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Por que o Apple Watch pode salvar a sua vida

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O Apple Watch segue como uma força dominante dentro do setor de relógios inteligentes, com uma enorme vantagem em relação aos seus concorrentes diretos, independentemente do sistema operacional utilizado por esse dispositivo.

Isso é um feito incrível da Apple, pois todo mundo sabe que os relógios da empresa do logo da maçã mordida são muito mais caros que a imensa maioria dos seus concorrentes diretos. E, ainda assim, tem um número de unidades vendidas muito superior.

Um dos aspectos onde os relógios inteligentes da Apple são muito mais polidos e melhor trabalhados que a concorrência é justamente aquele que é um dos mais relevantes para os usuários: os cuidados com a saúde.

E esse é o principal segredo do sucesso do Apple Watch

 

Um produto especializado em salvar vidas

A melhor propaganda que o Apple Watch poderia receber ao longo de tantos anos de bons serviços prestados é o grande número de notícias de vidas que esse dispositivo ajudou a salvar de alguma forma.

Seja através do monitoramento diário das rotinas de exercícios físicos, seja pelo sistema de eletrocardiograma integrado, o Apple Watch sempre se notabilizou por ser muito eficiente para cuidar da saúde dos seus usuários.

Mas em alguns casos, o dispositivo foi além, salvando (literalmente) as vidas de algumas pessoas, emitindo alertas de emergência em casos de quedas ou acidentes mais graves. Esse detalhe é mais que significativo para que o Apple Watch receba toda a prioridade de escolha dos usuários que estão mais preocupados com as suas condições de saúde.

Isso só é possível graças às diferentes ferramentas especificamente pensadas nesse monitoramento do status do usuário que o Apple Watch carrega. O tempo de resposta aos alertas do relógio aos serviços de emergência tende a ser curto, aumentando assim as chances do usuário em não ter consequências mais graves com os acidentes.

 

Funções de saúde completas e melhoradas

Até mesmo os modelos mais antigos como o Apple Watch Series 5 contam com os recursos avançados que salvam as vidas de alguns usuários, como o mecanismo de detecção de quedas. Dessa forma, diversos dispositivos que ainda estão ativos podem acionar de forma imediata as autoridades caso um acidente aconteça.

O recurso existe nos modelos mais antigos porque ele entra em ação através de uma detecção de movimento por hardware, onde o relógio analisa a distância percorrida no movimento e a aceleração do pulso antes do impacto acontecer, interpretando esse movimento como uma queda ou acidente.

Quando o Apple Watch detecta um acidente, ele vai emitir um primeiro alerta que vai durar em torno de 60 segundos. Se a pessoa não desativar o relógio neste período de tempo, o dispositivo vai entender que o usuário está inconsciente e, em consequência disso, que o acidente é mais grave.

Desse modo, o Apple Watch vai fazer um telefonema para os serviços de emergência, solicitando o socorro e enviando a localização para que o usuário seja socorrido pelo menor tempo possível.

Infelizmente, o Wear OS não conta com um recorço tão bem desenvolvido quanto este apresentado pelo Apple Watch. Mesmo assim, os relógios com o sistema operacional do Google contam com grandes ferramentas de saúde, como o oxímetro ou os sensores de frequência cardíaca.

E a verdade é uma só: o Apple Watch conta com sensores mais precisos e mais completos neste aspecto tão específico em comparação aos relógios baseados no Wear OS, e isso faz com que a alternativa da gigante de Cupertino seja a mais completa para aqueles que desejam o monitoramento de saúde mais completo em um smartwatch.

E esse valor agregado ajuda a explicar a dominância do Apple Watch no segmento de relógios inteligentes, mesmo que esse produto seja muito mais caro que a grande maioria dos seus concorrentes diretos com outros sistemas operacionais.


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