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Da mesma proporção que a Copa Do Mundo de 2014, trouxe uma série de investimentos aos estádios brasileiros, também deixou uma conta altíssima para os clubes pagarem, já que com os novos campos esportivos os clubes necessitam de uma receita maior para manter essa estrutura.

Esse choque primário se deve principalmente a troca de público alvo de jogos de futebol, que anteriormente tratava-se de uma possibilidade de entretenimento muito econômica e atrativa. Hoje passou para espetáculos luxuosos com ingressos extremamente caros.

Em um pais em desenvolvimento, a maior parte dos torcedores não podem encaixar o valor dos ingressos em seu orçamento, para acompanhar o seu time de coração nos estádios, isso faz com que as receitas dos clubes diminuam com os novos estádios.

No entanto, um projeto de lei do Marco Regulatório de Jogos no Brasil (PL 442/1991), prevê a liberação de jogos de Bingos em estádios com a capacidade para mais de 15 mil pessoas, para trazer uma nova receita e um novo evento, e aumentar a arrecadação dos clubes.

Vale salientar que o brasileiro, de um modo geral, é apaixonado por jogos, e só encontra meios para jogar de forma legal através das plataformas online, que oferecem uma série de vantagens aos jogadores.

 

 

Bônus de boas vindas 

 

Além de contar com uma série de modalidades de jogos, e jogadores de todo o mundo, criam uma dinâmica e competitividade muito atrativa. O mesmo aplica-se a mecânica dos Bingos online, que estão cada vez mais divertidos, parte desta estratégia, para atrair os jogadores, fica por conta do bonus de boas vindas.

Este tipo de bônus premia o jogador em seu primeiro depósito na plataforma, e o deixa com um saldo maior para jogar e se divertir. Um saldo maior significa mais jogo e uma possibilidade aumentada de ganhos, o que é sem dúvidas o maior atrativo possível para um jogador de Bingo online.

Ainda assim, caso o Projeto de Lei seja votado e liberado, os jogos físicos de Bingo apresentam um chamariz social, algo que não é possível de promover na plataforma online, por mais vibrante e interativa que ela seja.

Também vale lembrar que boa parte das administrações dos estádios, no Brasil, não ficam nas mãos dos clubes, e são entregues para empresas que possam gerir, ou até mesmo as próprias construtoras, onde o time fica apenas com a verba proveniente da bilheteria em dia de jogos. Enquanto as administradoras ficam livres para gerir, administrar e lucrar com outros eventos.

Como o Projeto de Lei é voltado para que parte da verba conquistada por meio dos Bingos nos estádios, seja convertida para a gestão e manutenção do próprio estádio, essa liberação não necessariamente significa um aumento na renda do clube.

Existem exemplos em todo o mundo de que os clubes de futebol podem sim fazer uma excelente gestão e multiplicar as suas receitas por meios dos seus estádios, como o Arsenal da Inglaterra, que é o gestor do seu estádio, o Emirates Stadium, que promove atualmente 50% da receita do clube, somente com ingressos, eventos, visitas guiadas e lojas.


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