para você ter uma ideia, os 2.300 mAh estava presentes no Nexus 5 de 2013, e nesse mesmo ano, o LG G2 já contava com 3.000 mAh e tela de 5.2 polegadas, tal como os três smartphones citados.

 

Fim da ‘operação bikini’ para a Samsung

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O Samsung Galaxy S6 (e todas as sua variantes) se destaca por ter um dos melhores conjuntos de 2015, mas a sua bateria é um dos seus pontos negativos. Várias análises indicam isso. Não é algo tão grave, uma vez que é um smartphone que possui um modo de carga rápida de bateria. Mas a longo prazo, era um prelúdio de um desempenho abaixo do desejado para muitos usuários.

Logo os rumores envolvendo o Galaxy S7 são plausíveis. Ao que parece, o novo modelo não repete os bons resultados do Galaxy S5 nesse aspecto (eram 2.800 mAh e 8.1 mm de espssura, contra 2.550 mAh e 6.8 mm do Galaxy S6), e ainda sem saber quantos mAh possui a bateria do Galaxy S7, a simples menção de um case com bateria já nos leva pensar que este é um remendo de algo que não deve ser tão bom assim.

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Esse case contaria com uma bateria auxiliar de 2.700 mAh, em um pack conjunto com um carregador sem fio, que custaria US$ 100. Não é algo barato, mas custa menos que o case da Apple (US$ 120). E é o mesmo case para os dois modelos, já que se fala de um Galaxy S7 de 5.5 polegadas. Logo, 2.700 mAh extras poderiam recarregar completamente o dispositivo.

 

Mais adicionais e maior resistência

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Outro acessório mencionado nos rumores é um case teclado. Algo similar ao que a própria Samsung lançou para os modelos Galaxy S6 Edge+ e Galaxy Note 5. Tanto o case com bateria como o case teclado fariam parte do habitual set de cases e outros produtos que a Samsung deve oferecer para os seus dispositivos, como o case Swarovsky que vimos em edição limitada do Galaxy S6 Edge.

Sobre o Galaxy S7, além do ligeiro aumento de espessura e de uma parte traseira curva, também é dito que o metal e as telas curvas (do Edge) seguem presentes, além da incorporação da certificação IP67 de resistência à água. Algo que se especula há semanas, mas só hoje temos mais informações vindas da Índia sobre a incorporação de peças mais resistentes à água, como o microfone, a bandeja para a SD e um case protetor.

No dia 21 de fevereiro, as dúvidas serão esclarecidas.

Via Android Central, Pocket Now, SamMobile

E se o grande segredo do Samsung Galaxy S7 for a sua autonomia de bateria?

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Os últimos rumores envolvendo os futuros Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge envolvem aquela que pode ser a grande carta na manga dos coreanos. A sua autonomia de bateria.

Eldar Murtazin, blogger russo que no passado revelou dados promissores sobre os novos dispositivos, levanta essa bola. Os seus vazamentos indicam que a bateria dos novos smartphones top de linha da Samsung poderiam chegar a dois dias de uso moderado.

De acordo com os seus testes com um Galaxy S7 dual SIM, Murtazin afirmou que o dispositivo sobrevive aos dois dias de uso com a tela a 75% de brilho e conectividade LTE sempre ativa. É esperado que o Galaxy S7 e o Galaxy S7 Edge integrem baterias de 3.000 mAh e 3.500 mAh respectivamente, que combinadas com as otimizações do sistema operacional e o uso das CPUs e GPUs mais eficientes, resultariam em um consumo de bateria muito reduzido.

Quem sabe uma eficiência na bateria poucas vezes vista entre os dispositivos da Samsung em sua história. Se eles realmente conseguirem se diferenciar nesse aspecto, podemos ter um dos grandes lançamentos de 2016.

Os novos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge serão apresentados no dia 21 de fevereiro, um dia antes do início da Mobile World Congress 2016 em Barcelona (Espanha), em mais uma edição do evento Samsung Unpacked.

 

 

Via BGR

iPhone 6s e sua “loteria” na autonomia de bateria

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No final do mês de setembro, o site Anandtech fez uma descoberta muito importante: o chip A9 presente nos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus eram fabricados por duas empresas: Samsung e TMSC. Até aqui, “beleza”. Não é a primeira vez que vemos isso.

Os problemas aparecem quando os smartphones chegam nas mãos dos proprietários, e os mesmos começam a fazer testes de desempenho, e comprovam que a versão do chip A9 produzida pela TSMC consegue oferecer quase duas horas de autonomia de bateria a mais que o chip fabricado pela Samsung.

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Os comparativos estão circulando na internet, nos fóruns da Reddit e do MacRumors, onde podemos encontrar telas como as da imagem acima. À esquerda, podemos ver o teste de desempenho de bateria em um smartphone com chip TSMC, alcançando as 7h50m20s, enquanto que a imagem da direita mostra a autonomia alcançada pelo iPhone com o chip da Samsung, com 6h05m20s.

De acordo com um aplicativo utilizado por um desenvolvedor para identificar o chip para cada iPhone, pelo menos 70% das unidades comercializadas do iPhone 6s contam com o processador da TSMC, e 30% com o chip da Samsung. No caso do iPhone 6s Plus, o quadro muda: quase 41% para a TSMC, e 59% para a Samsung.

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Os compradores dos novos iPhones podem verificar qual chip o seu dispositivo possui, com o download do app “Lirum Device Info Lite”, que é gratuito na App Store. Se na tela principal (foto acima) aparecer N66AP (6s Plus) ou N71AP (6s), significa que o produto conta com um chip da Samsung. Se aparecer os códigos N66mAP (6s Plus) ou N71mAP (6s), o fabricante do chip é a TSMC.

Boa sorte para você!

Via Engadget Public Access,Reddit, MacrumorsMacrumors

 

Tecnologia da Samsung pode dobrar a autonomia de bateria

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A autonomia de bateria é um dos pontos mais importantes (e descuidados) dentro do mundo da mobilidade, mas as gigantes do setor estão se dando conta dessa relevância, e toma medidas sobre o assunto. A Samsung descobriu uma nova tecnologia que é capaz de dobrar a autonomia das baterias, com a ajuda de capas de silício e grafeno.

O desenvolvimento avança na sua fase de testes, e começa a ser implementado nas suas novas baterias de íon de lítio. É importante ter em conta que, por enquanto, a bateria está em fase inicial de desenvolvimento, com a sua disponibilidade comercial em dispositivos de consumo geral podendo demorar de forma considerável, de acordo em como evoluem esses testes e dos custos finais que apresentam a integração dessa tecnologia.

De acordo com as primeiras informações, os resultados são por enquanto muito positivos, pois eles conseguiram melhorar a autonomia das baterias entre 50% e 80%. Eles não descartam uma eficiência de 100%, ou seja, o dobro de sua carga de bateria atual.

A pesquisa com essa tecnologia ainda não terminou, de modo que não a veremos no Galaxy S7 e provavelmente em um hipotético Galaxy S8.

Via NextPowerUP!

Quanto tempo você perde para recarregar o seu smartphone?

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A autonomia de bateria é o grande problema da tecnologia móvel. Muito se evoluiu nas especificações, tamanho e qualidade de telas, ou na conectividade. Porém (e infelizmente), a evolução das baterias não acompanhou essa evolução, e quase todos são obrigados a recarregar os smartphones todas as noites.

Porém, novos sistemas de recarga rápida e economia de energia são implementados, e se isso não resolve o problema, ao menos podem ser importantes diferenciais entre os modelos disponíveis. O site PhoneArena publicou um novo comparativo sobre o tempo de recarga de smartphones, onde o Samsung Galaxy S6 se mostra como o mais rápido na hora de recarregar a sua bateria.

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O gráfico acima mostra, em minutos, quanto tempo leva para alguns dos dispositivos mais populares do mercado em recarregar completamente a sua bateria. Três modelos da Samsung aparecem nas primeiras posições, enquanto que Apple, Sony e Motorola ultrapassam as duas horas completas para alcançar os 100% de bateria.

O inovador sistema de recarga rápida do Galaxy S6 é um dos grandes argumentos da Samsung em relação à concorrência, e é fruto de uma evolução que começou no Galaxy S4. A Qualcomm, por sua vez, desde 2012 incorpora a tecnologia QuickCharge nos modelos que integram a sua arquitetura, com notáveis resultados. Mesmo assim, alguns fabricantes não incluem carregadores compatíveis com essa tecnologia para reduzir custos.

autonomia-bateria

Mais interessante é o gráfico acima, que mostra a autonomia real dos mesmos modelos. A combinação de carga lenta (e intensa) da Sony com um gerenciamento eficiente de energia coloca os dois modelos Z3 (normal e Compact) nas primeiras posições, enquanto que os demais dispositivos se posicionam entre os valores esperados (sempre é preciso levar em consideração a capacidade de cada bateria, muito maior em um Note 4 do que em um Moto X, por exemplo).

O que é mais importante para você: ter uma recarga mais rápida ou uma maior autonomia por carga?

Para saber mais sobre o estudo, acesse o post do PhoneArena.

A bateria do Apple Watch vai durar o mesmo que a dos demais smartwatches

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Segundo os dados publicados no 9to5Mac, a bateria do Apple Watch contará com uma autonomia de uso entre 2 horas e meia e 4 horas de uso ativo de aplicativos.

A Apple queria que a autonomia do relógio fosse suficientemente duradoura para aguentar pelo menos um dia de uso, mas a tela Retina e o processador A5 que formam parte do smartwatch são fatores essenciais para uma autonomia da bateria, que tal como ocorre em outros modelos, será uma das limitações mais evidentes.

É preciso observar que o uso ativo de duas horas e meia não é algo tão decepcionante assim. Segundo as fontes citadas no post original, um uso menos exigente (ativo/passivo) permite ampliar essa autonomia para até 19 horas. A monitorização da atividade física fará com que essa autonomia se limite nas quatro horas de registro desses dados.

Os dados terão que ser comprovados quando o relógio chegar ao mercado, mas é importante observar que esse uso intenso não deve ser algo tão frequente, e que em um uso mais normal é provável que a Apple alcance pelo menos o mesmo que outros relógios inteligentes alcançam hoje sem maiores problemas, ou seja, um dia de uso.

Por outro lado, se isso não acontecer, a Apple pode ter um problema muito sério logo no ato do lançamento do Apple Watch.

Via 9to5Mac

A próxima geração de baterias de smartphones pode (finalmente) durar o dobro de autonomia

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Pesquisadores da Universidade de Stanford conseguiram desenvolver uma nova bateria de lítio que possui uma autonomia de uso muito maior do que a que estamos acostumados hoje.

Para isso, os pesquisadores utilizaram uma nova técnica que permite obter um lítio mais denso e eficiente no ânodo da bateria (onde os elétrons se descarregam). Nas baterias atuais, o lítio se encontra no eletrolito, mas não no ânodo, onde a eficiência energética seria maior.

Um ânodo de lítio puro conta com um pequeno problema: ele é altamente instável e reagente em contato com o eletrolito. Para isso, eles introduziram o uso de uma finíssima capa de carbono, que atua como barreira para manter os íons de lítio sob controle.

O resultado é uma bateria que dura mais tempo, que se deteriora mais lentamente, e que é relativamente mais segura, além de ser menor.

Com essa descoberta, um smartphone poderá durar até duas ou três vezes mais do que as baterias de íon-lítio convencionais, inclusive com a possibilidade de utilizar tal método nas baterias de automóveis. Porém, ainda vai levar um tempo até que essas novas baterias estejam disponíveis nos smartphones do mercado.

De qualquer forma, será uma vitória ter um smartphone que dure dois ou três dias de uso intenso, sem se preocupar com uma tomada.

Via Phys.org

Primeiros testes do Android L mostram significativas melhoras de autonomia de bateria

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Com a chegada da versão Developers Preview do Android L, um dos itens mais explorados durante os testes é o quesito “autonomia de bateria”. A boa notícia é que as promessas feitas pela Google na apresentação do sistema operacional estão se cumprindo, e os testes mostram que a versão é mesmo capaz de oferecer uma maior autonomia de uso.

Uma das novidades do Android L é o Project Volta, que tem como principal objetivo melhorar a autonomia de bateria do dispositivo. Este ajuste na autonomia lança mão de, entre outras ferramentas, do Battery Historian, uma função encarregada de identificar os itens do smartphone que mais gastam bateria, além de um novo modo de economia que promete até 90 minutos extras de autonomia.

O site Ars Technica afirma ter obtido um aumento de 36% na autonomia de bateria em relação ao KitKat (sob condições controladas), sem a necessidade de utilizar o modo de economia de energia do dispositivo. Muitos usuários do fórum XDA Developers informam resultados similares.

Por outro lado, também temos usuários que relatam que está acontecendo justamente o contrário: não só não encontraram melhoras, como a bateria está ainda pior do que o desempenho encontrado no KitKat (talvez o fator de influência possa estar no tipo de aplicativo que estão usando).

É preciso esperar mais relatos para obter impressões mais precisas sobre o assunto. Mesmo assim, não deixa de ser uma boa notícia. Ou algo que anima quem sempre desejou utilizar o seu smartphone por mais tempo.

Via Ars Technica, XDA Developers

Rumor: Um novo Moto G para a América Latina, o Moto G Forte

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O Motorola Moto G já conta com uma autonomia de bateria que é considerada surpreendente – pelo lado positivo. O smartphone, que é considerado (pelo menos por mim) a melhor relação custo/benefício entre os smartphones Android de linha média pode oferecer uma autonomia de uso muito boa, com uma bateria que possui apenas 2.070 mAh.

Porém, nem tudo nesse mundo é perfeito. Há quem entenda que isso ainda é insuficiente para aspirações de uso mais complexas, além da ausência de um slot para cartões microSD, para maior armazenamento de dados. De qualquer forma, se o último rumor divulgado pelo @evleaks se confirmar, parte desses problemas serão resolvidos.

Nossa fonte revela que a Motorola estaria preparando para o mercado latino-americano uma nova versão do Moto G, que receberia a adição do termo Forte no seu nome, que ofereceria justamente uma maior duração de autonomia de bateria.

Na foto publicada pelo @evleaks, não é possível perceber qualquer tipo de mudança na sua aparência física, mas fatalmente o dispositivo poderia ficar mais espesso por conta da bateria maior. Além disso, outros veículos de tecnologia afirmam que o “Forte” do nome também pode indicar um smartphone com uma estrutura física mais resistente. Também não é informado se o dispositivo terá mudanças nas suas especificações técnicas.

Porém, vamos ter que esperar por maiores informações para eliminar tais dúvidas. A Motorola, como era de se esperar, não se pronuncia sobre o assunto. Vamos esperar para ver quais são as novidades sobre o assunto que os próximos dias nos reservam.

Via @evleaks

iOS 7.1 já recebe reclamações de usuários em relação ao elevado consumo de bateria dos dispositivos

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É praticamente uma tradição nada desejada. Uma nova versão do iOS representa automaticamente um maior consumo de bateria dos dispositivos. Uma semana depois do iOS 7.1 ser lançado, alguns usuários (lá fora) relatam no Twitter e nos fóruns de suporte da Apple que a autonomia de bateria dos seus dispositivos ficou menor após a atualização.

Alguns usuários recomendam uma nova e completa instalação do iOS 7.1 para resolver o problema, e só depois conectar o dispositivo no computador, para realizar a restauração dos dados via iTunes. Talvez isso possa resolver o problema. O pessoal do Ars Technica realizou alguns testes, e percebeu que os usuários que atualizaram do iOS 7.0 para o iOS 7.1 não vão perceber grandes mudanças. Porém, comparando o update a partir do iOS 6.1, a diferença na autonomia de bateria é considerável.

Mas nem todos os usuários estão reclamando. Alguns deles alegam que autonomia de bateria dos seus iDevices melhorou depois da atualização. Ainda não é possível medir a extensão do problema.

E você? Depois que atualizou o seu dispositivo para o iOS 7.1, percebeu alguma diferença na autonomia de bateria? Compartilhe conosco suas impressões.

Via TwitterArs Technica9to5MacApple Forums

Intel prepara chips gráficos mais eficientes

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A Intel quer oferecer novas possibilidades com um novo chip gráfico, que permitirá obter um desempenho gráfico notável, com um menor consumo de bateria. Divya Kolar, membro da equipe de engenheiros que estão desenvolvendo este chip, explica que “estes núcleos gráficos incorporam várias características novas, que permitem melhorar a eficiência energética em 40%”.

Isso permitirá uma maior autonomia de bateria com o mesmo desempenho que já temos hoje, ou ainda um desempenho maior em momentos pontuais. Não foram dados maiores detalhes sobre o projeto, mas a Intel já demonstrou no ano passado a sua CPU com tecnologia Near-Treshold Voltage (NTV), que permite que o processador funcione com níveis de voltagem muito baixos. De fato, esta CPU pode funcionar a uma velocidade de 3 MHz com uma voltagem de 280 mV, e apenas 1.2 V ao aumentar a sua frequência de clock a 1 GHz. Agora, é esperado que tal capacidade seja incorporada aos chips gráficos.

Um protótipo desse novo chip gráfico será demonstrado na Solid State Circuits Conference, que acontece nessa semana em San Francisco. O projeto não tem data para chegar ao mercado.

Via PCWorld

Os novos ultrabooks Toshiba Kira oferecem 22 horas de autonomia de bateria

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Parece que os fabricantes estão (finalmente) escutando os usuários, e a autonomia de bateria dos dispositivos é um dos elementos que começam a melhorar. A Toshiba anunciou que uma nova linha de ultrabooks Kira será lançada, e vai permitir que o usuário trabalhe com o seu computador portátil longe de uma tomada por um período entre 14 e 22 horas.

Os novos chips Intel Haswell estão por trás desta nova e revolucionária característica, que sem dúvida será uma opção a ser levada em conta para aqueles usuários que passam muito tempo fora de casa ou do escritório. Este novo lançamento faz parte da família Dynabook, e estará disponível em duas versões.

O primeiro é o Kira V634, que possui uma tela de 13 polegadas (1366 x 768 pixels), peso de 1.12 kg e autonomia de bateria de 22 horas. O segundo modelo é o Kira V834, que possui uma autonomia de bateria menor (14 horas), mas com recursos técnicos mais potentes, incluindo uma tela touchscreen, com resolução de 2560 x 1440 pixels.

Os dois ultrabooks serão lançados no Japão amanhã (20), com preços sugeridos de 1.068 euros (já convertidos) para a versão V634, e 1.135 euros, para a versão V834. Por enquanto, a Toshiba não informa se o produto será vendido em outros mercados.

Via Gadgetos

TargetHD Responde | Smartphones Android com bateria de longa duração

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Mais uma vez, vamos tentar responder dúvidas recorrentes do mundo da tecnologia. E essa não só é uma dúvida recorrente, mas também um anseio de muitos usuários de smartphones. Talvez o desejo que os fabricantes precisam atender para que esse precioso (e caro) dispositivo possa ser considerado ideal para usuários de diferentes perfis de uso.

Recebemos a pergunta abaixo:

Estou aqui para pedir dicas de smartphones para aguentar o tranco, e chegar no fim do dia com carga suficiente para chegar em casa. Tenho um Razr i, e faço uso no dia a dia lendo e enviando emails com anexo, verificar atualizações em algumas redes sociais, olhar sites, estudar, fazer uploud e download de apostilas pelo Google Drive. No geral, faço muito uso do 3G e isso gera o descarregamento muito rápido da bateria. Diante do relato acima quais as opções que temos? O Moto X? Prefiro o Droid MAXX (mas este está disponível apenas para a AT&T). Quais são as melhores opções?

*o texto foi corrigido, para melhor adequação ao post, e para corrigir os eventuais erros de português

Resposta: 

Esse é o calcanhar de Aquiles de 90% dos smartphones disponíveis no mercado. Ao mesmo tempo que temos uma grande quantidade de recursos em um dispositivo móvel, temos um grande consumo de bateria, e muitas vezes a sua autonomia se esgota antes do final do dia. Enquanto esse problema não se resolve em definitivo (alguns fabricantes de chips usam “placebos” para amenizar isso), passo a seguir as minhas indicações.

APOSTA SEGURA: Mororola RAZR MAXX: esse é o modelo que está no mercado com maior autonomia de bateria disponível. Com uma bateria de 3.300 mAh, mesmo que você utilize todos os recursos de conectividade ativos o tempo todo, você pode esquecer o carregador em casa, que com certeza você vai chegar ao final do dia com o seu dispositivo ativo. Porém, o RAZR MAXX é um modelo relativamente antigo, e que não deve mais receber atualizações (deve ficar no Android 4.1.2 no máximo). Sem falar que o seu ponto mais forte é mesmo a bateria longa vida.

UMA SEGUNDA OPÇÃO: Sony Xperia ZQ ou Sony Xperia SP: não testei esses modelos (ainda teremos reviews deles em breve no blog), mas por relatos em outros reviews, observei que um dos pontos fortes desses novos smartphones da Sony é a forma como a interface customizada do Android adotada pelos japoneses consegue gerenciar os recursos para reduzir o consumo desnecessário de bateria. O Modo Stamina presente nesses modelos se converteram em opções muito interessantes, e o resultado final pode ser bem interessante para usuários com um uso normal dos recursos conectados. Pode ser que no seu caso essa solução não resolva por completo (uma vez que o seu perfil de uso exige do 3G o tempo todo), mas pelo menos vai apresentar resultados melhores do que aqueles entregues pelo RAZR i que você usa hoje.

UM MODELO PROMISSOR: MOTOROLA MOTO X: esse é um recém anunciado no Brasil, mas alguns reviews já publicados lá fora apontam como um dos pontos positivos do Moto X é a sua autonomia de bateria. É possível que isso aconteça, uma vez que a interface Android da Motorola é muito pouco customizada, e sem muitos recursos considerados “inúteis”, o que ajuda na hora do consumo da bateria. Recomendo que fique de olho no que os blogs brasileiros vão falar sobre esse modelo nas próximas semanas.

Um detalhe importante: um smartphone é um dispositivo de alta performance, que naturalmente exige do seu conjunto técnico uma maior energia para realizar as suas tarefas. Parte de uma melhora de consumo de bateria TAMBÉM passa pelo comportamento do usuário no dia a dia com o dispositivo. Ou seja, para a maioria dos smartphones, não ha milagre, infelizmente. Como disse um pouco acima, o único que pode ser chamado de “aposta segura” em um uso pleno de performance é o RAZR MAXX, porém, você abre mão de um dispositivo com uma versão mais recente do Android, sem falar no hardware mais “antigo”.

Logo, nesse caso, não apenas encontrar um aparelho que atenda às suas necessidades, algumas mudanças de postura são necessárias, como por exemplo realizar ajustes de tela que preservem a quantidade de bateria consumida, estabelecer um intervalo para receber os dados dos aplicativos conectados, verificar se realmente o 3G precisa ficar ligado o tempo todo, e até mesmo adquirir uma bateria externa para conectar ao dispositivo de tempos em tempos.

Lembre-se: pelo menos por enquanto, ou você se adapta à demanda de suas tarefas, ou você corre riscos de ficar com um smartphone desligado ao final do dia. E o jeito ainda é esperar que os desenvolvedores de hardware resolvam esse problema nos futuros lançamentos.

HTC One impressiona nos testes de autonomia de bateria

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Tudo bem, eu bem sei que ele não vai chegar ao mercado brasileiro (uma vez que a HTC “arregou” para o Brasil). Mas não custa fazer um post que poderia muito bem se chamar “olha só o que estamos perdendo”. Não suficiente em ter um smartphone com design que chama a atenção pela beleza, uma tabela de recursos de hardware elevada, e uma experiência de uso que parece ser plenamente prazerosa, o HTC One também possui uma excelente performance no quesito “autonomia de bateria”.

Bom, é o que indica os primeiros testes de benchmark realizados pelo pessoal da ExpertReviews com o novo smartphone da HTC. O modelo conta com uma bateria de 2.300 mAh, que segundo os dados coletados nos testes, consegue ser mais eficiente que todos os seus principais concorrentes no mercado de smartphones “top de linha”.

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Nos testes realizados, o HTC One conseguiu uma autonomia de uso (conversação em modo 3G) de quase 17 horas, superando assim o Nexus 4, que conseguiu aproximadamente 15 horas de conversação. Dois modelos badalados no mercado de smartphones ficaram bem para trás: o Samsung Galaxy S III, com 11.6 horas, e o iPhone 5, com 8 horas de conversação.

Os números surpreendem se levarmos em conta que o HTC One possui uma tela de 4.7 polegadas em Full HD e um processador Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz. Só a tela pode representar um consumo elevado de bateria do dispositivo. Por outro lado, com uma bateria de grande capacidade, e um processador eficiente para gerenciar os recursos do smartphone, temos esse resultado que enche os olhos.

Pena que jamais virá ao Brasil (e, segundo a nova lei de bloqueio de aparelhos não homologados pela Anatel, também não vai funcionar com as redes nacionais). #QuePuxa…

 

Chamadas telefônicas realizadas em 4G LTE gastam duas vezes mais rápida a bateria dos smartphones

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Se prepare para ficar surpreso. A Metrico Wireless fez alguns testes nas chamadas de voz através das redes 4G LTE (também conhecidas como VoLTE), e eles descobriram em seus estudos que esse tipo de chamada pode drenar muito mais rápido a autonomia de bateria do seu smartphone do que em outras modalidades de redes. Por causa disso, você já pode ter uma ideia por que não temos tantas pessoas entusiasmadas com as redes LTE lá fora (e aqui também).

A média de consumo de energia para cada 10 minutos de chamadas telefônicas para redes CMDA é de aproximadamente 680 miliwatts. Por outro lado, a média de consumo de bateria para chamadas via VoLTE pelo mesmo período é de 1.358 mW. É praticamente o dobro do consumo de bateria. Resumindo: os fabricantes tem nas mãos um grande desafio, que é desenvolver dispositivos com LTE que ofereçam uma boa autonomia de uso, principalmente diante dessa grande demanda de bateria.

A desvantagem na autonomia de bateria nas chamadas via VoLTE é causada por diferentes fatores. Um desses fatores é que o dispositivo precisa fazer uma verdadeira “ginástica tecnológica” para fazer as chamadas via LTE, pois isso exige um processo de conversão da voz em pacotes de dados, transmissão e recepção desses dados na rede, e uma nova conversão de dados para voz. E todo esse processo consome mesmo uma maior quantidade de energia do dispositivos.

Apenas uma única operadora nos Estados Unidos possui o recurso via VoLTE de forma funcional. Outras operadoras do país ainda tentam migrar de suas redes CDMA e GSM para as redes LTE. No Brasil, não imagino que vamos ver essa tecnologia, pelo menos em curto prazo. Aqui, não vemos algo semelhante com as redes 3G (pelas limitações dessa rede em nosso país), e sendo muito otimista, devemos agradecer se o Skype vai funcionar direito em nossos smartphones algum dia.

Via GigaOM, IntoMobile

Microsoft Surface Pro possui a metade da autonomia de bateria do Surface RT. E isso é um grande problema…

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Diversas fontes internacionais estão relatando que a Microsoft  não está se dando muito bem com a sua linha de tablets Surface. Ontem (29), foi divulgado que a gigante de Redmond decidiu cortar pela metade a produção do Surface RT, por causa da fraca demanda. Hoje, o rumor do dia é que o Microsoft Surface Pro pode chegar ao mercado mais cedo, e com um preço reduzido (o valor anunciado oficialmente para o produto – inicial – é de US$ 899).

Mas o problema maior não é esse. O problema é que parecem ser mais evidentes os sinais de “trapalhadas” da empresa de Steve Ballmer na estratégia comercial e de concepção do produto. O fato é que o modelo mais avançado do tablet Surface, com um hardware mais robusto, e com o sistema operacional Windows 8 na íntegra já conta com um grave problema: ter a mesma bateria do Surface RT.

Com isso, tendo uma maior demanda de recursos (justamente por conta de um hardware e software mais robusto), ele vai contar com uma autonomia de bateria de 4 a 5 horas de uso, que é a metade da autonomia oferecida pelo Surface RT (10 horas). Que é o que mais ou menos se espera de autonomia de bateria de um bom tablet, principalmente quando vamos utilizar o dispositivo para fins profissionais.

Para um produto que tem como objetivo ser um adversário do ultrabook, e se propõe a ser uma ferramenta de trabalho para os profissionais itinerantes, não dá para ver nenhuma vantagem realmente considerável em adquirir o Surface Pro nessas condições. Afinal de contas, é tão caro quanto um ultrabook, mais desajeitado (pois não pode ser utilizado no colo), menos potente que alguns modelos, com menor capacidade de armazenamento (para modelos com armazenamento híbrido) e com um autonomia de bateria menor?

É… pelo visto, alguém (ou algumas pessoas) na Microsoft não fizeram direito a lição de casa. Vamos esperar o lançamento do produto (marcado para janeiro de 2013) para concluir melhor se o Surface Pro vale a pena ou não.

Via ZDNet

Autonomia de bateria dos smartphones: nosso maior problema com esses dispositivos

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O smartphone é o tipo de produto que se tornou indispensável para qualquer pessoa que quer ter um contato mais próximo e essencial com o mundo da tecnologia. Seja pelo gosto de ser um geek com produtos modernos, ou pelo fato de você ser um profissional, e precisa contar com um produto que armazene as suas informações mais vitais de forma prática, e em um produto que você pode colocar e tirar do bolso rapidamente, o smartphone é, talvez, o produto que sintetiza o conceito de tecnologia móvel. 99% dos geeks que conheço possuem um smartphone, e estão satisfeitos com ele em seus recursos, funcionalidades, formato…

Mas tem uma coisa que a maioria concorda: a autonomia de bateria dos smartphones atuais está longe de ser considerada satisfatória.

Essa é uma reclamação universal, e que os fabricantes parecem ter “estacionado” nesse ponto. Nos idos de antigamente (vai, nem tão antigamente assim…), os smartphones da Nokia, principalmente os modelos da linha E (que continuo considerando a melhor linha da Nokia) contavam com uma autonomia de uso de, pelo menos, dois dias completos, e todos nós éramos felizes com isso. Tudo bem, os processadores não eram tão potentes, a conexão de internet via 3G era algo que ainda estava engatinhando, e o próprio conteúdo mobile ainda era muito limitado. Mas, mesmo assim: saber que você tinha a certeza que o seu smartphone iria durar um dia inteiro de trabalho era uma das satisfações que compensavam o dinheiro gasto no produto.

Porém, o tempo passou, os smartphones evoluíram, o 3G se tornou uma realidade (mesmo que capenga no Brasil), o conteúdo mobile se tornou vasto… mas as baterias dos smartphones não acompanharam essa evolução. Vale a pena registrar que a culpa não está apenas na bateria. Os processadores se tornaram cada vez mais rápidos, mas não se preocuparam em gerenciar o uso dos recursos novos, como Bluetooth, tela maior, acelerômetro, GPS, chip NFC, 3G+, entre outros. Ou seja, você tem um monte de novos recursos, o processador é mais rápido, mas durante muito tempo, ninguém pensou em como esses recursos vão consumir a energia da bateria do smartphone.

E não adianta apenas colocar uma bateria maior. Afinal de contas, é a mesma coisa que um monte de italianos comendo a mesma travessa de macarronada no domingo. Se você aumenta a quantidade de amigos a cada momento, mesmo que a quantidade de massa preparada pena nonna seja maior, a tendência é que o macarrão seja consumido cada vez mais rápido a cada domingo.

O pior de tudo isso é que, assim como os preços dos smartphones top, parece que os fabricantes também tentam convencionar a autonomia de uso dos smartphones, convencendo os usuários que tal autonomia é considerada “ideal” para o uso diário. Observo que para a maioria dos fabricantes, uma autonomia de bateria de 10 horas de uso moderado é considerado o ideal para a maioria dos usuários. E tudo indica que as pessoas compraram essa ideia, e se conformaram com isso.

Eu, não. Para mim, quanto mais, melhor.

A impressão que dá é que, se houver boa vontade, os fabricantes são capazes de adicionar baterias com maior autonomia de uso, e sem tornar os smartphones mais espessos ou com aparência desfigurada, como supostamente imaginam os mais puristas pelo refinado design. Um clássico exemplo disso é o Motorola RAZR MAXX, que possui uma excelente bateria de 3.300 mAh, que oferece uma autonomia de uso de, pelo menos, dois dias completos. Para se ter uma ideia do que é isso, ele é capaz de executar vídeos durante 19 horas consecutivas antes de pedir pelo recarregador. E esse modelo ainda se mantém em um design razoavelmente aceitável. Ok, vai ter gente que vai achar o RAZR MAXX feio, mas enfim, gosto não se discute. Prefiro ter um desses funcionando o dia todo do que ter um modelo mais refinado, mas que não fique vivo até o meio do dia.

A solução para esse problema? Existe. Para começar, baterias maiores, ou com maior autonomia. Parece que até mesmo por causa dos novos recursos (3D ou telas HD), os novos modelos já contam com baterias um pouco maiores. É um começo, mas ainda está longe de ser o ideal. Outra medida importante está no desenvolvimento de novos processadores, que gerenciem melhor o consumo de bateria nesses dispositivos. Os novos processadores da NVIDIA e da Qualcomm com quatro núcleos já são capazes de fazer isso, e até mesmo o chip A6 do iPhone 5 gerencia melhor a sua bateria, já que o telefone possui a mesma autonomia que o modelo anterior, mas com mais recursos. Se bem que, nesse caso em específico, eu queria mesmo uma autonomia maior (afinal, o iPhone 5 é mais alto, logo, cabia uma bateria maior ali).

De qualquer forma, as primeiras opções de smartphones que podem durar mais que 10 horas de uso já aparecem no mercado. Pode não ser aquela sonhada por você, por causa dos formatos, fabricantes e sistema operacional envolvido. Mas saiba que a vida é feita de escolhas. Eu mesmo abri mão de ter um smartphone com a mais recente versão do Android para contar com o máximo de bateria possível para uma experiência de uso completa com o smartphone. E estou feliz com isso.