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Por que o isolamento social é uma poderosa arma contra o coronavírus?

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A pandemia do coronavírus apresentou um comportamento complexo para os especialistas. Um estudo publicado pelo Washington Post explica melhor a situação, mostrando o quão rápido a doença se propagou, levando poucas semanas para sair da China (o foco original da doença) para ficar na Europa com vários contágios e, agora, chegar nas Américas, inclusive no Brasil.

Três meses após o anúncio do primeiro caso em Wuhan, temos mais de 170 mil casos confirmados do coronavírus, com mais de 7.000 mortos (no momento em que esse post é produzido).

A matéria do Washington Post informa que a curva tão exponencial do coronavírus é diferente do que aconteceu com as crises do SARS e do MERS. A curva preocupa os especialistas, pois a quantidade de casos segue duplicando a cada dia, o que pode gerar um caos nos sistemas de saúde do mundo todo em pouco tempo.

Se esse crescimento não for contido, pode gerar até 100 milhões de infectados nos Estados Unidos já no mês de maio. São dados matemáticos e os números são frios, mas não devem ser depreciados.

 

 

Por outro lado, se os países adotarem o isolamento social, a propagação pode se reduzir. O principal é que as pessoas evitem espaços públicos e limitem ao máximo o seu deslocamento.

 

 

 

Uma curva preocupante, porém, controlável

 

 

Se nenhuma medida for tomada para controlar o avanço do COVID-19, a pandemia vai avançar de forma crescente nos próximos meses. Por exemplo, se uma nova doença chamada simulitis, com as mesmas características contagiosas do Coronavírus aparecer nesse momento e contaminar apenas cinco pessoas, se uma delas se recuperar, ela não vai contaminar uma pessoa saudável, nem vai ter a doença novamente se estiver em contato com alguém que está doente.

 

 

Porém, em um grupo de 200 pessoas, a doença fictícia pode se multiplicar de forma preocupante, aumentando a curva de contagiados. Entretanto, enquanto a maioria vai se recuperando, é possível ver como a situação vai se normalizando, deixando de existir um crescimento exponencial.

 

 

Por exemplo, em um país como o Brasil, que tem mais de 200 milhões de pessoas, a doença pode avançar rapidamente, com uma curva de queda mais lenta, o que vai gerar um colapso no serviços de saúde.

Com tal cenário, o melhor que os governos podem fazer é aplicar as medidas de isolamento para que, dessa forma, se evite a propagação em cadeia do coronavírus, que é três vezes mais contagioso que a gripe comum.

Com a quarentena forçada, que foi aplicada na China e na Coreia do Sul (países onde a quantidade de infectados por dia caiu), vai diminuir gradativamente a quantidade de infectados, permitindo que quem pegar a doença possa se recuperar em suas casas, evitando o caos nos serviços de saúde.

 

 

 

Uma medida dura, mas aplicável

 

 

Os pesquisadores enfatizam que, mesmo sendo uma medida complexa a se aplicar, sua adoção vai reduzir a quantidade de contágios e, dessa forma, evitar uma tragédia maior.

Quando existe o distanciamento das pessoas saudáveis que deixam de frequentar os locais públicos, é possível controlar focos de contágio, evitando o crescimento da doença em locais com grande concentração de pessoas.

 

 

O pedido dos especialistas é que as pessoas optem pelo isolamento social até que se produza uma queda considerável nos contágios, acabando assim com a contaminação em massa, que é quando uma pessoa doente (que não sabe que tem o vírus) acaba contaminando outra apenas pela proximidade.

 

 

Via The Washington Post


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