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Por que a bateria do smartphone não tem o mesmo tempo de garantia do dispositivo?

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As baterias dos smartphones contam com apenas dois anos de “garantia”… em teoria. Isso vale lá fora. No Brasil, a garantia do dispositivo é global, ou seja, o dispositivo que recebe todos os componentes tem apenas um ano de garantia no máximo.

De qualquer forma, existe um senso comum que a vida útil de uma bateria é de aproximadamente 24 meses, pois depois desse tempo existe um desgaste da mesma que determina a sua troca para que o desempenho do telefone volte a ser o mesmo do primeiro dia de uso.

Por mais que se cuide da bateria de um smartphone, ela basicamente perde a sua validade depois de dois anos. Por isso, vamos tentar entender por que um componente tão importante para o funcionamento do telefone não possui uma garantia maior.

 

 

 

Nunca foi uma regra universal

Tal e como acontece com vários produtos de tecnologia e, muito em especial com os smartphones, são os fabricantes dos dispositivos que determinam qual é o prazo de garantia para o produto e seus componentes, incluindo (obviamente) a sua bateria.

Isso acontece basicamente pelo fato da bateria ser utilizada o tempo todo no dispositivo. O telefone passa a maior parte de sua vida útil ligado, ou seja, a bateria trabalha praticamente de forma contínua, descarregando e carregando todos os dias.

isso, por si, faz com que o desgaste da mesma aconteça desde o primeiro dia de uso do smartphone. E esse comportamento entrega como consequência a fragilidade de um item que, se tiver problemas, resulta na inoperância do dispositivo, que pode ser de forma permanente em alguns casos.

Todos esses aspectos resultam de forma quase imediata em um impacto considerável no tempo de garantia do componente.

Porém, o cenário fica mais complexo quando cada um dos fabricantes de smartphones determinam quais são as suas regras para determinar o tempo de garantia que oferecem para as baterias dos seus dispositivos.

De novo: aqui no Brasil, as regras de garantia se aplicam ao dispositivo, e não aos seus componentes. Por isso, um telefone tem apenas 12 meses de garantia. Lá fora, pegando o exemplo do mercado europeu, este componente pode receber até 24 meses de garantia, mas nem todos fazem isso.

Na prática, são poucos os fabricantes que optam pelos dois anos de garantia para as baterias. Alguns oferecem apenas seis meses de respaldo. E é importante saber por que isso acontece.

 

 

 

Por que a bateria tem uma garantia tão baixa?

Porque, basicamente, se um problema acontecer com a bateria de um smartphone, ele será sério, e é quase certo que a culpa cai nas costas do fabricante. A prova do que estou falando é o inesquecível caso do Samsung Galaxy Note 7, que apareceu explodindo de forma espontânea em diferentes locais do planeta.

Depois de um tempo, os fabricantes podem simplesmente alegar que não podem reparar a bateria ou trocar por uma nova de forma gratuita, o que faz com que o usuário gaste algum dinheiro para colocar uma bateria nova, caso deseje seguir utilizando o telefone.

De um modo geral, é melhor contar com a garantia do dispositivo como um todo, pois isso atende a possibilidade de troca de dispositivo caso falhas mais graves apareçam. Ou seja, as regras do jogo são essas, e acabamos aceitando essas regras… até que as coisas mudem em algum momento no futuro.


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