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Sites e serviços que os pais devem bloquear o acesso dos seus filhos (parte 2)

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Não faz muito tempo que publicamos aqui no blog um post falando sobre cinco sites que os pais devem evitar o acesso para os seus filhos. E isso não é censura. As crianças precisam consumir conteúdos adequados para a sua idade, e são os adultos que precisam estabelecer o controle sobre isso.

Porém, outros sites tão perigosos quanto aqueles presentes na primeira lista publicada ficaram de fora, e precisamos colocar esses conteúdos para conhecimento do grande público. Afinal de contas, o livre acesso dos menores a esses sites pode resultar em danos sérios para as crianças.

Por isso, neste post, mostramos outros cinco sites cujos pais devem proibir o acesso por parte das crianças.

 

 

Tinder

Tudo o que você não quer é que um menor acesse um site cujo objetivo é conectar pessoas para um encontro amoroso ou relações casuais. E para se registrar no serviço, basta ter uma conta no Facebook.

Ou seja, mesmo que o site estabeleça o limite etário de 18 anos ou mais, é bem fácil driblar essa condição. E há quem diga que pelo menos 7% das contas registradas no Tinder são de usuários entre 13 e 17 anos.

 

 

 

Ask.fm

O Ask.fm é um site de perguntas e respostas, que pode parecer inofensivo à primeira vista. Porém, as perguntas contam com conteúdos totalmente inadequados para os menores. 10% dos jovens entre 11 e 16 anos registrados na plataforma foram assediados pelo menos uma vez por dia, e 26% desses usuários denunciaram o crime de assédio.

 

 

 

Whisper

O Whisper é um aplicativo de chat anônimo que também pode ser utilizado para conversas e publicação de conteúdos inadequados para menores.

A pior parte é que o serviço pode ser usado sem a necessidade de criar uma conta, e mesmo que seus termos de uso não permitem que menores de idade participem da plataforma, não existe nenhuma ferramenta de controle para evitar isso.

 

 

 

Omegle

Este é um serviço de chat de vídeo aleatório que também não exige o registro de usuário para utilização da plataforma. Possui um conceito simples: duas pessoas conseguem se ver através da câmera do computador ou smartphone, e se você não gostar do que viu, basta passar para a próxima pessoa.

Um ponto importante a ser registrado é que o Omegle é supervisionado. Seus moderadores buscam por conteúdos inadequados nas câmeras dos usuários. Mas é fato também que existe sim um segmento para adultos dentro do serviço, onde qualquer pessoa pode entrar, já que o site só tem a indicação que aquela área é para maiores de idade, sem oferecer qualquer ferramenta de controle.

 

 

 

Chatroulette

O Chatroulette tem o mesmo princípio básico de funcionamento do Omegle. Ou seja, você entrar no serviço e participa de um chat que pode ser moderado ou não, mas sem qualquer ferramenta para verificação da idade.

Qualquer pessoa pode ver qualquer outra pessoa, e isso permite que menores possam testemunhar atitudes inadequadas para a sua idade. Sem falar com a possibilidade de encontrar um pedófilo, algo que é bem possível diante dessas circunstâncias.

Os responsáveis do site introduziram capturas de telas aleatórias, o que indica que, na prática, a transmissão de qualquer pessoa pode ser registrada pelo Chatroulette sem o consentimento das partes envolvidas, o que levanta um enorme questionamento sobre até onde vai a privacidade dos usuários dentro do chat.

 

E é claro que esta pauta terá uma segunda parte.


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