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Por que troquei o Chrome pelo Firefox

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O Google Chrome é uma força dominante na internet desde 2008, e eu fui um dos primeiros a afirmar que este navegador web iria roubar o mercado de assalto, tão logo ele foi apresentado. E motivos para tal afirmação não faltam.

Ele colocou o Internet Explorer no chinelo, apresentando uma interface minimalista muito atraente, as abas isoladas em sandbox e uma performance inigualável. Era um navegador web (quase) perfeito.

Eu adotei o Chrome de imediato, mas o tempo foi mostrando que ele não era a última bolacha do pacote. E como todos estavam usando o motor Chromium, foi preciso olhar para o lado e ver o Firefox todo seduzente, oferecendo o seu charme.

 

Por que vale a pena usar o Firefox

Antes de continuar, este artigo não foi patrocinado pela Canonical… mas poderia. Por incrível que pareça, estou falando bem do Firefox de graça, da mesma forma que vou falar bem do Edge um dia (bem antes do que você imagina).

O Chrome tem enormes problemas de desempenho e privacidade que tiram o sono de muitos internautas. E o Firefox 57 prometia ser melhor em tudo isso e muito mais. E precisava do meu apoio, pois o mundo do código aberto não é bem-visto como poderia.

Eu realmente estava me cansando do Chrome e do seu desempenho débil em momentos específicos. Como, por exemplo, na hora de produzir textos na internet.

Eu sempre deixo várias abas abertas do navegador web para deixar pautas importantes do blog na minha vista. E quando decido abrir o Word do Microsoft 365 para produzir o texto de um assunto, o desempenho do notebook simplesmente despenca.

Quando fecho as abas do Chrome, ele volta a estabilizar, “misteriosamente”. O Firefox me entrega um desempenho pleno e menor consumo de bateria na maior parte do tempo em que trabalho no meu notebook apenas na bateria.

 

Ideologia, eu quero uma pra viver

Acabei seguindo a visão de alguns usuários mais céticos e preocupados com essa dominação do Chrome (e do seu motor Chromium), já que este navegador web conta hoje com uma enorme participação de mercado de forma direta e indireta.

Isso também motivou a rever o meu posicionamento e buscar o Firefox como opção, o que combinou o útil ao agradável. Poder apoiar projetos de código aberto utilizando um software com o qual eu já estava acostumado facilita (e muito) o processo de migração.

Para quem pensa em fazer a mudança neste momento, vale a pena considerar o fato de que Firefox e Chrome são muito semelhantes, o que faz com que a curva de aprendizado no novo navegador seja menor.

Agora, dois pontos são decisivos para escolher o Firefox: o elevado nível de personalização do software e a maior privacidade na hora de navegar na internet e utilizar dados mais sensíveis.

Ou seja, além de devorar a memória do computador, o Chrome ainda é mais suscetível ao vazamento de dados, mesmo reconhecendo todas as melhorias que o Google fez neste aspecto com este software.

Encerro este artigo afirmando que o Firefox é uma das melhores opções de navegador web que você pode ter no seu computador, principalmente se você já está de saco cheio do Chrome do jeito que ele é.

É um browser completamente alinhado para quem entende que a maior privacidade, o melhor desempenho no consumo energético e a distância maior do Chromium são argumentos mais do que suficientes para abandonar de vez a alternativa do Google.

Ninguém é obrigado a ficar apenas com aquela opção oferecida pela Microsoft ou imposta pela gigante de Mountain View.

Experimente o Firefox. As chances de você ser feliz com este navegador web no seu smartphone ou computador são enormes.


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