TargetHD.net | Notícias, Dicas e Reviews de Tecnologia Sim… Dá pra implantar a chave do carro na sua mão… | TargetHD.net Press "Enter" to skip to content
Wetten.com Brasil Apostas
Você está em | Home | Tecnologia | Sim… Dá pra implantar a chave do carro na sua mão…

Sim… Dá pra implantar a chave do carro na sua mão…

Compartilhe

Brandon Dalaly é um amante de tecnologia que decidiu implantar um chip RFID embaixo da pele de sua mão direita para desbloquear o seu carro Tesla sem depender do seu smartphone para essa tarefa.

É algo que Tony Stark faria sem maiores problemas. Ou que qualquer pessoa que quer ter um pouco mais de praticidade na vida (e ter a certeza de que nunca mais vai perder as chaves do carro por aí) deve fazer para tornar a sua vida mais prática e simples.

Vamos então conhecer mais detalhes sobre a iniciativa de Brandon e, quem sabe, se inspirar nele para começar a implantar chips de reconhecimento para abrir outras coisas por aí.

 

 

 

Como ele implantou a “chave” do carro em sua mão?

Brandon decidiu mostrar o experimento em vários vídeos publicados nas redes sociais, permitindo que o mundo pudesse apreciar a sua iniciativa tecnológica.

Ele implantou um pequeno chip VivoKey Apex para desbloquear o seu veículo quando a sua mão se aproxima dele. E não é a primeira vez que Brandon faz isso, já que a fechadura de sua casa e seu histórico médico estão salvos em outro chip integrado em sua mão esquerda.

Logo, nosso amigo não é um novato na prática, o que aumenta a ideia de um ato racional e consciente para a atitude. O procedimento para implantar o chip RFID na mão foi realizada por um profissional que utilizou uma agulha de calibre 4 e anestesia local com lidocaína.

Para os interessados em realizar o mesmo procedimento no futuro, dá para se ter uma ideia de quanto custa a brincadeira: o procedimento cirúrgico e o chip que vai atuar como fechadura do carro ou da casa custam aproximadamente US$ 400.

Nem é preciso dizer que os vídeos de Brandon viralizaram, despertando dúvidas de muitos usuários. Quando questionado sobre os motivos para integrar um chip em sua mão apesar de poder levar um telefone consigo o tempo todo, nosso protagonista responde que “para mim, é um procedimento útil porque a administração de energia de Bluetooth do meu telefone é tão agressiva que nem sempre desbloqueia o carro”.

Ou seja, a iniciativa de Brandon vai além de um simples luxo, modismo ou desejo de se mostrar. Existe uma razão técnica para o procedimento.

Menos mal…

 

 

 

Uma tecnologia emergente

Brandon faz parte de um grupo de aproximadamente 100 pessoas que estão testando esse tipo de chips ao redor do mundo. A ideia desse tipo de procedimento é a interação com vários tipos de dispositivos diferentes, e não apenas com automóveis ou casas.

Além disso, esse tipo de chips RFID conta com a sua própria loja de aplicativos que podem ser instalados “no corpo do usuário”. O acesso aos carros Tesla é apenas um desses apps, e com o avanço desse tipo de tecnologia, as possibilidades são muito diversas.

Brandon instalou o app da Tesla para desbloquear o seu carro porque, basicamente, ele tem um carro da Tesla na garagem. Mas nada impede que ele utilize outros aplicativos no mesmo chip para diferentes finalidades.

O chip que ele tem embaixo da pele brilha na cor verde ao ser escaneado por qualquer outro dispositivo eletrônico, tal e como já vimos em diversos filmes de ficção científica. De acordo com os relatos de Brandon, a iniciativa também tem como objetivo oferecer a ele a praticidade e modernidade tão desejada pelos entusiastas em tecnologia.

Por fim, existe a preocupação de algumas pessoas em ser rastreado a qualquer momento por ter um chip como esse na pele. Sobre isso, Brandon afirma que essa tecnologia não pode ser rastreada porque é necessária uma fonte de alimentação externa para que essa tarefa seja concluída sem maiores problemas.

Sem falar que os usuários não deveriam ter essa preocupação no momento, pois o smartphone que carregamos no bolso todos os dias já realizam esse tipo de rastreamento. E não desistimos desse dispositivo até hoje.


Compartilhe