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Apple Watch será lançado no Brasil em 16 de outubro

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A Apple informa em sua página oficial no Brasil que o Apple Watch começa a ser vendido no mercado brasileiro no dia 16 de outubro. Os preços divulgados há duas semanas foram confirmados: o Apple Watch no Brasil vai custar entre $R$ 2.899 e R$ 135 mil.

As três versões do relógio serão vendidas no Brasil. O Apple Watch Sport possui alumínio anodizado e pulseira de borracha, e terá preço inicial sugerido de R$ 2.899 (modelo com pulseira de 38 mm). O Apple Watch, de aço inoxidável e tela de safira, tem preço inicial sugerido de R$ 4.599, alcançando o valor de R$ 9.099, de acordo com a pulseira escolhida (a pulseira de dois elos pode custar R$ 4.429 – pulseira, sem o relógio).

Por fim, o Apple Watch Edition, com caixa de ouro de 18 quilates, tem preço inicial sugerido de R$ 80 mil (com pulseira esportiva), e pode alcançar os proibitivos R$ 135 mil (com pulseira de fecho moderno).

Todos os modelos podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros, e para compras à vista, a Apple oferece 10% de desconto.

Parabéns aos compradores do Apple Watch no Brasil! #ironic

BlackBerry Messenger chega ao Apple Watch antes do WhatsApp

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A lista de aplicativos para o Apple Watch segue crescendo, e a última e mais chamativa é o BBM, ou BlackBerry Messenger.

O aplicativo permite o compartilhamento de fotos e mensagens de voz diretamente do relógio, além de visualizar as mensagens recebidas ou saber quando uma mensagem foi recebida e lida. A essa altura do campeonato, não é uma surpresa dizer que o BlackBerry Messenger chegou ao Apple Watch antes do WhatsApp e do Facebook Messenger, que continuam a ser as duas grandes ausências no relógio inteligente da Apple.

Moral da história: a vida é feita de oportunidades.

Via iTunes

Apple lança watchOS 2, com um pouco de atraso

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Atrasou (eles encontraram um bug de última hora), mas chegou. A primeira grande atualização do Apple Watch, o watchOS 2, chega com uma funcionalidade que permite aos desenvolvedores criar aplicativos que se executem no próprio relógio, sem a necessidade de ter um smartphone emparelhado ao relógio.

Desta forma, o software terá acesso direto aos sensores e ao hardware do relógio, dando como resultado interações mais rápidas e intuitivas. Com esta versão, também chegam as novas watchfaces personalizáveis com fotos, os álbuns de fotos e time-lapses, assim como widgets de terceiros que mostram mais informações na tela principal.

Para os proprietários do Apple Watch que querem atualizar para o watchOS 2, basta revisar as atualizações do sistema no aplicativo Watch, e esperar pacientemente o download ser concluído. Esse é, sem sombra de dúvidas, um grande passo na evolução do relógio, e um update que pode marcar as diferenças em relação aos seus competidores.

Apple Watch no Brasil, entre R$ 2.899 e R$ 135 mil (OFICIAL)

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A Apple decidiu revelar oficialmente os valores que serão cobrados pelas diferentes versões do seu smartwatch, o Apple Watch, assim como os acessórios que complementam o produto.

O anúncio veio depois de um vazamento divulgado ontem (18) pelo site MacMagazine, e apesar da fonte especializada no universo Apple ter errado nos valores finais, os preços não fogem muito da realidade que eles já ilustravam. Aliás, pintam um cenário ainda pior do que o previsto por eles.

A tabela oficial de preços para o Apple Watch e suas diferentes versões no Brasil ficou assim:

– Apple Watch Sport de 38 mm, por R$ 2.899
– Apple Watch Sport de 42 mm, por R$ 3.299
– Apple Watch de 38 mm, por R$ 4.599
– Apple Watch de 42 mm, por R$ 4,999
– Apple Watch Edition, de 38 mm com pulseira esportiva, por R$ 88 mil
– Apple Watch Edition, de 38 mm com pulseira de fecho moderno, por R$ 135 mil.

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O MacMagazine acertou nos valores das pulseiras esportivas, que ficam em R$ 329 cada. A Apple está disponibilizando uma grande variedade de modelos e diferentes acabamentos de pulseiras, que podem alcançar valores entre R$ 1.129 e R$ 4.429.

Vale lembrar que, apesar de disponíveis para visualização na Apple Store online, os produtos são listados como ‘indisponíveis para compra’ ou ‘fora de estoque’. Mesmo assim, um anúncio oficial de valores, mesmo que de forma discreta, já é um claro indício que o lançamento do Apple Watch no Brasil é algo iminente, e pode mesmo acontecer no mês de outubro, tal e como previsto pelas diversas fontes de tecnologia que trataram do assunto nos últimos dias.

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Via Apple Brasil (Apple Watch Sport, Apple Watch, Apple Watch Edition, Pulseiras)

Apple Watch deve chegar ao Brasil a partir de R$ 2.700

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O site MacMagazine informa que o lançamento do Apple Watch no Brasil está a caminho. A fonte (que em outras oportunidades acertou preços e janelas de lançamento de produtos da empresa de Cupertino no mercado brasileiro) afirma que os funcionários das duas Apple Retail Stores nacionais já concluíram os seus treinamentos, e que tudo está preparado para um lançamento, como material de demonstração, mesas de exposição de produtos, e estoque inicial.

Os preços dos novos relógios também estão definidos, e foram reajustados por conta da alta do dólar no Brasil (mais de 30% de abril para cá). Infelizmente, os preços são proibitivos: as versões de 38 mm e 42 mm do Apple Watch Sport custarão R$ 2.699 e R$ 2.999, respectivamente. O Apple Watch de aço inoxidável tem preço inicial sugerido de R$ 3.899 e R$ 4.299 para os respectivos formatos.

Aí você se pergunta: e o Apple Watch Edition, na cor ouro rosé com pulseira especial?

Pois bem, a versão de 38 mm custará ‘apenas’ R$ 110 mil, ou um preço de um carro de médio porte no Brasil. As pulseiras custarão entre R$ 329 (esportiva) e R$ 4.299 (elos da cor preta).

Os leitores do MacMagazine informam que a página da nova coleção da Hermès indica que o Apple Watch estaria disponível no Brasil em outubro de 2015, e as fontes do site alertam que o lançamento do smartwatch no mercado brasileiro deve mesmo acontecer entre uma e duas semanas. Por enquanto, o site do produto na Apple Brasil só indica o clássico ‘disponível em 2015’.

Via MacMagazine

Apple atrasa lançamento do watchOS 2 por conta de um bug

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O iOS 9 está disponível para download, mas… e o watchOS 2? Não, ele não foi esquecido, mas a Apple foi obrigada a adiar a atualização do wearable, depois de um erro importante detectado na nova versão.

“Descobrimos um bug no desenvolvimento do watchOS 2, e isso está levando mais tempo que o esperado para ser solucionado”, confirmou um porta-voz da Apple para o TechCrunch.

O watchOS 2 conta com interessantes e diversas novidades, com destaque para o suporte nativo para apps de terceiros, novas opções de facewatch, a possibilidade de reproduzir vídeos curtos na tela e funções renovadas para o alarme. Segundo o mesmo porta-voz, a atualização estará disponível “em breve”.

Paciência.

Via TechCrunch

Apple Watch receberá a sua primeira grande atualização em 16 de setembro

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Sem revelar números de vendas sobre o Apple Watch, a Apple confirmou no evento de hoje (09) que o WatchOS 2.0, primeira grande atualização do software do seu smartwatch será lançada no dia 16 de setembro.

Compilações de terceiros diretamente no relógio (sem passar pelo smartphone), mais informações diretas por meio de widgets sem aplicativos que as envolvam obrigatoriamente, ou mais possibilidades para gerenciar e-mails ou comunicações a partir do relógio serão as principais novidades que o Apple Watch vai receber a partir do dia 16 de setembro.

O WatchOS 2.0 promete se integrar muito melhor com os aplicativos de terceiros, e a prova disso é a confirmação da chegada de apps relevantes, como o Facebook Messenger e outra dedicada para a GoPro. Também foi demonstrado o funcionamento do AirStrip, um aplicativo médico que monitoriza a gravidez ao ponto de monitorar o ritmo cardíaco do bebê.

Outras novidades chegam em forma de um número maior de watchfaces, com a incorporação de nossas fotos e widgets de terceiros. Um novo modo oferece funções de despertador e suporte do uso de cartões de diversas lojas, além do acesso a mais funções do Siri.

Fora isso, a Apple dá pistas que o modelo Watch Sport é o campeão de vendas dentro dos modelos disponíveis do seu smartwatch. De novo: não há números oficiais, mas a Apple adicionou dois novos acabamentos fabricados em alumínio (dourado e rosado). As demais especificações e preços ficam inalteradas.

Os novos modelos do Apple Watch Sport chegam ao mercado hoje, ao mesmo tempo que uma nova série de cores de pulseiras de diversas cores, inclusive uma vermelha dentro do programa RED da Apple.

Apple Watch recebe o Link Bracelet Kit e pulseiras esportivas maiores

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Se as pulseiras oficiais que a Apple oferece no Apple Watch não são suficientemente cômodas para você, novas soluções podem resolver o seu problema.

A Apple apresentou o Link Bracelet Kit para o Apple Watch de 42 mm, equipados com seis elos de aço para construir uma pulseira de até 245 milímetros de largura, pensado nas pessoas com pulsos maiores. O kit é modular, para que o tamanho da pulseira seja modificado com a adição ou remoção de elos, permitindo que o relógio seja utilizado de forma mais confortável.

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A Apple também disponibilizou mais pulseiras para a versão esportiva Sport Band, adicionando os tamanhos L/XL para o modelod e 42 mm do Apple Watch, permitindo agora a escolha de dois tamanhos entre as combinações P/M e M/L e M/L e L/XL. A nova pulseira está disponível nas cores preto e branco, e contam com longitude de 245 mm.

Nuevos-tamanos-de-Sport-Band-para-Apple-WatchO Link Bracelet Kit e as novas pulseiras Sport Band custam US$ 49, o que desagradou a alguns por ser considerado um ‘imposto para gordos’ (não queremos ofender ninguém com essa expressão), já que as pessoas com pulsos mais grossos são obrigadas a pagar a mais para utilizar o Apple Watch. E esse é um detalhe que a Apple deve corrigir o quanto antes.

E não… o Apple Watch ainda não está disponível no mercado brasileiro.

Via 9to5macApple (1), (2), (3)

Provedores dão pistas sobre um Apple Watch ‘decepcionante’ nas vendas

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Novos indícios mostram que o Apple Watch pode ser um fracasso de vendas. Dados procedentes de uma subsidiária da Advanced Semiconductor Engineering e de um dos provedores de componentes para o relógio inteligente da Apple mostram isso.

Tais fontes comentam que o número de envio de componentes para o Apple Watch ficou abaixo do que é chamado de ‘ponto de equilíbrio’ no segundo trimestre de 2015, com a expectativa de voltar a ficar em baixa no terceiro trimestre, sendo esta última situação algo estranho para um período do ano onde os movimentos dos fabricantes normalmente são mais intensos, pensando nas vendas natalinas.

As informações podem ser novos indicadores de que as vendas do Apple Watch estão abaixo do esperado, mas como não temos qualquer tipo de confirmação oficial da Apple (e eles não devem fazer isso tão cedo), todos os dados ficam na zona de rumores. Mas com chances cada vez maiores de serem confirmados no futuro.

Via PCWorld

Apple: 59% de aumento nas vendas dos iPhones, 9% nas vendas dos Macs

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A Apple revelou ontem os seus resultados financeiros correspondentes ao seu terceiro trimestre fiscal de 2015. Período esse muito esperado, pois era o primeiro onde as vendas do Apple Watch seriam computadas.

Mesmo sendo um trimestre mais fraco que os outros – pois antecede ao lançamento de novos produtos -, a Apple mais uma vez reportou recordes trimestrais, com vendas de US$ 49.605 bilhões, e lucros trimestrais de US$ 10.7 bilhões. Ou seja, 33% a mais do que o registrado no ano anterior (US$ 33.432 bilhões em vendas, e US$ 7.7 bilhões de lucros).

 

iPhones e Macs

O recorde desse trimestre na Apple se deu principalmente pelas vendas de iPhones, que arrecadaram US$ 31.368 bilhões, vindos de 47.5 milhões de unidades. Comparando com o mesmo trimestre do ano passado, foram vendidos 35.2 milhões de unidades, que renderam US$ 19.751 bilhões. O aumento nas vendas de unidades foi de 35%, e na arrecadação, de expressivos 59%.

Por outro lado, a venda dos Macs se manteve estável, e para o mercado de PCs é de se chamar atenção. Enquanto que todo o segmento caiu 12%, a Apple aumentou as vendas dos seus computadores em 9% em relação ao mesmo período do ano passado, ou US$ 6.030 bilhões para 4.7 milhões de unidades vendidas.

 

Apple Watch

Ainda que Tim Cook tivesse alertado que não informaria os números de vendas do Apple Watch, ele aparece pela primeira vez na categoria ‘outros’, ao lado do Apple TV, iPod, produtos Beats e acessórios. Cook informou que as vendas totais serão conhecidas em setembro, e só dá pistas que ‘as vendas superaram nossas expectativas, e proporcionalmente são maiores que as que tiveram as primeiras versões do iPhone e iPad’.

Alguns analistas estão prevendo que o Apple Watch obteve ingressos de aproximadamente US$ 1 bilhão, já que a categoria ‘outros’ teve um aumento de 49% em relação ao mesmo período do ano passado, e 56% em relação ao trimestre anterior. Certamente o relógio já reflete a sua participação, mas ainda é muito arriscado atribuir esse crescimento apenas em relação ao Apple Watch. Mas vamos esperar até setembro para confirmar ou desmentir as previsões.

 

iPad (segue em queda)

Mais uma importante que da nas vendas do iPad foi registrada, e sem sinais de recuperação. Comparando com os números do mesmo período no ano passado, a queda foi de 23% nos ingressos, e 18% a menos nas vendas, ou US$ 4.538 bilhões e 10.9 milhões de unidades durante o período.

Mesmo assim, a Apple garante que o seu tablet possui um índice de satisfação invejável de 97%. Mais de 50% das pessoas que querem comprar um tablet pensam no iPad como sua primeira opção, e de tablets do mercado de mais de US$ 200, a maioria é composta por iPads.

Agora, resta esperar o próximo ciclo de renovação, ver com o usuário se adapta às mudanças do iOS 9 e, obviamente, o muito especulado iPad Pro.

 

O crescimento na China continua

Durante anos, o mercado norte-americano foi o mais importante para os produtos da Apple, mas o que vimos nos resultados do trimestre anterior se repetiu nesse: o espetacular crescimento na China, mercado que adotou a marca ocidental como nunca antes foi visto.

A China reportava no trimestre anterior um aumento de 71%, mas nesse período a marca foi de incríveis 112%, com US$ 13.230 bilhões. Ainda é menos que os US$ 20.209 bilhões obtidos na América, mas com essa tendência, com certeza a China vai se transformar no mercado principal da Apple. E rápido.

Vale a pena mencionar que 64% das vendas trimestrais da empresa aconteceram fora dos Estados Unidos.

Apesar dos números recorde em um trimestre difícil, os analistas previam vendas do iPhone próximas aos US$ 21 bilhões, e as previsões para o próximo trimestre são muito conservadoras. Resultado: as ações da Apple caíram 7% depois do anúncio dos resultados financeiros.

Via Apple

Apple é processada pelo uso da marca iWatch

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A Apple foi processada por utilizar a marca iWatch em alguns dos seus anúncios online.

Quando começaram a sair as primeiras informações sobre o seu relógio inteligente, todos se referiram ao Apple Watch como iWatch, um nome que se encaixava perfeitamente com o histórico de produtos lançados pela empresa. Porém, ao que parece, nem a própria Apple poderia utilizar esse nome, pois ele jã tinha dono.

Mesmo assim, a Apple parece ter se esquecido disso, e utilizou a marca em alguns anúncios online, aproveitando obviamente o barulho provocado na internet. E isso pode lhe render um processo milionário.

A marca iWacth está registrada a favor da empresa Problendi, e é avaliada em US$ 100 milhões. Mas imaginamos que as duas empresas envolvidas devem chegar a algum tipo de acordo que seja benéfico para as duas.

Por enquanto, nada pode ser adiantado nesse sentido, mas tudo indica que, se tudo for para os tribunais, a Apple não teria chance alguma de vencer a causa, de modo que a ideia de buscar um acordo ganha muita força.

Esta não é a primeira vez que a Apple é processada por utilizar um nome comercial em seus produtos que já se encontra registrado em um determinado país, e provavelmente não será a última. Ou vocês já se esqueceram do caso do ‘Iphone da Gradiente’ no Brasil?

Via Neowin

O Apple Watch está sendo um fracasso comercial?

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O Apple Watch é um wearable que fez muito barulho nos últimos meses, levantando muitas expectativas. Porém, ele está traduzindo essas expectativas em vendas?

Por falta de dados oficiais da Apple, alguns analistas decidiram comprovar qual seria o sucesso real do Apple Watch. Segundo a Slice Intelligente, os números em torno das vendas são nesse momento uma fração comprovado com o o momento em que ele chegou ao mercado.

As vendas semanais do Apple Watch aparentemente caíram de 44 mil unidades vendidas semanalmente em abril para menos de 5 mil unidades das últimas semanas, o que pode indicar o fracasso comercial do Apple Watch.

Apesar do número de reservas ser muito promissor, fazendo pensar que a Apple voltaria a revolucionar o mercado como fez com o iPhone e com o iPad (este último convencendo ao mundo que os tablets eram necessários), parece que o interesse pelo Apple Watch não se manteve, e suas vendas caíram rapidamente.

Alguns fatores poderiam indicar o aparente fracasso do Apple Watch: não ser nada revolucionário diante dos smartphones, ser muito mais caro que um ‘relógio tradicional’ e com uma autonomia bem escassa e a falta de compatibilidade com outros produtos que não são da Apple, por exemplo.

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Para muita gente, um relógio comum serve muito bem, já que em 10 anos, os custos de manutenção com trocas de bateria e pulseiras não chega nem perto do preço que se paga por um Apple Watch. Soma-se a esse fator as pessoas que abandonaram o relógio de pulso em favor do seu smarpthone para ver as horas.

Muitos colocam em dúvidas o sucesso do Apple Watch. Um dos argumentos para isso não é o preço do produto, mas sim o quanto ele realmente vale no uso diário. Os motivos para comprar o relógio da Apple diante da concorrência não são suficientes ou relevantes, se colocados em uma perspectiva comparativa.

Mas vamos ver o que os próximos meses vão dizer. Ou o que a Apple fala sobre o assunto, apresentando números oficiais.

8 coisas que o Pebble Watch é capaz de fazer que o Apple Watch não faz

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O Pebble conseguiu muito menos atenção que o Apple Watch, algo compreensível se levarmos em conta os esforços de marketing feito pela Apple. Mas o fato é que esse simples relógio inteligente tem importante vantagens em relação ao modelo da gigante de Cupertino.

A seguir:

1. É capaz de funcionar por até quatro dias sem precisar recarregar a sua bateria, enquanto que o Apple Watch alcança, no máximo, um dia e meio.
2. Sua tela sempre está ligada, o que oferece uma função mais adequada como relógio convencional.
3. Permite uma maior personalização da imagem da tela, já que oferece a opção de criar a tela que queremos. Já no modelo da Apple só podemos escolher entre dez opções.
4. Pode ser submergido em até 30 metros, enquanto que o Apple Watch só suporta algumas pequenas gotas de água.
5. O Pebble é compatível com smartphones com sistemas Android e iOS, o que significa que podemos continuar a usar o produto até mesmo quando queremos mudar de plataforma em algum momento.
6. Nas pulseira, o Pebble utiliza o padrão internacional, o que nos oferece acesso a milhões de pulseiras diferentes, algo que não acontece com o Apple Watch.
7. É possível utilizar pulseiras inteligentes que adicionarão novas funções interessantes, mas que ficam como opcionais, de forma que só aquele que você realmente quer você terá que pagar por elas.
8. É mais barato que o Apple Watch, já que custa US$ 199.

Oito vantagens claras e mais importantes do que parecem.

Via Business Insider

Reserve Strap, 30 horas a mais de bateira para o Apple Watch

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Um dos pontos de maior crítica ao Apple Watch foi sua autonomia de bateria, e o Reserve Strap é um acessório que quer mudar isso. A pulseira emborrachada esconde no seu interior três baterias de polímero de lítio, o que lhe permite aumentar a autonomia do relógio inteligente em até 30 horas.

A Reserve Strap energiza o Apple Watch através da porta de acessórios do relógio, se recarrega através da porta microUSB e conta com um indicador LED que mostra a carga restante. Ok, não é barato ter uma pulseira dessas (US$ 249), mas desde já é uma das soluções mais simples e menos incômodas para aumentar a autonomia de uso do relógio da Apple.

Disponível nas versões de 38 mm e 42 mm, podemos dizer que por conta do seu acabamento limitado à borracha, muitos vão preferir sacrificar esse plus da autonomia para manter a pulseira metálica do relógio.

Mas é só um palpite.

 

Via Neowin