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Steve Wozniak gostou dos novos dispositivos com tela flexível apresentados na MWC 2019, e aposta em um iPhone dobrável para que a Apple não perca a corrida da inovação contra os fabricantes asiáticos.

Woz não mede palavras quando é questionado. Em recente entrevista para a Bloomberg, ele se mostrou inquieto pela situação da Apple no segmento de smartphones.

“A Apple liderou por muito tempo algumas áreas como a interação touch, a identificação facial ou os pagamentos em mobilidade. Porém, não são líderes em áreas como dispositivos dobráveis, e isso me preocupa, porque realmente quero um iPhone dobrável.”

O co-fundador da Apple é um otimista por natureza, confia no futuro da Apple, mas pensa além dos smartphones, algo que investidores e analistas também reclamam depois da queda nas vendas de iPhones.

“Tiveram tanto sucesso com o iPhone, que esse foi o seu negócio principal durante muito tempo. Só agora estão se diversificando”, disse Wozniak, reforçando que não é tudo o que a Apple lança que ele gosta mais do que a concorrência: “eu prefiro o meu Roku a um Apple TV”.

 

 

Calma, Woz… o iPhone dobrável está a caminho

 

 

A Apple não deve ficar de fora desse formato. A empresa inovou o setor mobile como poucas, mas também ‘se inspirou’ nas demais quando uma tendência apareceu no horizonte. Mesmo que no passado ela renegasse algumas dessas inovações (tela maior, lápis ótico no iPad…).

A Apple já tem uma patente registrada que aponta para um iPhone dobrável. Curiosamente, ela foi publicada no site de patentes e marcas dos Estados Unidos (USPTO) três dias antes que a Samsung apresentasse a sua tela dobrável, que daria origem ao Galaxy Fold (12 de outubro). A Apple pode estar esperando o hype dos demais cair para depois emergir com o seu hype.

Levando em conta que a tela é ponto essencial desse tipo de design, especula-se que existe um acordo estratégico entre Apple e LG para produção desse design, o que reduz a dependência da Samsung. Há quem diga que o iPhone dobrável chega em 2020, e que poderia vir com o 5G, outra grande tendência, uma vez que as duas tecnologias inovadoras estariam assentadas.

 

Via Bloomberg


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