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O Spotify tem 13 anos de vida (nasceu em 2006), e conta hoje com boas receitas, 96 milhões de assinantes e uma grande reputação ao redor do planeta. Porém, uma pedra no seu sapato está nos bloqueadores de anúncios.

Quem usa o Spotify no formato gratuito recebe com frequência a reprodução automática de publicidade seguida de um convite para fazer a assinatura. Alguns usuários entendem que isso é tedioso, e instalam programas que ajudam a saltar facilmente qualquer anúncio de graça.

Tal procedimento não agrada em nada ao Spotify, e tal prática não é nova e perdurou por anos. Porém, a empresa decidiu tomar medidas drásticas, e vai banir em breve todos os usuários que utilizam bloqueadores de publicidade na plataforma.

 

 

Acabou a paciência

O Spotify anunciou que vai começar a fechar as contas que utilizam programas para bloquear publicidades. Não haverá aviso prévio, nem advertência: os infratores simplesmente verão que sua conta foi desativada.

A empresa estava trabalhando em um software que iria detectar o que, segundo o seu parecer, era uma “atitude inaceitável”. Os esforços para alcançar e refinar um sistema de detecção confiável já eram detectáveis, e no final das contas não era um problema pequeno: pelo menos alguns dos milhões de usuários do Spotify estavam bloqueando anúncios.

Antes, o Spotify já tomou algumas medidas contra esse tipo de infratores. Porém, o máximo que fez até agora foi enviar mensagens afirmando que detectaram “atividades anormais” no aplicativo. Além disso, assinalava que não havia com o que se preocupar e pedia amigavelmente ao usuário a desinstalação da modificação e voltasse a baixar o aplicativo na Play Store. Uma vez feito isso, o usuário poderia recuperar a sua conta.

Mas esse tempo acabou, e agora a empresa vai ser mais severa diante dos burladores de publicidade. As mudanças recentes nos termos e condições de uso começam a valer a partir de 1 de março de 2019.

 

 

Via Spotify


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