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Por que você precisa conhecer o CBLoL?

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teclado gaming

Fonte: Pixabay

Para quem não está nada familiarizado com os eSports, o título já parece estranho logo de cara. Mas não fique mais por fora: o CBLol é o Campeonato Brasileiro de League of Legends (LoL é a sigla muito usada para o jogo). E a competição é uma das principais do Brasil considerando qualquer esporte.

Você tem dúvidas? A edição de 2021 conta com o patrocínio de empresas como MasterCard, Dell e KitKat, em 2019, antes da pandemia, a final foi disputada em uma arena lotada no Rio de Janeiro – antes já tinha acontecido o mesmo no estádio Allianz Parque, do Palmeiras – e a organização cresce ano a ano.

 

 

 

Não há como parar (nem razão para isso)

Quem não está por dentro dos eSports, mas tiver curiosidade sempre ficará surpreso com o tamanho e a proporção que as coisas estão tomando.

O CBLoL teve suas finais em 2019 na Jeunesse Arena e em 2015 realizou um evento no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, para 15 mil pessoas. E esses números não têm razão para ficar nisso.

No exterior é comum ver arenas cheias para as competições e os eventos são verdadeiros espetáculos que vão além do que está em disputa nas telas. Tanto que segundo texto da Betway sobre o crescimento exponencial das competições virtuais, a previsão até 2022 é que o mercado de e-sports movimente até 1,5 bilhão de dólares por ano.

A potencialidade do setor é que impressiona e faz todo o sentido que exista um crescimento por causa da aceitação dos videogames nas idades mais novas. Adultos nos anos 80 e 90 podem não ter jogado tanto, mas crianças nessas décadas tiveram seus primeiros contatos com os videogames e quanto mais nos aproximamos da atualidade, mais provável que a criança tenha crescido se divertindo com os jogos.

Ainda segundo artigo da Betway, site de bets em eSports, 73% dos brasileiros se dedicam a algum jogo eletrônico. 

Por isso que o CBLoL e outras competições ainda têm muito terreno a percorrer. Ainda mais com a entrada de clubes tradicionais de futebol. O Flamengo, por exemplo, foi vitorioso em 2019. Apesar dos e-Sports não precisarem dessas instituições para sobreviver, o interesse e envolvimento destas é bom para gerar ainda mais visibilidade e trazer mais recursos e interesse. A partir disso, em um terreno de jogo justo, que vença o melhor e que seja mantido a ideia que o crescimento precisa ser generalizado e equilibrado, para que a emoção não deixe os e-Sports e que as ligas, competições e atletas saiam fortalecidos sempre, não só uma parte ou outra.

 

 

 

Em um cenário incerto, os e-Sports trazem garantias

O Brasil é o país do futebol e não há como discutir isso. Mas usando o dado acima, para cada praticante de futebol há dois gamers. Por isso clubes tradicionais de futebol já têm suas equipes de CS:GO, LoL, Free Fire e mais.

Mas os clubes podem não ser a resposta, já que eles são entidades ainda desorganizadas, presas a dívidas astronômicas e políticas não muito saudáveis. Mesmo com muito dinheiro movimentado, competições como Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil ainda mostram falta de profissionalismo em competições que deveriam beirar a perfeição devido ao talento envolvido, recursos empregados e especialmente o fanatismo e envolvimento das torcidas. O produto entregue muitas vezes não é o melhor por razões que são absurdas: atraso em salários, gramados ruins, estádios vazios e muitas outras.

Se no futebol existem recursos à vontade, no Brasil isso não é uma regra, muito pelo contrário. Até esportes onde temos tradição como vôlei, basquete e outros, conseguir gerar interesse, ter boa organização, planejamento e transparência são coisas difíceis.

Já nos e-Sports, as coisas andam rápido e bem organizadas. As equipes brasileiras têm estrutura e são competitivas no cenário internacional e junto com Estados Unidos e China, estamos criando nomes com atletas talentosos em diversos games.

Mais uma vez provamos que talento não falta neste país, mas pensar melhor a estrutura e como tirar o melhor do esporte. Quem sabe os e-Sports continuem dando lições para os esportes mais tradicionais e que os clubes de futebol, que estão colocando seus pés na água, aprendam como se deve dar um mergulho de cabeça em algo que está com tudo.


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