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Nokia Lumia 525 ganha sobrevida com o Android 6.0 Marshmallow

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nokia lumia 525 com android

Triszka Balázar, um desenvolvedor inconformista por natureza, conseguiu instalar o Android 6.0 Marshmallow no Nokia Lumia 525, que originalmente recebe o Windows Phone.

O modelo de entrada foi lançado em 2013, e é um daqueles que não recebeu o Windows 10 Mobile.

Com a ajuda de uma ROM modificada, Balázas conseguiu instalar no dispositivo o Android 6.0.1 Marshmallow.

Uma verdadeira façanha com o Lumia 525, mas com várias limitações

É surpreendente ver um Lumi 525 rodando uma das versões mais recentes do Android com relativa facilidade.

Porém, Balázas adverte que alguns detalhes ainda precisam ser ajustados, como a ausência da conectividade WiFi e problemas com a resposta ao toque (esta última pode ser solucionada recalibrando a tela).

Aproveitando o sucesso do experimento, o Lumia 525 modificado também passou por um teste de desempenho com o AnTuTu.

Sua pontuação foi de 14.066 pontos, muito baixo mas aceitável para um dispositivo lançado em 2013.

O responsável pelo feito estuda a possibilidade de lançar a ROM publicamente, mas não tem uma data confirmada para isso.

Além disso, ele planeja levar a solução para o Lumia 520, o Windows Phone mais vendido da história.

Não esperem ver essa solução em modelos mais avançados, já que o exploit utilizado no processo só funciona em processadores Snapdragon S4.

 

 

Via XDA Developers

PGS, o console portátil dos sonhos de muitos gamers

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PGS

O PGS é, para muitos, o console portátil dos sonhos. Um produto suficientemente potente para executar jogos de PCs com Windows 10, com dual boot para utilizar também o Android 6.0 Marshmallow.

O pessoal da PGS Lab garante ter o design perfeito que permite tudo isso, e busca o financiament do projeto no Kickstarter para iniciar a produção do dispositivo portátil, que não abre mão de configurações poderosas.

 

PGS: principais características

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O PGS é um dispositivo com uma tela de 5.7 polegadas com resolução QHD (também estará disponível em versão com tela de 5.5 polegadas, com resolução Full HD), processador Intel Atom X7-Z8750 quad-core a 2.56 GHz, GPU Intel HD de 600 MHz e 16 núcleos. Com isso, é possível executar jogos de PC a 720P @ 26~32 frames por segundo com gráficos de qualidade intermediária. Esses números são equivalentes aos alcançados pelo Surface 3, que possui o mesmo chipset que o PGS.

A espessura total do equipamento é de 1.4 centímetros, e seu design slide esconde controles analógicos telescópicos, que se escondem para deixar espaço para o mecanismo de travamento da tela. O produto contará também com uma segunda tela, similar ao do Nintendo DS, de 4.5 polegadas com tecnologia IPS touch, onde é possível utilizar um teclado virtual ou contar com uma janela secundária.

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Mas o seu principal atrativo é o seu preço. A campanha de financiamento estabelece para a versão Lite (tela de 5.5 polegadas, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento) um preço sugerido de US$ 230, e apesar de já estar esgotado, ainda há tempo de adquirir uma unidade da segunda leva por US$ 280.

No caso do modelo Hardcore (tela de 5.7 polegadas QHD, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento), seu preço sugerido é de US$ 280. A dúvida agora é se o projeto vai cumprir os seus prazos de entrega, onde a previsão para a entrega das primeiras unidades está mercada para o mês de março de 2017.

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Via PGS LabMSpoweruserPGS (Kickstarter)

 

Samsung Galaxy S5 Neo começa a receber o Android Marshmallow

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Samsung Galaxy S5 Neo

A Samsung decidiu liberar a atualização para o Android 6.0 Marshmallow do seu smartphone Samsung Galaxy S5 Neo.

A Samsung não é uma das mais pontuais na hora de atualizar os seus smartphones para as mais recentes versões do Android. Nem mesmo nos seus modelos top de linha, que contam com períodos de espera de meses. Imagine como é isso nos modelos de linha média.

O Samsung Galaxy S5 Neo chegou ao mercado em agosto de 2015 como uma versão um tanto quanto desnecessária do Galaxy S5, contando com um hardware bem capaz, mantendo os 2 GB de RAM e a tela 1080p, mas com um processador Exynos 7580, com potência inferior ao Snapdragon 801 do modelo padrão.

 

Uma atualização, mesmo limitada

Apesar de ser mais novo e menos potente que o modelo de 2014, e depois de tanto tempo do seu lançamento, esse modelo ainda não havia recebido oficialmente o Android Marshmallow, algo que finalmente aconteceu, ainda que de forma limitada.

A atualização está disponível em alguns países da Europa (Alemanha, Reino Unido, Áustria, Grécia e Holanda), o que confirma um lançamento gradual e progressivo. O update deve se estender para outros países com o passar do tempo, de modo que os proprietários terão que se munir de uma dose de paciência.

Em todo caso, é uma boa notícia. Antes tarde do que nunca. Por outro lado, tudo indica que esta será a primeira e a última atualização que o Samsung Galaxy S5 Neo vai receber.

Via GSMArena

Benchmark revela mais detalhes do suposto Samsung Galaxy Folder 2

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Samsung Galaxy Folder

Mais um exame de benchmark realizado pelo software GFXBench vazou na web, e dessa vez pode ter revelado os detalhes técnicos do Samsung Galaxy Folder 2, modelo tipo flip com sistema Android e teclado numérico físico.

A Samsung lançou um smartphone em formato clamshell em 2015, e deve repetir a estratégia em 2016. O Samsung Galaxy Folder 2 deve melhorar pontos considerados essenciais, como por exemplo o processador, a memória ou as câmeras.

 

Como seria o suposto Samsung Galaxy Folder 2?

Samsung Galaxy Folder 2 Benchmark

Para começar, o novo modelo deve contar com um processador Qualcomm Snapdragon 425 quad-core de 1.2 GHz, acompanhado de uma GPU Adreno 308 e 2 GB de RAM. A câmera frontal passaria de dois para cinco megapixels, enquanto que a câmera traseira se manteria com 8 MP e funções como foco automático, detector de faces ou gravação de vídeos em Full HD.

A memória interna aumentaria dos 8 GB do ano passado para os 16 GB, e chegará ao mercado com o sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow. Na tela, o Samsung Galaxy Folder 2 manteria as mesmas 3.8 polegadas do modelo do ano passado (800 x 480 pixels, WVGA).

Levando em conta que o modelo do ano passado foi anunciado oficialmente no meio do mês de julho, seu sucessor deve ser anunciado nas próximas semanas. Deve desembarcar primeiro na Ásia, para só depois chegar a outros mercados selecionados.

Via PhoneArena

Acer, Remix Pro e AOC impulsionam o Remix OS 3.0: o Android nos desktops

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Remix Pro

O Remix OS segue avançando no mercado, com novos dispositivos, novas versões do sistema operacional e interessantes parcerias com gigantes do setor.

A startup chinesa Jide pretende com o Remix OS transformar o Android em um sistema operacional para desktops, e para isso se apoia na criação do seu próprio hardware, ou deixar que outros fabricantes tirem proveito do seu desenvolvimento. Hoje, vários novos dispositivos mostram essas aspirações materializadas.

 

Remix Pro, o 2 em 1

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Temos um tablet com teclado gerenciado pelo Remix OS 3.0, montado sobre o Android Marshmallow. Inicialmente destinado ao mercado chinês, estará disponível em outros mercados nos meses subsequentes.

Sua tela possui 12 polegadas (2160 x 1440 pixels), e o hardware é gerenciado por um processador Qualcomm Snapdragon 652, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD). Conta também com câmeras de 5 MP e 8 MP, bateria de 9.000 mAh e peso de 640 gramas (sem o teclado).

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Com o Remix Pro, é possível executar os aplicativos em janelas que podem mudar de tamanho, apresentando na área de trabalho diferentes aplicativos de uma única vez.

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Acer aposta no Remix OS e Intel

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A Acer é a primeira das grandes a oferecer um dispositivo com Remix OS, através de um notebook da série Aspire.

O Acer Aspire ES1-131 conta com um processador Intel Celeron N3150, tela de 11.6 polegadas, 4 GB de RAM, 500 GB de armazenamento e a mesma estética em relação aos notebooks com Windows da empresa.

O dispositivo será lançado em tiragem limitada no mercado chinês, e é descrito como um “conceito”. Se tudo funcionar bem no país asiático, o modelo será lançado em mais mercados.

Jide e Acer vão trabalhar juntas na otimização da plataforma nas arquiteturas Intel, e isso é benéfico para todos, já que o Remix OS for PC estará disponível para qualquer usuário que quiser testar a alternativa.

 

AOC oferece um desktop All-in-One

AOC Mars All-in-One PC

Esse já era conhecido, mas agora se torna oficial, com um novo nome: AOC Mars All-in-One PC, com Remix OS.

Conta agora com variantes com telas de 22 e 32 polegadas, hardware assinado pela Amlogic (ARM) com 2 GB de RAM e 16/64 GB de armazenamento.

AOC Mars All-in-One PC-02 AOC Mars All-in-One PC-03 AOC Mars All-in-One PC-04 AOC Mars All-in-One PC-05

Remix OS PC Box

Este é o segundo projeto em desenvolvimento pela Jide, que ainda não está concluído. É uma solução para outros fabricantes que querem montar um dispositivo a partir dele, que seja capaz de executar o Remix OS 3.0. Muito básico nas especificações, com alguns dados já antecipados:

CPU: Rockchip 3368 8-Core 64bit ARM Cortex – A53 1.5GHz
Memória: 1GB/2GB DDR3; 8GB/16GB eMMC; microSD (até 128GB)
Conectividade : WLAN 802.11.b/g/n 2.4G; Ethernet (100Mps); BT 4.0; 2x USB Type A; HDMI 2.0 (4K @60fps)

Você já pode usar o Android Marshmallow em um PC

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O projeto Android-x86 se mostrou como uma excelente opção para utilizar a plataforma móvel da Google em computadores, e por conta de seus últimos avanços já é possível instalar o Android Marshmallow em um PC com arquitetura x86.

A primeira build Release Canditate do sistema operacional já está disponível, e foi desenvolvida para funcionar sem problemas em quase qualquer processador x86, tanto de 32 bits como de 64 bits. É preciso levar em consideração que, apesar de estar bem avançada, ela não é perfeita, e ainda apresenta erros menores, especialmente na hora de ativar o modo de suspensão e em algumas situações específicas com a Google Play Services.

Mesmo assim, o suporte em geral é muito bom, já que é compatível com UEFI e OpenGL ES 3.x em equipamentos com placas gráficas AMD e NVIDIA. Também não apresenta problemas em aproveitar características e funções importantes como WiFi, Bluetooth, Ethernet, multitouch, som e câmera.

Vale lembrar que não estamos diante de um sistema de emulação, que permite a execução do Android Marshmallow com o Windows como plano de fundo/sistema operacional principal, mas sim um sistema operacional completo e independente, cuja instalação acontece de forma bem simples, com um processo similar às distribuições mais populares do Linux, como é o caso do Ubuntu.

Para quem quer testar o Android x86 em uma partição do seu computador, acesse o site do projeto, e você vai encontrar todas as informações necessárias, além de dois links para fazer o download da imagem do sistema operacional.

OnePlus 3 é anunciado oficialmente

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A OnePlus apresento oficialmente (em uma coletiva de imprensa virtual) o seu novo smartphone, o OnePlus 3.

O dispositivo chega com a missão de dar continuidade com sua trajetória de sucesso, e traz como principal diferencial o fim dos convites para aquisição do smartphone. É uma excelente forma de testar a popularidade da marca e do novo modelo junto ao consumidor.

O OnePlus 3 é o smartphone mais bem cuidado de todos os lançamentos da OnePlus até agora. O modelo conta com um corpo unibody de alumínio, deixando para trás o policarbonato. Não há detalhes chamativos na sua estética, e o dispositivo lembra bastante o design adotado pelo HTC One, mas isso não quer dizer que o dispositivo não conte com uma boa construção ou uma aparência elegante, com uma espessura bem manejável de 7.35 mm.

Na parte frontal, temos uma tela AMOLED de 5.5 polegadas (1080p, 401 ppp) protegida por um cristal levemente curvado de Gorilla Glass 4. No seu interior, encontramos um processador Qualcomm Snapdragon 820 quad-core com uma GPU Adreno 530, acompanhados de 6 GB de RAM. Não é o primeiro a contar com essa quantidade de memória aleatória, mas não deixa de ser uma excelente notícia.

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Com suporte para cartões nano SIM (um dos slots também atua como microSD), o OnePlus 3 conta com 64 GB de armazenamento interno, NFC, porta USB Type-C e bateria de 3.000 mAh. O leitor de digitais está integrado no seu botão físico frontal, além dos botões capacitivos de gerenciamento do sistema OxygenOS, baseado no Android 6.0 Marshmallow.

Este sistema operacional também recebeu novidades, com destaque para o Shelf, que oferece vários gestos para abrir diferentes funcionalidades do smartphone. Sobre sua capacidade fotográfica, o OnePlus 3 possui um sensor frontal de 8 MP (com detecção de sorrisos), e um sensor traseiro de 16 MP (f/2.0).

A seguir, um resumo das especificações técnicas do OnePlus 3:

– Tela de 5.5 polegadas (1080p) com Gorilla Glass 4
– Processador Qualcomm Snapdragon 820
– 6 GB de RAM
– 64 GB de armazenamento
– Câmeras de 16 MP e 8 MP
– Leitor de digitais
– 4G LTE Cat. 6
– suporte ao SIM dual
– Conectividade NFC
– Bateria de 3.000 mAh com modo de recarga rápida
– Sistema operacional OxygenOS, variante do Android 6.0.1 Marshmallow

O OnePlus 3 está disponível a partir de hoje, por um preço de US$ 399. De novo: não será necessário convites para adquirir esse modelo, o que facilita e muito as coisas em comparação com os lançamentos anteriores da empresa.

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Via GSM Arena

Google corrige a fuga de memória no Android M

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Os problemas de fuga de memória no Android não é algo novo. Convivemos com isso desde o Android Lollipop, algo que foi resolvido com a chegada do Android 5.1. Mas o mesmo aconteceu com o Android Marshmallow, problema este reconhecido pela Google e agora resolvido com sucesso.

Por enquanto, não há dados concretos da liberação dessa correção via parche. A fuga de memória faz com que o sistema consuma cada vez mais RAM enquanto estiver em funcionamento, de modo que pode acabar produzindo instabilidades, perdas de desempenho e fechamentos automáticos de aplicativos.

Se sofremos desse problema, a forma mais simples de resolver é reiniciar o dispositivo com certa periodicidade, desligando e ligando o smartphone de vez em quando, no lugar de ter o mesmo ligado permanentemente por longos períodos.

Com a possível chegada da solução oficial, imaginamos que a Google poderá liberá-la em uma grande correção, talvez no Android 6.1, mas infelizmente não há garantias de nada, nem prazos. De modo que você vai precisar ter uma boa dose de paciência, e esperar pelo update.

Via Android Police

Android 6 alcança os 10%, mas a fragmentação continua

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A Android 6 Marshmallow, a última versão estável do sistema operacional da Google, superou a casa dos 10% de cota de mercado, oito meses depois do seu lançamento. Algo aceitável, levando em conta a lentidão das atualizações, mas que só reforça o principal problema da plataforma: a fragmentação.

As versões Lollipop (5.0 e 5.1) ganham terreno (35%), e finalmente superaram a KitKat 4.4 (31%), que dominava a plataforma Android a alguns meses. A Jelly Bean (4.1 a 4.3) mantém uma cota próxima aos 20%, e as versões mais antigas ficam com uma porcentagem residual.

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A fragmentação do Android contrasta com a situação do seu rival direto, o iOS. Não tem comparação, mesmo com cenários totalmente distintos. A Apple controla absolutamente tudo relacionado ao iPhone, enquanto que o Android é sustentado por dezenas de fabricantes, com interfaces e aplicativos diferentes.

A Google segue na luta pela redução da fragmentação. Fontes internas revelam que a empresa estaria elaborando listas dos principais fabricantes de dispositivos Android, que seria ordenada em função de sua efetividade na hora de lançar atualizações do sistema. O objetivo aqui é avisar os usuários sobre o que esperar de um fabricante antes de comprar o dispositivo. Também haveria negociações com as operadoras para acelerar os processos de atualização.

Veremos o resultado disso nos próximos meses, uma vez que o Android N está a caminho, e deve ser publicado em outubro. Lembrando: você ainda pode utilizar ROMs personalizadas para manter seu dispositivo em dia.

Lenovo prepara um tablet de 18.4 polegadas

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O GeekBench revela especificações básicas de um novo tablet da Lenovo, que contaria com um tamanho de tela de nada menos que 18.4 polegadas.

Os tablets grandes se tornaram tendência com o passar do tempo, principalmente por conta dos últimos lançamentos da Samsung e Alcatel, e em menor média pelo iPad Pro da Apple. A Lenovo pode agora entrar nessa briga, e diferente do que pode parecer, esse formato de tablet não é limitado ao setor profissional, e busca entornos domésticos, com diferentes usos. Levando em conta que este modelo viria com o Android, é difícil de acreditar que a Lenovo o focaria muito além do mercado de consumo geral.

As possíveis especificações desse suposto tablet grande da Lenovo são:

– Tela de 18.4 polegadas (QHD, 2560 x 1440 pixels)
– Processador Snapdragon 652 octa-core (4x Cortex-A72 + 4x Cortex-A53)
– GPU Adreno 510
– 4 GB de RAM
– 64 GB de armazenamento
– Câmeras de 8 MP e 0.3 MP (VGA)
– Sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow

Ou seja, seria um dispositivo bem potente, levando em conta que o processador é uma versão levemente melhorada do Snapdragon 810, um dos mais potentes da última geração, mas que sofreu com os problemas de superaquecimento. Não há detalhes sobre preços ou possíveis datas de lançamento, mas podemos imaginar um tablet com preço entre 400 e 500 euros com essas especificações.

Via GSMArena

Xiaomi Mi Max é oficial

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A Xiaomi apresentou oficialmente o seu novo smartphone Xiaomi Mi Max. Indo na contramão de uma tendência de voltar a compactar os dispositivos, o modelo oferece uma generosa tela de 6.44 polegadas, fincando os dois pés dentro da categoria de phablets.

A tela IPS LCD conta com poucas bordas laterais, e nas partes superior e inferior só tem o espaço suficiente para incluir botões, alto-falantes, câmera frontal e sensores (leitor de digitais na parte traseira). A tela de 6.44 polegadas possui resolução de 1080 x 1920 pixels e densidade de 344 pixels por polegada, com 76% de área útil frontal.

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O Xiaomi Mi Max tem uma espessura de 7.5 mm e peso final de 203 gramas, muito próximo ao que encontramos hoje no Samsung Galaxy A9, um dos seus competidores diretos. Esse corpo abriga um processador Qualcomm Snapdragon 650 com GPU Adreno 510 na versão mais básica. Haverá outros dois modelos com chip Snapdragon 652, podendo trabalhar com até 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, com 3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento no modelo intermediário, e 3 GB de RAM e 32 GB no modelo com Snapdragon 650. Todas as versões contam com armazenamento expansível via microSD de até 200 GB.

O Xiaomi Mi Max recebe uma bateria de 4.850 mAh, maior do que as especuladas nos rumores e acima da média dos dispositivos dessas dimensões. O sistema operacional que gerencia o conjunto de hardware é o Android 6.0.1 Marshmallow, revestido pela nova versão da interface de usuário da casa, a MIUI 8. Algumas características de software são focadas para um uso mais cômodo, como um botão de funções rápidas ou o modo para a utilização com apenas uma mão.

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Nas câmeras, o dispositivo conta com um sensor traseiro de 16 MP (f/2.0) com flash LED duplo, além de um sensor frontal de 5 MP (f/2.0), sem entrar em detalhes muito específicos. Na parte traseira, o já citado leitor de digitais reforça a tendência de que esse será o novo item obrigatório nos smartphones, e sua bateria conta com o sistema de recarga rápida Quick Charge 3.0.

São três modelos do Xiaomi Mi Max, com preços de 200 euros (3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento), 229 euros (3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento) e 270 euros (4 GB de RAM, 128 GB de armazenamento). Deve chegar ao mercado internacional a partir do dia 17 de maio.

Mais imagens a seguir.

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Via Mi.com

HTC One S9 terá corpo de metal, Helio X10 e custará 499 euros

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Com o HTC 10 apresentado e o HTC 10 Lifestyle presente em determinados países, os taiwaneses voltam os seus esforços em um novo modelo, o HTC One S9, que está a caminho da Europa.

Não há nada de espetacular na sua potência ou design, mas é a segunda aposta da HTC nos processadores MediaTek Helio. A numeração do modelo nos faz pensar que teremos três famílias consolidadas: a S9, a X9 e a A9, apresentado no ano passado.

 

Assim é o HTC One S9

Temos aqui um smartphone construído completamente em metal (cores dourado, prateado e cinza-negro), com tela de 5 polegadas (LCD, Full HD, 441 ppp), processador Helio X10 octa-core em dois clusters (4+4) e 64 bits, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento (expansível via microSD de até 2 TB), câmera traseira de 13 MP com estabilização ótica (f/2.0), câmera frontal de 4 MP (Ultrapixel), bateria de 2.840 mAh, conectividades LTE, WiFi ac, Bluetooth 4.1, GPS, sistema de áudio estéreo Dolby e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow com a interface Sense.

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Ainda não foi revelada a disponibilidade do HTC One S9, mas sabemos que chegará na Alemanha no meio de maio, o que pode indicar uma data similar para os outros países do continente. Seu preço inicial sugerido é de 499 euros, um pouco elevado para suas especificações.

Via Smartdroid.de

HTC 10 é oficial

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A HTC apresentou oficialmente o HTC 10, novo modelo top de linha que substitui o HTC One M9. O modelo vem com reformulações mais sensíveis por dentro do que por fora, e é visto como uma das últimas chances da empresa taiwanesa em permanecer no mercado mobile em condições de brigar de frente com gigantes como Samsung e LG.

A HTC acompanhou o nascimento do Android como um dos seus principais baluartes, e chegou a dominar mercados importantes como o norte-americano. Porém, o tempo passou e eles não se deram conta disso. Mesmo assim, é uma marca muito reconhecida em todos os níveis, principalmente por causa de série One M, apesar da decepção do One M9 no ano passado.

Vamos tentar entender como que a HTC tentou modificar tudo isso no HTC 10, que já foi quase todo revelado nas últimas semanas. Logo, esse post é quase um checklist, apesar de algumas pequenas surpresas só serem reveladas hoje.

 

A mudança do nome: HTC 10

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A família One era a top de linha da HTC, apresentando smartphones muito potentes em todos os sentidos. Um modelo por ano (One M7, M8, M9), com algumas versões mini no meio do caminho. Em 2016, esse nome muda: o termo One M cai, e ficamos apenas com um número. Mais simples, mais responsável, e trazendo mais mudanças.

Muitos esperam por um verdadeiro sucessor do excelente One M7, mas isso é mais difícil do que pode parecer. É preciso muita pesquisa e desenvolvimento, e uma condição econômica saudável para oferecer componentes que o diferenciem dos demais dispositivos Android. E é nisso que hoje Samsung e LG estão a frente das demais.

Um design diferente, mais limpo

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O principal diferencial da linha One era na parte frontal, com o sistema de alto-falantes BoomSound, que desaparece no HTC 10. Seu design é mais moderno e limpo, lembrando o One A9 nesse aspecto. O som não se perdeu, apenas se transformou. Falamos mais sobre isso daqui a pouco.

A linha One foi a que tornou popular o uso de materiais metálicos nos smartphones, e este está presente nesse modelo, que agrada mais do que os smartphones anteriores da série. O sensor de digitais na parte frontal, abaixo da tela, é uma novidade, e vem acompanhado de uma porta USB Type-C (USB 3.1 Gen1). O logo segue na parte traseira, no meio do seu corpo, e como elemento de design mais distinto, um corte ao longo do perímetro traseiro, e uma talha na área que adorna para a parte frontal.

As dimensões completas do HTC 10 são de 145,9 x 71,9 x 9 milímetros, e seu peso é de 161 gramas.

 

Tela, com mudanças necessárias

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A tela do HTC 10 sobe para as 5.2 polegadas, com densidade de 564 pixels por polegada, com resolução QHD (2560 x 1440 pixels), com tecnologia IPS, mas em uma nova evolução, conhecida como Super LCD 5. A tela é protegida com Gorilla Glass com cantos arredondados.

 

Snapdragon 820

O Snapdragon 820 parece ser mesmo o chip de referência para os modelos top de linha de 2016, e felizmente não temos polêmicas de desempenho ou superaquecimento, como aconteceu com o Snapdragon 810 no ano passado. A HTC trabalhou lado a lado com a Qualcomm em todas as gerações de smartphones top de linha, de modo que aqui temos poucas surpresas, e isso é uma ótima notícia. É exatamente o mesmo chip presente no LG G5, no Xiaomi Mi 5 e no Samsung Galaxy S7.

De acordo com os últimos testes de desempenho do AnTuTu vazados, seus resultados são muito bons no HTC 10, provavelmente por conta da otimização do Android 6.0 Marshmallow e pela boa escolha dos demais componentes. O chip vai trabalhar em conjunto com 4 GB de RAM e 32 GB ou 64 GB de armazenamento (expansíveis via slot para cartões microSD de até 2 TB).

A bateria também aumentou de tamanho, alcançando os 3.000 mAh, e conta com o sistema Quick Charge 3.0, que é capaz de recarregar 50% de sua capacidade em 30 minutos.

 

HTC BoomSound

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O HTC 10 possui certificação Hi-Res Audio (24 bits), e os fones de ouvido que acompanham o smartphone contam com um amplificador, com componentes especiais e certificação Dolby Audio. A HTC mudou a posição dos alto-falantes, mas com a garantia que eles seguem recebendo destaque, a ponto de serem rebatizados como HTC BoomSound. Contam com o mesmo design separado do tweeter e woofer, além de trazer um amplificador dedicado.

 

O software esperado

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A HTC sempre priorizou por personalizar seus equipamentos, e vimos ao longo dos anos a evolução da interface Sense. Aos poucos, vimos como eles souberam deixar maior espaço ao Android, apostando simplesmente com a imagem da interface. Nesse sentido, a Sense 7 é desenvolvida em cima do Android 6 Marshmallow, prometendo um elevado trabalho de otimização para uma melhor performance.

 

Uma câmera melhor, para serem competitivos

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Não podemos negar que a HTC pelo menos tentou inovar nas câmeras dos seus smartphones, com coisas como o UltraPixel, que na prática não agradou a maioria. No ano passado, eles deixaram esse recurso de lado e apostou no caminho mais fácil, ou pelo menos o radicalmente diferente: inserir um sensor com muitos megapixels (20 MP). Também não deu certo, já que a câmera era boa, mas longe do que Apple, LG ou Samsung ofereciam nos seus modelos top de linha.

A HTC entendeu o recado, a ponto de inserir já no A9 uma câmera decente com apenas 13 MP. Compreendeu que pode sim ter menos megapixels no sensor, mas gerenciar uma maior qualidade na hora de recolher a informação, com maior cuidado no foco e na estabilização.

Com tudo isso em mente, o HTC 10 possui uma câmera traseira de 12 MP, dentro do que eles denominam como um sensor UltraPixel, possivelmente motivados por contar com fotodiodos de grande tamanho (1.55 mícrons), com a ajuda de um sistema de foco a laser. Sua lente de 26 mm possui um sistema de estabilização, com abertura máxima de f/1.8, e seu sensor é capaz de registrar vídeos no formato 4K. Também conta com um modo de vídeos em 720p a 120 FPS, ou a possibilidade de trabalhar as fotos em RAW. O flash é em LED dual tone.

Por fim, a câmera frontal possui um sensor de 5 MP (1.34 mícrons), que também conta com sistema de estabilização ótica e abertura máxima de f/1.8. Sua angular baixa para até 23 mm, com gravação de vídeos em Full HD.

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O HTC 10 chega ao mercado no começo de maio, nas cores Carbon Grey (preto), Nimbus Cloud (prata), Topaz Gold (dourado) e Camelia Red (vermelho), com preço sugerido de 799 euros.

 

 

Via HTC

Sony Xperia Z2, Z3 y Z3 Compact são atualizados para o Android Marshmallow

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Em outubro de 2015, a Sony prometeu que atualizaria os seus smartphones Xperia Z2, Z3 e Z3 Compact para o Android 6.0 Marshmallow, mas não especificou uma data para isso. Seis meses depois, em março, uma beta do sistema para esses modelos foi lançada, mas ainda sem data para uma versão definitiva.

Felizmente, para os citados smartphones, a versão final do Android Marshmallow começa a chegar em diferentes países, mas o seu lançamento está sendo gradual, de modo que se não aparecer nada no seu smartphone, basta ter um pouco de paciência, sem falar que o tempo pode variar de acordo com as condições do seu dispositivo (se ele é ou não vinculado a uma operadora).

O número desta firmware é 23.5.A.0.570, e oferece aos modelos a versão Android 6.0.1 Marshmallow, além de vir acompanhado da atualização de segurança do mês de fevereiro e a última interface para a câmera. Apesar do clássico lançamento gradual e fragmentado desse update, temos aqui uma excelente notícia, principalmente para os proprietários do Xperia Z2, modelo com mais de dois anos de mercado, idade onde normalmente os fabricantes deixam de dar suporte e atualizações para os seus dispositivos.

Porém, é preciso ter em mente que esta é (muito provavelmente) a última versão do Android que o Xperia Z2 vai receber, ao menos por via oficial.

Via GSMArena

UMi Touch, agora com sistema Android, e a mesma excelente relação custo-benefício

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Na hora de escolher um novo smartphone, nem sempre é preciso olhar direto para os modelos top de linha dos fabricantes mais conhecidos, ou sacrificar ao acabamento premium para ter um preço acessível. Hoje, podemos encontrar soluções muito equilibradas com preços muito competitivos, como é o caso do UMi Touch.

O UMi Touch pode ser definido como um autêntico top de linha no seu hardware e no acabamento, mas com um preço acessível, tornando esta uma das melhores relações custo-benefício do mercado. Seu acabamento possui carcaça fabricada em metal e arrematado com uma frontal 2.5D, conjunto que entrega uma alta qualidade e com um toque nas mãos muito agradável.

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No acabamento, não deixa a desejar em relação aos modelos mais caros da Apple e Samsung. No seu hardware, também não pode ser desmerecido, pois conta com especificações muito boas:

– Tela LTPS de 5.5 polegadas (1080p), protegida por Gorilla Glass 3
– Processador MediaTek MTK6753 com CPU de oito núcleos Cortex-A53 de 64 bits, que trabalham simultaneamente
– GPU Mali T720
– 3 GB de RAM LPDDR3
– Conectividade 4G LTE Cat 9
– Câmera traseira de 13 MP com sensor Sony IMX328 e flash LED duplo
– Câmera frontal de 5 MP com sensor Hynix HI553 e flash
– 16 GB de armazenamento (expansível via microSD)
– Leitor de digitais
– Suporte para dual SIM
– Bateria de 4.000 mAh
– Sistema operacional Android 6.0 Marshmallow

Temos aqui um bom desempenho em todos os sentidos. O processador MediaTek garante fluidez até em jogos exigentes, e os 3 GB de RAM garante a experiência de uso plena com o Android Marshmallow. Seu fabricante garante que o UMi Touch terá uma autonomia de bateria bem longa.

O sensor Sony IMX328 garante uma captura de imagens de alta qualidade, inclusive em condições adversas ou em baixa luminosidade. O mesmo pode ser dito da câmera frontal, com o sensor Hynix553 e flash.

Do mais, o UMi Touch vem com a mais recente versão do Android, permitindo que se use todas as novidades e vantagens da plataforma, como o modo de baixo consumo Doze, os novos gerenciadores de aplicativos e de RAM.

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Em resumo: o UMI Touch é um smartphone redondo, com um acabamento premium, altura de qualquer top de linha atual, com um hardware muito bom, a mais recente versão do Android, e um preço de US$ 179,99. Sem sombra de dúvida, uma das melhores relações custo-benefício do mercado nesse momento.

 

Via Umidigi

BlackBerry Priv inicia programa de testes beta do Android Marshmallow

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A BlackBerry começou a levar os aplicativos para um novo programa de betas para a atualização do Priv para o Android 6.0 Marshmallow, sendo esta uma versão do sistema operacional desenvolvida pelos canadenses (obviamente com a maior parte já feita pela Google, onde a BlackBerry só adapta aquilo que entende ser conveniente).

Basicamente, os usuários poderão se registrar para testar o beta do Android 6.0 para o BlackBerry Priv, smartphone que pretende relançar os canadenses utilizando o sistema operacional mais popular do planeta. A versão beta do Android Marshmallow para esse dispositivo vai chegar através de uma atualização via OTA.

Em primeiro lugar, o usuário que possui um BlackBerry Priv terá que se registrar e iniciar uma sessão nesse link. As pessoas aceitas entram em um programa por lotes, dos quais parece que o primeiro já está completo. Caso não seja aceito, o usuário também pode entrar em uma lista de espera, podendo ser selecionado para o próximo lote de testes. O registro está aberto durante pelo menos duas semanas.

O lançamento da versão final do Android Marshmallow para o BlackBerry Priv pode acontecer em todo o planeta entre os meses de abril e maio. Caso o usuário seja aceito no programa, poderá informar as falhas através de um aplicativo integrado no firmware. Porém, a BlackBerry não esclarece se aqueles que se inscreveram ao programa de testes receberão a versão final do sistema operacional de forma antecipada.

É sempre importante lembrar que o BlackBerry Priv é uma das últimas tentativas da BlackBerry em se recuperar no mercado mobile. É um dispositivo que combina o muito popular Android com o tradicional teclado QWERTY físico dos canadenses, combinado com os recursos de segurança e privacidade de qualidade já comprovada. Se tudo isso não funcionar para convencer o usuário corporativo, pode ser o início do fim de uma marca muito bem vista por muita gente.

Via GSM Arena

Novas datas para atualizar os dispositivos Samsung para Android Marshmallow

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O Phone Arena vazou uma lista com novas datas para a atualização do Android 6 Marshmallow dos dispositivos de maior destaque da Samsung.

Se as datas vazadas forem cumpridas, os donos do Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge (e Edge+) vão receber a última versão do sistema operacional da Google a partir desse mês de março, enquanto que o Galaxy S5 fica par ao mês de maio, e o Galaxy Alpha apenas em junho de 2016.

Aqui está a lista dos dispositivos da Samsung que tem prioridade para 2016 para receber a atualização do Android 6 Marshmallow:

  • Samsung Galaxy Note 5 – março 2016.
  • Samsung Galaxy S6 Edge+ – março 2016.
  • Samsung Galaxy S6 – março 2016.
  • Samsung Galaxy S6 Edge – março 2016.
  • Samsung Galaxy Note 4 – abril 2016.
  • Samsung Galaxy Note Edge – abril 2016.
  • Samsung Galaxy S5 – maio 2016.
  • Samsung Galaxy Alpha – junho 2016.
  • Samsung Galaxy Tab S2 8″ – maio 2016.
  • Samsung Galaxy Tab S2 9.7″ – maio 2016.

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Isso não quer dizer que o Android Marshmallow não vai chegar a mais dispositivos além dos mencionados nesse post. A lista mostra aqueles que contam com prioridade em relação aos demais. Porém, especula-se que os modelos de linha média poderão ser atualizados durante o verão do hemisfério norte.

Vale lembrar que a janela de atualização pode variar, de acordo com o mercado onde a Samsung atua, e se o dispositivo em questão possui ou não vínculos com operadoras de telefonia.

Via Phone Arena

Cyanogen leva o Android 6.0 Marshmallow para o Samsung Galaxy SII

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Para muitos, o Galaxy SII foi um dos melhores smartphones da Samsung em todos os tempos. Na época, enfrentou o iPhone 4S de frente, e mesmo com especificações defasadas, ele sobreviveu bem aos efeitos do tempo.

O Galaxy SII conta com um processador dual-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM e 16 GB ou 32 GB de armazenamento (expansível). O suficiente para rodar o Android Lollipop ou até o Android Marshmallow. Porém, sem suporte oficial há tempos, é impossível ver esses novos softwares nesse modelo de forma oficial. Ainda bem que temos as ROMs personalizadas, que dão uma sobrevida ao dispositivo.

Nesse sentido, a Cyanogen lançou uma build oficial do Android 6.0 Marhsmallow para o Galaxy SII. O download tem 252.86 MB, e pode ser feito nesse link. Tenha em conta que o status desse software é “nightly”, ou seja, é uma build preliminar, que não está totalmente pronta, e que pode apresentar alguns erros que ainda serão resolvidos.

Mesmo assim, é um grande feito para os proprietários desse ótimo smartphone. Posso dizer que já tive uma unidade do Galaxy SII, e afirmo que foi um dos melhores smartphones que tive a oportunidade de usar nessa minha longa vida de geek conectado.

Via SlashGear

Android 6.0 Marshmallow ocupa raquíticos 1.29% do mercado

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A fragmentação do Android não melhora, e a solução parece estar bem distante quando observamos os dados oficiais do mês de fevereiro sobre a distribuição das versões do Android.

O Android 6.0 Marshmallow ocupa hoje ridículos 1.29% de mercado Android, e isso depois de quatro meses de mercado. Vale a pena mencionar que a versão 2.3 Gingerbread, publicada em 2011, tem o dobro de mercado. Só nesse dado podemos ver a dimensão enorme que o problema possui nesse momento.

O Android Lollipop (5.0 e 5.1) ganhou mercado, mas ainda fica abaixo do Android KitKat (4.4) ,que com 35.5% segue dominando o ecossistema da Google. A versão Jelly Bean (4.1 a 4.3) se mantém na segunda posição, acima de 20% de cota.

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A fragmentação do Android por si já é algo gritante, mas quando contrastada com o seu rival direto no mercado – o iOS -, a comparação é algo impossível. É claro que tudo fica mais fácil quando um único fabricante controla tudo – nesse caso, a Apple -, mas essa é apenas uma questão pendente.

Chegou a hora dos fabricantes Android tomarem vergonha na cara para entregar as atualizações de forma mais rápida, tão logo a Google libere as novas versões, pensando mais no suporte ao cliente do que em suas necessidades comerciais de vender smartphones todos os anos. E, de novo: as ROMs personalizadas são as opções viáveis para manter o seu dispositivo atualizado, sem depender da “boa vontade” dos fabricantes.