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Diferentes setores da sociedade estão movendo todos os esforços possíveis para ajudar a população no combate ao COVID-19, e o mundo da tecnologia é um desses setores que estão fornecendo recursos para que as pessoas fiquem em casa com informação e entretenimento.

Diversos serviços de TV por assinatura, plataformas de streaming e operadoras de banda larga fixa e móvel ofereceram parte dos seus conteúdos de forma gratuita enquanto prevalecer esse período emergencial e de isolamento social. Porém, uma maior oferta de conteúdo somada ao maior número de pessoas em casa resultam em um natural aumento de consumo de banda de internet em todo o Brasil.

Existe o real risco da rede não suportar, e as instabilidades podem aparecer, o que afetaria não apenas os usuários que vão aproveitar o período de quarentena para colocar as séries e filmes em dia, mas principalmente as pessoas que precisam trabalhar em home office e até os profissionais que estão na linha de frente no combate à pandemia, como o pessoal da saúde e autoridades diretamente relacionadas com a gestão da crise.

Nos últimos dias, a Anatel, junto com os provedores de conteúdo, optaram por reduzir a qualidade de transmissão de vídeos por streaming, justamente para evitar essa sobrecarga na infraestrutura da internet brasileira, além de permitir que todos possam receber uma conectividade de boa qualidade para seguir com suas vidas (dentro do possível). Com tantas atividades conectadas, a internet se tornou um serviço essencial em nossas vidas, especialmente nesse cenário de caos. Por isso, tais medidas foram fundamentais.

A boa notícia é que já temos os primeiros resultados após as mudanças, e os indícios que a redução da qualidade de conteúdo está fazendo efeito positivo na internet brasileira são claros.

 

 

 

Menor consumo de dados = internet de melhor qualidade

 

 

De acordo com os dados do NIC.br, o consumo de dados no Brasil está abaixo dos 11 Tbps, o que indica um cenário de estabilidade na demanda geral do país. Mesmo assim, esse número ainda é considerado acima do normal quando comparado com os dados habituais.

Por outro lado, é preciso compreender que não estamos em um cenário normal, ou seja, provedores e prestadoras de serviço precisam de qualquer maneira reforçar as suas respectivas infraestruturas para aguentar a demanda maior por mais tempo.

Nesse momento, a internet brasileira está resiliente em relação às mudanças no padrão de consumo. O pico de acesso e volume de dados continua concentrado no horário nobre, às 21h. Também há um aumento expressivo no consumo de dados durante o período da tarde, por causa dos profissionais que estão trabalhando em modo home office.

Para todos os casos, fica a dica: quem puder, use o streaming com moderação, para que todos possam usar a internet com a melhor qualidade possível.

 

 

Via Minha Operadora


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