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Microsoft Pix, um novo aplicativo fotográfico para o iPhone

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Microsoft Pix

A Microsoft segue colocando suas soluções de software nas plataformas concorrentes, e apresenta o Microsoft Pix, um novo aplicativo fotográfico para o iPhone.

Aqui vemos a filosofia de ecossistema de serviços adotada por Satya Nadella se manifestar com muita força. A ideia é oferecer um aplicativo de fotos mais completo que a solução nativa do iPhone, com recursos e ajustes mais elaborados.

 

Assim é o Microsoft Pix

Microsoft Pix 02

O problema aqui é que o Microsoft Pix tem uma interface ainda mais simples do que a proposta no aplicativo nativo do iPhone, já que sua funções destacadas são automáticas, medindo sozinho os parâmetros do cenário a ser capturado para adotar os parâmetros corretos. Também detecta se há rostos na cena, e prioriza essa área para que as fotos sejam mais claras e nítidas.

O Microsoft Pix também tem um modo inteligente que escolhe a melhor imagem que registramos em uma série com o mesmo cenário, usando as demais fotos para melhorar essa imagem escolhida. Caso você registre algum movimento interessante, o aplicativo converte a sequência de fotos em um pequeno vídeo, no estilo Live Photos. Uma vez que a imagem está finalizada, é possível adicioná-la aos favoritos, compartilhar, apagar, recortar ou aplicar filtros.

O Microsoft Pix é um aplicativo gratuito, e já está disponível na App Store.

Apple responde: “Spotify busca tratamento preferencial”

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Spotify vs Apple Teaser

Publicamos recentemente aqui no blog que o Spotify acusava publicamente a Apple de concorrência desleal ao barrar uma atualização do Spotify por conta do formato de cobrança do aplicativo. Pois bem, a gigante de Cupertino decidiu rebater as acusações.

A Apple não costuma tornar públicas as suas decisões ou comentar suas diferenças com desenvolvedores ou outras empresas, mas John Paczkowski comentou a carta que a dona do iPhone enviou ao Spotify como resposta à primeira carta enviada pelo serviço de streaming no dia 26 de junho.

 

“A Apple trata todos os desenvolvedores da mesma forma”

Obviamente, a Apple rechaçou as acusações do Spotify. Bruce Sewell, assessor geral da empresa, enviou uma carta para Horacio Gutierrez, assessor geral do Spotify, esclarecendo vários pontos das acusações, e mostrando a postura da gigante de Cupertino sobre o tema.

Para a Apple, é preocupante ver o Spotify solicitar exceções às regras que se aplicam a todos os desenvolvedores, além de recorrerem publicamente a rumores e meias verdades sobre os seus serviços. Não há violação das leis de concorrência (no entender da dona do iOS), e a empresa até se prontifica a reavaliar e aprovar o aplicativo tão logo o Spotify apresente algo compatível com as normas da App Store.

Sobre a cobrança de 30% das receitas anuais por utilizar a opção in-app da App Store, de acordo com o Spotify, eles receberam várias notificações da Apple pedindo para não promoverem serviços de assinatura fora dos aplicativos, com links externos. O serviço de streaming decidiu então eliminar a opção de compra in-app na App Store, e a empresa de Cupertino recusou a atualização.

Na última WWDC, a Apple anunciou uma redução da comissão aplicada aos desenvolvedores por utilizar o método de faturamento da App Store, indo de 30% para 15% nas vendas de assinaturas. Isso não deve ter agradado o suficiente ao Spotify, que queria a isenção da comissão, ou o direito de utilizar outro método de pagamento, indo contra as regras da Apple.

Com isso, a Apple entende que o Spotify quer um tratamento especial, algo que não deve acontecer, já que eles visam “respeitar o princípio de tratar todos os desenvolvedores de forma justa e equitativa”.

Via BuzzFeed News

Spotify acusa Apple de jogo sujo ao bloquear sua atualização

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Spotify

O Spotify acusa a Apple de utilizar sua posição privilegiada no setor móvel para limitar a concorrência de serviços musicais de terceiros.

A Apple bloqueou uma atualização do cliente do Spotify para iOS, citando uma “regra do modelo de negócio” que obriga o Spotify a oferecer as assinaturas dentro do aplicativo, com uma taxa de 30% cobrada pela empresa de Cupertino.

A Apple controla tudo. Até como o Spotify cobra pelo seu serviço

O Spotify garante que a Apple utiliza o processo de aprovação de software na App Store “como uma arma contra a concorrência”. Essa acusação vem de anos, e agora o serviço de streaming líder do mercado enviou um comunicado ao jurídico da Apple e ao congresso dos Estados Unidos, formalizando a denúncia.

O bloqueio da atualização gera graves prejuízos para a empresa: “a Apple utilizou por muito tempo o controle do iOS para prejudicar a concorrência”.

A Apple não permite a utilização de um sistema de pagamento alternativo dentro do aplicativo, como faz a Google no Android, e não quer que os desenvolvedores de apps utilizem os seus aplicativos para promover opções de assinatura alternativas, o que impede obviamente uma distribuição de um aplicativo para iPhone fora da loja da Apple.

A Apple impõe um tipo de normas que, segundo o Spotify, é difícil de não pensar que o objetivo é impulsionar a Apple Music em relação aos demais competidores. Isso pode ser uma faca de dois gumes: se a Apple “elimina” os grandes serviços para favorecer os seus, eles podem vender menos iPhones, já que o Android oferece as opções que as pessoas procuram.

Via Mashable

Navegue pela App Store e Google Play como se estivesse na década de 1980

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Se você acha o estilo da App Store e da Google Play modernos demais, veja como elas seriam se tivessem sido lançadas na década de 1980, com o App Store Retro.

O site mostra as lojas de aplicativos com uma interface no estilo “PC 386”, combinando alguns dos aplicativos mais populares das duas plataformas. Do lado esquerdo, um menu com diferentes categorias, e do lado direito, a lista com diferentes tipos de aplicativos. Na parte superior, podemos alternar entre as lojas de aplicativos.

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Quando escolhemos um aplicativo em específico, é possível ver uma descrição, acompanhada de imagens em baixa qualidade (claro), para manter a magia retrô. O site tem até um campo de buscas de aplicativos, mas para instalar o mesmo, o site redireciona para a loja oficial.

Altamente recomendável a visita ao App Store Retro.

Apple retira centenas de aplicativos que recompilavam dados pessoais

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Um erro nas políticas de revisão da App Store permitiu que centenas de aplicativos utilizassem APIs privadas, com o fim de coletar informações dos usuários. Felizmente, a Apple percebeu o problema, eliminando os aplicativos de sua loja, mas sem conseguir evitar sérios “roubos”.

O site SourceDNA inorma que um SDK de terceiros para a plataforma de publicidade chinesa Youmi estava recompilando números de série, listas de aplicativos instalados e e-mails do Apple ID. 256 aplicativos que fazem uso do SDK da Youmi foram baixados por milhões de vezes, com a maioria dos downloads localizada na China.

Não é um número tão grande, mas a facilidade com que tudo foi feito levanta as suspeitas. Podem existir outros aplicativos com truques similares na loja. De qualquer forma, é preciso esclarecer que os desenvolvedores não estão por trás do roubo desses dados, já que é o SDK da Youmi que fez todo o trabalho sujo.

Via 9to5macSourceDNA

 

Facebook já tem app compatível com o 3D Touch

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O 3D Touch dos novos iPhones funcionam muito bem, mas de nada serve se os desenvolvedores não atualizarem os seus aplicativos. Alguns como o Instagram já se preparam para isso, e hoje o Facebook mostra como está o seu avanço nessa adaptação.

O app do Facebook para iOS vai permitir que o usuário tire uma foto, envie uma foto ou escreva diretamente um post na rede social pressionando sobre o seu ícone de aplicativo, agilizando assim as tarefas mais comuns na hora de publicar na rede social.

Para receber a nova versão, basta atualizar o aplicativo oficial na App Store. Isso é, se o seu smartphone não atualizou automaticamente.

Via iMoreiTunes

 

Número de apps afetados pelo XcodeGhost é muito maior que o esperado

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Na semana passada, falamos no blog sobre o XcodeGhost, uma suposta versão comprimida do Xcode que é, na realidade, um malware que conseguiu se alojar na Apple App Store, injetando códigos maliciosos em aplicativos desenvolvidos por esse código, inclusive em alguns relativamente populares.

O problema é que o número de aplicativos afetados seria muito maior do que o estimado inicialmente pelos especialistas. Quando o assunto foi revelado, aproximadamente 40 apps foram relatados como infectados, mas a empresa de segurança Appthority informa que identificaram 476 apps com XcodeGhost.

O XcodeGhost iniciou as suas ações no mês de abril, aumentando de forma notável a sua presença nos cinco meses posteriores. Mas o mais surpreendente é ver a grande quantidade de aplicativos que tiveram as restrições da Apple burladas ao longo desse período. Para piorar, os pesquisadores da FireEye vão além de qualquer estimativa, relatando que mais de 4 mil aplicativos do iOS estão infectados pela ameaça.

Mas nem tudo são más notícias. Os pesquisadores da Appthority não encontraram evidências que os aplicativos infectados pelo XcodeGhost conseguiram enganar os usuários para pegar seus dados no ecossistema da Apple ou em outros serviços, tendo os aplicativos analisados as seguintes capacidades:

1. Envia petições a um servidor (utilizando um temporizador de intervalo fixo entre as petições).
2. A petição contém todos os tipos de identificadores do dispositivo.
3. A resposta pode disparar ações como: mostrar um item da App Store dentro dos aplicativos, UIAlertView para a App Store (dependendo do botão pressionado), abrir uma URL, ou paralisar o sistema por um tempo determinado.

Ou seja, a única maneira de um aplicativo afetado pelo XcodeGhost ficar com as credenciais de um usuário é redirecionando o mesmo para um site malicioso. Por outro lado, a Apple não encontrou evidências de que algum aplicativo foi utilizado com fins maliciosos, dando a entender que estes eram menos perigosos do que o esperado.

Mesmo assim, está mais que provado que a App Store não era tão inviolável assim…

Via ArsTechnica

XcodeGhost, o malware também está presente na App Store

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A empresa de segurança Palo Alto Networks confirmou a existência do XcodeGhost, um malware que conseguiu entrar na App Store e infectar 39 aplicativos, afetando assim milhões de usuários.

O XcodeGhost é uma versão comprimida do Xcode, entorno de desenvolvimento integrado gratuito da Apple, que contém o malware em um framework, de modo que ele está pronto para ser ativado e integrado ao aplicativo compilado pelo desenvolvedor que o utilizar. Entre os aplicativos afetados, temos alguns populares como o WeChat e o Didi Chuxing (ou Uber chinês). A lista completa de aplicativos afetados pela ameaça você encontra nesse link.

O XcodeGhost pode enviar falsos alertas que buscam coletar as credenciais do usuário, além de abrir URLs específicas para explorar diversas vulnerabilidades no iOS e seus aplicativos, além de ler a informação que copiamos na área de transferência.

Ou seja, ninguém está a salvo do malware, nem mesmo sistemas fechados e altamente controlados, como são os casos do iOS e da App Store.

Via Neowin

Google Play vs Apple App Store: uma guerra com muitas batalhas

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No duelo de titãs das lojas de aplicativos, tanto Google como Apple são vencedores, de acordo com seu ponto de vista. Enquanto a Apple mantém a liderança nos ganhos vindos da App Store, o Google e a Google Play lideram em números de downloads globais, de acordo com o estudo do Annie App que mostra os dados do segundo trimestre de 2015.

Durante esse período, os downloads da Google Play foram 85% superiores aos da App Store. No estudo, os mercados emergente são os principais responsáveis pelo aumento. Porém, a loja de apps da Apple ainda é líder na China, superando a loja do Google nos lucros.

 

A efervescência do Android nos mercados emergentes

Nos últimos meses, o mercado mobile asiático recebeu novos fabricantes em alguns dos seus países, como é o caso da Índia. Estas novas marcas buscam oferecer um produto acessível e duradouro, e não é em vão: a adoção de dispositivos nesses países cresceram no último ano, em países como Índia (55%), Indonésia (40%) e Filipinas (39%). Não apenas na ásia, como também na África, com um crescimento notável no Egito (50%) ou Nigéria (58%).

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Segundo o estudo, este é um indicador positivo para o Google, já que grande parte desse crescimento de adoção de dispositivos são de smartphones Android acessíveis, representando um futuro a médio prazo promissor. Porém, no restante do planeta, há também bons números para a Apple nas vendas de apps, alcançando 70% a mais que os da Google Play para o segundo trimestre de 2015, seguindo a tendência do primeiro trimestre.

 

Os números na China

No final de abril, a Annie comentou o crescimento deste país em relação ao número de downloads do iOS e sua repercussão em todo o planeta, principalmente na relação à posição que ocupa no ranking em relação aos Estados Unidos. Durante o primeiro trimestre desse ano, o país asiático chegou a ocupar o segundo lugar global em downloads no iOS, com a maior porcentagem de vendas trimestrais do ano.

Por trás desse aumento está o sucesso dos últimos smartphones da Apple, com o iPhone 6 Plus muito popular por lá por conta da tela maior e maior autonomia de bateria. E a Apple se encarregou de fortalecer o seu império na China, aumentando o número de lojas e com planos de lançar mais 40 pontos de venda até o meio de 2016.

De acordo com os estudos, os ingressos vindos dos downloads no iOS na China aumentaram 90% no primeiro trimestre de 2015 se comparado com o mesmo período de 2014, contra 30% dos EUA e 50% no Japão. Um crescimento muito maior que mercados onde a Apple já está consolidada.

Sobre os downloads de apps, as categorias mais procuradas são (pela ordem): jogos, entretenimento, foto e vídeo e estilo de vida. Os ingressos correspondentes à fração de entretenimento apresentou um crescimento de 385% em relação ao primeiro trimestre de 2014, muito em parte por conta da evolução das estratégias de serviços de vídeo em streaming locais, como Baidu e Sohu.

 

Questão de entretenimento

O entretenimento visual é o que mais buscamos nos smartphones, ou pelo menso é isso o que os números mostram. Taiwan fica na frente da Alemanha nos ingressos via download na Google Play, por conta principalmente aos downloads de jogos do tipo ROL, tanto individuais como multiplayer (RPGs e MMORPGs).

Além disso, a influência dos serviços de vídeo por streaming se faz novamente presente no restante do mundo, com um aumento de usuários promovido pelo lançamentos de serviços para uma ou ambas as plataformas (HBO Now, Hulu, etc). Além disso, vale a pena adicionar outros conteúdos que favoreçam os downloads, como serviços de TV e a retransmissão ao vivo de competições esportivas.

Via The Next Web

Os primeiros aplicativos para o Apple Watch desembarcam na App Store

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Antes da chegada do Apple Watch ao mercado, os primeiros aplicativos para o relógio inteligente da Apple já desembarcam na App Store.

Muitos desenvolvedores estão atualizando os seus aplicativos com funções e compatibilidades com o Apple Watch. Alguns como o WeChat ou o Twitter vão permitir fazer praticamente de tudo. E apesar de já contar com uma seção dedicada para todos os apps do relógio, sempre é possível se antecipar e instalar aqueles que te interessam.

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O site 9to5Mac compilou uma lista daqueles que já oferecem tais funcionalidades, e essa lista vai aumentar, já que a maioria dos desenvolvedores não poderão enviar suas propostas para a Apple até que o relógio seja lançado ao mercado.

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Se você quer conhecer mais aplicativos que chegarão para o Apple Watch, você pode visitar a página da Apple e dar uma olhada na lista disponível, com as respectivas descrições.

Mais do mesmo: Google Play vence em downloads, App Store vence em vendas

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Um relatório da consultora App Annie volta a confirmar a tendência que vem se repetindo desde o início da batalha pelo mercado de aplicativos móveis: a loja do Google Play consegue mais downloads, mas é a Apple App Store que arrecada mais dinheiro.

De acordo com o estudo, a Google Play produziu 60% a mais de downloads que a Apple Store em 2014, mas a loja da Apple arrecadou 70% a mais. Um dado que mais uma vez reforça a prioridade que os desenvolvedores dão ao iOS, apesar de contar com uma cota de mercado muito inferior a do Android.

Um dos dados interessantes do estudo mostra que inclusive na comercialização do mesmo aplicativo, os lucros são maiores na versão iOS. Por exemplo, no jogo Monument Valley: os seus criadores revelaram recentemente que 81% dos US$ 6 milhões obtidos nas vendas do game vieram do iOS.

É igualmente interessante o fato que países como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos geram maior volume de vendas do que os demais países combinados em 2014. Entre os países com o maior crescimento em downloads e compra de aplicativos estão os emergentes do bloco BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que dobraram os seus ingressos por compra de aplicativos, mas tal dado não inclui as dezenas (ou centenas) de lojas de aplicativos Android que apareceram na China.

Via Re/code