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Android Lollipop é líder; Android Nougat não chega a 0,1%

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Os últimos dados oficiais da cota de mercado mostram que o Android Lollipop só agora se tornou a versão mais utilizada do sistema operacional da Google.

Sua cota de mercado combinada (5.0 e 5.1) é de 45%, superando com sobras os 27,7% do Android KitKat e os 15,6% das três versões do Android Jelly Bean.

As demais versões mais antigas mantém uma presença que começa a ser residual, mostrando que aos poucos os usuários estão renovando seus dispositivos.

Já o Android Marshmallow registra 18,7% e o Android Nougat fica com 0,1%, este último nem aparece no gráfico.

 

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Mais uma vez, concluímos que a fragmentação do Android é um mal presente e sem solução. O fato de uma versão do Android que foi lançada em novembro de 2014 levar quase dois anos para ter uma presença superior a 40% é algo revelador.

Via PhoneArena

BlackBerry Priv também terá curva de tela com funções especiais

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O site CrackBerry publicou uma série de imagens onde vemos como a BlackBerry aproveitou a lateral de tela do BlackBerry Priv para exibir informações de software.

O recurso lembra de forma inevitável os modelos Edge da Samsung, mas nesse caso, exibindo funções como indicador de bateria, notificações e outros alertas. A BlackBerry chama o recurso de Productivity Edge, e suas laterais ficam ativas em determinados momentos, como por exemplo quando o smartphone está com sua bateria completamente carregada, sem precisar ligar toda a tela do smartphone.

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Por outro lado o Productivity Edge é uma pré-visualização de certos apps, permitindo um acesso rápido aos apps, dispensando abrir cada um deles em primeiro plano, mas pelo menos é uma maneira de mostrar parte das tarefas que se executam, sem a necessidade de deixar o app ou o serviço ativo naquele momento.

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A função pode ser desativada a qualquer momento, nos ajustes do smartphone. Outros detalhes observados é a presença do BlackBerry Hub, assim como a possibilidade de deslocar os widgets específicos de cada aplicativo a partir do ícone do mesmo, sem a necessidade de ir até a tela de início do Android.

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Desse modo, vemos como a BlackBerry personalizou o Android Lollipop, como por exemplo a diferente interface e funcionamento da multitarefa. Aqui, os apps se dispõem em mosaico, e se eliminam pressionando sobre o ícone de eliminar “x”, no lugar de deslizar o ícone.

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O BlackBerry Priv aposta no fato de ser (por enquanto) o único de sua categoria em combinar um teclado físico deslizável (com função de touchpad) com a borda de tela touch curvada funcional. Os canadenses acreditam que o seu produto vale o quanto custa, com preços nada modestos. Veremos como ele vai se sair no mercado.

Via CrackBerry

Meizu Blue Charm Metal é anunciado oficialmente

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A Meizu apresentou oficialmente o Meizu Blue Charm Metal, um smartphone que vazou nos últimos dias, e que apresenta especificaçõe sinteressantes.

O modelo mantém o design do Meizu M2 Note, com a diferença de que esse conta com uma bela carcaça metálica. No seu hardware, o Meizu Blue Charm Metal é um dispositivo de linha alta, com um conjunto de componentes bem equilibrado e compatível com o preço sugerido:

– Tela LPTS de baixo consumo de 5.5 polegadas (1080p)
– SoC MediaTek Helio X10 octa-core (Cortex-A53) de 2 GHz.
– 2 GB de RAM LPDDR3
– Câmeras de 13 MP e 5 MP
– 16 GB/32 GB de armazenamento
– Bateria de 3.140 mAh
– Sistema Android 5.1 Lollipop, com a interface FlymeOS

O Meizu Blue Charm Metal estará disponível em cinco cores (branco, cinza, azul, dourado e rosa), com preços sugeridos de US$ 173 (16 GB) e US$ 205 (32 GB), já convertidos. Sua chegada ao mercado está prevista para o dia 2 de novembro.

Via Meizu

Review | Quantum Go

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Como uma empresa novata pode atrair os holofotes do público e imprensa especializada rapidamente? Simples: oferecendo um produto no estilo “bom, bonito e barato”. A Quantum é uma startup que conta com o suporte técnico da Positivo Informática, e apresentou recentemente o Quantum Go, smartphone pensado nos gostos, necessidades e interesses do consumidor brasileiro que está disposto a pagar até R$ 800 em um dispositivo que ofereça uma boa relação custo-benefício.

Pelo menos nesse primeiro lançamento, a Quantum parece mostrar que fez bem a lição de casa. Não estamos apenas diante de um smartphone com linhas bem trabalhadas e material acima da média para a sua proposta. Temos um produto que surpreende no seu desempenho, que está muito equilibrado para um produto com suas características. A relação custo-benefício foi alcançada, e temos um produto muito promissor, que pode tirar o sono de muitos fabricantes consolidados.

Nesse review, vamos conhecer o produto em detalhes. Ver suas características físicas e técnicas, e mostrando nossas impressões sobre essa primeira empreitada da Quantum no mercado mobile brasileiro.

 

Características Físicas

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A primeira coisa que vem à nossa cabeça quando entramos em contato direto com o Quantum Go pela primeira vez é de ter nas mãos o smartphone Android mais fino e leve que você já usou em muito tempo. Temos aqui um gadget com linhas refinadas e sofisticadas, que pode ser transportado no seu bolso da calça sem dificuldades, e sem criar o volume indesejado de outros modelos.

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A baixa espessura (6.5 mm) e peso (115 gramas) desse smartphone se alinham perfeitamente à proposta de oferecer um produto com design premium, refinado, elegante e bem acabado. Inclusive as bordas bem marcadas e arredondadas, que irremediavelmente lembram alguns dispositivos da Sony, são uma prova dessa proposta de oferecer em um produto de custo inferior as mesmas características estéticas de modelos mais caros.

O resultado dessas combinações conceituais é que o Quantum Go é um produto muito mais agradável de ser utilizado no dia a dia. Com o baixo preço, a tendência é que o usuário acabe utilizando o smartphone por mais tempo, tanto durante as chamadas como o uso com as redes sociais, navegação na internet e jogos. Em tempos onde temos mais tabletphones com um hardware mais robusto e baterias mais volumosas, o dispositivo da Quantum até gera um contraste que é bem vindo.

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Os botões de controle de volume e liga/desliga/bloqueio de tela estão bem ressaltados em relação ao corpo do dispositivo, ficando bem alinhados nas laterias, logo abaixo da gaveta que oferece acesso para o slot de cartões microSD. Na outra lateral, temos apenas a gaveta para o slot para o microSIM dual card. Tudo muito bem integrado à proposta de design. E sim, o produto acompanha uma chavinha de ejeção desses slots.

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Na parte superior, encontramos o conector para fones de ouvido 3.5 mm e o conector micro USB, para recarga de bateria e transmissão de dados. Na parte inferior, os alto-falantes integrados do smartphone.

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A parte traseira do Quantum Go é igualmente elegante e bem acabada, mostrando simplicidade e sobriedade. Apenas o logo da empresa, o nome do dispositivo e a câmera traseira, com flash LED. A tampa traseira do dispositivo não é removível.

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No final das contas, o Quantum Go é um excelente trabalho de design, se demonstrando um produto bem construído, e provando de uma vez por todas que é sim possível fazer um bom trabalho na estética de um produto, mesmo quando ele não está na categoria de dispositivos premium. Basta uma boa dose de boa vontade por parte do fabricante.

 

Acessórios

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O Quantum Go vem com um kit de venda bem interessante. Além do smartphone (óbvio), temos o carregador de parede, o cabo USB para recarga de bateria e transferência de dados para o computador, além dos fones de ouvido intra-auriculares, o que ajuda a garantir um certo isolamento de ruído externo durante as chamadas e reproduções musicais.

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Mas um dos diferenciais desse dispositivo é a presença desse adaptador, que atua como antena para recepção do sinal digital. É um adaptador com um formato diferente do que aqueles que estamos acostumados a ver, com uma espécie de presilha, que serve para manter o smartphone seguro na mão durante o uso, ajudando a evitar quedas acidentais.

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Por último, mas não menos importante, o kit de compra acompanha sim a chavinha para ejeção das gavetas dos slots para chips SIM e cartão de memória microSD.

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Tela

O Quantum Go possui uma tela de 5 polegadas, com resolução HD (1280 x 720 pixels), AMOLED. É o tamanho de tela considerado padrão para o mercado atual de smartphones de linha média. Essas dimensões ajudam a tornar o modelo mais compacto e confortável durante o uso, e sem comprometer a experiência de uso. Muitos consideram esse tamanho de tela o ideal para as principais atividades.

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A tela desse smartphone é mediana, mas não decepciona. A qualidade final de imagem é boa, com excelente emissão de brilho e bom contraste. O usuário não terá problemas em visualizar os elementos do sistema operacional, ou em obter uma boa experiência multimídia em diferentes condições de luminosidade. Por outro lado, essa tela oferece bons resultados de visualização apenas razoáveis quando estamos em ambientes bem iluminados, ou em dias com sol forte. Nessas condições, mesmo com o brilho da tela no máximo a visualização das imagens pode ficar prejudicada.

Além disso, a presença de recursos como o MiraVision da MediaTek ajuda na hora de exibir as imagens com a melhor calibração de cores possível. Sem falar que esta é uma tela que não produz um gasto considerável de bateria. Pelo menos no uso mais casual, com atividades mais básicas pela maior parte do tempo, a tela do Quantum Go não se apresenta como principal responsável pelo elevado consumo de bateria.

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Por fim, a interação que o usuário pode encontrar com essa tela é a melhor possível. A resposta ao toque é precisa e eficiente, sem falar que alguns recursos de software acabam oferecendo funcionalidades especiais, como o duplo toque para bloquear a tela, já visto em diversos smartphones de diferentes fabricantes.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Quantum Go conta com o sistema operacional Android 5.1 Lollipop, com algumas customizações por parte do fabricante. Porém, são modificações sutis, que recebem algumas adições que são bem vindas, oferecendo uma maior usabilidade ao dispositivo. De um modo geral, o dispositivo conta com boa parte da experiência do Android tal e como a Google concebeu, o que é algo muito positivo sob vários aspectos.

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Não apenas por conta de uma experiência de uso mais uniforme e alinhada com alguns de seus concorrentes diretos, mas também pelo menor consumo de recursos de hardware, o que se converte em um melhor desempenho geral e um melhor gestão de bateria. Não que o impacto na autonomia de uso seja tão elevado assim, mas no aspecto de desempenho geral do smartphone, a diferença é considerável. Mas falo mais sobre isso mais adiante.

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Aqui temos mais um forte argumento a favor do Quantum Go. O Android Lollipop se comporta muito bem com as especificações de hardware do dispositivo. Não foram percebidos engasgos, travamentos ou arrastos durante os testes. Na verdade, o dispositivo apresentou uma impressionante fluidez nas transições de tela e execução de aplicativos. Algo que confesso que poucas vezes vi em um smartphone Android em mais de sete anos escrevendo no TargetHD.

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Acredito que todos os usuários que tiverem a oportunidade de testar o Quantum Go ficarão impressionados com a qualidade do dispositivo nesse aspecto. Sem falar que, durante o período de testes, pelo menos duas atualizações parciais foram enviadas, o que reforça o compromisso da empresa em manter o dispositivo constantemente atualizado, corrigindo falhas e melhorando o seu desempenho.

Sem falar que esse modelo já tem atualização garantida para o Android 6.0 Marshmallow, quando o mesmo estiver disponível.

 

Qualidade de Áudio

O Quantum Go conta com alto-falantes de reprodução na sua parte inferior. Algo compreensível, se levarmos em conta a sua proposta de design. Colocar alto-falantes frontais, tal como vem acontecendo nos últimos lançamentos de smartphones dos principais fabricantes, poderia resultar em um invariável aumento de espessura.

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Por outro lado, a qualidade de reprodução de áudio desse smartphone é considerada satisfatória. Por conta das características estéticas citadas no parágrafo anterior, não dá para esperar uma qualidade final de áudio muito potente, mas para um produto com essa proposta, o resultado final é bom.

A mesma coisa pode ser dita sobre o alto-falantes para chamadas, que também oferece uma boa qualidade de áudio em ambientes silenciosos, e um nível regular para os ambientes mais barulhentos.

 

Câmera

Já era de se esperar que o Quantum Go tivesse algum tipo de “restrição”, por conta de sua proposta de dispositivo com boa relação custo-benefício. E talvez as maiores restrições desse produto estejam mesmo nas suas câmeras, apesar da Quantum ter se esforçado para fazer um bom trabalho.

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A câmera traseira do Quantum Go possui um sensor de 13 megapixels (f/2.0), fabricado pela Samsung e com recurso BSI (Backside Illumination), que dá um maior ganho na captação de luz em ambientes pouco iluminados. Além disso, o sensor trabalha com o recurso Quantum Resolution pode capturar imagens de até 24 megapixels. Levando em consideração que o dispositivo aumenta a quantidade de pixels da foto por software, não podemos exigir os mesmos resultados finais de qualidade de uma imagem capturada com um sensor com 24 megapixels nativos.

É um recurso a mais para você ter uma imagem maior, que no final das contas não é algo tão imprescindível assim para um dispositivo dessa categoria. A maioria dos modelos da sua faixa de preço também recebem um sensor de, no máximo, 13 megapixels de resolução, que são mais do que suficientes para que a maioria dos usuários possam compartilhar fotos nas redes sociais com o mínimo de qualidade.

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Talvez a grande ausência no sensor traseiro do Quantum Go é a de um estabilizador ótico. Eu sei, estou pedindo demais de um smartphone com as suas características. Mesmo assim: esse é um item que está começando a se tornar um pré-requisito para telefones inteligentes de diferentes categorias, e é uma solução que é bem vinda para uma melhor qualidade final das fotos.

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Em compensação, o software de fotografia do Quantum Go oferece algumas funcionalidades que podem melhorar os resultados finais das fotos. Por exemplo, um modo de controle de movimento dos objetos, que reduz um pouco os efeitos de fotos tremidas. O modo Panorama também está presente, e funciona muito bem.

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O aplicativo de câmera é bem simples, contando com os recursos mais básicos para o registro de fotos com um smartphone. A maioria dos usuários não terá dificuldades no manejo do app. Talvez alguns recursos mais específicos e controles manuais fiquem um pouco escondidos. Além disso, os usuários mais exigentes vão observar que este é um software mais antigo do aplicativo de câmera, que já foi visto em outros modelos do Android.

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Outro problema da câmera do Quantum Go é o tempo de disparo da câmera. Comparado com outros dispositivos já testados (inclusive os seus concorrentes diretos de preço), é um tempo muito elevado. Aqui é onde mais sentimos a ausência de um estabilizador ótico de imagem, mas como já disse antes, não podemos ter tudo em um dispositivo com as suas características. Por outro lado, de todos os smartphones avaliados em 2015 por nós, esse modelo tem disparado o sensor mais lento de todos. Principalmente nos cenários noturnos ou pouco iluminados.

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No final das contas, a câmera do Quantum Go registra fotos apenas razoáveis. Os menos exigentes poderão obter bons resultados de imagem, principalmente em locais com luminosidade perfeita. Mas em muitos casos, as fotos não saem tão limpas. Ou a captação de luz em modo automático é excessiva, ou temos os já esperados tremores nas imagens. De qualquer forma, os mais treinados e os menos exigentes podem obter bons resultados. Os mais exigentes podem não gostar do que vão ver.

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O Quantum Go possui uma câmera frontal de 5 megapixels, que se destaca por contar com um ângulo de captação de imagens de 84 graus. O recurso é bem vindo para aqueles que gostam das selfies em grupo. Aqui, o sensor tem um rápido tempo de disparo, mas com a qualidade final igualmente mediana.

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O software escolhido pela Quantum tende a comprimir em demasia a imagem, com o objetivo de reduzir o ruído das fotos com baixa luminosidade. Porém, isso acontece em exagero, a ponto de deixar a qualidade final das fotos um pouco artificiais.

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Além disso, o aplicativo de câmera também conta para o sensor frontal com o recurso Quantum Screen Flash, onde a tela do smartphone faz as vezes de flash, iluminando a mesma por alguns segundos, para um resultado final de fotos um pouco melhor em condições com baixa luminosidade. Já vimos esse recurso presente em outros dispositivos. E o resultado foi o mesmo: ajuda, mas não resolve. Não tem o mesmo resultado de um flash dedicado para o sensor frontal.

Games

O Quantum Go, apesar de ter uma estética de dispositivo premium, ele tem especificações técnicas medianas. E é necessário relembrar isso quando falamos no item games. Porque nesse aspecto, o dispositivo se comportou dentro do esperado, e de certo modo, até supera um pouco as expectativas. Justamente por ser um smartphone de linha média.

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Durante os testes, todos os jogos que normalmente utilizamos para a produção do review rodaram sem maiores problemas. Em alguns casos, como em Dead Trigger 2 e  Real Racing 3, o desempenho foi acima do esperado, pois os gráficos foram exibidos em alta qualidade, como se o mesmo fosse um dispositivo com uma GPU mais avançada. E o desempenho foi muito satisfatório, sem engasgos ou arrastos perceptíveis.

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Para a maioria dos usuários, ou para aqueles que querem um smartphone para jogar de forma mais casual, o Quantum Go atende bem as necessidades. Acho que até mesmo os gamers considerados hardcores ficarão surpreendidos com o desempenho final desse dispositivo com os jogos com qualidade gráfica mais elaborada.

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É claro a combinação de um processador octa-core de 1.3 GHz (que a Quantum promove como “True Octa Core”)  com 2 ajuda nesse resultado de boa qualidade. Mas é inegável que o trabalho feito pela empresa em manter o sistema Android o menos intrusivo possível é determinante para esse resultado obtido por esse dispositivo.

 

TV Digital

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Um dos adicionais do Quantum Go é a presença da função de TV digital, item que é bem procurado entre os usuários de dispositivos na faixa de preço que esse modelo se encontra. E podemos dizer que encontramos bons resultados no recurso, levando em conta as suas possibilidades.

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A TV digital funciona com o adaptador que acompanha o kit de venda do produto. O acessório se conecta ao smartphone através da porta microUSB na parte superior do dispositivo, e interage diretamente com um aplicativo dedicado ao recurso. É um app com interface similar ao que vimos em modelos de outros fabricantes, com uma proposta bem simplificada e descomplicada.

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É claro que os resultados do desempenho desse recurso podem variar de acordo com a região onde o usuário se encontra. Na minha cidade atual, eu moro em um dos pontos mais altos. Na minha cidade antiga, eu morava em uma região mais baixa. Com isso, a qualidade de sinal varia consideravelmente, e a experiência de uso também. Logo, vou descrever as minhas impressões baseado na minha atual situação.

O recurso de TV digital do Quantum Go funciona muito bem, mesmo em ambientes fechados. Nos testes, o conjunto foi capaz de captar o sinal dos quatro canais digitais disponíveis na cidade de Ponta Grossa (PR) dentro e fora da minha residência, sem apresentar grandes dificuldades. É claro que o ideal é que essa funcionalidade tenha bons resultados dentro e fora de casa, mas além dos fatores geográficos, a qualidade de sinal recebida no local vai influenciar e muito.

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Talvez alguns reclamem do fato de ser apenas um sinal digital simples, com resultados de imagem não muito satisfatórios. Por outro lado, temos sempre que lembrar que estamos falando de um dispositivo de linha média, onde algumas restrições precisam ser impostas. Sem falar que o Quantum Go possui uma tela com resolução de 1280 x 720 pixels. Mais do que isso, é algo desnecessário.

Sem falar que os principais concorrentes desse produto que oferecem a funcionalidade de TV digital não vão muito além do que aquilo que a Quantum entrega em seu produto.

 

Armazenamento e Bateria

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O Quantum Go está disponível em duas versões para o seu armazenamento, com 32 GB (4G) e 16 ou 32 GB (3G). O sistema operacional Android ocupa aproximadamente 2.49 GB de espaço, o que resulta em um bom espaço livre para o armazenamento de aplicativos e dados do usuário. Lembrando que temos um slot para cartões microSD de até 32 GB. Ou seja, para a maioria dos usuários, temos aqui uma quantidade de espaço suficiente para os arquivos pessoais, músicas e apps.

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A bateria do Quantum Go possui uma capacidade total de 2.300 mAh. É preciso levar em consideração que estamos diante de um smartphone com baixa espessura, o que faz com que a sua capacidade de bateria seja menor. Mesmo assim, com as otimizações feitas na ROM Android do smartphone, o desempenho da sua bateria está no que posso chamar de “aceitável”.

Em um uso moderado (redes sociais, notificações ativas, navegação na web, vídeos e jogos ocasionais, maior parte do tempo com internet via WiFi), a bateria do Quantum Go aguenta sem maiores problemas pelo menos um dia de uso. Já em um uso mais pesado (tela ligada na maior parte do tempo com brilho no máximo, muitos jogos e vídeos, TV digital por pelo menos duas horas, internet com 4G), a bateria pode se esgotar rapidamente, e a recarga se fará necessária.

Não estamos muito longe da média de consumo geral da maioria dos modelos dentro da sua faixa de preço. Com isso, podemos dizer que o Quantum Go atende bem as necessidades da maioria dos usuários que buscam um smartphone com as suas características.

 

Desempenho

O Quantum Go surpreende positivamente nesse quesito. É um dos smartphones Android com melhor desempenho geral que passou por testes no TargetHD em 2015, dentro do que se propõe, e na sua categoria de uso.

Poucas vezes vimos um casamento tão bem ajustado de um hardware (processador MediaTek MT6753 64 bits True OctaCore de 1.3 GHz, 2 GB de RAM, GPU Mali-T720P3 a 450 MHz) e software (sistema operacional Android 5.1 Lollipop, com poucas customizações). A interface do smartphone roda de forma fluída e bem funcional, sem engasgos ou travamentos. Todos os aplicativos e jogos que normalmente instalamos nos smartphones que chegam para testes rodaram sem maiores problemas ou anormalidades.

O multi-tarefa desse smartphone também está muito bem ajustado, com um desempenho que realmente chama a atenção para um produto com a sua faixa de preço e características técnicas. Além disso, todas as funções pré-determinadas pela Quantum para complementar a experiência de uso foram executadas sem maiores problemas ou falhas.

O trabalho feito pela Quantum no Quantum Go surpreende. Salta aos olhos. Não deixa nada a desejar em relação aos seus concorrentes diretos.

 

Conclusão

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Sem exageros, o Quantum Go é um dos melhores lançamentos de 2015. É confortante constatar que uma empresa nacional conseguiu oferecer uma proposta de smartphone Android que respeite o consumidor em vários aspectos. É um dispositivo com um ótimo acabamento, um design muito elegante, uma tela de boa qualidade, um Android bem limpo, e um desempenho excelente.

O que mais podemos querer?

Um preço justo. E o Quantum Go tem um preço bem honesto para o resultado final entregue.

Mais do que isso. É uma das melhores relações custo-benefício disponíveis no mercado de linha média nesse momento. É um smartphone que tem tudo para agradar a maioria dos usuários que não querem gastar mais de R$ 1 mil em um dispositivo Android, mas que deseja uma experiência de uso de alta qualidade. Um produto que satisfaça ao bolso e no dia a dia. Um smartphone que ofereça uma experiência acima de sua média para um produto de linha média.

Um dispositivo de linha média com ar de top de linha. O Quantum Go conseguiu alcançar esse objetivo.

Huawei Enjoy 5, mais um smartphone para o mercado asiático

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A Huawei lançou o Huawei Enjoy 5, mais um smartphone 4G LTE como Android 5.1 Lollipop para o mercado asiático.

O dispositivo tem 9.7 mm de espessura e peso de 160 gramas, é um típico dispositivo de linha média, com tela de 5 polegadas (1280 x 720 pixels) IPS, processador MediaTek MT6735 quad-core 64 bits de 1.3 GHz, GPU Mali-T720, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de 128 GB).

O Huawei Enjoy 5 conta com slot dual SIM, câmera frontal de 5 MP, câmera traseira de 13 MP com sensor BSI OmniVision (f/2.0) e flash LED, bateria de 4.000 mAh, suporte ao 4G LTE/3G HSPA+, WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth, GPS, USB OTG e sistema operacional Android 5.1 Lollipop com interface Emotion US 3.1.

O Huawei Enjoy 5 chega ao mercado chinês no dia 16 de outubro, e tem preço sugerido de US$ 157 (já convertidos).

Via Vmall

BlackBerry Priv em ação, nas mãos de John Chen (vídeo)

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A BlackBerry decidiu tornar o BlackBerry Priv (Priv, de “privacidade”), primeiro smartphone Android dos canadenses, um produto oficial, depois de semanas de especulações. Antes conhecido como Venice, o dispositivo foi flagrado em funcionamento pelas mãos de ninguém menos que John Chen, CEO da BlackBerry.

O vídeo mostra o BlackBerry Priv executando o sistema Android Lollipop, e o foco da BlackBerry com o modelo é oferecer uma alternativa mais alinhada com as propostas disponíveis no mercado, mas com o diferencial de segurança de software que eles desenvolveram nos últimos anos.

Chen também revela alguns detalhes do smartphone no vídeo. Por exemplo, o teclado slide é também capacitivo, podendo funcionar como um mouse no sistema para interagir com alguns aplicativos. Por exemplo, é possível dar scroll pelo teclado no navegador web.

Chen também reforça a presença da tela de 5.5 polegadas com bordas curvadas e resolução QHD, além de um desejo forte que o BlackBerry Priv chegue logo ao mercado. A má notícia é que esse é um smartphone top de linha, com um custo estimado elevado, e que provavelmente só será lançado em 2016.

Seus detalhes finais devem ser apresentados ao longo dos próximos meses.

Vídeo a seguir.

 

Via Pocket-Lint

Omate TrueSmart+, um smartwatch Lollipop que realiza chamadas

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A Omate anunciou a comercialização de duas novas versões do seu smartwatch TrueSmart, nos modelos TrueSmart-i e TrueSmart+. Os modelos não serão vistos nas lojas até o final de outubro ou começo de novembro, mas o fabricante revelou todos os detalhes dos mesmos na sua conta do Facebook.

O mais interessante deles é o TrueSmart+, relógio que roda o Android Lollipop e realiza chamadas, já que integra um espaço para o seu próprio cartão microSIM. Seu corpo emborrachado em preto abriga uma tela de 1.54 polegadas (320 x 320 pixels) e WiFi integrado, mas sem câmera, como o seu antecessor.

Já o modelo mais simples, o TrueSmart-i recebe o Android 4.4 com tela de tamanho similar, mas com resolução de 240 x 240 pixels, contando com sensor fotográfico, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento, as mesmas capacidades presentes no modelo maior.

A Omate já aceita reservas dos seus novos relógios a partir do seu site oficial. O custo do TrueSmart-i é de US$ 149, enquanto que o TruSmart+ custa US$ 169.

Via Facebook (Omate)Omate

 

BLU Pure XL, com tela Quad HD, câmera de 24 MP e preço competitivo

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A BLU anunciou a existência do smartphone Pure XL, que conta com potentes especificações com um preço bem ajustado.

Com uma tela Super AMOLED de 6 polegadas (Quad HD), o modelo abriga em seu interior o processador octa-core MediaTek X10 de 2 GHz, trabalhando com 3 GB de RAM. Sua câmera traseira conta com 24 megapixels de resolução, e a frontal recebe 8 megapixels. O conjunto é gerenciado pelo sistema operacional Android 5.1 Lollipop.

O BLU Pure XL conta ainda com leitor de digitais na parte traseira (abaixo da câmera), 64 GB de armazenamento interno, 9.6 mm de espessura, corpo de 202 gramas e acabamento em alumínio, o que deve diferenciá-lo de outros modelos Android mais baratos. Possui também suporte para dual SIM e sua bateria é de generosos 3.500 mAh, com modo de recarga rápida.

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O BLU Pure XL estará disponível no mercado norte-americano no dia 29 de setembro, de forma exclusiva na Amazon. Não sabemos como (e se) ele será distribuído em outros países, e se o preço ajustado (não revelado) vai se manter nos demais mercados.

Via PR NewswireBLU

 

Android Lollipop só agora passa dos 20% de mercado

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As estatísticas do Google Play mostram novamente um balanço do estado atual da fragmentação do Android. O resultado mostra que apenas 20% dos usuários contam com a última versão do sistema operacional, a Lollipop.

Uma porcentagem muito baixa, mas ao mesmo tempo representando um crescimento muito importante, se levarmos em consideração se levarmos em conta que em maio a versão acumulava apenas 9% de mercado. A fatia maior ainda está nas mãos do KitKat, com 39%, seguida do Jelly Bean, com 32%.

É preciso levar em conta que os números só contabilizam aqueles terminais com versões superiores ao Android 2.2, e não sabemos quantos ainda restam hoje com tal versão (em agosto de 2013, ainda contavam com 1% de mercado). Sobre o crescimento do Lollipop, smartphones como o Nexus 6, Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge já contavam com essa versão desde o seu lançamento, de modo que precisamos esperar para ver se outros dispositivos vão receber essa versão nos próximos meses, ou se saltarão direto para o Android 6 Marshmallow.

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Via VentureBeatAndroid

 

Android Marshmallow e Lollipop: um comparativo de desempenho (em vídeo)

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Um novo vídeo mostra um interessante comparativo de desempenho do Android Marshmallow e do Android Lollipop, mostrando claramente uma leve vantagem a favor do segundo. Mas antes de qualquer coisa, várias considerações precisam ser feitas.

Para começar, esse comparativo não usa dos smartphones iguais. O Android Marshmallow está instalado em um Nexus 6, enquanto que o Android Lollipop está presente no Galaxy S6 Edge. Logo, é normal que o segundo aparelho mostre um melhor desempenho mesmo com uma versão inferior do sistema operacional do Google, uma vez que é um dispositivo mais potente no seu hardware.

Outra coisa que é importante lembrar é que o Android Marshmallow não está terminado, e os testes só refletem um desempenho aproximado, e não final. O desempenho do novo Android pode melhorar e muito na versão final.

Feitas essas considerações, apesar das diferenças de hardware e desempenho, vale a pena mencionar apenas os poucos segundos a mais que o Nexus 6 demora para iniciar o Android Marshmallow, já que o funcionamento dos dois dispositivos não oferece nenhum grande elemento diferenciador, pelo menos em termos de desempenho.

Vídeo a seguir.

 

Via WCCFTech

Review | Asus Zenfone 2 (ZE551ML)

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Antes de começar a falar do Zenfone 2, uma pequena história. Em 2014, a Asus lançou os modelos Zenfone 5 e Zenfone 6, dois modelos que se destacavam pelas especificações intermediárias, um bom desempenho geral, e uma relação custo-benefício interessante. O Zenfone 5 em especial foi um sucesso de vendas, chamando a atenção de muitos dos consumidores, e sendo um concorrente a ser considerado para as demais marcas já consolidadas no Brasil. Um ano depois, temos a renovação desse produto.

O Zenfone 2 chega ao mercado brasileiro, depois de anunciado lá fora no primeiro trimestre de 2015. Chega maior e mais poderoso, mostrando uma evidente evolução em relação ao que foi apresentado na primeira versão. Porém, chega com uma missão mais complexa de se estabelecer como uma das melhores relações custo-benefício entre os modelos top de linha – já que no papel as especificações são respeitáveis.

O desafio aumenta quando vemos o cenário atual de smartphones. Vivemos no Brasil uma crise financeira que freou as vendas, e o mercado de smartphones premium sofre mais com isso, em um claro momento de saturação. Será que a relação custo-benefício do Zenfone 2 será tão atraente assim? E o mais importante: será que o conceito geral melhorou o suficiente para custar um valor próximo ao dos dispositivos já estabelecidos em nosso mercado?

Nesse review, vamos tentar estabelecer as respostas para algumas dessas perguntas.

 

Características Físicas

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As mudanças de design presentes no Zenfone 2 são perceptíveis, mas não são radicais. Em linhas gerais, o conceito sóbrio do primeiro Zefone está presente, mas nos detalhes vemos modificações que chamam a atenção na estética e nas funcionalidades do dispositivo.

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Uma das coisas que particularmente me incomodou no primeiro modelo (e certamente incomodou a muitos usuários), mas que está presente no novo Zenfone 2 (infelizmente) são os botões capacitivos para os comandos do Android. Apesar de disponibilizar a área total de tela para os aplicativos e jogos, esta não é nem de longe a melhor solução no que se refere à estética e funcionalidades do sistema operacional.

Durante os testes, em algumas oportunidades o dedo esbarrou nesses botões durante a digitação, já que a distância da área capacitiva para a tela é muito pequena. E isso interfere sensivelmente no uso do dispositivo. Além disso, por algum motivo que eu mal consigo imaginar qual seja, esses botões não contam com retro-iluminação, o que torna o uso do smartphone em ambientes com baixa luminosidade ou no escuro um grande problema.

Mas vamos falar das mudanças mais interessantes e até positivas no Zenfone 2. Uma das mais chamativas é o deslocamento dos botões de liga/desliga/bloqueio de tela e controle de volume da lateral direita para outras áreas do smartphone.

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O botão de liga/desliga foi para a parte superior, ao lado do conector para fones de ouvido. Particularmente é uma solução que me agrada, já que é uma posição mais intuitiva para a função de bloqueio/desbloqueio de tela.

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E os botões de volume estão posicionados na parte traseira do smartphone, abaixo do sensor de câmera. Sim, amigos… lembra a solução de uma certa fabricante coreana, que há dois anos tem um conceito muito similar.

Nos dois casos, as mudanças me agradam. No caso do botão de liga/desliga, ela é mais intuitiva justamente na hora de bloquear a tela. Alguns modelos mais populares do mercado optaram por colocar na área superior por ser mais natural do que nas laterais. E no caso dos botões de volume na parte traseira, eu não tenho nada contra, já que também entendo que é mais intuitivo no acionamento durante uma chamada.

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No final das contas, as alterações resultam em um smartphone mais fino, leve e ergonômico, e tudo isso também é parte dos esforços da Asus na sua nova proposta de design, a Ergonomic Arc. O Zenfone 2 tem uma espessura aceitável dentro de sua proposta premium, e sua curvatura na parte traseira oferece um agarre muito agradável. A ideia aqui foi fazer com que comandos cotidianos como aumentar ou diminuir o volume durante as chamadas, bloqueio de tela, ou registro de selfies fosse o mais natural possível.

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Na parte traseira, não se iluda: o acabamento é do já famoso plástico metalizado, que dá uma aparência visual de um produto top de linha, mas que obviamente fica abaixo dos materiais empregados utilizados por outros fabricantes. De qualquer forma, é uma solução pensada na relação custo-benefício que tanto a Asus quer priorizar na sua linha de smartphones.

De qualquer forma, não é um ponto de completo desagrado nesse aspecto. A Asus tem um smartphone vistoso e elegante, e que é bem construído. Também vale destacar de forma breve a câmera, que conta com um flash dual tone, mas essa novidade eu falo com mais detalhes mais adiante.

 

Acessórios

A unidade do Asus Zenfone 2 enviada para os testes veio com o essencial: manuais, cabo USB e carregador. Nada de fones de ouvido, algo de se estranhar para um dispositivo que conta inclusive com aplicativos multimídia dedicados, e com um hardware mais robusto, o dispositivo fatalmente poderia tirar vantagem dessas capacidades para esse tipo de uso. Será que a Asus também pensou em uma melhor relação custo-benefício a esse ponto? Mas… o quão mais caro pode custar um fone de ouvido?

 

Tela

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O Asus Zenfone 2 possui uma tela IPS LCD de 5.5 polegadas com resolução Full HD (1080 x 1920 pixels, 403 pixels por polegada) e proteção Corning Gorilla Glass 3 Essa tela aproveita pelo menos 72% da área total do dispositivo. E esse é um dos itens que a Asus mais apostou no novo smartphone, com melhorias mais positivas em relação ao dispositivo do ano passado.

O aumento de resolução é mais do que bem vindo, ainda mais pelo fato do dispositivo se candidatar ao posto de favorito entre os tops de linha. Os concorrentes já usam resoluções mais altas nas suas telas, mas muitos entendem que a maioria não percebe a diferença entre Full HD e Quad HD em uma tela entre 5.5 e 6 polegadas. Logo – e pelo menos por enquanto – não há um grande défcit aqui. Pelo contrário.

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As imagens entregues pelo Zenfone 2 são de alta qualidade, com excelente equilíbrio entre cores, brilho e contraste. Para ajudar, a Asus conta no seu software Android ajustes específicos para a tela e sua qualidade de imagem. Ou seja, essa tela pode se ajustar às necessidades, preferências e exigências de usuários com diferentes perfis de uso.

É uma pena que a tela desse smartphone não seja tão boa em ambientes abertos. Foi percebida uma certa dificuldade em ver as imagens reproduzidas na tela debaixo de um céu aberto, em um dia de sol forte, mesmo com a tela com o brilho no máximo.

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A qualidade do toque dessa tela também é outro ponto que merece um destaque positivo. É um toque suave e preciso, o que ajuda na experiência de uso, de um modo geral. Como ‘cereja do bolo’, a tela do Zenfone 2 conta com o recurso de despertar/bloquear a tela com dois toques, ou que torna a experiência de uso ainda mais prática.

Sim, amigos… funcionalidade que também lembra aquela presente em um smartphone de marca sul-coreana há pelo menos dois anos. Não quero aqui entrar em polêmicas. Só achei importante destacar esse ponto para vocês, ok?

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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A unidade enviada para testes conta com o sistema operacional Android 5.0 Lollipop, com todas as personalizações da interface proprietária da Asus, a ZenUI. Essa combinação resulta em um Android altamente customizado, e isso pode afugentar aos usuários que desejam uma interface mais pura e próxima ao que Google idealizou. Por outro lado, temos aqui algumas soluções interessantes, que podem ajudar no uso diário.

Já destacamos o toque duplo na tela para bloqueio e desbloqueio. Não são todos os smartphones que contam com tal funcionalidade nativa (é possível reproduzir esse efeito com outras interfaces ou ROMs personalizadas), e esse diferencial é bem vindo no uso do dia a dia.

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Além disso, a Asus customizou o hub de acesso rápido aos principais recursos do sistema para um acesso mais prático e direto. Os widgets próprios também oferecem alternativas que entregam as funções mais básicas para o gerenciamento de contatos e compromissos.

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Outro diferencial do Zenfone 2 é a presença de mais de uma alternativa para a tela inicial. Dessa vez, temos interfaces nos formatos de uma ou duas camadas.

A interface de duas camadas é a tradicional, que conta com o botão ‘todos os aplicativos’, onde dentro dele é possível escolher os atalhos e apps e widgets.

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Já a interface de uma única camada elimina o botão de ‘todos os aplicativos, agrupando todos os programas instalados em ícones nas abas da tela inicial. Esse segundo modo simplifica o acesso do usuário aos apps disponíveis do smartphone, além de lembrar (e muito) a ideia do sistema operacional do telefone da maça mordida. Seria esta uma solução para reduzir o impacto dos eventuais usuários que migraram de um modelo para outro?

Nos dois casos, é possível criar ‘grupos’ ou ‘pastas’ de aplicativos, permitindo que o usuário agrupe esses apps em categorias.

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Também temos o modo fácil, onde ícones grandes são disponibilizados em uma única tela, e os aplicativos mais utilizados ou essenciais ficam disponíveis para um rápido e simplificado acesso. É o modo pensado nos vovôs e vovós, que não contam com tanta intimidade com o mundo da tecnologia.

A Asus também personalizou aplicativos de uso geral, como rádio FM, anotações, gerenciador de arquivos e outros, além de adicionar soluções próprias, envolvendo áreas como armazenamento na nuvem, modo criança, MiniMovie, lanterna e até espelho (que nada mais é do que a câmera frontal ativada).

Por outro lado, a Asus também deixou um monte de aplicativos de terceiros pré-instalados no Zenfone 2, onde muitos podem encarar com ‘crapwares’, ou softwares que não são desejados no dispositivo. Esse é um problema sério, que poderia ser resolvido nas versões posteriores, ou depois das primeiras unidades do produto chegarem ao mercado.

Mesmo assim, é possível encontrar aplicativos interessantes entre aqueles que foram da escolha da Asus. Aqui, cito dois: o Clean Master, que tem como missão liberar RAM e eliminar o cache de aplicativos. Esses dois itens podem ajudar e muito e um melhor desempenho do smartphone. O segundo é o Dr. Safety, um aplicativo que monitora tudo o que é instalado em seu smartphone, detectando possíveis ameaças.

Detalhe: o Dr. Safety foi tão eficiente, que detectou DOIS APLICATIVOS com ameaças dentro da Play Store. E aplicativos de desenvolvedores considerados grandes.

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De um modo geral, a proposta Android da Asus é interessante. Pensando na maioria dos usuários comuns, ou naqueles que querem uma boa gama de recursos proprietários no seu smartphone, o Zenfone 2 atende bem essas necessidades. De novo: eu entendo (e acredito) que os mais puristas não devem gostar de tantas customizações no Android. Mas nada impede que você use a Google Launcher – apesar de que, ao fazer isso, vai perder algumas funcionalidades inteligentes adotadas pela ASUS, como por exemplo o toque duplo na tela para bloqueio.

 

Qualidade de Áudio

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O Asus Zenfone 2 possui um alto-falantes traseiro, que tem uma qualidade final de áudio apenas razoável. Não é algo ruim a ponto de distorcer a sua música preferida a ponto de ela não ser reconhecível, mas deixa um pouco a desejar para os usuários mais exigentes.

O áudio do alto-falante para chamadas também foi algo satisfatório, permitindo uma boa comunicação durante o período de testes. Posso dizer que, nesse aspecto, o Zenfone 2 está bem dentro da média dos dispositivos disponíveis no mercado hoje.

 

Internet e GPS

A Asus adota na sua linha de smartphones Zenfone um sistema que é capaz de otimizar a detecção de sinal de antenas de telefonia, que além de oferecer uma melhor qualidade de sinal resulta em uma maior economia de bateria, já que o smartphone não fica muito tempo buscando o sinal em um ponto com menor recepção. Essa tecnologia automaticamente se converte em uma melhor performance no uso de internet nas redes móveis.

O desempenho do Zenfone 2 nesse aspecto foi excelente. A presença da tecnologia de transmissão de dados LTE Cat 4+, que promete downloads de até 250 Mb/s (isso é, se a operadora tiver disponibilidade para tal velocidade – no Brasil, isso é apenas um sonho). Com isso, não só se converteu em uma detecção de rede móvel mais rápida, mas também em uma maior velocidade final de conexão. A experiência de navegação nesse caso é excelente. O mesmo pode ser dito para a conectividade WiFi, que também foi melhorada e otimizada se comparado com o modelo lançado em 2014.

Vale lembrar que o Zenfone 2 possui dois slots para cartões micro SIM, mas apenas o primeiro slot é compatível com as redes 3G e 4G. O segundo slot só é útil para quem quer receber e realizar chamadas com duas linhas, e funciona apenas com as redes 2G.

O GPS do Zenfone 2 também recebeu melhorias, que tornaram o recurso mais rápido na detecção do posicionamento, oferecendo também melhores resultados nos mais diferentes usos.

 

Câmera

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O Asus Zenfone 2 conta com um sensor traseiro da Toshiba de 13 megapixels (f/2.0), com um sistema de lentes e um software que promete a captura de imagens em um menor tempo possível. Além disso, a Asus adicionou uma tecnologia que é capaz de capturar imagens até 400% mais brilhantes à noite ou em locais com baixa luminosidade, e sem a necessidade de um flash. Sem falar nos modos Super HDR e Super Resolução – esse último pode montar uma imagem com resolução de até 52 megapixels. Sem falar na tecnologia PixelMaster 2.0, que também evoluiu se comparado com o primeiro modelo.

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Os diferentes modos de captura presentes no Zenfone 5 estão de volta no novo modelo, facilitando a vida do usuário menos experiente, indicando qual é o melhor modo para determinados tipos de cena. São pelo menos 17 opções que podem oferecer resultados otimizados na captura de imagens em diferentes situações.

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Porém, os usuários mais exigentes vão se empolgar mesmo com o modo manual, que oferece ajustes finos para brilho, contraste, captura de luz e outras especificações. Esse modo é pensado nos usuários com experiência fotográfica, e deseja explorar todo o potencial desse sensor para capturar imagens nas mais diferentes situações.

Aliás, os fabricantes parecem ter entendido que os usuários mais avançados e os fotógrafos de diferentes categorias também desejam registrar imagens com o smartphone. Logo, o modo manual está se tornando algo mais e mais popular nos modelos top de linha. Sem falar que essa é uma excelente forma de demonstrar a capacidade fotográfica desses sensores.

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Na prática, temos um sensor que é muito melhor do que aquele presente no Asus Zenfone 5 (e melhor do que o sensor do Zenfone 6). A Asus fez um ótimo trabalho melhorando o sistema de lentes da câmera e otimizando o software para captura de imagens em diferentes situações ou modos de foto. São pelo menos 17 modos de fotos, incluindo o modo manual, muito bem vindo para os usuários mais exigentes.

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Em cenários com perfeitas condições de iluminação, as fotos ficaram muito boas, com uma excelente reprodução de cores, e um bom contraste. Talvez alguns usuários mais exigentes vão sentir falta de um sensor ótico nessa câmera traseira, mas aqueles que não priorizam a parte de fotografia, ou estão conscientes que restrições precisam ser feitas para se alcançar o melhor preço podem conviver com isso sem problemas.

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O mesmo se repete com as fotos com iluminação artificial. Os diferentes modos de cena e ajustes podem entregar resultados realmente muito interessantes nesse aspecto. Aqui, a Asus conseguiu fazer o ajuste fino do seu recurso de otimização de imagens capturadas em diferentes condições de luz.

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Mas o que me deixou animado com essa câmera foi na hora de registrar fotos com a ajuda do flash de dois tons. Os resultados foram muito interessantes, dada a dificuldade de captura das imagens nessas condições. Se é o seu caso tirar fotos nessas condições de luz tão precárias, o Zenfone 2 não vai te deixar na mão.

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O sensor frontal também foi melhorado, contando agora com 5 megapixels de resolução. A otimização aqui tem o claro objetivo de atender aos fãs das selfies, e mais uma vez o Zenfone 2 pode ser uma interessante pedida. A qualidade final das imagens é bem aceitável sem falar que o sensor frontal também conta com recursos que otimizam o processo de captura, entregando uma qualidade final boa, considerando todos os aspectos já destacados.

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O sensor frontal também conta com um mecanismo de registro de selfies sem o toque na tela. Ou quase isso: o usuário pode simplesmente arrastar o dedo da direita para a esquerda, a partir do botão de captura de imagem. Nisso, é iniciada uma contagem regressiva. Basta o usuário deixar a câmera frontal identificar o seu rosto, e esperar a contagem regressiva acabar para registrar as fotos.

De um modo geral, fiquei bem satisfeito com o Zenfone 2 nesse aspecto. As melhorias aqui foram consistentes, e o resultado final das fotos pode atender as necessidades da maioria dos usuários que ainda se preocupam mais com a possibilidade de registrar uma boa imagem para compartilhar nas redes sociais.

 

Games

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Com tamanha capacidade de hardware (apesar da incredulidade de alguns em relação à compatibilidade dos apps com os processadores Intel), o Zenfone 2 não poderia ter outro resultado que não o excelente para os games.

Foram testados os jogos que normalmente utilizamos nos reviews, e todos eles tiveram um desempenho simplesmente impecável. Os jogos foram reproduzidos com qualidade máxima de gráficos, sem arrastos, bugs, travamentos ou incompatibilidades.

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E por contar com uma tela com 5.5 polegadas em Full HD, o Zenfone 2 pode ser uma alternativa muito interessante para quem quer contar com um dispositivo que seja eficiente e competente para os jogos. É um dispositivo recomendado tanto para os gamers ocasionais quanto para os jogadores mais convictos.

 

Bateria

A Asus adicionou uma série de novos recursos, funcionalidades e tecnologias no Zenfone 2, que visam não só um melhor desempenho geral, mas também uma maior autonomia de bateria. A boa notícia é que, se o seu uso for moderado, você de fato pode obter um dia completo de uso nesse smartphone. Agora se o seu perfil de uso é mais exigente…

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A bateria de 3.000 mAh do Zenfone 2 consegue sobreviver a pelo menos 12 horas de uso intenso (desconectando da tomada às 8 horas da manhã, e retornando às 20 horas), chegando ao final do dia com 13% de bateria restante. É bem no limite para um uso comercial, mas se você tem um compromisso depois do seu trabalho, ou você procura um carregador, ou você terá sérios problemas para seguir usando o smartphone.

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A performance nesse aspecto é, de certo modo, decepcionante. O Zenfone 2 não conta com uma autonomia de bateria que se diferencia muito de modelos similares. Se esperava um desempenho melhor do dispositivo, levando em conta as otimizações realizadas nas antenas WiFi, na tecnologia para busca de sinal de rede, no processador Intel Atom e nos recursos de software disponíveis no dispositivo, que promovem uma relativa economia de bateria, com a restrição de alguns recursos.

Porém, uma coisa que a Asus talvez não tenha imaginado que poderia acontecer é a representação na prática de um provérbio que acompanha o mundo da tecnologia a algum tempo: ‘quanto mais recursos disponíveis, mais o Android vai consumir esses recursos’.

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4 GB de RAM em um sistema Android, que é um devorador de memória, só pode resultar em um maior consumo de memória para realizar bem as suas atividades. E isso naturalmente se converte em um maior consumo de bateria, já que teremos mais e mais tarefas executando simultaneamente. A forma que o usuário tem para minimizar tal impacto é com aplicativos que coloquem os programas que consomem recursos de rede e bateria em segundo plano para ‘hibernar’ (recomendamos o Greenify para essa tarefa).

Deixando de lado as diferenças de hardware (qualidade e tamanho de tela, tipos de processador, etc), se comparado com dois modelos populares e já consolidados do Android (LG G3 e Motorola Moto Maxx), o Zenfone 2 definitivamente tem uma performance de bateria abaixo do esperado. O Zenfone 2 tem 3.ooo mAh de bateria (contra 2.940 mAh do LG G3, e 3.900 mAh do Moto Maxx), mas alcançou aproximadamente 2h30 de tela ativa em 13% de bateria restante, o mesmo tempo de tela do G3, enquanto que o Moto Maxx alcançou com a mesma porcentagem quase 5 horas de tela ativa.

Em compensação, o Zenfone 2 conta com um novo sistema de recarga rápida de bateria, o BoostMaster, que promete recarregar até 60% da bateria do dispositivo em apenas 39 minutos. E na prática, o recurso cumpre o que promete. Dependendo da quantidade de bateria restante no dispositivo, é possível obter 100% de bateria em aproximadamente uma hora, o que pode ser uma interessante vantagem para quem está preocupado com o consumo de bateria em um uso mais intenso.

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Também é preciso levar em consideração que a Asus adicionou vários recursos de software que visam prolongar a vida útil da bateria. Os modos de economia de energia podem ser muito bem vindos, principalmente quando estamos no final do dia e precisamos manter o smartphone ativo.

Os modos de economia de energia não diferem muito daqueles encontrados em outros modelos: quando acionados, eles restringem o uso de determinadas funções, para que o consumo de bateria seja menor. Não é algo que resolve de vez o problema para os usuários muito ativos, mas para os mais moderados pode garantir o tal dia útil de funcionamento.

 

Armazenamento

O modelo enviado pela assessoria de imprensa da Asus conta com 32 GB de armazenamento nativo, sendo que aproximadamente 25 GB estão disponíveis para o usuário. Além disso, o dispositivo possui um slot para cartões microSD de até 64 GB. Entendo que nos dois casos temos uma capacidade mais que suficiente para a maioria dos usuários com diferentes capacidades e níveis de exigência com o dispositivo.

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Tanto para a instalação de aplicativos (no armazenamento interno) como o armazenamento de músicas, fotos e vídeos do usuário (no cartão microSD), qualquer tipo de usuário terá suas necessidades plenamente atendidas nesse aspecto.

 

Desempenho

O modelo enviado para testes do Asus Zenfone 2 conta com um processador Intel Atom Z3580 quad-core de 2.3 GHz, trabalhando com uma GPU PowerVR G6430 e 4 GB de RAM. É um conjunto técnico poderoso o suficiente para entregar uma performance excelente para as mais diferentes necessidades e atividades no dispositivo.

Aqui, a Asus cumpre o que promete, entregando um dispositivo que é sim um top de linha em vários aspectos, e em uma experiência de uso muito satisfatória para quem quer realizar atividades mais complexas, reproduzir vídeos armazenados no dispositivo em Full HD, rodar jogos com gráficos mais elaborados, vídeos por streaming, entre outros.

Como a grande maioria dos usuários não vão explorar todo o potencial técnico do dispositivo, entendo que o Zenfone 2 pode ser uma ótima alternativa para quem faz questão de ter um modelo com performance top de linha, mas que não querem gastar os mesmos valores cobrados pelos concorrentes do mesmo segmento. E mesmo os usuários mais exigentes podem se surpreender com os resultados oferecidos pela alternativa da Asus.

 

Conclusão

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Colocando todos os itens em uma balança, o Asus Zenfone 2 oferece melhorias consideráveis em relação ao modelo lançado no ano passado. É um dispositivo que pode sim oferecer uma interessante relação custo-benefício, uma câmera melhorada, um hardware robusto, um design elegante e uma experiência de uso satisfatória. Certamente aqueles usuários que buscam um smartphone potente para uma melhor visualização de conteúdo ou execução das tarefas mais triviais podem ver nesse lançamento uma interessante opção.

Talvez os usuários mais exigentes possam reclamar de questões consideradas pontuais no smartphone, como por exemplo um sensor de câmera um pouco abaixo dos modelos top de linha da concorrência, a quantidade de aplicativos não desejados pré-instalados, e a elevada customização do Android pela interface ZenUI. Por outro lado, alguns desses pontos podem ser contornados com outros softwares que exploram de outra forma esses aspectos.

Sem falar que é importante pensar que a Asus fez aqui a escolha de oferecer uma melhor relação custo-benefício. E pensando nisso, algumas concessões precisam ser feitas. A boa notícia é que não são tantas concessões. Os usuários mais flexíveis podem conviver bem com isso.

Com preços sugeridos de R$ 1.299 (4 GB de RAM, 16 GB de armazenamento) e R$ 1.499 (4 GB de RAM, 32 GB de armazenamento), o Asus Zenfone 2 é uma opção excelente para quem busca um bom Android para as tarefas mais cotidianas (redes sociais, navegação na internet, etc), ou para os usuários que contam com um uso mais moderado do dispositivo. Aliás, com os lançamentos recentes, a Asus chega disposta a bater de frente com alguns dos seus principais concorrentes, mostrando produtos muito eficientes e preços muito competitivos. E esse modelo é o carro-chefe dessa nova fase da empresa no Brasil.

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Android Lollipop, e o eterno problema da drenagem de bateria

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Já falamos algumas vezes sobre os problemas de consumo de bateria do Android Lollipop, que provocam uma drenagem de bateria excessivamente rápido, a ponto de reduzir a autonomia de alguns telefones em poucas horas.

Apesar da importância desse problema, que afeta e muito a experiência de uso do dispositivo, o Google parece não dar muita atenção para o mesmo, que por sinal não foi resolvido no Android 5.1.1. Sim, eu bem sei que o Android nunca foi muito eficiente no consumo de recursos de um modo geral. Mas dessa vez, estamos diante de um problema extremo, que além do problema da fuga de memória (que produz certos fechamentos de aplicativos e reinicializações aleatórias), nos deixa uma imagem muito negativa do sistema operacional.

O problema de fuga de memória parece estar resolvido no Android M, o que nos leva a crer que todos os dispositivos que não serão atualizados para essa versão terão que aguentar permanentemente esse problema nos seus dispositivos. E isso é péssimo.

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Sobre a drenagem de bateria, não sabemos quando teremos uma solução oficial, de modo que os usuários afetados precisam ter uma boa dose de paciência, principalmente se levarmos em conta que, apesar das queixas dos usuários, a prioridade que o Google dá para o problema é realmente baixa.

Outra solução (bem longe do ideal) é comprar um dos cases com bateria que encontramos de tempos em tempos nos sites especializados, ou comprar um smartphone com bateria de 10 mil mAh. Sério, ele existe. Só vai ser difícil de ser comprado por enquanto.

Via WCCFTech

Galaxy Ace 4 NÃO vai receber o Android Lollipop

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A Samsung segue com a sua mais que criticável política de ausência de atualizações nos seus dispositivos de linhas média e de entrada. Sua divisão no Reino Unido informa que o Galaxy Ace 4 não vai receber o Android Lollipop.

A decisão afeta negativamente aos usuários do dispositivo lançado em agosto de 2014, que ficarão limitados ao Android Kit Kat por conta de ‘supostas limitações de hardware’. Ou seja, o Galaxy Ace 4 terá um ciclo de vida muito mais curto do que deveria, uma realidade que infelizmente se tornou uma tendência na Samsung, e que foi notada em muitos dispositivos, como por exemplo no Galaxy S4 Mini.

No caso do Galaxy S4 Mini foi um desleixo flagrante, já que foi anunciado que ele também não receberia o Android Lollipop por limitações de hardware. Porém, a operadora irlandesa Three lançou a sua própria versão do Lollipop para o citado dispositivo.

Fica claro que estas desculpas recebem cada vez menos credibilidade, deixando evidente o descaso da Samsung com o seu consumidor.

Via GSMArena

Samsung Galaxy Alpha vai receber o Android 5.1.1

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A divisão francesa da Samsung informa que o modelo Galaxy Alpha vai sim receber o Android 5.1.1 Lollipop. Não foram passados detalhes mais concretos, nem mesmo a data de disponibilidade do update.

O modelo é um dos mais atraentes do catálogo da Samsung, marcando uma mudança de design e de materiais entre seus smartphones. A notícia vem depois do anúncio da disponibilidade do Android 5.1.1 para o Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, o que indicava que não deveria demorar a chegar o update para o Galaxy Alpha, que pode acontecer entre o final de junho e o meio de julho.

Para quem considera comprar o Galaxy Alpha, vale dizer que este é um modelo top de linha com uma relação custo-benefício bem interessante, e que acaba de receber (na teoria) mais um ano de suporte. Quem sabe é um bom momento para um investimento?

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Via GSMArena

Android 5.1.1 disponível para o Galaxy S6 e S6 Edge

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O Android 5.1.1 está disponível via OTA para os modelos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge da Samsung. Como é habitual, o update é distribuído de forma progressiva e limitada, para mercados selecionados.

Cabe aqui um pouco de paciência e esperar, mas ao menos sabemos da disponibilidade do novo software para esses dispositivos. A versão já está disponível a algum tempo para outros modelos, como por exemplo o LG G Flex ou a linha Nexus, mas isso não surpreende, já que a Samsung é uma das fabricantes que mais demora na entrega de atualizações para os seus dispositivos.

O Android 5.1.1 entrega uma grande quantidade de novidades, muitas delas centradas no desempenho e estabilidade, além de corrigir falhas pendentes no dispositivo.

 

Via GSMArena

Os problemas de bateria do Lollipop são culpa do Google, diz Samsung

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Nem um veículo como o SamMobile nega que a Samsung cometeu um erro de cálculo no tamanho das baterias dos novos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge. Porém, a mesma Samsung garante que nem todos os problemas de bateria desses modelos são culpa sua, e apontam o dedo diretamente ao Android Lollipop.

Um dos principais problemas dessa versão do Android vem do excessivo uso da conexão de dados móveis por parte dos aplicativos, inclusive quando estes deveriam ter dado por encerrada a transferência de dados. Outro ponto que é preciso levar em consideração é o Google Play Services e, por tabela, o Googlw Now, que também apresentam problemas por estarem ligados profundamente à maioria dos aplicativos que se conectam na internet.

A má notícia é que, ainda que o Google esteja ciente desses problemas, eles ainda não implementaram uma solução para as atuais versões do sistema, como é o caso do Android 5.1, o que nos leva a pensar que eles ainda não encontraram uma forma adequada de resolver essas questões.

É algo bem questionável que, com um sistema operacional sem corrigir todas as falhas, o Google anuncie que estão centrados no desenvolvimento do Android M, a próxima grande revisão do Android. Que esperamos que deve ser mais cuidada que a Lollipop.

Via Sammobile

ASUS anuncia atualização da família Zenfone para Android 5.0 Lollipop

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A assessoria de imprensa da ASUS no Brasil anuncia a disponibilidade no país da atualização para o sistema Android 5.0 Lollipop para os smartphones Zenfone 5 e Zenfone 6.

Para o Zenfone 5 versão WW_3.23.40.52 do sistema está disponível no site de suporte da ASUS, em https://www.asus.com/br/Tablets_Mobile/ZenFone_5_A501CG/HelpDesk_Download/. Já para o Zenfone 6 a versão WW_3.23.40.52, está disponível emhttps://www.asus.com/br/supportonly/ASUS%20ZenFone%206/HelpDesk_Download/. Em ambos os casos escolha o itemAndroid no menu Sistema Operativo e clique no link Firmware na lista de opções.

O download da firmware tem aproximadamente 700 MB de dados, e deve ser copiado para a raiz do cartão microSD. Depois de reiniciar o dispositivo, o usuário vai receber a notificação de atualização do sistema. A partir daí, é possível iniciar o update, que também estará disponível em breve via OTA (Over The Air).

Antes de instalar essa atualização, o usuário deve ter a última versão da firmware do smartphone instalada (com o Android 4.4). Também é possível fazer o download da versão mais recente direto do dispositivo.

As versões do ASUS Zenfone são produzidas no Brasil, e já contam com mais de 500 mil unidades vendidas no país atpe o momento. O modelo conta com um processador Intel Atom dual-core, trabalhando em conjunto com o sistema Android e a interface ZenUI.

Sony Xperia T2 Ultra Dual é atualizado para o Android Lollipop no Brasil

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A assessoria de imprensa da Sony Mobile do Brasil informa que iniciou a entrega da atualização do Android Lollipop para o modelo Xperia T2 Ultra Dual no país.

O update chega depois da Sony liberar a nova versão do Android para os modelos da série Xperia Z. O Android Lollipop para o Xperia T2 Ultra Dual será ofertado aos dispositivos vendidos no Brasil de forma gradativa, nas próximas semanas (inicialmente para os modelos que não contam com vínculos com operadoras, sem qualquer tipo de customização ou softwares específicos).

A nova versão do Android traz ao aparelho uma interface ainda mais customizável e com notificações inteligentes para proporcionar acesso mais rápido do usuário às informações. O Android Lollipop também garante ao consumidor otimização de armazenamento, permitindo mover os aplicativos da memória interna para o cartão SD.

Outra facilidade para o cotidiano é a possibilidade de organizar rapidamente as atividades, fotos, vídeos e músicas, além de enviar arquivos anexos, localizações, entre outros, nas mensagens de texto para os contatos.

Em breve você terá o controle das permissões dos aplicativos no Android

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De acordo com a Bloomberg, o Google está preparando uma importante inovação no Android que afetaria o controle das permissões de aplicativos no sistema, oferecendo ao usuário esse controle, de forma similar ao que o iOS faz hoje.

Isso significa que, na teoria, os usuários contarão com um maior poder de escolha diante das permissões que solicita um aplicativo antes de sua instalação, ainda que não fique claro exatamente por que todo o assunto se manteve com tamanho sigilo. A decisão colocaria um ponto final a um dos itens mais criticados na instalação de aplicativos no Android , que é a quantidade excessiva de permissões que demandam algumas delas e, de fato, os absurdos que resultam em sua maioria, já que normalmente eles nem são necessários para o bom funcionamento do aplicativo.

Se tudo der certo, essa nova função estará disponível na próxima grande atualização do Android que, por enquanto, não tem nome definido, mas que poderá ser apresentado na próxima Google I/O, que acontece ainda nesse mês de maio.

Via Bloomberg

Samsung Dinamarca confirma o Android Lollipop para o Galaxy Note II

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A divisão dinamarquesa da Samsung deu uma ótima notícia para os usuários do Galaxy Note II: o dispositivo vai receber o Android 5.x Lollipop. Por outro lado, eles alertam que essa não é uma medida universal, e que sua disponibilidade pode variar de país para país.

Ou seja, alguns países não receberão o update oficial do Android Lollipop para o Galaxy Note II, o que pode obrigar a muita gente a utilizar as ROMs não oficiais.

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Dito isso, só resta cruzar os dedos e esperar para conferir se o Brasil será um dos países onde o Android Lollipop se fará presente no dispositivo. Esse update pode dar uma ‘segunda vida’ a um dos mais potentes phablets do mercado.

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Samsung Galaxy Note 4

Via GSMArena