O uso de conteúdo de áudio e vídeo nas redes sociais sempre é um tema complexo e delicado. Especialmente agora, depois dos últimos acontecimentos envolvendo o Facebook.

A rede social de Mark Zuckerberg se caracteriza, entre outras coisas, pelo compartilhamento desenfreado de imagens. Usuários que publicam suas próprias fotos, ou encontram imagens bacanas nas publicações de amigos e empresas.

O problema é que, em algumas situações, as fotos estão protegidas por direitos autorais, o que pode implicar em problemas legais, dependendo do tipo de licença que aquela foto possui.

Além disso, com a frequente ameaça para a privacidade de dados e informações, não temos mais qualquer tipo de garantia se as plataformas sociais não estão coletando dados sobre usuários e demais empresas.

As empresas de diversos segmentos que precisam trabalhar em algum momento com conteúdo audiovisual não pode enfrentar esses problemas. E uma das formas de evitar tais inconvenientes é recorrer a um banco de imagens.

Em regra, um bom banco de imagem tem licenças específicas e claras, e permitem o uso das fotos sem qualquer tipo de prejuízo futuro, desde que o propósito da utilização da imagem se alinhe com os interesses e objetivos do seu autor, ou da instituição que o representa.

Uma vantagem que o formato oferece é que alguns bancos de imagens são gratuitos. Serviços como o Burst ou até o Google Imagens oferecem um portfólio de fotos e imagens digitais de diversos autores, com diversas licenças aplicáveis para várias finalidades, mas de utilização gratuita e sem ônus para aqueles que se valerem desse material.

Essa dica vale até para os usuários domésticos, bloggers (meu caso) e profissionais liberais que trabalham com imagens de diferentes fontes para diversas finalidades. Um banco de imagens gratuito vai ajudar (e muito) na hora de ilustrar textos e projetos.

E, no caso das empresas, pode evitar enormes dores de cabeça no futuro.