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Facebook, Amazon, Google, IBM e Microsoft se unem para vigiar o desenvolvimento da inteligência artificial

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As gigantes da tecnologia Facebook, Amazon, Google (Alphabet), IBM e Microsoft se uniram na iniciativa Partnership on AI, que redige em comum os esforços na pesquisa e promoção das boas práticas que evitam que a inteligência artificial não se torne uma ameaça.

Até agora, cada empresa de tecnologia seguiu o seu caminho no desenvolvimento da inteligência artificial, com muitas liberando suas plataformas para que outros possam contribuir nesse desenvolvimento.

O problema é que isso criava uma certa fragmentação, e é isso o que a ação conjunta quer resolver.

 

Conduzir a inteligência artificial por um bom caminho

 

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Ainda que todas as empresas colaborem e criem uma estrutura formal de comunicação, unificando os critérios, todas elas seguem competindo, visando oferecer os melhores produtos e serviços que serão gerenciados por essa inteligência artificial e suas diferentes ramificações.

O consórcio está aberto para outras empresas que querem aportar seus recursos e experiências no futuro. Quem sabe Apple, Twitter e Intel (as grandes ausências) não aderem ao projeto.

Entre os objetivos do grupo, temos a viabilidade de uso de uma licença aberta padrão para todos os conteúdos publicados, como relatórios centrados em áreas como ética ou privacidade em um segmento muito promissor, mas que precisa ser vigiado de perto.

Que o Partnership on AI ajude nesse sentido, sem prejudicar a linha de desenvolvimento.

Via FortunePartnership on AI

YouTube Go vai permitir downloads de vídeos e compartilhamento offline

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A Alphabe anunciou oficialmente o desenvolvimento do aplicativo YouTube Go. Com ele, é possível fazer o download, ver e compartilhar vídeos do YouTube em modo offline e de forma totalmente gratuita.

Qual é o objetivo real desse aplicativo?

O YouTube Go é 100% focado no mercado mobile, que nem sempre tem uma boa conexão de internet disponível, e os dados móveis são bem limitados, mesmo nos pacotes mais generosos.

A reprodução de vídeos é uma das atividades que mais consome dados, e a ideia é poder descarregar os nossos videos favoritos e levá-los conosco para ver a qualquer momento e em qualquer lugar, sem depender de uma conexão com a internet.

Na Hora de baixar os vídeos, o YouTube Go vai nos dar a opção de escolher em qual qualidade queremos baixar, um detalhe importante já que podemos optar por ou economizar espaço a custo de sacrificar a qualidade, ou optar por algo mais equilibrado, mas ocupando mais espaço de armazenamento.

Para completar a oferta, é possível também compartilhar esses vídeos com nossos amigos sem a necessidade de estar conectado na internet.

Não sabemos quando o YouTube Go chegará ao mercado, mas o mais provável é que isso aconteça em 2017, já que o projeto está em fase beta.

Via Neowin

Alphabet (Google) segue crescendo, e seu futuro é mais promissor do que nunca

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Em outubro se completa um ano do nascimento do Alphabet, antes conhecida como Google. Porém, só agora a empresa apresentou os seus primeiros resultados financeiros sob essa nova estrutura. É o terceiro relatório financeiro da história da nova empresa, com números que mostram que a mudança deu certo.

Os números apresentados pela Alphabet correspondem ao segundo trimestre de 2016, e a saúde financeira da empresa é excelente. A receita foi de US$ 21.5 bilhões, um aumento de 21% em relação ao mesmo trimestre de 2015 (eram esperados US$ 20 bilhões pelos analistas), o que resultou em um aumento de 5% das ações da empresa na bolsa.

 

A publicidade é o segredo do negócio da Google

Alphabet Google

O principal negócio da empresa é a venda de publicidade, e todo mundo sabe disso. Dizem que a Google perde terreno nesse sentido para o Facebook, mas a verdade é que a gigante de Mounain View ainda segue apresentando maiores receitas nesse sentido, sendo muito mais relevantes na forma que vendem e mostram anúncios, já que o seu ecossistema é enorme, com um alcance ainda maior.

Era esperado pelos analistas um aumento no valor do custo por clique, mas este caiu 7%, o que significa um anúncio com menor custo de contratação. Isso resultou em um aumento na receita de 29%, o que mostra o quanto as pessoas confiam (quase que) cegamente na Google para campanhas de marketing digital. Todo o segmento de publicidade da Alphabet apresentou um aumento de 19% em relação ao ano passado.

 

Os experimentos seguem perdendo dinheiro, mas isso não é um problema

Antes de virar Alphabet, a Google apostava em diversos projetos que resultavam em elevados gastos operacionais, que se traduz em prejuízo para toda a empresa. E isso irritava investidores.

Com a mudança para a Alpabet, o risco foi eliminado, já que a empresa segue apostando nesses projetos, mas sem colocar em risco o capital total, operando de forma (quase) independente, no segmento Other Bets, onde estão produtos como Nest, Fiber, Google X (agora só X), Project Loon, carros autônomo e outros. Aqui, a receita foi de US$ 185 milhões, com gastos operacionais de US$ 859 milhões. No ano passado, o prejuízo foi de US$ 660 milhões, com receitas de apenas US$ 74 milhões.

Logo, temos uma melhora importante. Longe do ideal, mas ao menos não afeta a imagem da empresa. 7

Hardware e serviços também crescem de forma considerável

No segmento Other Revenues, a Alphabet coloca grande parte dos seus outros negócios, como hardware e serviços na nuvem, incluindo toda a Play Store. Nesse trimestre, o crescimento foi de 33%, com US$ 2.172 bilhões, seguindo a tendência vista no trimestre anterior, que teve um aumento de 24%.

Já no segmento Google Websites, o aumento foi de 24%, com US$ 15.4 bilhões. Na Google Network, que inclui o YouTube, as receitas foram de US$ 3.7 bilhões, com um aumento de 3% em relação ao mesmo período de 2015.

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Com isso, a Alphabet (Google) mostra uma boa saúde financeira, que se vê refletida em um aumento no seu grupo de funcionários, de 57.148 para 66.575 funcionários no final de junho. A empresa segue crescendo, diversificando o seu negócio, e todos devem se beneficiar com isso, já que o investimento em inovação segue sem afetar a sua imagem. E isso é considerado o ideal para uma empresa desse porte.

Via Alphabet

Por que Eric Schmidt prefere o Galaxy S7 ao iPhone?

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O presidente executivo do Alphabet e ex-CEO da Google Eric Schmidt participou recentemente de um evento realizado em modo de entrevista cruzada, e não teve problemas ao reconhecer que prefere o Galaxy S7 ao iPhone, considerando o primeiro melhor.

O motivo para essa escolha é bem simples, e não envolve comparações técnicas de hardware ou acabamento externo. Schmidt entende que o Galaxy S7 é melhor por conta da maior autonomia de bateria, oferecendo assim mais horas de funcionamento com uma única carga.

É interessante ver como Eric Schmidt valoriza exatamente um dos elementos mais descuidados dentro das últimas gerações de smartphones. Tão interessante quanto é saber que ele tem também um iPhone 6s, e isso não deve surpreender. Até porque existe uma explicação perfeitamente razoável: a melhor forma de competir com seus rivais é compreendendo e conhecendo a fundo suas virtudes, sabendo o que eles podem fazer e o que os torna grandes.

O uso diário do dispositivo da Apple permite ao executivo visualizar permanentemente como é a plataforma móvel da Apple, vivê-la na perspectiva de primeira pessoa, e encontrar a inspiração para novas ideias e melhorias do Android. Sobre a sua opinião, é evidente que a diferença de bateria existe, mas os dois smarpthones são tops de linha, capazes de oferecer um desempenho enorme, com design fantástico, muito bem cuidado e elegante. Logo, pequenos detalhes como a bateria podem inclinar a balança a favor de um ou de outro.

Mesmo assim, é preciso levar em consideração que os dois smartphones contam com ecossistemas muito diferentes e valores diferentes, de modo que a escolha de cada usuário no final das contas não precisa se limitar ao hardware.

Via WCCFTech

Alphabet está pensando em vender a Boston Dynamics

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A Alphabet Inc decidiu colocar a sua divisão de robótica Boston Dynamics à venda. Alguns funcionários da Google familiarizados com o assunto garantem que os executivos da empresa não estão dispostos a investir em uma divisão que não tem uma fonte de receita imediata.

O problema começou quase imediatamente depois da Google comprar a empresa no final de 2013. O laboratório Google X absorveu o projeto Replicant, porém, o restante da Boston Dynamics ficou sem função, e seus funcionários relatam que tiveram diversas dificuldades para trabalhar com outros engenheiros da Google na Califórnia e em Tóquio.

 

A Alphabet acabou com o amor

A situação piorou depois que a Google se transformou em Alphabet, já que a gigante se centrou nas sub empresas que resultaram mais interessantes para os investidores. A combinação de sucessos somado com a falta de produtos viáveis fizeram os executivos da empresa a ver a divisão de robótica como um risco, e em um e-mail interno, o diretor de comunicações da Google, Courtney Hohne, garantia que “há excitação da imprensa tecnológica, mas estamos começando a ver algumas opiniões negativas de que seja espantoso, e que sejam capazes de ocupar os postos de trabalho dos humanos”.

Conhecendo o cenário, o momento de fechamento ou dissolução da Boston Dynamics se aproxima a cada momento, onde a Alphabet entende que não pode gastar mais de 30% dos seus recursos em coisas que já possuem dez anos. A empresa entende que conta com uma margem de tempo para gerar receita que cubra os gastos, e isso deve acontecer em, no máximo, dois anos.

Por enquanto, a Boston Dynamics não fala sobre o assunto. Especula-se que o Instituto de Pesquisa da Toyota e a Amazon podem ser os possíveis compradores, mas nenhuma das citadas confirmam o interesse na compra. Como as fontes são confiáveis, vamos ficar de olho nos próximos acontecimentos.

Via Bloomberg

CEO da Google é 14.400 vezes mais rico do que eu e você

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O CEO da Google, Sundar Pichai, recebeu um incentivo de US$ 199 milhões em ações para se transformar no executivo mais bem pago dos Estados Unidos. Com isso, ele supera os US$ 650 milhões em ações da Alphabet, ou 14.400 vezes a riqueza média de um cidadão comum.

Sundar Pichai foi promovido em agosto de 2015 ao posto de CEO da Google, depois de se transformar o homem forte da empresa (depois dos seus fundadores) desde a vice-presidência, responsável pelo Android e chefe de produto. A nomeação foi parte da criação da Alphabet Inc., a corporação que substituiu a Google como empresa na Bolsa de Valores, o que transformou as ações da Google automaticamente com os mesmos direitos no mesmo número de título do Alphabet.

Desde então, seja pelas mudanças corporativas ou pela melhora da valorização futura dos analistas, as ações da Alphabet subiram 17% na Bolsa, superando assim a Apple e se transformando na maior empresa de tecnologia em capitalização de mercado no planeta, algo que não acontecia desde fevereiro de 2010.

O incentivo de US$ 199 milhões para o CEO da Google transforma Pichai no executivo mais bem pago. Mas não o mais rico na Alphabet: Sergey Brin (por exemplo) tem US$ 34.5 bilhões em ações, enquanto que Larry Page supera os US$ 35 bilhões.

 

Via The Guardian

Google quer fabricar o Nexus no mais puro estilo Apple

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A Google é uma empresa de software. Ou pelo menos, era. Seus investimentos sempre foram mais enfáticos no software, onde o sue maior sucesso foi o Android, sistema operacional dominante no mercado de telefonia atual. Melhorar a experiência do seu sistema operacional móvel é um dos grandes desafios da empresa, e uma das medidas tomadas para contornar esse desafio foi a criação do programa Nexus.

O primeiro smartphone dessa fase não se chamava Nexus. Foi o HTC Dream (ou HTC G1) em 2009. Depois é que veio o Nexus One, e a sequência que conhecemos hoje, seguindo o mesmo padrão: um hardware construído por terceiros e software com a versão mais recente e limpa do Android. HTC, Samsung, Motorola, ASUS… diferentes fabricantes foram convidados a participar do programa.

Mas isso tudo vai mudar. A Google quer a independência, e assumir o controle da fabricação desses dispositivos.

O programa Nexus está mais vivo do que nunca

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O programa Nexus “foi morto” várias vezes. A imprensa especializada se encarregou disso (o TargetHD inclusive, assumimos nossa parcela de culpa). De tempos em tempos, vemos os rumores sobre qual modelo seria o último. E a Google rindo de tudo isso, e fechando os Nexus para não se nivelar aos seus parceiros do Android. Agora, com essa ideia deles mesmos fabricarem tudo, o que fica bem claro é que o programa Nexus está mais vivo do que nunca.

A Google (agora uma empresa do Alphabet) assumiria o processo de fabricação dos novos smartphones, do começo ao fim, sem mais intermediários além daqueles que fabricam as peças. Um samrtphone assinado pela Google, e sem as parcerias com fabricantes.

Como disse no parágrafo anterior, alguns componentes essenciais serão fornecidos pelos parceiros tradicionais: telas da Samsung, processadores da Qualcomm, câmeras da Sony e memórias de outros fornecedores. A Google não fala que vai fabricar os componentes, e é bem lógico que eles não façam isso. Eles basicamente montariam os seus dispositivos Nexus com peças de terceiros para assim garantir uma maior porcentagem de lucros, economizando um bom dinheiro nos custos de produção.

 

A Google já vendeu “hardware próprio”

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Não é a primeira vez que a Google aposta nesse movimento, porém, dessa vez, os riscos são maiores. Temos no mercado o Chromecast, que é fabricado por alguém, mas com a marca Google e nada mais, e o Pixel C, primeiro computador portátil 100% fabricado pela Google. Logo, fabricar os seus próprios smartphones da linha Nexus é só mais um passo.

Mas um passo bem lógico.

A linha Nexus é importante para a Google, mais do que possa parecer. Independentemente de quantos smartphones da Samsung, da Apple ou dos fabricantes chineses foram vendidos, o Nexus é o seu cartão de visitas. Nele, as pessoas conhecem como deve ser o Android sem retoques, e todo o potencial de um sistema operacional rodando sem capas de interface ou modificações.

Logo, a Apple Google passaria a adotar uma estratégia mais parecida com a da Apple, controlando totalmente o desenvolvimento e fabricação dos seus dispositivos.

 

Levar os smartphones Nexus para um outro nível

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Com um controle de produção nesse porte, os modelos Nexus poderão se destacar ainda mais em relação à concorrência em fluidez e desempenho. Vale lembrar que a compra da Motorola (pese o fato que foi um movimento para adquirir suas patentes), resultou em modelos como o Moto X e o Moto G que quebraram paradigmas do mercado, redefinindo o que deve ser dispositivos dentro de suas respectivas categorias.

Na época, foi especulado um programa de smartphones Premium, de uma série de fabricantes escolhidos, que fariam parte de uma elite no Android. O Android Silver teve seu desenvolvimento suspenso. Depois, houve uma tímida tentativa de distribuir o Android puro nos modelos Google Edition, que também caiu no esquecimento. Agora, a Google quer a independência de fabricantes externos, fixando como meta no horizonte tornar o Nexus um produto 100% Google.

O movimento, além de ser interessante, é compreensível. Principalmente com a possível saída da Samsung em favor do Tizen sempre rondando a cabeça dos executivos da empresa.

 

Os gerenciamentos associados ao hardware

Uma das grandes dúvidas sobre essa mudança (se confirmada) é em como a Google vai gerenciar os projetos hoje realizados com seus parceiros. A distribuição, a promoção, os acordos com operadoras de todo o planeta. Mesmo com a experiência adquirida com o Android One, tudo agora vai recair sobre a Google, sem ter intermediários. Talvez a Alphabet esteja planejando outra incorporação, utilizando uma empresa que se dedique a todo o hardware da empresa. Ou talvez eles vão na cara e na coragem, como já fizeram algumas vezes.

Alphabet já é mais poderosa que a Apple, e estas são suas armas

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Parece mentira que a Alphabet tenha apenas seis meses de vida, mas já é essa potência toda. A gigantesca reestruturação da Google anunciada em agosto de 2015 já dá seus frutos, se transformando na empresa mais poderosa do mundo, ultrapassando a Apple.

Depois de tornar públicos os seus ótimos resultados financeiros, o valor das suas ações na bolsa subiu o suficiente para destronar a Apple, que estava nesse posto de mais poderosa do mundo desde 2010. Agora, sabemos que a Alphabet teve ingressos de US$ 21.3 bilhões, com lucros de US$ 4.9 bilhões, refletindo assim um aumento anual de 18% e 5%, respectivamente. Grande parte desse sucesso está no bom funcionamento das buscas móveis, no YouTube e no seu negócio de “publicidade pragmática”.

O mais interessante de todos os dados revelados é que, graças a estra reestruturação, é possível saber com exatidão quais departamentos geram dinheiro dentro da Alphabet, e quais não geram. Um dos setores rentáveis é a própria Google, que arrecadou US$ 74.5 bilhões, com lucros de US$ 23.4 bilhões. Já as empresas englobadas na categoria Other Bets (Nest, Google X, Google Fiber e outros) arrecadou US$ 448 milhões no ano passado, mas registrou um prejuízo de US$ 3.6 bilhões.

Mesmo assim, a própria Aphabet reconhece que os resultados do Other Bets já eram o esperado, uma vez que se trata da empresa que cuida das novas empresas adquiridas e das tecnologias em desenvolvimento, de modo que é um grupo que realmente não deve dar lucros.

Não podemos deixar de destacar o segmento Outros Investimentos da Google, que inclui segmentos como o Google Play e sua linha de hardware. Aqui, temos um crescimento de US$ 2.1 bilhões no quarto trimestre de 2015, um aumento de 24% em um ano. Infelizmente não há mais detalhes sobre como esses números foram divididos dentro dessa categoria, mas é mais uma peça chave na fortificação da já imensa e colossal Alphabet.

A aposta em dividir a Google em diversas empresas e colocar todas elas em um conglomerado já se pagou. Muitos afirmavam que era uma aposta de elevadíssimo risco, uma vez que você tira de uma grande empresa o valor agregado de vários projetos em desenvolvimento, de serviços com relevância e outros fatores administrativos que poderiam prejudicar a Google no seu valor de mercado.

Porém, a ideia do “dividir para conquistar” prevaleceu. Não só a Google (agora uma empresa da Alphabet) se valorizou, como também outros serviços vinculados à Google, que ganharam uma maior independência e destaque junto aos investidores. Cada departamento agora possui números mais transparentes, um desenvolvimento mais claro e maiores chances de receber investimentos para que seus projetos prosperem.

Logo, não é difícil entender por que a Alphabet se tornou a empresa mais poderosa do mundo. Concentra tanto potencial de desenvolvimento, que virou rapidamente o paraíso dos investidores. Mesmo aqueles segmentos que não dão lucro incomodam. Até porque está no DNA da Google apostar e correr riscos. Logo, nem eles e nem os investidores de chocam com prejuízos de US$ 3.6 bilhões.

Com esse andar da carruagem, a máxima do “a Google vai dominar o mundo” só vai mudar porque a própria Google decidiu assim. Agora, é “a Alphabet vai dominar o mundo”. Se bobear, com certa facilidade.

Google desbanca Apple como empresa mais valiosa do mundo

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A gente deveria falar do Alphabet, mas por questões práticas e de referência, vamos nos referir à Google. Pois bem, a empresa de Mountain View publicou os seus resultados financeiros relativos ao quarto trimestre de 2015 (fechando o ano fiscal). Pela primeira vez, a empresa revelou dados dos seus negócios “secretos”, e apresentam números surpreendentes.

A Google informa ganhos de US$ 21.32 bilhões, 18% a mais do que o ano anterior, e acima das previsões de US$ 20 bilhões dos analistas. A publicidade cresceu muito, apesar do crescimento do Facebook nesse setor fazer com que a empresa perdesse participação. Mesmo assim, as ações da gigante de Mountain View subiram mais de 8%.

 

Alphabet como uma aposta vencedora

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De um modo geral, a Google apresentou números excelentes, tanto para ingressos como para lucros geais, apesar de muitos negócios relatarem prejuízos, mas isso é algo que acontece com a empresa há muito tempo, e que os investidores estão acostumados a investir em projetos e empresas que depois de um tempo não resultam em nada.

O movimento de deixar todos os segmentos independentes e unir todos esses projetos no conglomerado Alphabet se mostra algo vencedor, isso depois que muitos dos investidores criticaram estratégia considerada arriscada. Agora, com tudo separado, quem quer investir dinheiro das empresas está mais tranquilo, pois pode conhecer quais são os projetos bem sucedidos e quais não são, e assim poder decidir onde investir.

Uma das preocupações era a dependência da Google no negócio da publicidade web, algo que começou a diminuir com o passar do tempo, ainda mais com o fato do Facebook ter assumido a liderança. Mas neste último trimestre, a Google informa um aumento de mais de 31% nos cliques pagos, algo muito importante para a empresa, que em 2014 fechou em 14%.

Grande parte dos negócios da Google apresentam lucros, como a Google Play (US$ 2.1 bilhões em arrecadações, um aumento de 24% em relação ao ano anterior), Google Websites – onde está o YouTube (US$ 14.9 bilhões, aumento de 20%) e a Google Networks (US$ 4.14 bilhões, aumento de 7%).

 

Como vão os projetos especiais da Google?

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A Google revelou pela primeira vez os resultados do segmento “Other Bets”, onde entram os projetos de carros autônomos, o Project Loon e o Google Fiber. Em conjunto, eles apresentaram prejuízos, mas a Google destaca que estes são projetos em crescimento, que a médio prazo serão dos mais bem sucedidos, mas que nesse momento necessitam investimento constante.

Os ingressos do “Other Bets” chegaram a apenas US$ 448 milhões, enquanto que os gastos operacionais representam US$ 3.56 bilhões, algo muito semelhante ao que aconteceu em 2014, onde foram informados US$ 327 milhões de ingressos, e gastos de US$ 1.9 bilhão. Os gastos aumentaram, mas isso acontece por conta da aposta firme nos projetos.

Apesar disso, os analistas previam perdas de aproximadamente US$ 5 bilhões, ou seja, os números foram recebidos com bons olhos, de modo que as ações da Google na Bolsa subiram significativamente.

 

A Google já é a empresa mais valiosa do mundo

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O mercado reagiu de forma muito positiva com os números apresentados, a ponto da Google superar a Apple no posto de empresa mais valiosa do mundo, algo que já é comemorado em Mountain View.

A Google informa que o Gmail é o serviço de e-mail mais utilizado no planeta, com mais de 1 bilhão de usuários, batendo de frente com o Facebook, dizendo que a rede social “presumia” ter 100 milhões de horas diárias em vídeo, enquanto que o YouTube consegue números que superam as 1 bilhão de horas diárias de vídeo.

2016 parece ser um grande ano para a Google, começando com muita força, não dependendo de um único produto ou serviço, diversificando o seu negócio e atraindo novos investidores, que agora mais do que nunca querem fazer parte do crescimento da empresa.

Via Alphabet

 

 

Novo Google Glass aparece na FCC

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Todo mundo achava que o Google Glass estava morto e enterrado, mas Tony Fadell (o pai do iPod) assumiu a liderança do projeto, que agora é conhecido como Project Aura, e faz parte do Alphabet. E, com isso, o Glass ganhou sobrevida. Agora, temos novas informações sobre o assunto.

Mais: temos imagens sobre a suposta renovação do Google Glass, através de documentos públicos que podem ser encontrados no site da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC), que fazem menção aos óculos “Enterprise Edition”, uma atualização interessante sobre o modelo Explorer.

De acordo com os documentos da FCC, os óculos “Enterprise Edition” mostram atualizações de hardware e de design, incluindo uma dobradiça para deslocar o prisma, algo muito solicitado na versão Explorer. Nos componentes internos, encontramos um processador Intel Atom com uma melhor gestão do calor, uma atualização na conectividade com o suporte para os 5 GHz sobre o WiFi, a incorporação de uma bateria maior e um novo kit de baterias externas, que se conectam através do mecanismo magnético incorporado ao dispositivo.

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O novo Google Glass tem um design mais robusto e estilizado, sendo assim supostamente mais durável. Mas as melhorias mais importantes estão no aumento do prisma, que passa a ser resistente a pancadas e uma luz frontal que se ativa ao usar a câmera, além de uma nova certificação que o torna à prova de água e poeira.

O Google Glass “Enterprise Edition” é focado nos setores laborais, startups do programa Glass for Work. Nesse ponto, é pouco provável que ele chega ao mercado para o grande público. Não sabemos quando a Google vai anuncar o produto, mas já existem rumores que várias empresas começaram a receber esses óculos. O que é uma realidade é que ainda não há indícios que um modelo focado no consumo geral vai existir.

Vamos aguardar.

Mais imagens a seguir.

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Via 9to5Google

Google se une à indústria farmacêutica na luta contra a diabetes

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O departamento Life Sciences do Google deu um passo enorme quando se emancipou do X Labs da empresa para se transformar em uma das novas letras do Alphabet. Agora, a divisão dá um passo ainda mais importante, na pesquisa e desenvolvimento de novos tratamentos contra a diabetes.

Desde antes da emancipação da Life Sciences, o Google reforçava essa divisão com cientistas de primeiro nível, incluindo imunólogos, neurologistas e engenheiros de nanopartículas. Além disso, para a luta contra a diabetes, eles fecharam uma parceria com a Sanofi, uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo.

As duas empresas esperam ser capazes de oferecer tanto aos médicos como aos pacientes uma maior e melhor informação para ajudar a prevenir ou reduzir as flutuações repentinas do açúcar, que são as que fazem os enfermos a sofrer inclusive derrames cerebrais, danos no sistema nervoso ou doenças do coração.

O Alphabet pretende ser muito mais do que uma empresa de tecnologia. Levando em conta a boa visibilidade que dá ajudar na saúde das pessoas (além do fato das empresas farmacêuticas serem mais lucrativas que bancos), não é de se estranhar que o segmento da saúde é algo atraente para eles.

De qualquer forma, é evidente que o tratamento das diabetes é o ponto de partida desse segmento. A divisão Life Sciences já desenvolveu lentes de contato que medem a glicose nos diabéticos, e recentemente eles fecharam um acordo com a empresa de equipamentos médicos Dexcom para desenvolver dispositivos de monitorização de glicose que sejam acessíveis para todos os bolsos, e compatíveis com dispositivos Android e Android Wear.

Estes dispositivos são alguns que o Google e a Sanofi pretendem utilizar para oferecer aos pacientes e médicos ferramentas para o controle da doença em tempo real, permitindo que os dados obtidos resultem em um guia mais personalizado da dieta a seguir, ou das doses de insulina ideais para cada indivíduo.

Via Wired

Project Ara é adiado para 2016

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O Project Ara, agora nas mãos do Alphabet, foi oficialmente adiado para 2016, mudando seu local de operações para se alojar em algum lugar dos Estados Unidos que não foi revelado. Ele segue a sua ideia de ser um ‘programa piloto’, mas vai levar mais tempo para chegar ao mercado. A confirmação do adiamento veio através de uma mensagem publicada na conta oficial do projeto no Twitter.

Não faz muito tempo que o projeto teve os seus planos alterados, com o teste prático planejado para acontecer em Porto Rico no final do ano oficialmente cancelado. Vale lembrar que o Project Ara é algo muito diferente e inovador, e o elevado nível de personalização torna a sua execução algo muito complexo para um mercado tão dinâmico como é o da telefonia móvel.

O Google pensava em ter entre 20 e 30 módulos disponíveis no início dos testes práticos em Porto Rico. A maioria desses módulos poderiam ser trocados sem a necessidade de desligar o smartphone para a troca. Como produto em si, eles nos levam a pensar que podemos nos dirigir até uma loja ou operadora e comprar o esqueleto básico do telefone, para depois escolher os módulos de acordo com nossas necessidades e possibilidades, permitindo atualizações e melhorias de hardware com o passar do tempo.

Na prática, o Project Ara pode significar o fim do ciclo de vida de um smartphone.

 

Via @ProjectAra

Mudanças de planos no Project Ara, que agora é do Alphabet

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O Project Ara, que visa oferecer smartphones modulares, terá mudanças na sua rota de desenvolvimento pensando em um lançamento em grande escala para o consumidor final. Com a nova organização promovida pelo Alphabet, temos também algumas alterações nesse aspecto.

A rota de desenvolvimento do Project Ara passava por um grande teste: um programa piloto em Porto Rico, no final de 2015, com smartphones funcionando na ilha de Fidel. Porém, esse plano mudou, e esse teste não será feito em um país específico. Mais informações serão passadas nas próximas semanas.

Tudo indica que não será um adiamento ou cancelamento do Project Ara, mas sim uma mudança de planos sobre o local de execução do plano piloto. Fato é que a comunicação via Twitter dos responsáveis sobre o projeto foi bem confusa.

A seguir, veja um vídeo da última demonstração do Project Ara no Google I/O 2015.

 

 

Via @ProjectAra

BMW não vai vender o domínio alphabet.com para a Google

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A Google fez recentemente um movimento empresarial, passando a ser parte do Alphabet, estrutura que passa a englobar todos os negócios da empresa. Porém, o domínio desse conglomerado na internet ficou abc.xyz, e não alphabet.com. E isso tem uma explicação.

O domínio alphabet.com pertence à uma filial do grupo BMW especializada em soluções móveis para empresas como serviços de aluguel e venda de veículos. E fontes da firma bávara indicam que eles não pensam em vender o domínio para o Google.

Os recentes problemas de acesso ao domínio foram por motivos óbvios: a associação com o Alphabet do Google. Eles estudaram os efeitos sobre os direitos da marca, e a BMW entende que o domínio alphabet.com é uma parte muito importante do seu negócio. Sem falar que o Google não entrou em contato com eles para falar sobre o assunto.

Além disso, a página facebook.com/Alphabet também pertence à BMW, e o Twitter @alphabet é do usuário Chris Andrikanich, responsável pelas comunicações de uma pequena empresa de Ohio. As duas contas registraram um inusitado aumento de usuários. Já o Google registrou o username @aiphabet, mas certamente vai oferecer uma boa quantia de dinheiro para Chris mudar a sua conta.

Um detalhe curioso: alguém já registrou o domínio abc.wtf. Clique e descubra quem foi! :)

Via NYT

De A a Z: serviços, empresas e iniciativas do Alphabet

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A grande reestruturação do Google culmina em uma empresa mãe chamada Alphabet, que será dirigida por Larry Page e Sergey Brin, o primeiro como CEO e o segundo como presidente. Com isso, a Google fica mais independente, ficando nas mãos de Sundar Pichai.

Com isso, a Google fica com os seus negócios mais conhecidos e ativos: buscas, publicidade, mapas, aplicativos, YouTube e Android. Muitas outras iniciativas vão se separar da empresa, se tornando independentes e menos condicionantes em suas operações e resultados. Outras ideias bem loucas e sem gastos fixos e benefícios a curto prazo estão a caminho, algo que os investidores não deveriam gostar muito, e a independência nesse caso parece ter lógica.

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“O nome Alphabet nos agradou porque representa a linguagem, uma das invenções mais importantes da humanidade.” – Larry Page

 

O alfabeto do Google

A escolha pelo alfabeto é muito interessante, a ponto de revisarmos quantas empresas, serviços, nomes e iniciativas farão parte desse conglomerado. Todos contam com um lar comum, uma página com um curioso domínio (abc.xyz), e a partir de agora, vamos revisar esse peculiar dicionário.

 

A

A  é a letra da empresa principal, a Alphabet, mas também o início de uma série de projetos e serviços:

  • Android. A maior plataforma móvel do planeta, idealizada inicialmente para smartphones, mas que está mais e mais presente em outros locais da tecnologia, nas suas correspondentes versões.

  • Auto. O Android Auto fica na plataforma de software da empresa, permitindo que o Google ‘crie’ carros autônomos. O departamento merece uma menção especial por todos os  projetos que estão por viro, combinados no ‘Self-Driving Car Project’.
  • Ara. Os smartphones modulares do Google tomam forma dentro do Project Ara.
  • AdSense. O negócio de publicidade da Google, uma de suas fontes mais importantes de lucros.
  • Analytics. O serviço que monitora o tráfego de nossos blogs e sites.
  • Podemos incluir aqui outros nomes conhecidos, como o AdMob ou o Google Alerts.

B

  • Boston Dynamics. Eles começaram como uma empresa que trabalhava com o MIT, e agora dão forma aos robôs do Google.

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  • Blogger. Monte um blog com facilidade, personalizado e relacionado com os demais serviços do Google.
  • Buscas – Google Search -. Não preciso entrar em detalhes aqui. Simplesmente não conseguimos mais viver sem esse serviço.
  • Nesse grupo também temos o Google Books, mas agora ele está integrado ao Google Play e seus conteúdos.

C

  • Calico. A iniciativa que visa cuidar bem dos mais velhos.
  • Capital. É o braço de investimentos do Google desde 2013 (antigo Google Capital). Até agora investiu em 12 empresas, sempre como o interesse de lucrar, e não com objetivos estratégicos.
  • Na letra C também entra as Cardboards, um gadget de cartolina que se transformou em algo mais importante do que parecia ser no seu começo.

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  • Vale lembrar também do Contact Lenses, lentes de contato para diabéticos.

D

  • DeepMind. Empresa adquirida no ano passado, dedicada à inteligência artificial.
  • Drive. Ferramenta de acesso à nuvem do Google, vital para o funcionamento dos demais serviços da empresa.
  • Design. Local de encontro de designers, programadores e especialistas em interfaces. Matías Duarte é o seu responsável, além de ser o vice-presidente de design da empresa.

E

  • Express. O Google aposta nas compras rápidas, seguindo os passos da Amazon.
  • Earth. O serviço de mapas em 3D, um dos ativos mais fortes e inovadores do Google.

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F

  • Fotos. Desde os tempos do Picasa, o Google queria que os usuários guardassem suas fotos. Depois de várias voltas (incluindo o vinculo com o finado Google+), eles decidiram lançar um poderoso e independente serviço de armazenamento de imagens.
  • Fiber. Tem como objetivo montar uma infraestrutura de rede de banda larga de internet experimental. Está em expansão nos Estados Unidos.
  • Fi, a operadora virtual da Google, que já é uma realidade, cumprindo os rumores debatidos nos últimos anos.

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  • Flights: a tecnologia do Google para controlar os voos.
  • Também incluímos aqui o Google Finance e o FeedBurner, se bem que este último está cada vez mais em segundo plano.

G

Cm a letra G temos a própria Google, que seguirá aglutinando os principais serviços da empresa, aqueles que mais utilizamos no dia a dia.

  • Gmail. Uma das principais ferramentas de comunicação do planeta, no mercado desde 2004, e utilizado por mais de 900 milhões de pessoas.
  • Glass. Os polêmicos óculos, tão explorados midiaticamente, morreram antes de chegar ao consumidor final, mas seguem vivos com uma orientação mais profissional.

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H

  • Hangouts. As mensagens instantâneas do Google passam pelo Hangouts, que também permite a comunicação por vídeo e áudio. Tudo isso relacionado à conta Google do usuário.
  • Hooli. Esta é não é uma empresa ou iniciativa real, mas sim uma brincadeira feita pelo pessoal do Google/Alphabet na hora de apresentar a nova estrutura da empresa. É uma referência à série de TV Silicon Valley.

I

  • Google Imagens. 100% relacionado com o motor de buscas da empresa, também é um departamento muito importante, que desenvolve tecnologias relacionadas com imagens e algorítimos de busca. Está no mercado desde 2001.
  • Inbox. Serviço que chega pelas mãos do Google Mail, propondo mecanismos para melhorar a nossa produtividade e organização de e-mails e tarefas.

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  • Ingress. Um jogo para dispositivos móveis desenvolvido por uma empresa do Google. Ficou famoso pelo uso da realidade aumentada e GPS, tentando levar os jogos de ‘rol online’ para um outro nível.

J

  • Jump. Sistema que cria vídeos em 360 graus com câmeras de ação.

K

  • Keep. Serviço de notas via web, com a ajuda do Google Drive, via smartphone (exclusivo para o Android). É derivado do Google Notebook.

L

  • Life sciences: É na verdade parte do Google X, departamento de projetos secretos do Google.
  • Local. Serviço dedicado a descobrir locais de interesse de acordo com a nossa localização.

  • Loon. Tem como objetivo levar a conectividade (Internet) para locais remotos do planeta através de balões e globos aéreos.

M

  • Google Maps. Outro que dispensa apresentações. O serviço de mapas mais utilizado do planeta.
  • Makani. É uma empresa californiana especializada no desenvolvimento de sistemas de extração de energia eólica. Também faz parte do Google X.

N

  • Nexus. Os dispositivos do Google, incluindo tablets, smartphones e media players. A Google sempre busca parceiros fabricantes para criar o produto e estabelecer referências, sempre utilizando o Android como sistema operacional.

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  • Notícias. A plataforma de notícias do Google, diretamente relacionado às buscas.
  • Now. O assistente pessoal inteligente, o Google Now, é capaz de explorar todo o potencial de suas buscas, conhecer o seu perfil, e reconhecer/sintetizar a voz em diferentes situações.
  • Nest. Uma das empresas de hardware que a Google adquiriu, especializada em termostatos e câmeras de vigilância, todos inteligentes.

O

  • Google Offers: vale aqui a menção ao serviço de cupons e descontos, no estilo do Grupon, mas que fechou as portas no ano passado.

P

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  • Plus. A (quase) finada rede social da Google.
  • Play. A loja de conteúdos da Google, onde é possível comprar aplicativos, vídeos, livros, dispositivos e outros conteúdos.

R

  • Rewards. A Google Opinon Rewards está disponível nos Estados Unidos, México e Brasil, e é um sistema de enquetes rápidas que oferecem créditos na Google Play.

S

  • Shopping. Mudou de nome várias vezes, mas o objetivo é o mesmo: comparar preços de produtos nas diferentes lojas.
  • Skybox Imaging. Empresa encarregada de oferecer imagens e vídeos via satélite, além de serviços de análises.

T

  • Tradutor. Outra importante ferramenta do Google, que dispensa apresentações. Apresentará muitas inovações, como por exemplo as traduções simultâneas ou a realidade aumentada.

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  • Tango. Além do Ara, esse é um dos projetos que tomam forma nos laboratórios da empresa. Nesse caso, é possível comprá-lo, se você for um desenvolvedor. O dispositivo é capaz de criar mapas 3D, já que conta com uma câmera especial para tal tarefa.

V

  • Ventures. Outra estrutura de investimento, mas dessa vez focada nas novas empresas ou projetos de futuro. Mais de 300 empresas fazem parte desse segmento, entre elas Uber, Slack e One Medical Group. A Google ajuda com suporte de design, engenharia, recursos humanos e marketing.

W

  • Waze: A Google gostou do trabalho do Waze, que combina de forma inteligente as informações do tráfego com um componente social. Foi adquirida em 2013, mas tem outros investidores como o Facebook, além de problemas com órgãos que controlam os monopólios.
  • Wear. O Android Wear é o sistema operacional que dá vida a muitos wearables que aparecem no mercado.
  • Wing. Projeto que desenvolve veículos voadores (aka drones) para realizar entregas.

  • Wallet. Sistema de pagamentos da Google pelo smartphone. Recentemente eles compraram a Softcard, aproximando o sistema da adoção por parte das principais operadoras norte-americanas.

X

  • Google X Labs. Muitos dos projetos desse dicionário estão alojados nessa incubadora.

Y

  • YouTube. O portal de vídeos que foi adquirido pela Google em 2006. Uma grande visão de mercado. Um sucesso absoluto.

Z

  • Zagat. Serviço de recomendações locais que foi comprado pela Google e relançado em um momento posterior.

Sundar Pichai é o novo CEO da Google, que agora faz parte do conglomerado Alphabet

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Larry Page, até então CEO da Google, publicou uma carta aos acionistas onde anunciava mudanças importantes na estrutura da empresa. Agora, a Google faz parte de um novo conglomerado, o Alphabet, que é dirigido por Page (CEO0 e Sergey Brin (presidente), os co-fundadores do buscador de internet.

O novo CEO da Google é Sundar Pichai, que há muito tempo vem assumindo mais e mais responsabilidades na gigante de Mountain View. O diretor era encarregado dos departamentos do Android e Chrome Os, e agora será responsável por todos os serviços da empresa. Poucas coisas escapam do seu controle: só o departamento secreto da empresa (Google X), e as divisões de investimento (Google Ventures e Google Capital).

Na apresentação do novo conglomerado, Sergey e Page lembram que há 11 anos eles escreveram uma carta onde deixavam claro que ‘a Google não é uma empresa convencional’. O Alphabet vai traçar novos objetivos, onde cada letra do alfabeto vai ocupar uma posição nesse conglomerado. A letra G, como não poderia deixar de ser, pertence à Google.

Agora, Pichai carrega o peso de conduzir o futuro da Google. Um dos caminhos mias claros a seguir – e definir – é do futuro do Android, plataforma com uma fatia de mercado gigante, mas que não consegue resolver alguns problemas inerentes à sua natureza (fragmentação, rentabilidade para fabricantes e desenvolvedores, etc).

Mas há muitos outros desafios: YouTube, publicidade, mapas, Chrome OS… veremos se a condução de Pichai terá a capacidade e ambição suficientes para fazer com que a Google permaneça uma gigante no mundo da tecnologia.

Via AlphabetGoogle