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Foi bom enquanto durou. Bom, mais ou menos. Alguns smartphones podem ser propostas chamativas, mas no final das contas, não funcionaram no mercado. Aqui, temos uma lista de produtos que prometeram ser um sucesso, mas que fracassaram na tentativa de forma significativa.

 

 

Red Hydrogen One

 

 

Um modelo que prometia revolucionar tudo. Foi anunciado em 2017, sofreu vários adiamentos no lançamento, e quando chegou ao mercado, recebeu críticas não muito positivas para o que prometia.

Sua tela exibia conteúdos em três dimensões sem óculos especiais, mas nem isso funcionou bem, com imagens borrosas. Esse foi considerado “o pior produto tecnológico de 2018” pelo Mashable. Um ano depois, o produto foi cancelado. E custar US$ 1.300 não ajudou na sua visibilidade.

 

 

Amazon Fire Phone

 

 

A Amazon acertou em muitas coisas, mas não com os seus smartphones. A ambição da empresa com o Amazon Fire Phone foi elevada demais, e o mercado jogou o produto no esquecimento quase tão rápido quanto chegou.

Chegou ao mercado por US$ 649. Seu preço caiu para US$ 199 e, no final, chegou a custar US$ 159 (para clientes do Amazon Prime, apenas US$ 59). Mesmo assim, registrou um prejuízo de US$ 170. Resultado: vários funcionários dos seus laboratórios de I+D demitidos, e o congelamento por tempo indefinido de futuros projetos de smartphones da empresa.

 

 

Yotaphone

 

 

O primeiro Yotaphone foi lançado em dezembro de 2013. O modelo contava com uma tela LCD de um lado, e tela de tinha eletrônica do outro. Um mix de smartphone com e-book reader para economizar bateria, leitura sem cansaço visual e outros recursos.

Duas gerações depois, e nenhum Yotaphone funcionou. A empresa declarou bancarrota, e muitos imaginaram que ela nasceu para ser comprada por outra, mas não sobreviveu até la. Outras empresas compraram a ideia do conceito de telefone, mas sem ter sucesso algum (até agora).

 

 

HTC First

 

 

Em abril de 2013, chegava ao mercado o HTC First, um smartphone destinado aos heavy users do Facebook. Um telefone com um fork do Android que estreava o Facebook Home, interface customizada idealizada pela maior rede social do planeta.

A ideia do telefone é que você jamais poderia abandonar o Facebook, ou pelo menos essa era a sensação que ficava. Mas nem mesmo o núcleo duro de usuários da rede social comprou a ideia. Um mês de vida foi suficiente para comprovar o fracasso: foi lançado por US$ 99, passou a custar US$ 0,99 pouco tempo depois e, por fim, despareceu.

 

 

Microsoft Kin e Microsoft One

 

 

Em 2010, chegou ao mundo o Microsoft Kin e o Microsoft One, dois smartphones com um simples sistema operacional e pensados (quase) exclusivamente para as redes sociais. Pequenos e com um teclado QWERTY completo, os dois serão lembrados por uma existência fugaz.

Os dois smartphones chegaram na era Steve Ballmer à frente da Microsoft. Chegaram ao mercado norte-americano custando US$ 500, e há quem diga que só vendeu 500 unidades no total. Um sonoro fracasso e completo desaparecimento para sempre. Então, a Microsoft centrou todos os seus esforços no Windows Phone, e o resto é história.

 

 

Nextbit Robin

 

 

Apareceu em 2015, e era chamativo por ser o primeiro de muitos modelos que seriam baseados quase integralmente na nuvem. Ele contava com 32 GB de armazenamento nativo, e outros 100 GB na nuvem da empresa, onde você podia armazenar músicas, fotos, arquivos pessoais e aplicativos.

Com algum atraso no lançamento do projeto no Kickstarter, o modelo foi entregue ao mercado em fevereiro de 2016. Em janeiro de 2018, foi enviado um e-mail para os clientes informando que a nuvem seria fechada em 1 de abril. Ali, chegava o fim do experimento, apesar da Nextbit não morrer como empresa (ela foi parar dentro da Razer).


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