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A LG é a terceira marca mais reconhecida pelo público geral, apesar de não ser tanto pelos smartphones Android. Ela foi a primeira a colocar uma tela que responde por pressão no lugar de ser capacitiva, ou seja, uma tecnologia semelhante ao que conhecemos hoje.

Em um passado mais recente, era a LG que estreava novas versões do Android em seus smartphones. Por exemplo, trouxe o Android 7.0 Nougat em primeira mão para o mercado, no LG V20. Tudo bem, ele continua nessa versão. Mesmo assim, é um ótimo smartphone em 2018.

Agora, a LG faz mais um movimento interessante. No Canadá, eles atualizaram o (ironicamente) líder em vendas LG G6 com uma nova versão, o LG G6 ThinQ.

A tendência do ThinQ é interligar os dispositivos da LG que você pode ter em casa, indo das TVs até geladeiras, passando por máquinas de lavar e outros.

O mesmo aconteceu com o LG V30, e se repetiu com o LG G7 ThinQ. Porém, muitos esperavam um leitor biométrico integrado na tela, e não o suporte à inteligência artificial ou um notch no estilo iPhone X.

O ThinQ pode funcionar mais como marketing positivo para promover suas próprias tecnologias e soluções, mas outros aspectos poderiam ser melhorados, como por exemplo os canais de distribuição de dispositivos.

Colocar o ThinQ em um dispositivo lançado no ano passado não ajuda a revitalizar o negócio de smartphones da empresa. Pelo menos nesse primeiro momento, não ajuda.


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