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Atari fabricará novo hardware, mas não do jeito que você imagina

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A Atari anunciou a sua volta ao mercado de hardware, mas não do jeito que você está imaginando. Agora, a empresa está focada no mundo dos dispositivos para a Internet das Coisas, algo que ninguém esperava. Ou seja, pode esquecer de um novo console com a marca.

Por anos a Atari foi sinônimo de videogames, e muitas pessoas esperam por novidades da empresa que atravessou uma grande quantidade de problemas ao longo dos anos. Porém, a Atari de hoje está muito distante da bem sucedida empresa da década de 1970, já que o nome e o catálogo de jogos passaram por várias mãos.

Pois bem, a Atari será encarregada de fabricar novos dispositivos de Internet das Coisas, que vão ‘do simples até o muito sofisticado’, abarcando uma ampla gama do mercado, com soluções para crianças, esportes, viagens e, é claro, para o lar, com temáticas com estilo de vida, segurança, entretenimento e casa conectada. A empresa fechou uma parceria com a Sigfox, uma importante startup francesa que decidiu formar uma rede global de comunicações para dispositivos IoT, que conta hoje com presença em 18 países, atuando em mais de 7 milhões de dispositivos.

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Os dispositivos da Atari conectados na rede Sigfox poderão receber informações entre si para diversas tarefas, que podem ser controladas a partir de um smartphone, computador e até wearables, com funções que vão desde a localização via GPS, previsão do tempo, estado de alguns eletrodomésticos no lar, controle de termostatos e alarmes, até botões de pânico.

Por enquanto, não sabemos quais são os dispositivos a serem lançados e suas funções finais, mas se espera que ainda em 2016 sejam conhecidos os primeiros dispositivos dentro dessa nova fase da Atari. Será interessante ver por que a empresa decidiu apostar tudo nesse segmento, que segue avançando de forma lenta e sem muito ruído.

Via AtariVentureBeat

Atari lança Pridefest, um game para a comunidade LGBT

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O nome Pridefest não deixa ninguém indiferente. Este é o nome de um novo projeto da Atari, que conta com a particularidade de ser dirigido à comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais), além dos chamados “queers” (pessoas que não se identificam com nenhum dos termos anteriores).

O game tem formato de simulador social, e permite aos usuários de todo o planeta se conectarem para se encontrarem em um mundo virtual com uma “atmosfera colorida e de espírito inclusivo”. No jogo, os usuários podem conversar com outros jogadores e visitar suas cidades, além de realizar diversas atividades como criar clubs, montar desfiles e festivais, construir casas e monumentos, entre outros, que podem variar de acordo com as preferências escolhidas pelos jogadores.

Aparentemente, o jogo segue o estilo Sim City de ser, combinado com toques de The Sims e Second Life, mas com uma estética mais simplificada e totalmente tematizado para o seu público-alvo. O aspecto de mecânica social naturalmente chama a atenção, e todo mundo sabe como os games de construção de comunidades sempre fizeram sucesso no mundo informático.

O Pridefest já está disponível para download na App Store, sendo compatível com iPhone, iPad e iPod Touch. Os usuários do Android também podem encontrar o game na Google Play.

Download: Pridefest (iTunes), (Google Play)

Atari lançará 100 jogos clássicos no Steam

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A Atari confirmou que vai lançar 100 jogos clássicos no Steam, mas diferente do que podemos imaginar não o fará de forma individual ou em pequenos grupos, mas sim em um único pacote de jogos.

Entre os jogos presentes se incluem títulos como Asteroids, Centipede e Missile Command, mas eles pretendem combinar o antigo com o novo, já que está confirmado o suporte para os controles mais modernos, como por exemplo o Steam Controller da Valve.

Os jogos vão incluir modos multijogador e se estabelecerão sistema de classificações com as melhores pontuações daqueles jogadores que se destacam em cada um dos jogos.

Não há detalhes sobre o preço nem a lista completa de jogos, mas comenta-se que o pacote será apresentado na PAX desse ano, e que pode estar disponível em algum momento da primavera norte-americana.

Via SlashGear

30 anos do Amiga, um computador à frente do seu tempo

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Ontem (23) se comemorou o trigésimo aniversário do lançamento do Amiga, um computador mítico e muito avançado para o seu tempo, que tem um espaço na história da informática por ser o primeiro computador multitarefa e multimídia para o grande consumo.

 

História

Parte da história por trás do Amiga está ligada à história de outras duas marcas: Commodore e Atari. No começo da década de 1980, o fundador da Commodore, Jack Tramiel, iniciou um novo negócio de computadores. Adquiriu a Atari e com a ajuda de ex-engenheiros da Commodore, desenvolveu uma nova linha de PCs Atari.

Enquanto isso, um grupo de engenheiros da Atari dirigidos por Jay Miner deserdaram e formaram a sua própria empresa, que depois se transformou na Amiga Corporation. Em 1984, ela foi adquirida pela Commodore, com a intensão de desenvolver uma nova linha de equipamentos domésticos e comerciais para substituir os modelos próprios, como o Commodore 64.

 

Lançamento

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Em 23 de julho de 1985 foi apresentado o primeiro Commodore Amiga, com um evento no Lincoln Center em Nova York. Uma grande orquestra tocou a noite toda, e todos os funcionários da Commodore apareceram no evento em traje de gala, um smoking branco oferecido pela empresa.

Assim chegou ao mercado o Amiga 1000. Concebido inicialmente por Jay Miner como um console de videogames, ele foi transformado no seu desenvolvimento em um computador pessoal de propósito geral, para se transformar no primeiro PC para os criativos, já que suas capacidades multimídia estavam muito à frente dos PCs da IBM e Macintosh da época.

 

Design

Se design foi inovador, já que ninguém havia desenvolvido um computador pessoal daquela forma. Sua concepção de hardware interno estava baseado na ideia de que cada tarefa estivesse descentralizada com um chip específico para cada uma delas, gerenciados por um processador central, o Motorola 68000, muito popular na época.

O dispositivo era gerenciado pelo sistema operacional Amiga OS, muito avançado, que combinava uma interface gráfica de usuário com a flexibilidade do Unix, permitindo um multitarefa real utilizando o sistema de multitarefa apropiativa. Eram técnicas que já existiam, mas que ninguém havia utilizado na prática em um computador pessoal.

O Amiga 1000 era capaz de mostrar na tela 4096 cores. Na época, o Apple Macintosh só foi capaz de suportar cores dois anos depois, e a multitarefa apropiativa não foi oferecida no Mac OS X até o ano 2000, cinco anos depois.

Sua recepção foi excelente. Talvez o mais notável é que o Amiga OS era o sistema operacional escolhido para o Video Toaster, a primeira suite de edição de vídeo doméstico.

Em 1987, eles lançaram o modelo ‘econômico’, o A500, que por ser mais barato ajudou a estabelecer o Amiga no uso doméstico, como um sistema de jogos de primeira categoria.

 

Declive

Depois de várias versões de modelos melhorados ao longo das décadas de 1980 e 1990, as vendas despencaram e graves problemas econômicos atingiram a Commodore. Com isso, os desenvolvedores de jogos e aplicativos começaram a se distanciar.

A Commodores declarou falência, e as marcas Amiga e Amiga OS passaram de mão em mão, em tentativas fracassadas de reviver uma plataforma que não pode seguir o ritmo de uma indústria que ia para outro lado: os PCs da IBM.

O Computer History Museum (CHM) de Mountain View vai comemorar nesse final de semana os 30 anos do Amiga, com exibições de hardware de primeira mão e várias conferências.

 

Você já pode assistir ao documentário ‘Atari: Game Over’

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O esperado documentário produzido pela Microsoft já chegou ao Xbox Vídeo. ‘Atari: Game Over’ mostra a história da empresa de videogames que se viu obrigada a enterrar centenas de jogos em um deserto do Novo México depois de sua queda vertiginosa do setor. Uma decisão que se transformou em lenda urbana, que a Microsoft decidiu revelar.

O resultado? Milhares de jogos debaixo da terra, e entre aqueles que mais se destacavam é o mítico ET: The Extraterrestrial, um jogo que fracassou rapidamente por conta do seu nefasto funcionamento.

O documentário está disponível de forma gratuita através do Xbox One e Xbox 360, assim como na página web do serviço. Ou seja, não perca mais tempo e clique aqui para assistir esse maravilhoso documentário, que vai revelar muitas das incógnitas pendentes da Atari.

Microsoft apresenta trailers do novo Halo 2 e do documentário da Atari na Comic-Con 2014

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A Microsoft aproveitou a San Diego Comic-Con 2014 para revelar detalhes relacionados com dois dos seus próximos produtos. Um deles é a remasterização de Halo 2, que teve o seu primeiro trailer exibido onde foi possível ver detalhes da nova aparência visual do jogo.

Foi confirmado que o mapa Zanzibart também será rejuvenescido, assim como os mapas Lockout, Ivory Tower, Cagaulation e Ascension. O sexto e último mapa será revelado na Gamescon, que acontece na Alemanha em agosto. Ou seja, ainda podemos ter mais surpresas até o lançamento em novembro de Halo: The Master Chief Collection.

 

Também foi apresentado o trailer do documentário Game Over, focado na história do Atari.

 

Via Xbox (Halo, Atari)

E.T. (Atari), e a história de uma lenda enterrada no deserto do Novo México

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As escavações em busca dos cartuchos enterrados do game E.T. (Atari) levantaram uma infinidade de opiniões sobre o passado da empresa, levantando a seguinte questão: por que um jogo com esse chegou a ser enterrado junto a outros tantos, no meio do deserto do Novo México?

Não resta dúvidas que esta é uma prática que, nos dias de hoje, não faria o menor sentido. Mas foi exatamente isso o que aconteceu em 1983.

Em 28 de setembro de 1983, o New York Time s publicou uma matéria, que informava que milhares de pessoas viram 14 caminhões cheios de cartuchos do Atari descarregarem, tal como fariam caminhões de lixo, todo o seu conteúdo em fossas criadas no deserto de Alamogordo, cidade do condado de Otero, Novo México (EUA). Como se fosse uma operação secreta do governo, muitos guardas mantinham os curiosos e os repórteres longe da região, evitando que testemunhassem o sepultamento de parte do grande fracasso da Atari para sempre.

O conteúdo ficou enterrado por 31 anos, até que no último dia 27 de abril de 2014, todo esse conteúdo voltou a ver a luz do dia.

A história

Howard Scott Warshaw é uma das pessoas que mais se alegram com essa descoberta. E não é para menos. Ele foi o desenvolvedor do jogo. Sim, ele é o “culpado”, o dono da discórdia. O jogo E.T. foi o principal protagonista da escavação. Aliás, o próprio Howard admitiu que o game teve um período de desenvolvimento descrito por ele como “infernal”.

Depois de adquirir a licença do filme por nada menos que US$ 22 milhões, a Atari deu ao desenvolvedor apenas cinco semanas para terminar o jogo. Ele criou o conceito do game em apenas dois dias, com o objetivo de convencer o próprio Steven Spielberg para participar do projeto, e 35 dias mais tarde, um jogo completamente funcional estava pronto, podendo chegar ao mercado o quanto antes.

Infelizmente, os resultados desse desenvolvimento foi algo desastroso. E não poderia ser de outra forma. Warshaw esteve acompanhado apenas de um designer gráfico e de um compositor da trilha sonora durante o período de desenvolvimento do jogo, que basicamente ficou na sua responsabilidade. Agora, imagine um jogo dos tempos atuais desenvolvido por uma única pessoa. Até pode rolar, mas é uma exceção da regra (e, mesmo assim, não seria um jogo de grande porte, como a Atari queria).

Durante essas duras e “incrivelmente esgotantes” semanas, o jogo iniciou a sua produção na data prometida. A Atari simplesmente não aceitava a possibilidade de atrasar o lançamento do game para melhorar o seu desenvolvimento. Queriam o lançamento para o quanto antes. E assim fizeram.

Nem foi preciso dizer que o resultado de tanta pressa foi catastrófico. Durante esse período, a empresa reduziu suas vendas drasticamente, acumulando mais de 2.5 milhões de cartuchos em seus armazéns. A Atari sofreu um prejuízo de US$ 310.5 milhões no segundo trimestre de 1983, e a sentença contra o seu presidente na época (Ray Kassar) pelas operações ilegais com as ações da empresa obrigaram que eles tomassem a fatídica decisão de enterrar a sua história nas areias do deserto do Novo México.

Os anos passaram, e a piada sobre o enterro dos cartuchos começou a tomar contornos de lenda urbana. Será que esses jogos estavam mesmo enterrados?

O jogo

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Como você mesmo poderá comprovar no vídeo do final do post, o jogo E.T. para o Atari 2600 não tem o menor sentido. Sua jogabilidade era de gosto duvidoso, as telas se repetiam de forma contínua, e não havia nenhum tipo de padrão a ser seguido pelo jogador para manter uma mínima orientação.

Agora que conhecemos a história por trás do jogo, provavelmente seremos um pouco mais carinhosos com o título. Seu criador garante que está muito orgulhoso, e que se sente muito especial vendo como algo que ele fez há 30 anos segue gerando interesse no público. “As pessoas pensam que eu deveria estar envergonhado com o jogo, ou reconhecer que ele é um fracasso. Mas na verdade, eu sempre o vi como uma conquista”, afirma Howard. E não é para menos.

Vale a pena lembrar que, junto com os cartuchos do E.T., foram enterrados outros muitos jogos que foram fracassos de vendas da Atari, de modo que, no final das contas, nem tudo foi culpa daquele que sempre foi chamado de “o pior jogo da história”.

O futuro

A escavação faz parte de um projeto da Xbox Entertainment Studios. A divisão está trabalhando em um documentário sobre a história da Atari, e como não poderia ser de outra forma, a misteriosa história do deserto de Alamogordo teria que ser coberta.

Ainda resta algum tempo para o produto final estrear na Xbox Live, mas o pessoal da Microsoft não quis esperar, e publicou um pequeno preview – de 5 minutos – onde podemos ver as primeiras imagens. Você pode ver o vídeo logo após conferir o quão ruim era o jogo E.T.

Vídeos a seguir.

 

Mais fotos da histórica escavação dos cartuchos do game E.T. da Atari no deserto do Novo México

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No último sábado (26), o mundo dos videogames viveu um momento histórico. Com o objetivo de registrar os fatos para o seu futuro documentário exclusivo para a Xbox Live, a Microsoft promoveu a escavação da área de Alamogordo, no deserto do Novo México (EUA), onde – segundo a lenda – a Atari teria enterrado os cartuchos do game E.T., para esconder do mundo o seu grande fracasso comercial. E para a felicidade de todos, a lenda era real, e os cartuchos foram encontrados

Um dos mais importantes capítulos do documentário “Atari: Game Over” é justamente descobrir se essa lenda era real. E agora é. Ainda não está confirmada a quantidade de cartuchos que a equipe de escavação descobriu no local, e se outras relíquas (ou fracassos, dependendo do seu ponto de vista) foram descobertos, mas o que foi reportado é que o local realmente recebeu todos os cartuchos que foram enterrados na década de 1980.

O documentário será lançado de forma exclusiva para a plataforma Xbox Live ainda em 2014, sem data confirmada. Por enquanto, veja mais imagens desse dia histórico.

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Via Engadget, Xbox Wire

Encontrados os cartuchos do game E.T. para o Atari enterrados no deserto do Novo México

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Essa é uma foto histórica. Uma das lendas urbanas mais populares da história dos videogames acaba de se tornar real. A foto acima foi registrada hoje (26) por Larry Hyrb, também conhecido mundialmente como Major Nelson, e mostra o primeiro cartucho do game E.T. para o Atari desenterrado do deserto no Novo México (EUA), confirmando assim o que a história contada ao longo de 30 anos era real.

Essa verdadeira busca arqueológica dos videogames foi registrada para o documentário que a Microsoft está produzindo para a sua plataforma Xbox Live, que tem como objetivo revisar os fatos históricos desse segmento da tecnologia. No começo de Abril, a Microsoft recebeu a autorização para escavar o local em busca desses cartuchos, e hoje, o material foi encontrado, exatamente na região que a lenda urbana afirmava que estariam, em Alamogordo, no deserto do Novo México.

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Um detalhe interessante a se destacar: pelas fotos publicadas pelo Major Nelson em sua conta no Twitter, não eram apenas cartuchos do jogo E.T. que estavam enterrados. Alguns outros fracassos da Atari foram encontrados. O que dá um indício que outras relíquias podem ser encontradas no local.

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A julgar pelas imagens enviadas, os cartuchos estão em excelente estado de conservação (apesar da evidente e óbvia sujeira), sem pontos de desgaste do tempo, de materiais ou pontos amassados ou rachados. Talvez, com um pouco de sorte (e uma tradicional soprada), os cartuchos até podem estar funcionais, o que seria uma verdadeira façanha. Porém, mesmo que eles não funcionem, o registro já tem um significado histórico importantíssimo, sem falar no inevitável sentimento nostálgico que muitos terão ao constatar que a lenda é real.

Via @MajorNelson

 

Microsoft recebe sinal verde para procurar os cartuchos do game E.T. (Atari) enterrados no Novo México

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Lembra do projeto da Microsoft em criar um documentário exclusivo para o Xbox sobre a história da Atari? Pois bem, uma das passagens mais curiosas dessa trajetória aconteceu no final de 1982, com o game E.T., para o modelo Atari 2600. E ela será contada no documentário. Agora, com riqueza de detalhes.

O lançamento do citado jogo foi bombardeado por críticas e devoluções. Tantas, que obrigaram os seus criadores a enterrar os seus cartuchos restantes e todo o seu material promocional em algum buraco perdido no Novo México. Mas até então, nunca tivemos provas concretas que foi exatamente esse o fim desses cartuchos. Houve mutas controvérsias ao longo de mais de duas décadas, onde essa passagem se transformou em um grande mistério (ou lenda) da história dos games.

Pois bem, a Microsoft quer ir a fundo nessa história.

Para isso, a Xbox Entertainment Studios obteve as autorizações necessárias para escavar na região de Alamogordo, local onde supostamente esses cartuchos estão enterrados, para solucionar esse mistério de uma vez por todas. O trabalho de exumação dos cartuchos é mais complexo do que parece, uma vez que as dificuldades técnicas que acompanham esse tipo de trabalho se somam ao tempo transcorrido e ao fato dessa região dos EUA ser considerada relativamente tóxica.

De qualquer forma… será que finalmente vamos ver as cópias dos cartuchos enterrados do célebre jogo? Mais: com isso, podemos dar o assunto como encerrado?

Nota do editor: na minha infância, eu tive o “privilégio” de jogar o game E.T. no Atari 2600. E sim… esse jogo era uma grande porcaria.

Via Pocket-lint

O primeiro documentário exclusivo para o Xbox vai contar a história da Atari

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Não falamos sobre isso nessa semana, mas ficamos sabendo que teremos uma série de TV sobre o Twitter (não me lembro qual canal vai produzir). Agora, temos a confirmação que o primeiro documentário original para a plataforma Xbox será centrada na história de um grande ícone dos videogames: a Atari.

A confirmação veio da própria Microsoft, e o lançamento acontece em 2014. Ainda que soe algo estranho, o tema escolhido é bem oportuno (afinal de contas, o Xbox, antes de qualquer coisa, é um videogame na sua essência). A promessa é contar a história da Atari na íntegra, e em detalhes.

Um dos focos mais interessantes certamente será o enterro dos milhões de cartuchos da adaptação para Atari 2600 do game inspirado no filme E.T. O jogo foi um fracasso de vendas, e o deserto do Novo México pagou a conta desse fracasso.

A produção do documentário ficará a cargo da Lightbox, um estúdio gerenciado por Simon e Jonathan Chinn (de Man on Wire e 30 dias). A gravação começa no início de 2014, e sua estreia está prevista (de forma exclusiva, é sempre bom lembrar) nas plataformas Xbox 360 e Xbox One para ao longo de 2014, sem data estimada

Via news.Xbox.com

Atari declara falência nos Estados Unidos

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A divisão norte-americana da Atari, empresa pioneira no mercado de videogames, declarou falência. Mas diferente do que você já possa estar pensando, pedir bancarrota nesse caso não é algo necessariamente ruim. O objetivo da empresa com essa iniciativa é se desvincular da empresa matriz, que hoje se encontra na França, o que nos leva a crer que declarar bancarrota nesse momento não significa necessariamente o fim da marca, mas sim o seu renascimento como parte de uma outra empresa.

A companhia francesa Infogramers adquiriu a filial da Atari nos Estados Unidos em 2008, mas antes (em 2003), eles já haviam mudado o seu nome para Atari S.A. Nesse momento, a matriz francesa se encontra em uma situação econômica muito pior que a Atari nesse momento, que se tornou lucrativa nos seus últimos dois anos fiscais, mesmo com lucros modestos de US$ 4 milhões em 2011, e US$ 12 milhões em 2012. Mas são lucros de qualquer forma.

O motivo para esses pequenos lucros da Atari estão na venda bem sucedida de jogos clássicos, e da comercialização de produtos com a sua logomarca. Segundo o Los Angeles Times, que é a fonte dessa notícia, as duas iniciativas combinadas se transformaram na maior fonte de lucros da Atari nos Estados Unidos.

Com tudo isso, o pedido de falência é uma forma da Atari USA se desvincular do “peso” dos prejuízos que sua “dona” atual gera hoje. Se o processo de bancarrota da Atari der resultado, a divisão norte-americana da marca volta a existir de forma independente, e com dividendos bem reduzidos ou praticamente inexistentes. Para isso, a empresa precisa conseguir uma boa dose de financiamentos, ou esperar que uma outra empresa comprasse a Atari.

Mesmo não tendo mais a mesma relevância do passado no mercado de videogames, a Atari desenvolveu alguns dos jogos mais míticos e famosos da história, como Pong e Asteroids. Em princípio, a ideia é dedicar seus esforços a criar jogos para as plataformas móveis e digitais, caso a empresa volte a ser independente.

Campus Party Brasil 2013: internet de 30 Gbps, criador do Atari, 3G e (talvez) 4G…

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A Campus Party Brasil 2013 está chegando, e os detalhes seguem sendo revelados. A organização do evento anunciou ontem (10), em um evento realizado em São Paulo, novos destaques da próxima edição. Talvez a principal delas seja mesmo a presença de uma conexão de 30 Gbps para os 8 mil campuseiros presentes no evento.

No ano passado, essa conexão era de 20 Gbps, e em edições anteriores, ficava na faixa de 10 Gbps. Isso mostra que o empenho dos organizadores não está apenas na quebra de recordes de participantes, mas também na velocidade de acesso para esses campuseiros. É bom destacar que esse aumento de velocidade também se faz necessária, justamente por causa do volume de pessoas a mais que está utilizando essa conexão de forma simultânea.

Outra novidade anunciada é que a Telefônica/Vivo, empresa responsável pela oferta de conexão de internet no evento, poderá oferecer em caráter de testes a tecnologia de conexão de dados 4G LTE, além das já presentes na região (2G, 3G e 3G+). A presença da rede 4G no evento vai depender de uma autorização da Anatel para ser funcional. Mas penso que é uma excelente oportunidade da operadora mostrar a quantas andam a sua tecnologia nesse segmento, e dos visitantes, que poderão testar os seus dispositivos com a conexão de alta velocidade (aqueles que tiverem dispositivos compatíveis).

Uma das questões que é feita por muitos dos campuseiros que participam da Campus Party Brasil em todos os anos foi respondida por Paco Ragageles, cofundador do evento: por que não temos acesso via Wi-Fi no evento?

Paco afirmou que não existe uma tecnologia boa o suficiente para oferecer um acesso de qualidade em um evento com as proporções da Campus Party Brasil, e mesmo solicitando com desenvolvedores de tecnologias algumas soluções diferenciadas para oferecer esse acesso sem fio, a possibilidade de utilização do Wi-Fi como temos hoje é considerada “inviável”. Resta aos campuseiros utilizarem os roteadores Wi-Fi que trazem de casa, e dividir a senha com os seus amigos de bancada mais próximos.

Um destaque entre os palestrantes da edição 2013 da Campus Party Brasil é a de Nolan Bushnell, fundador da Atari, empresa que iniciou o mercado de videogames no planeta. Outro nome que está confirmado é o de Rainey Reitman, diretora da EFF (Electronic Frontier Foundation), que defende os direitos civis na internet. Aliás, esse é um tema recorrente no mundo todo, e acredito que será uma discussão, no mínimo, interessante. Dan Tapscott, autor do livro Wikinomics, também está com presença confirmada.

Antes de encerrar, um aviso: no ano passado, os campuseiros enfrentaram problemas com as chuvas no Anhembi, que segundo os organizadores do evento “é algo impossível de resolver”. A torcida é para que não chova. Da minha parte, o que tenho a dizer é “prepare-se da maneira mais adequada” (entendam isso como quiser). Outro problema presente no evento do ano passado foi a segurança, e o tema foi abordado durante a coletiva de imprensa realizada ontem. Mario Teza, Diretor Geral da Futura Networks Brasil, afirmou que novos esquemas de segurança serão implantado, e que por questões estratégicas, não foram reveladas.

Via Exame

Transforme o seu PC em um videogame Atari, com o Atari Arcade, via HTML5

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A Microsoft anuncia o lançamento do Atari Arcade, um serviço online compatível com o Internet Explorer e utilizando os recursos do HTML 5, que promete trazer de volta os clássicos dos games das décadas de 1970 e 1980.

A Atari Arcade oferece versões atualizadas de oito jogos clássicos do Atari, todos construídos em HTML5, com capacidade para jogos multiplayer e compatibilidade com o Windows 8, incluindo uma interação completa via telas sensíveis ao toque. Os jogos também são compatíveis com qualquer navegador que utiliza a tecnologia HTML5, ou com o sistema operacional Windows 7.

Os desenvolvedores também podem criar os seus próprios “jogos Atari” para essa nova plataforma de games online, através de um SDK (kit de desenvolvimento de software) que ja está disponível para download, que contém as novas e atualizadas versões das bibliotecas JavaScript, e novos tutoriais para construção de jogos em HTML5.

Ao longo dos próximos meses, novos jogos serão lançados do acervo de mais de 100 clássicos da Atari, mas aqui estão oito clássicos que já estão disponíveis on-line:

– Asteroids
– Combat
– Centipede
– Lunar Lander
– Missile Command
– Pong
– Super Breakout
– Yar’s Revenge

Abaixo, vídeo promocional do projeto.

Via Assessoria de Imprensa

Atari Greatest Hits chega ao Android Market

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Os usuários Android mais nostálgicos certamente vão se alegrar ao saber que a Atari anunciou que o seu simpático aplicativo Greatest Hits está disponível para download na Android Market. Com uma boa quantidade de jogos clássicos a escolher (e possibilidades de adicionar packs adicionais), o aplicativo é totalmente gratuito para smartphones e tablets com o sistema do Google. Ainda há a promessa dos desenvolvedores do aplicativo que a opção multiplayer estará disponível em breve para os usuários. Prontos para voltar no tempo com partidas de Pong ou Asteroids? É só acessar a fonte desse post para obter mais detalhes.

via Android Market

Atari Arcade Duo Powered: outro controle arcade para o iPad

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Provavelmente esse seja um dos melhores complementos que existam para o iPad. Como você pode ver, o Atari Arcade Duo Powered é um controle arcade perfeito para o tablet da Apple, que se destaca por ser bem menor que o iCade, além de oferecer toda a compatibilidade com o aplicativo Atari’s Greatest Hits.

Por enquanto, não conhecemos maiores detalhes sobre o produto, e tudo o que sabemos dele é a sua imagem em sua página oficial, sem informar nenhum tipo de especificações ou detalhes sobre sua compatibilidade. Resta saber se ele poderá competir com os US$ 99 do iCade. Esperamos que sim.

via Redmond Pie

Atari 400 está de volta, graças a um teclado USB da Niyari

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Poucas pessoas podem dizer que usaram um Atari 400, lá nos idos de 1979. E, segundo o pessoal do blog Technabob, o teclado “destrói dedos” fez o desgosto da maioria de seus usuários. Para os mais nostálgicos, a Nayari fabricou um teclado USB que tem as mesmas cores e desenho semelhante ao dispositivo da Atari. Seu preço é de US$ 148,55, que pode ser um empecilho para os fãs de produtos antigos, já que é um preço elevado para um simples teclado USB. Se bem que, boas recordações do passado não tem preço, não é mesmo?


Foto: Marcin Wichary

via Technabob

O Pong volta com força… em forma de mesa (e temos vídeo disso)

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Lembra das intermináveis partidas de Pong? Elas foram a alegria de toda uma geração de gamers. Pois bem, para os nostálgicos, o pessoal da Instructables mostrou o Super Pong Table, um tabuleiro do jogo em forma de mesa, onde até quatro jogadores podem interagir simultaneamente.

Isso acontece graças a 900 LEDs e quatro controles Atari conectados ao dispositivo. Cada jogador controla o seu joystick, e contam com cinco bolas na tela por partida. O jogador que alcançar os 20 pontos vence, com uma indicação gigante na tela de YOU WIN. Abaixo, vídeo de tudo isso que estou falando.

via Instructables

Ben Heck apronta mais uma: um Xbox 360 portátil, com cara de Atari 2600

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Não dá pra saber se o que vemos deve ser considerado um projeto futurista, apenas por fazer com que o Xbox 360 se transforme em um console portátil com ares retrô, pelo seu design com cara de Atari 2600. De qualquer forma, Ben Heck apronta mais uma das suas, e nos oferece um interessante gadget, construindo o Xbox 360 – Edição 1977, à pedido da própria Atari. Ele montou uma estrutura que até a gaveta de DVD está integrada ao design do clássico console dos anos 70, decorado com painéis de madeira. Ben gravou um vídeo da construção do aparelho, e se você clicar na fonte desse post, poderá ver tudo em detalhes.

via element-14.com

Stella: o Atari 2600 transformado em console portátil que sempre sonhamos

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Você sabe muito bem que nós do TargetHD gostamos dos moddings. É fascinante o ato de modificar um produto para outro estado, principalmente se for um produto retrô, que pode despertar a nossa nostalgia. E o produto que você vê acima é o típico caso onde a nostalgia impera.

Um modder chamado Mario tornou realidade o sonho de muito de nós, gamers mais velhos. Ele criou um Atari 2600 totalmente portátil e funcional. A pequena joia recebeu o nome Stella, e está baseado em um Atari FlashBack 2, e conta com tela de LCD de 3,5″, bateria de 600 mAh de um GameBoy Advance SP, que oferece até duas horas de autonomia de jogo. Ele possui alto-falantes, saída de vídeo, conector para cartuchos, e até uma porta para conectar um joystick externo, para partidas com dois jogadores. Abaixo, vídeo que mostra o produto em ação.


via ModRetro.com