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Streaming de música só é lucrativo para astros globais

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Viver de música sempre foi algo bem complicado (eu bem sei disso…). São poucos que se sobressaem. Uns porque contam com um talento inegável, e outros porque tiveram sorte para aparecer no momento certo.

A internet e as plataformas de streaming facilitaram a vida de muitos artistas. Porém, esse crescimento não se reverte em lucros, já que esses artistas cobram cada vez menos por suas obras, e de forma mais frequente.

 

 

Por que os artistas estão cobrando menos?

 

 

A cada ano, o consumo de música por streaming aumenta, ganhando relevância e deixando em segundo plano os formatos físicos. Mesmo assim, viver com a sua música ainda é algo reservado para uma minoria. Ser popular na internet é algo bem importante, mas você só consegue receitas substanciais com a sua música quando você entra no top 40 de qualquer ranking musical.

Muitos compositores ganham muito pouco dinheiro, e todos os envolvidos ganhavam muito mais quando estavam envolvidos em um álbum. Agora, mesmo que uma música tenha 10 milhões de reproduções em um plataforma digital, o seu autor só ganha aproximadamente US$ 450 com ela.

 

 

O dinheiro é dividido lá em cima

 

 

O auge do streaming fez com que fosse mais difícil controlar aquilo que os usuários reproduzem, e para quem quer viver de música está com a vida bem mais complicada. Mas essa não é uma regra universal. Os grandes astros da música estão muito bem nos aspectos econômicos, e é possível dizer que são eles que contam com as maiores fatias do bolo desse universo do streaming.

Porém, o que a internet está fazendo com algumas músicas é “encurtar” a vida útil das mesmas. A maioria do dinheiro gerado vai para os grandes astros, e os artistas que não contam com fama mundial enfrentam mais e mais dificuldades para construir as suas carreiras. Antes, a situação era diferente: se um artista vendia um CD ou conseguia que uma música emplacasse, ele iria receber dinheiro suficiente para se respaldar. Agora, as pessoas são realmente obrigadas a ouvir as músicas daquele artista.

Na verdade, não são obrigadas. Elas ouvem o que elas querem. São mais seletivas e contam com maior poder de decisão sobre o que vão ouvir. Nada é imposto pelo mercado fonográfico, pelas rádios e veículos tradicionais. E isso também entra na equação.

Ou seja, você pode cantar bem e se tornar conhecido de forma mais fácil do que como era há 30, 40 anos atrás. Mas isso não significa que você vai ganhar a vida dessa forma. Independente do avanço da tecnologia e das vias facilitadas para promover um trabalho musical, viver de música como profissão ainda é algo para poucos privilegiados.


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