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SSD: diferentes tipos e as melhores opções

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Trocar um HD mecânico por um SSD é a melhor maneira para melhorar o desempenho de um computador. E como os preços estão cada vez mais acessíveis, é natural que mais e mais pessoas e interessem pelo item. Por isso, nesse post, mostramos os diferentes tipos de unidades SSD e qual é o mais recomendado, de acordo com o tipo de uso.

 

 

 

Unidades SATA ou PCIe

 

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As unidades SATA são as mais comuns e mais antigas, mas muito válidas para os notebooks atuais. São discos de 2.5 polegadas de largura, com espessura que pode variar entre 7 e 9 mm.

Já as unidades PCIe são mais recentes e mais rápidas. Também podem ser identificadas como NVMe (Non-Volative Memory Express). Também devemos levar em conta o conector M.2, que é o que permite que um SSD ocupe um espaço similar ao de um módulo de memória RAM.

 

 

É preciso se certificar que a sua placa-mãe conta com os slots adequados para cada tipo de unidade SSD.

No quesito desempenho, as unidades SSD SATA mais rápidas podem alcançar os 550 MB/s, enquanto que as unidades SSD PCIe com NVMe podem alcançar os 3.000 MB/s. Nas tarefas mais básicas (navegação web, aplicativos de escritório e jogos pouco exigentes), não se nota essa diferença de velocidade. Mas em tarefas mais exigentes (editores de vídeo, áudio e fotos, jogos mais pesados e complexos), o impacto de desempenho é muito maior.

 

 

 

Leve em consideração esses aspectos com o SSD M.2

 

 

O tamanho é sempre importante. Falando primeiro das unidades de 2.5 polegadas, podemos encontrar diferentes tamanhos, onde cada denominação pode indicar as suas dimensões:

– 2242: 22 x 42 milímetros (largura x comprimento) com interface SATA e PCIe x2. Um formato comum para SSDs de laptop e mini-PC.
– 2260: 22 x 60 milímetros (largura x comprimento). Utilizado em unidades com maior velocidade e capacidade e interfaces PCIe x4.
2280: 22 x 80 milímetros (largura x comprimento). É talvez o tamanho mais usual, pelo menos até o aparecimento do próximo veremos. Geralmente está em placas-mãe de desktop ATX, mas também as vemos em laptops.
– 22110: 22 x 110 milímetros (largura x comprimento). Os maiores, também os mais rápidos em muitas ocasiões e da mesma forma os mais caros. Neste caso, nós os vemos em placas ATX.

 

Olhando com mais detalhes sobre a conexão física, podemos diferenciar tudo em três tipos:

– B Key: são duas linhas, uma de seis contatos e uma mais larga. Geralmente é visto em conexões PCIe x2.
– M Key: uma linha mais próxima de cinco contatos e uma maior entre 59 e 66 contatos. Usado na interface PCIe x4.
– B & M Key: como você pode pensar, é uma combinação dos dois. Tem uma linha de 5 contatos à esquerda, um de seis à direita e dois slots separando a área central, sendo assim compatível com o tipo B e M simultaneamente e a conexão que vemos atualmente.

 

Mesmo tendo muito mais a ver com a sua placa-mãe, o uso das unidades M.2 são mais orientados para computadores pessoais e nem tanto para servidores ou Workstation, pois as taxas de leitura e gravação e sua vida útil podem ser reduzidos a semanas em uma máquina de altíssima performance.

 

 

 

MLC, TLC ou SLC

 

Também podemos diferenciar as unidades de SSD de acordo com a tecnologia utilizada para armazenar a informação. As diferenças entre elas se baseiam na quantidade de bits que cada célula é capaz de gerenciar, separados em três categorias:

– MLC: célula multinível. Eles têm 2 bits por célula.
– TLC: célula de nível triplo. Eles têm 3 bits por célula.
– SLC: célula de nível único. Você tem 1 bit por célula.

 

Quanto maior o número de bits por célula, maior o risco de falhas. A SLC é a tecnologia mais antiga, de modo que convém optar pela MLC ou TLC, que contam com um melhor empacotamento de dados.

Sendo mais específico, para os profissionais e usuários mais exigentes, a escolha é pela unidade com MLC, principalmente se o uso envolve grandes quantidades de informação, evitando assim algum lag ao mover os dados de um local para outro.

 

 

 

Capacidade

 

 

Esse fator vai variar de acordo com as necessidades e com o preço sugerido. Dependendo disso, será melhor comprar um disco com uma determinada capacidade de armazenamento:

– 128 GB: já é uma capacidade limitada, não só por causa do que podemos armazenar nele, mas por causa de desempenhos mais lentos. Não costuma compensar maiores capacidades economicamente, também.
– 250 GB: já atende a um uso normal (para o sistema operacional, jogos e arquivos pessoais), embora sem ser capaz de ser muito confortável se vamos lidar com grandes volumes de dados.
– 500 GB: é talvez o tamanho ideal se quisermos ficar tranquilos em termos de espaço disponível e também não queremos ir para o mais caro.
– 1, 2 ou 4 TB: para usuários um pouco mais exigentes, especialmente se estamos falando de grandes bibliotecas multimídia de jogos ou vários conteúdos. São mais caros, principalmente os de 4 TB, que normalmente veremos mais para uso profissional e/ou quando o orçamento não é um problema.


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