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Spotify acusa Apple de jogo sujo ao bloquear sua atualização

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Spotify

O Spotify acusa a Apple de utilizar sua posição privilegiada no setor móvel para limitar a concorrência de serviços musicais de terceiros.

A Apple bloqueou uma atualização do cliente do Spotify para iOS, citando uma “regra do modelo de negócio” que obriga o Spotify a oferecer as assinaturas dentro do aplicativo, com uma taxa de 30% cobrada pela empresa de Cupertino.

A Apple controla tudo. Até como o Spotify cobra pelo seu serviço

O Spotify garante que a Apple utiliza o processo de aprovação de software na App Store “como uma arma contra a concorrência”. Essa acusação vem de anos, e agora o serviço de streaming líder do mercado enviou um comunicado ao jurídico da Apple e ao congresso dos Estados Unidos, formalizando a denúncia.

O bloqueio da atualização gera graves prejuízos para a empresa: “a Apple utilizou por muito tempo o controle do iOS para prejudicar a concorrência”.

A Apple não permite a utilização de um sistema de pagamento alternativo dentro do aplicativo, como faz a Google no Android, e não quer que os desenvolvedores de apps utilizem os seus aplicativos para promover opções de assinatura alternativas, o que impede obviamente uma distribuição de um aplicativo para iPhone fora da loja da Apple.

A Apple impõe um tipo de normas que, segundo o Spotify, é difícil de não pensar que o objetivo é impulsionar a Apple Music em relação aos demais competidores. Isso pode ser uma faca de dois gumes: se a Apple “elimina” os grandes serviços para favorecer os seus, eles podem vender menos iPhones, já que o Android oferece as opções que as pessoas procuram.

Via Mashable

Apple estaria interessada em comprar o Tidal

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Tidal

De acordo com o Wall Street Journal, a Apple estaria em negociações com os responsáveis pelo serviço de streaming Tidal, incluindo o rapper Jay-Z, com o objetivo de adquirir a plataforma para incorporá-la à Apple Music.

A Apple Music já é relevante, mas isso parece não ser suficiente. Nas próximas atualizações, o serviço vai ser reformulado, com o objetivo de ser mais amigável e atrair mais usuários. Medidas necessárias para bater de frente com o Spotify.

O segredo: a exclusividade

Tidal Interface

Vale lembrar que o Tidel se diferencia dos demais por ser um serviço de áudio digital em alta definição a 44 Hz, 16 bits e bitrate de 1411 kbps (FLAC e ALAC em dispositivos iOS), enquanto que a maioria dos serviços oferecem qualidade de 320 kbps. O Tidal oferece a melhor qualidade, mas é o mais caro.

Outro ponto a seu favor é a grande quantidade de obras exclusivas, se transformando rapidamente na opção preferida dos artistas que não concordam com as condições do Spotify. Sem falar que Jay-Z é reconhecido no mundo da música pelas sua ampla rede de conexões.

Um porta-voz do Tidal informa que não houve nenhum tipo de conversa com a Apple, e a gigante de Cupertino não comenta rumores. O que é fato é que o cenário não é tão descabido, já que uma das armas da Apple desde o lançamento do Apple Music é justamente a exclusividade de músicas e álbuns.

Por outro lado, o Tidal não é o sucesso que alguns esperavam. Estima-se que a plataforma possui hoje aproximadamente 4 milhões de assinantes, o que não é nada perto dos 100 milhões do Spotify. Logo, o movimento de venda pode ser algo inteligente para os dois lados. Isso é, se as duas partes realmente querem enfrentar o Spotify de frente.

Veremos como tudo isso vai terminar.

Via The Wall Street Journal

Kanye West volta atrás, e seu novo álbum estreia na Apple Music e Spotify

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kanye-west

Kanye West parecia ter tudo planejado e sob controle. Parecia. Mas na verdade ele aparenta ser apenas aquele cara que não se preocupa se as pessoas estão rindo dele ou não. Fato é que também existe a chance dele estar rindo de todo mundo nesse momento. Afinal, hoje é 1º de abril, não é mesmo?

De qualquer forma, o músico disse um dia que “nunca, jamais, em tempo algum” pisaria os domínios da Apple, cedendo aos mandos e desmandos de Tim Cook e sua turma. Em outras palavras, sua música jamais estaria na Apple Music. Nem no Spotify. Até porque ele é um dos sócios de sua própria plataforma de distribuição musical, o Tidal.

Pois ben, o Mashable e o Recode informam que “The Life of Pablo”, último álbum de Kanye West, chegará à Apple Music e ao Spotify amanhã, 1º de abril.

Inicialmente, o disco foi uma exclusividade do Tidal, mas aos poucos Kanye foi liberando novas versões de algumas canções em outros serviços, para que os usuários pudessem ter uma ideia sobre como Kanye iria ajustando as músicas. Fato é que já foram modificadas 12 das 19 faixas publicadas no álbum original. Mudanças essas que estão presentes na versão publicada na Apple Music e Spotify.

Assim, se você é assinante de um dos serviços, já poderá escutar “The Life of Pablo” sem maiores problemas. Isso é, se não tivermos surpresas ao longo do dia.

Afinal, é 1º de abril. Certo?

Via Mashable, Recode

Apple Music disponível para o Android

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Depois de ser lançado no iOS, o Apple Music desembarca no Android.

Ainda que não seja raro ver os serviços da Google em aplicativos oficiais para o iOS, o contrário soa até estranho. A Apple lançar de forma oficial algum app ou serviço para o seu rival direto no setor de telefonia, apesar do fato que “nada é pessoal, são apenas negócios”.

Da mesma forma que os usuários do iOS, os usuários do Android poderão utilizar três meses de testes gratuitos do Apple Music, para depois pagarem a mensalidade do serviço. Além do período de testes e do serviço de música via streaming, os usuários do sistema da Google terão links diretos para o iTunes, e poderão escutar a rádio Beats 1.

O aplicativo não é uma mera conversão da versão para iOS. Ele foi redesenhado para se adaptar aos conceitos do Android. Mas se problemas aparecerem no aplicativo, isso não será problema, pois o mesmo ainda está oficialmente em estado beta.

O Apple Music para Android pode ser baixado de forma gratuita na Google Play Store.

Imagens mostram como será o Apple Music para o Android

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O Apple Music para Android está chegando. O site Mobile Geeks publicou imagens de como será a interface do aplicativo para o sistema do Google, e está confirmado que ele chega com o Beats 1 Radio, página de recomendações e acesso para a Apple Music Connect.

As imagens indicam que o aplicativo também vai permitir o download de músicas para reprodução offline, além de oferecer a opção de ajustar o tamanho do cache para que ele não consuma tanto espaço no dispositivo.

Se tudo sair como previsto, o Apple Music para Android será lançado em breve, mas sem data definida.

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Via 9to5macMobile Geeks

 

Apple Music já conta com mais de 6.5 milhões de assinantes

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No evento WSJ Live realizado ontem (19), o CEO da Apple, Tim Cook, revelou os números de usuários do Apple Music, que hoje conta com 6,5 milhões de assinantes, e 8,5 milhões de usuários em fase de teste. Ou seja, no total, são 15 milhões de pessoas utilizando o serviço musical da Apple.

Os números confirmam a tendência de alta registrada em agosto, quando o Apple Music contava com 11 milhões de usuários em teste. Porém, Tim Cook não contou tudo sobre o sucesso do Apple Music. O período de testes de três meses vale para todo mundo, porém, muitos usuários se esqueceram de desativar a renovação automática de assinatura, o que coloca muitos usuários na condição de assinantes de forma involuntária.

Depois de reclamações dos usuários, a Apple começou a enviar e-mails lembrando os mesmos sobre a importância de desativar a opção.

A Apple leva o Apple Music muito a sério, ao ponto de levá-lo ao Android (com certas limitações). O grande competidor é o Spotify, que oferece música de graça em troca de publicidade, e com muito mais tempo de mercado só conta com 20 milhões de assinantes, e 55 milhões de contas gratuitas. Vale lembrar que a Apple não jogou de forma completamente limpa para aumentar a sua base de assinantes.

Mesmo assim, o Apple Music parece deixar Tim Cook e os acionistas da Apple satisfeitos, e seus números são aparentemente bons. Mas vamos dar tempo ao tempo para ver se esse sucesso se confirma.

Via The Next Web

União Europeia: “Apple Music não viola a lei anti-monopólio”

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Lembra do rumor sobre as supostas intensões da Apple e de parte da indústria musical de acabar com a música gratuita e patrocinada com publicidade? Pois bem, o assunto não passou desapercebido pelos órgãos reguladores da União Europeia, que abriu investigação para saber se o Apple Music realmente busca acabar com esse tipo de serviço, especialmente o Spotify.

O parecer da União Europeia foi muito claro sobre essa suposta conspiração, informando que não encontraram evidências de que a Apple e parte da indústria fonográfica tivessem reais planos de acabar com os serviços de música gratuitos, ou ao menos não dentro na normativa europeia (se em nível comercial o Apple Music barrar o Spotify, isso é outra história, mas aqui falamos da concorrência dentro do mercado).

Pese à isso, a União Europeia segue vigilante, e vai supervisionar a situação do mercado da música digital para eventuais mudanças no futuro. Mas pelo menos por enquanto, a Apple pode ficar tranquila: seu serviço de músicas poderá por enquanto operar com total normalidade, e competir com os serviços de música gratuitos com as suas próprias armas.

Via Ubergizmo

Apple Music supera a marca de 11 milhões de assinaturas de testes

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O Apple Music começou com força, conseguindo no seu primeiro mês de vida mais de 11 milhões de usuários de testes.

Diferente do Apple Watch, onde a empresa não revela dados oficiais de vendas (alimentando as especulações sobre um possível fracasso comercial), a Apple revelou que estão muito satisfeitos com os números obtidos pelo Apple Music durante o seu primeiro mês de funcionamento.

Eddy Cue (vice-presidente sênior da Apple) destaca os dois milhões de usuários que optaram pelo plano familiar de US$ 14,99/mês, que permite que até seis pessoas utilizem a mesma conta. O Apple Music é gratuito durante os primeiros três meses, para depois custar US$ 9,99/mês na conta individual.

Porém, ainda resta saber qual é a porcentagem desses 11 milhões de usuários de testes que vão passar a pagar a mensalidade. Levando em conta que o Spotify tem hoje 20 milhões de assinantes pagos, podemos dizer que o Apple Music tem grandes chances de começar muito bem, já que os usuários da Apple contam com maior predisposição a pagar pelos seus serviços em relação aos usuários de outros sistemas operacionais.

Eddy Cue reconhece que o serviço ainda tem falhas e problemas que devem ser depurados, afirmando que ‘somos conscientes de alguns usuários tiveram alguns problemas, e odiamos deixar eles insatisfeitos. Mas estamos liberando atualizações o mais depressa possível para solucionar esses problemas’.

Será que o Apple Music é um sucesso? Vamos descobrir em breve. Mas o seu começo é mais do que promissor.

Via The Verge

Apple lança novo iPod Touch depois de 3 anos, com processador A8

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Os rumores das últimas horas foram confirmados. A Apple apresentou hoje (15) o seu novo iPod Touch, que está atualizado em seus pontos mais críticos, depois de permanecer sem novidades durante três anos.

Agora, temos um iPod Touch com 128 GB de armazenamento, uma câmera melhorada, e novos processadores. A Apple também apresentou novos modelos do iPod Shuffle e Nano, que só contam com uma gama de cores nova e novos preços. O novo iPod Nano no Brasil custa a partir de R$ 1.179, e o novo iPod Shuffle tem preço inicial sugerido de R$ 399.

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Novo iPod Touch: um produto atualizado

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Com a chegada do Apple Music, a linha de players musicais da Apple recebeu a desculpa perfeita para ser atualizado. O novo iPod Touch conta agora com versões com 16, 32, 64 e 128 GB de armazenamento. E questiono a validade dessa versão com 16 GB, já que sem a possibilidade de expansão, é um equipamento multimídia com capacidade ridícula, mesmo para quem exclusivamente vai reproduzir músicas e vídeos por streaming.

O processador também foi renovado, passando a ser um A8 de 64 bits, o que o deixa apto a receber as futuras atualizações do iOS. Também foi adicionado o co-processador de movimento M8, o mesmo que está presente nos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus.

 

Uma câmera melhorada, mas a mesma tela de 4 polegadas

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A câmera é outro elemento que foi melhorado, contando agora com o mesmo sensor de 8 megapixels presente nos smartphones. Não deve ser o uso principal de um iPod Touch, mas de qualquer forma, é algo bem vindo. O sensor tem abertura f/2.4 e sua lente é de cinco elementos.

A câmera frontal mantém os mesmos 1.2 MP (f/2.2) com HDR automático para fotos e vídeos. Os vídeos são capturados em 720p, mas na câmera traseira é possível gravar em 1080p, com vídeo em câmera lenta e estabilização.

Do mais, temos o mesmo design, tamanho e resolução de tela (4 polegadas, 1136 x 640 pixels), o que parece ser pouco se pensarmos que o iPod Touch vai um pouco além de ser um simples reprodutor de músicas (reprodução de vídeos, execução de jogos, etc). Seu peso é de 88 gramas, sua espessura é de 6 mm, e a conectividade WiFi está atualizada para o padrão ac.

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Todas essas melhorias vão custar no seu bolso. O novo iPod Touch de 16 GB custa R$ 1.429 (o modelo anterior custava R$ 1.149), a versão de 32 GB custa R$ 1.799 (antes R$ 1.399), o modelo de 64 GB sai por R$ 2.099 (antes R$ 1.699), e o inédito modelo de 128 GB sai pela ‘bagatela’ de R$ 2.699 (hahahaha).

A pergunta é: com (quase) todo mundo com um smartphone, que faz muito bem o papel de reprodutor musical, e com muitos deles suportando cartões microSD de até 128 GB, por que alguém iria comprar um iPod Touch? Ainda mais nesse preço?

Apenas para ter a Apple Music? Não se justifica, na minha opinião.

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Apple Music no Brasil, por US$ 4,99 por mês

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Assim como aconteceu em mais de 100 países, o Apple Music desembarcou hoje (30) no Brasil. E com a sua chegada, um dos poucos mistérios que persistiam em relação ao serviço foi revelado: o seu preço.

A Apple aproveitou os recursos presentes na Beats para incorporar no seu novo serviço de streaming. Uma prova disso é o recurso de recomendação de músicas, que é feita por especialistas, e não por algoritmos. No Brasil, também estará disponível a rádio Beats 1, onde os usuários poderão ouvir setlists ao vivo feitas por DJs e conteúdos diferenciados, como entrevistas e shows (todo o conteúdo em inglês).

O Apple Music estreou com mais de 30 milhões de músicas, incluindo as faixas do último disco da Taylor Swift e músicas de artistas e bandas independentes. A quantidade de canções é semelhante ao que o Spotify oferece hoje, com algumas exclusividades (a primeira delas é a nova música de Pharrell Williams, ‘Freedom’). As faixas são ofertadas em qualidade AAC a 256 Kbps, e o usuário pode enviar as suas próprias músicas e sincronizá-las com a sua biblioteca do Music (hoje, 25 mil arquivos, mas com o iOS 9 esse limite vai para 100 mil).

Os antigos assinantes do Beats Music poderão migrar para o Apple Music, incluindo toda a biblioteca salva e playlists. O Apple Music já oferece a degustação de três meses para os dispositivos com iOS 8.4, ou via iTunes para Windows ou OS X. Os usuários do Android terão que esperar mais um pouco, e quando o aplicativo for lançado, terão que pagar desde o primeiro mês.

No Brasil, o Apple Music vai custar US$ 4,99 no plano individual, e US$ 7,99 no plano familiar. Valores similares ao que são cobrados hoje pelos principais concorrentes no segmento, incluindo o Spotify.

Apple Music inicia as suas atividades

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Hoje, 30 de junho a Apple faz o lançamento oficial do Apple Music, serviço de streaming de música por assinatura que chega para ser um concorrente direto do Spotify e dos demais serviços no gênero.

Durante os três primeiros meses do serviço, os usuários de dispositivos e softwares da Apple poderão testar e experimentar a plataforma de forma gratuita, e depois disso, passa a pagar US$ 9,99 ao mês pela conta individual, ou US$ 14,99/mês pelo plano família, com até seis contas.

Os usuários podem testar o Apple Music via Mac ou PC com a última versão do iTunes, ou com um dispositivo iOS (iPhone, iPad) na versão 8.4. Se cumprir com esses requisitos, pode acessar o aplicativo Música, uma vez que o mesmo esteja disponível. Se o iTunes não apresentar a nova versão disponível, você pode forçar o update com o iOS (Ajustes > Geral > Atualização de Software).

Quanto aos usuários do Android, eles terão que esperar até o outono para utilizar o Apple Music, e sem o período de degustação gratuita, necessitando pagar o serviço desde o primeiro mês. Bom, ao menos sabemos que pela primeira vez a gigante de Cupertino vai lançar um aplicativo oficial para o sistema do Google.

Apple Music começa com as exclusividades por Pharrell Williams

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Pharrell Williams anunciou em sua conta no Facebook que a sua próxima música de trabalho, ‘Freedom’, será um single exclusivo do Apple Music.

Levando em conta que a canção foi reproduzida durante a WWDC 2015, o anúncio não chega a ser uma surpresa. Porém, não deixa de chamar a atenção o início da guerra de exclusividade entre o Apple Music e outras plataformas de streaming.

O anúncio aconteceu com um breve vídeo teaser onde Pharrell deixa claro que a música vai chegar ‘apenas na Apple Music’ no dia do seu lançamento, programado para o dia 30 de junho.

Esta não é a única novidade do Apple Music. A organização de gravadoras independentes WIN também chegou a um acordo com a Apple para incluir suas músicas na plataforma, assim como a Beggars Group e a Merlin, duas das maiores gravadoras independentes da atualidade.

A Apple entrou recentemente no olho do furacão por conta da carta pública de Taylor Swift em seu blog, que criticou a empresa por não pagar os artistas durante o período de gratuidade do Apple Music. As reclamações foram as mesmas enviadas no passado por parte das gravadoras independentes, mas só foram ouvidas quando veio da cantora com maior evidência do mercado fonográfico da atualidade.

Por conta disso, a Apple modificou a política de pagamentos de direitos autorais do Apple Music, confirmando que vai reembolsar os músicos durante os três meses gratuitos da plataforma.

 

Foto: Shutterstock

Via WINS, Billboard, Facebook (Pharrel Williams)

E Taylor Swift fez a Apple voltar atrás!

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Ser considerada a ‘menina petulante’ da música pode também significar que você tem muito poder dentro desse meio. Taylor Swift é hoje uma das artistas mais populares do mercado musical, e uma das mais influentes junto ao público e no mercado fonográfico como um todo.

A moça está comprando brigas importantes, que poderiam arranhar seriamente a sua imagem junto aos fãs. Por exemplo, a remoção de sua discografia do Spotify foi um movimento considerado impopular. Porém, tem um motivo muito forte: o baixo valor pago pelo serviço de streaming para a reprodução de suas músicas.

Nesse final de semana, Swift foi protagonista de mais um capítulo importante dentro desse novo universo de consumo de música, e dessa vez, ela venceu uma empresa que poucos conseguiram dobrar: ninguém menos que a Apple.

Nesse final de semana, Taylor Swift escreveu um comunicado público em seu blog (Tumblr) pessoal, no qual ela justificava por que removeu o seu mais recente álbum, ‘1989’ do serviço Apple Music. Aproveitou a oportunidade para criticar duramente a plataforma de streaming, pois achava injusto que a gigante de Cupertino não pagasse nenhum valor para os artistas durante os três meses de gratuidade oferecidos para os usuários do iOS.

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Swift também argumentou que a questão não era por ela, que era uma artista consolidada, com cinco álbuns lançados, mas sim pelos novos artistas, que contam com muitas dificuldades no começo de carreira. Se algum desses artistas produzirem um single de sucesso, a Apple pode explorar isso sem pagar nenhum centavo para esse artista.

No final, a cantora ainda dá um tapa na cara da empresa da maçã: “Não pedimos iPhones de graça. Por favor, não nos peça que entreguemos nossa música sem qualquer compensação”.

A carta gerou uma grande repercussão pela internet ao longo do dia de ontem (21), ao ponto da Apple ter que responder rapidamente, anunciando que vai sim pagar os artistas durante o período de testes do Apple Music. Porém, a empresa ainda não definiu qual será o critério de pagamento. Tudo indica que vai tomar como referência o número de reproduções das músicas, o que é totalmente lógico.

Quem anunciou a decisão foi Eddy Cue, principal responsável pelo segmento de software e serviços da Apple, reforçando que a empresa levou em consideração a opinião da cantora, e que ‘de alguma forma’ vai realizar a mudança na política do Apple Music.

Tudo isso mostra o poder que Taylor Swift possui hoje na indústria fonográfica, e na relevância que ela tem junto aos seus fãs. A gravadora Beggars Group fez um manifesto semelhante, e não obteve a mesma resposta. E é sempre bom lembrar que não estamos falando de uma corporação qualquer. Estamos falando da Apple, que hoje é mais poderosa que no passado, mas também mais flexível.

Em outros tempos (na era Steve Jobs), eles simplesmente iriam ignorar o comunicado de Taylor Swift, acreditando que não precisaria se dobrar para ninguém, impondo suas preferências e opiniões. Hoje, eles já entendem que não é a melhor estratégia do mundo tomar medidas impopulares, ainda mais em um serviço que só está começando, como é o caso do Apple Music. Aqui, a concorrência já existe, e é muito pesada.

O novo momento da Apple também pode ser percebido no maior uso das redes sociais para comentar e comunicar suas decisões, um maior número de entrevistas para veículos especializados, e declarações públicas sobre a empresa com maior frequência.

De qualquer forma, a vitória de Swift é significativa. Vamos aguardar pelos próximos capítulos.

Via Taylor Swift, ArsTechnica

Apple Music no Brasil deve ser ‘mais barato’ que nos EUA

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Segundo o Blog do iPhone, o Apple Music deve chegar ao Brasil em 30 de junho, e será mais barato por aqui do que em outros países (Estados Unidos inclusive).

No beta do iOS 8.4, os usuários conseguem visualizar a tela que informa sobre os planos de assinatura do Apple Music no Brasil, que custaria US$ 4,99 por mês. Esse valor é a metade do cobrado nos EUA (US$ 9,99/mês) e em vários países da Europa.

Com esse valor, o Apple Music custaria basicamente o mesmo de outros serviços de streaming no Brasil: R$ 15,57/mês (cotação do dia 18 de junho, com IOF de 6.38%), contra R$ 14.90/mês dos principais concorrentes.

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A assinatura familiar, que permite até seis pessoas no mesmo plano, custaria US$ 7,99/mês (R$ 24,93), contra US$ 14,99/mês nos EUA, custando bem menos que o Spotify (R$ 22,35/mês para duas pessoas, ou R$ 44,90/mês para cinco pessoas).

Vale lembrar que o Apple Music possui um período de degustação de três meses para os usuários do iOS.

Via Tecnoblog

É assim que a Apple vai dividir os lucros do Apple Music com as gravadoras

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A Apple apresentou na semana passada o Apple Music, o seu serviço de assinatura de música para rivalizar com o Spotify. E nem todos os detalhes foram apresentados no evento. De fato, nada foi dito sobre a divisão dos lucros entre a Apple e os artistas (ou melhor, suas gravadoras).

O executivo responsável pela negociação com as gravadoras deu uma entrevista para o Re/code e explicou como tudo vai funcionar. No caso dos EUA, 71.5% de todo o dinheiro das assinatura arrecadado pela Apple vão para as gravadoras. Fora do país, esse valor vai mudar, mas sempre na faixa dos 73%. A porcentagem é similar ao que o Spotify maneja hoje, mas com uma diferença fundamental.

Enquanto que o Spotify destina 70% do valor arrecadado para pagar os direitos das músicas reproduzidas nos planos grátis e pagos (o que não é de agrado das gravadoras), o Apple Music NÃO VAI PAGAR NADA para as gravadoras durante os três primeiros meses de testes que todos os usuários vão ter direito. Esse foi um dos pontos mais problemáticos durante a negociação com as gravadoras.

O acordo só foi possível porque a Apple mostrou que tal estratégia tem muitas vantagens para as gravadoras, já que os três meses gratuitos são limitadas (contra o período ilimitado do Spotify), e o único objetivo do período de testes é justamente obter mais usuários para o plano pago, o que acaba beneficiando os artistas. Sem ter uma versão gratuita, a Apple não faria concorrência contra ela mesma, garantindo que os 73% pagos valem mais do que aqueles oferecidos por outros serviços.

Isso não quer dizer que os artistas vão levar US$ 7 dos US$ 10 cobrados por mês de cada assinatura do Apple Music. São as gravadoras que receberão essa grana que, em função dos diferentes contratos com os seus artistas, elas acabam pagando valores que podem variar e muito.

Usuários do Android terão que pagar pelo Apple Music

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A chegada do Apple Music no sistema Android foi considerada uma surpresa para muitos, mas parece que esta não é a única surpresa. Para esse sistema operacional, o serviço não terá nenhuma opção de streaming gratuito de músicas para não assinantes, diferente do que vai acontecer nos dispositivos da Apple.

Ainda que a Apple não tenha entrado em maiores detalhes para explicar os diferentes planos de preços e conteúdos, sabemos que o Apple Music vai oferecer um primeiro nível de assinatura 100% gratuita e limitada, permitindo seguir artistas e visualizar seus conteúdos no Connect, acessar a estação Beats 1 e reproduzir rádios com limitações na hora de mudar as faixas. Mas tudo de graça, bastando uma identificação com o Apple ID.

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Porém, os usuários do Android não poderão aproveitar dessas funções gratuitas, e terão que pagar o valor mínimo de US$ 9.99/mês para acessar o serviço. Vale lembrar que o Spotify tem 60 milhões de usuários, onde 45 milhões contam exclusivamente com a conta gratuita, e o Pandora possui apenas 4% de usuários pagos.

Um conselho de amigo para a Apple: reveja seus conceitos.

Via Apple

Spotify contra-ataca, e vai reduzir seus preços

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O Spotify não demorou a reagir diante do anúncio do Apple Music. Jonathan Price, responsável pela área de comunicações do serviço, garantiu ao The Verge que sua empresa ‘vai oferecer preços mais competitivos’ em alguns dos mercados onde eles estão presentes.

A assinatura mensal do Apple Music custará US$ 9.99, o mesmo preço de outras alternativas, e seu catálogo de 30 milhões de músicas será muito parecido com o do Deezer, Xbox Music Pass ou Google Music, com alguns diferenciais. Onde a Apple marcou seu ponto foi no preço da assinatura familiar, que custará US$ 14.99, e é válida para seis membros. O Spotify cobra US$ 14.99 para o uso com duas pessoas, e US$ 29.99 por cinco pessoas.

Os responsáveis pelo Spotify garantem que vão modificar seus preços nos próximos meses, começando com a redução do plano familiar para US$ 19.99. Ou seja, mais uma vez temos aqui provada a máxima de que a concorrência sempre faz bem para o usuário final, que tem um maior leque de opções para escolher o serviço que mais lhe convém.

Via The Verge

Apple Music é oficial

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Muito especulado nos últimos dias (e até ‘confirmado’ por executivos da Sony Music), a Apple apresentou o Apple Music, novo serviço de streaming de música. Jimmy Iovine (co-fundador da Beats), apresentou o serviço, enfatizando que o mesmo ‘vai mudar a maneira em que você vive a música’.

O Apple Music vai oferecer os serviços tanto de música como o de rádio online, e os artistas poderão compartilhar as suas criações diretamente com os fãs. Por um lado, teremos o serviço de streaming de áudio no formato clássico, onde poderemos escutar a música do catálogo do serviço (37 milhões de canções, desde o primeiro dia), enquanto que de outro lado será possível ouvir emissoras de rádio em modo 24/7.

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Mas o que talvez chame mais a atenção é o Connect, que permitirá aos artistas compartilhar as suas novas criações diretamente com os seus fãs, criando assim um vínculo direto entre os criadores de conteúdos e os consumidores. Lembra muito o Ping, um lançamento fracassado da Apple, mas as diversas mudanças sugerem o contrário.

O Apple Music estará disponível a partir do dia 30 de junho, no iOS 8.4 e no iTunes para Mac e PCs em mais de 100 países. Os usuários do Android terão que esperar até o outono. O preço do serviço é de US$ 9,99 por mês (US$ 14,99 no pack familiar para até 6 pessoas). O serviço é gratuito nos seus três primeiros meses.

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Apple Music será lançada amanhã, afirma executivo da Sony Music

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São muitas as dúvidas que ainda cercam a compra da Beats pela Apple. Como já sabíamos, os fones de ouvido não era aquilo que interessava na compra, mas sim o seu serviço de streaming musical. Pois bem, Doug Morris, CEO da Sony Music, disse ao Venture Beat que amanhã (08), será lançada a Apple Music.

O diretor foi questionado se ele sabia alguma coisa sobre o futuro da Beats Music, e a resposta foi contundente: ‘acontecerá amanhã’. E, se você não sabe, amanhã (08/06), acontece o keynote inaugural da WWDC 2015, evento da Apple para desenvolvedores. O Apple Music tem tudo para ser o novo grande rival do Spotify.

Por enquanto, não há qualquer tipo de confirmação oficial que revele o nome do serviço, de modo que devemos ter uma certa cautela ao chamá-lo de Apple Music. Mas seja lá qual for o nome, o que está claro é que amanhã teremos muitas surpresas. Inclusive o lançamento desse muito especulado serviço de streaming da Apple.

Via 9to5macVenture Beat