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Dia de fúria: usuário indignado quebra tudo em Apple Store

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Tudo bem, nem sempre saímos contentes com a atenção ao cliente que algumas empesas dispensam, mas adotar a postura da criança mimada que protagoniza esse post não é a solução.

Um indignado comprador decidiu destruir tudo o que encontrava no seu caminho em uma Apple Store de Dijon (França), depois de não ficar satisfeito em como a Apple lidou com o seu problema.

Como você poderá ver (e ouvir), o furioso protagonista destrói uma boa quantidade de iPhones (13 golpes letais) e até um MacBook com uma bola de aço. Ou seja, danos elevados. Os mais fracos não conseguirão ver o vídeo sem sentir muita dor no coração.

Depois de aproximadamente um minuto, os seguranças da loja levam o rapaz de 30 anos (não identificado), que tentou escapar em um breve momento de lucidez. A polícia levou o cliente sob custódia.

A sequência em vídeo desse dia de fúria você confere a seguir.

 

Via The Next WebLe Jorunal

Roubaram uma Apple Store vestidos de funcionários da loja

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funcionarios apple store

Qualquer um pode se vestir como um funcionário da Apple Store: basta usar uma camiseta com o logo da Apple, calças jeans e tênis esportivos. Faça isso, e vira um ‘genius’. Pensando nisso, um grupo de ladrões usaram essa roupa em março para roubar 67 iPhones de uma loja na Upper West Side em Nova York (EUA), pelo valor de US$ 50 mil.

O último caso de roubo com essas características aconteceu há poucos dias, e foram 19 smartphones que desapareceram da loja. E tudo o que os ladrões fizeram foi basicamente imitar a vestimenta dos funcionários para entrar no armazém da loja e capturar US$ 16.130 em dispositivos. Com a ajuda de um cúmplice, eles conseguiram retirar os smartphones do estabelecimento, escondendo os mesmos debaixo das roupas, saindo da loja pela porta da frente, como se nada tivesse acontecido.

O uniforme dos funcionários da Apple Store é muito fácil de ser copiados, uma vez que os mesmos são temáticos a cada lançamento ou temporada. No ano passado, a chefe de vendas Angela Ahrnedts introduziu camisetas azuis com o logo da Apple, que podem ser encontradas com facilidade em lojas na internet.

É fato que nas lojas menores a situação se complica, mas nas grandes Apple Stores parece ser bem fácil se passar por um infiltrado na massa de gente que frequenta o estabelecimento, de modo que a Apple deve intensificar a segurança. Para o bem do seu estoque.

Via GizmodoDNAInfo, New York Post

Apple começa a aceitar iPhones quebrados em seu programa de troca

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iphone-quebrado

A Apple está implantando dois novos programas nas suas Apple Stores, onde a mais interessante é aquele que indica que eles passam a aceitar iPhones quebrados no seu programa de troca.

Hoje, a Apple aceita iPhones antigos no seu programa de troca, de modo que ao entregar o modelo antigo, o usuário recebe créditos na compra de um modelo novo, desde que o telefone velho esteja em bom estado e sem problemas. A nova iniciativa passa a aceitar os iPhones quebrados, mas dentro de um limite: telas quebradas, botões com falha e problemas na câmera. Ou seja, problemas que podem ser reparados.

O serviço se aplica apenas ao iPhone 5s e superiores. Os valores que serão pagos por cada modelo quebrado são:

– iPhone 5s: US$ 50
– iPhone 6: US$ 200
– iPhone 6s: US$ 250

Por fim, além desse programa, é comentado que será oferecido um serviço automatizado de instalação de protetores de tela no iPhone, com a ajuda de máquinas que realizariam todo o processo.

 

Via 9to5mac

As falsas Apple Store na China, e sua função de indicador de demanda

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A China “se inspira muito” no ocidente, principalmente na Apple. É uma estratégia quase campeã, pois com o fechamento do país para os mercados ocidentais por décadas, a estratégia de copiar descaradamente os produtos que já fora fazem sucesso era a mais óbvia para as empresas daquele país.

Aliás, a Apple sempre foi alvo de cópia não só dos chineses, mas dos coreanos, dos europeus e de muita gente. O grande atrativo dos seus produtos era a proposta de dispositivos unibody. Mas mais além das grandes empresas, inspirações ou cópias mais ou menos descaradas, está o setor dos clones.

Smartphones clonados da Apple e de outras marcas aparecem de tempos em tempos, e a fonte desses produtos é a China, país com um endêmico e contínuo nascimento de fabricantes de dispositivos de baixo custo. Eles pegam o design dos modelos e marcas de sucesso e copiam tudo.

Agora, chegaram ao ponto de copiar as lojas e até o estilo de vestir do seu CEO. Apesar de parecer algo bizarro, também mostra claramente a demanda da Apple na China. E isso não é necessariamente algo ruim.

Enchendo os bolsos de dinheiro às custas da imagem de outro

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Na China, tem muita gente contrariada por pagar um custo extra para obter um iPhone novo antes de qualquer outra pessoa. Por isso, as lojas clonadas são uma solução muito interessante para todas as pontas. Oferecem o produto mais barato por não ter o implícito custo pela marca, e as diferenças de preço e da qualidade dos componentes tornam a imitação um negócio muito lucrativo, apesar de poder causar problemas para os imitadores a longo prazo. Nos Estados Unidos, por diversas oportunidades eles tentam fazer com que o governo chinês colabore na luta pela proteção da propriedade intelectual, aparentemente sem muito sucesso.

Desse modo, a China se tornou um paraíso para o nascimento de fabricantes e marcas que praticam a clonagem descarada, onde a Apple é um chamativo caso. Logotipos da empresa estão espalhados nas principais ruas de Shenzhen, quando esta cidade só tem apenas uma Apple Store e cinco distribuidoras autorizadas. Muitas dessas lojas são versões que também vendiam produtos oficiais.

A cópia era tamanha, que até os uniformes da empresa eram clonados.

 

Quando algo deixa de ser hypeado

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Por outro lado, parece que os clones das Apple Stores prederam fôlego nas últimas semanas. O número de lojas falsas da Apple caiu até ficar em um terço das que haviam em setembro de 2015. O mais curioso é que essas lojas decidiram começar a vender smartphones da concorrência, sendo agora distribuidoras não autorizadas de marcas locais, como Meizu, Xiaomi, Huawei e Oppo.

O fato de ser um clone tem efeitos positivos e negativos, e é um indicador de demanda claro, pela associação de, quanto mais se copia algo é porque mais demanda há. Por isso que essa redução pode ser efeito de uma possível mudança nas preferências dos consumidores chineses. As vendas de produtos Apple chegaram a diminuir pela metade desde outubro de 2015 em algumas lojas.

As vendas de iPhones na China aumentaram 84% desde setembro, e neste país a Apple lidera as vendas, com 27%, na frente da Huawei (24%) e da Xiaomi (14%). Ou seja, é um produto mais comum, cujo componente de aspiração caiu um pouco.

O risco de brincar com os limites de propriedade intelectual e as patentes não é baixo, e as consequências podem ser nefastas para a empresa, onde o país de origem faz uma pressão contínua. Por isso, mudar de estratégia (ou de aparência) pode ser mais uma maneira de se salvar do que uma resposta à queda na demanda.

 

O orgulho da pátria

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A mudança dessas lojas também pode ser uma consequência do aumento do apoio ao produto nacional. Alguns usuários acabam se encantando por marcas locais, ou simplesmente optam pelo Android depois de utilizarem o iOS.

A Huawei persegue de perto a Apple nas vendas em território chinês, e é comparada com os norte-americanos o tempo todo, tanto no desempenho dos produtos como na qualidade dos mesmos. O usuário chinês hoje prefere a Huawei porque para eles a empresa se tornou boa o suficiente, mesmo não tendo um smartphone tão bom como um iPhone.

A China segue como um mercado chave para os fabricantes de smartphones, e a Apple sai vitoriosa nas últimas análises de mercado. Porém, depois dos resultados financeiros divulgados nessa semana, vemos que as vendas do iPhone se mantiveram em unidades, algo que ocorre pela primeira vez na história do produto.

Pode ser que o iPhone tenha se normalizado na China, e que não compense manter o logotipo da Apple nas lojas, mas por enquanto os números indicam que as vendas do iOS seguem crescendo no país.

Mais informações: Business Insider

Apple ‘elimina’ a sua loja online do seu site oficial

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A Apple fez algumas mudanças na sua página oficial na internet. Pode não parecer, mas uma importante seção desapareceu do painel principal da página: nada menos que a ‘store’, a loja online da empresa, que não é mais identificado nas opções de seleção para os visitantes.

Mas na prática, a loja em si não desapareceu. Agora, é um elemento independente, ficando integrado em cada ficha de produto. Dessa forma, o usuário encontra apenas os botões ‘comprar dentro de cada página de produto, decretando assim o desaparecimento do domínio ‘store.apple.com’.

Sobre os motivos dessa decisão da Apple, o TechCrunch parece ter a resposta. Eles falaram com um representante da gigante de Cupertino, que informou que desta forma, os consumidores passam a contar com um destino comum e simples para aprender sobre o produto e comprá-lo, sem precisar navegar por duas páginas diferentes.

 

Via Daring FireballTechCrunch

 

Apple retira iPad Mini original de sua loja online

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A Apple retirou do mercado o iPad Mini original, o primeiro tablet com tela de 7.9 polegadas, lançado em outubro de 2012, e o último sem tela Retina.

O 9to5mac indicou esse desaparecimento na Apple Store, o que faz com que o modelo com resolução de 1024 x 768 pixels não mais fosse encontrado na loja. Agora, as opções disponíveis (pelo menos no mercado norte-americano) são o iPad Mini 2 (US$ 299) e o iPad Mini 3, duas versões que se diferenciam apenas pela presença do Touch ID, a cor dourada e a opção de 128 GB de armazenamento no modelo mais novo, custando US$ 100 a mais.

Via 9to5mac

Apple aceita smartphones de outros fabricantes em seu programa de reciclagem

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A Apple informa que ampliou as condições do seu Programa de Reciclagem e reutilização de dispositivos, e começa a aceitar smartphones de outros fabricantes, que serão avaliados de acordo com o seu estado e tempo de utilização.

Caso o smartphone não seja suscetível a receber qualquer tipo de valor, o que pode acontecer se o dispositivo não liga mais (por exemplo), é possível entregar o telefone para reciclagem na Apple Store onde o mesmo foi apresentado, garantindo assim que ele receba um fim aceitável e respeitoso ao meio ambiente.

O Programa de Reciclagem da Apple exige que o usuário deve ser maior de 18 anos, comparecer à uma Apple Store, concordar que o dispositivo será avaliado de acordo com o seu estado, tempo de uso e funcionamento, que o crédito cedido deverá ser utilizado na compra de um iPad ou iPhone, e ter acesso aos serviço de ativação gratuita.

Via Apple

Apple Store de São Paulo será inaugurada no dia 18 de abril

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Um comunicado publicado no site da Apple informa que a segunda unidade da Apple Store no Brasil, localizada no Shopping Morumbi em São Paulo (SP), abre as suas portas no dia 18 de abril (sábado).

A loja começou a ser preparada em 2014, com a reserva de um espaço no citado shopping por parte da Apple. A inauguração da nova Apple Store deve acontecer às 10 horas da manhã (horário de Brasília), onde um evento com os fãs da marca e celebridades deve acontecer para registrar o momento.

Esta é a segunda unidade física da Apple no Brasil. A primeira opera no Rio de Janeiro, no VillageMall. Com uma data de inauguração confirmada, é de se imaginar que a empresa conseguiu contornar os problemas com a mão de obra especializada para a loja, algo que foi especulado nas últimas semanas e que também ocorreu antes da inauguração da unidade do Rio de Janeiro.

A Apple Store não só oferece os produtos da Apple a pronta entrega, mas também entrega ao consumidor uma experiência de venda diferenciada, onde o cliente poderá realizar testes dom os dispositivos, tirar dúvidas com os especialistas presentes e até buscar uma assistência técnica para os produtos que já possuem.

Via Apple