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Pesquisadores querem que robôs aprendam a sentir dor

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Um grupo de pesquisadores alemães trabalha em sistemas que permitem que os robôs possam chegar a sentir dor, fazendo com que a inteligência artificial reconheça situações perigosas, atuando para evitar potenciais danos.

A dor tem um papel essencial na capacidade de sobrevivência do ser humano, já que não apenas nos ajuda a identificar e evitar situações de perigo, mas permite também ter a consciência de nossa própria fragilidade e dos limites para evitar lesões graves ou até mesmo a morte. Pode parecer um exagero, mas os doentes dom anagelsia congênita, um transtorno onde determinadas pessoas não podem sentir dor, não pensam dessa forma.

A percepção dador permite identificar quando a água está muito quente, quando uma articulação está lesionada, ou perceber se algo não está bem no seu corpo. Sem a dor, você não é capaz de identificar nada disso, e fica sujeito às consequências das mais diversas espécies.

O vídeo no final do post mostra melhor o conceito da pesquisa. O robô experimental é capaz de reconhecer e classificar diferentes tipos de dor em função da intensidade das mesmas, oferecendo uma resposta diferente para cada uma delas. Por exemplo, em caso de áreas onde o calor é intenso, o robô pode identificar esse perigo, e evitar que os humanos fiquem ali.

Fazendo com que os robôs possam sentir dor, melhoraríamos a sua humanização e capacidade de sobrevivência.

 

Via Spectrum.ieee

Facebook vai bloquear publicações extremistas na Alemanha

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O Facebook já possui restrições no uso de linguagem ameaçadora ou de ódio, e os críticos da rede social afirmam que eles não fazem o suficiente para impedir tais atitudes. Por isso, a empresa de Mark Zuckerbeg anunciou na Alemanha uma iniciativa que deve combater o extremismo, com a ajuda de organizações sem fins lucrativos.

Para conseguir diminuir ou eliminar o ódio na rede, o Facebook criou a “Iniciativa do Valor Civil Online” (Initiative for Civil Courage Online), que vem acompanhada de um fundo de um milhão de euros. Além disso, eles contrataram uma unidade específica para monitorar e eliminar artigos racistas na Alemanha.

A iniciativa começa na Alemanha por conta de uma investigação iniciada em novembro de 2015. Alegava-se que o Facebook pouco fazia para controlar o ódio em sua plataforma naquele país, e a chanceller alemã Angela Merkel pediu que a rede social se esforçasse um pouco mais para evitar esse tipo de publicações. Agora, em conjunto com o Ministério da Justiça e fundações sem fins lucrativos, eles identificação esses comentários extremistas, que serão eliminados imediatamente.

Certamente isso não será suficiente para combater todo o ódio nas redes sociais, mas é um bom começo. Também cabe aos usuários denunciar e não tolerar qualquer tipo de extremismo na internet.

Via Online Civil Courage Initiative

Facebook vai combater mensagens contra os refugiados na Alemanha

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O Facebook informa que vai trabalhar em conjunto com o governo da Alemanha para combater as mensagens de ódio e xenofobia na sua rede social contra os refugiados, atendendo as petições do Ministro da Justiça daquele país.

O Facebook vai trabalhar com o Ministério da Justiça alemão, o ISP e outras redes sociais na missão de detectar e eliminar os conteúdos de ódio o mais rápido possível. Eles também se comprometem com organizações financeiras contra esses tipos de ações, mas sem alterar a sua política sobre quais conteúdos são considerados ofensivos na rede social.

A Alemanha se comprometeu a receber mais refugiados do que qualquer outro país da Europa, e espera receber até o final de 2015 aproximadamente 850 mil pessoas, o maior volume de gente em sua história. Por outro lado, o Ministro da Justiça alemão criticou o fato do Facebook não fazer o suficiente contra as mensagens de ódio para os refugiados, enquanto se resulta muito mais diligente quando se trata de apagar imagens de conteúdo sexual.

Na Alemanha, os comentários que incitam a violência contra um grupo étnico ou religioso podem ser punidos com até três anos de prisão, e os negacionistas do holocausto contra os judeus enfrentam penas que podem alcançar até cinco anos de cárcere. As empresas de internet tentam cumprir com as leis de cada país, mas os governos europeus pediram para as redes sociais um papel mais ativo contra as propagandas de xenofobia e terrorismo.

Via The Verge