Compartilhe

Muitos de nós estamos usando o nome coronavírus para se referir ao COVID-19. Os veículos estão utilizando os dois nomes nesse momento para que a informação tenha um maior efeito de propagação, pois o que realmente importa é que a informação alcance o maior número de pessoas possível.

A informação é uma das armas para combater essa pandemia. Logo, é importante oferecer ao leitor desse blog informações relevantes sobre o COVID-19. Inclusive explicar a origem do nome científico.

 

 

 

Um novo nome para um novo tipo de coronavírus

 

 

O COVID-19 é o sétimo tipo de coronavírus que está disseminado pelo planeta. Antes, outros seis já estavam circulando entre os humanos, sendo que quatro deles possuem um impacto leve em nosso organismo.

O nome COVID-19 foi estabelecido para esse sétimo tipo de coronavírus em 11 de fevereiro de 2020. Lembrando sempre que a primeira vez que tivemos notícias sobre esse tipo de vírus foi em novembro de 2019, mas o mesmo ainda não tinha um nome definido.

Antes da denominação COVID-19, vale a pena explicar a origem do nome coronavírus, que foi batizado dessa forma graças às formações dentro do vírus cuja estrutura é semelhante ao de coroas, literalmente.

Por isso… coronavírus.

Por causa do nome coronavírus, essa variante recebeu o nome COVID-19, que é uma cominação dos termos corona e vírus com a palavra em inglês para enfermidade ou doença, que é “Disease”.

Ou seja… CO-VI-D.

Mas… de onde saiu o 19?

O número no final do nome não quer dizer que estamos na versão 19 de um mesmo vírus, porque essa é uma versão completamente nova de coronavírus. O 19 simplesmente faz referência ao ano em que essa variante foi descoberta, ou seja, 2019.

Então… COVID-19.

É importante mencionar que o nome coronavírus nada mais é do que uma categoria taxonômica, onde existem outros tipos de vírus com características similares. Como eu mencionei um pouco antes nesse post, o COVID-19 é a sétima variante conhecida do coronavírus.

 

 

 

Um inimigo invisível

 

 

A ciência ainda está estudando o COVID-19, compreendendo como ele se comporta em diferentes regiões do planeta e variadas condições climáticas. Dessa forma, os especialistas estudam a melhor abordagem para desenvolvimento de medicamentos para tratamento e vacina proteger os humanos de contágio.

Quem tem coronavírus pode ficar curado e até imune da doença, mas no momento em que esse post foi produzido, não há um medicamento específico para tratamento da doença ou vacina eficaz para reforçar as defesas do corpo.

Logo, é fundamental que você faça o que for possível para evitar a disseminação do vírus. O isolamento social é fundamental nesse momento.

Por isso… fique em casa!


Compartilhe