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Por que a Apple nunca revela a quantidade de RAM e bateria no iPhone?

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É um tema polêmico e recorrente.

A cada novo iPhone apresentado pela Apple, conhecemos quase todas as especificações do dispositivo, com duas grandes exceções: as quantidades de RAM e bateria.

Por que isso acontece? Por que a Apple faz isso com a gente?

Boa parte dos veículos de tecnologia precisam investigar em várias outras fontes para tentar descobrir essas informações, para dessa forma eliminar as dúvidas de muitos compradores em potencial.

Mas, na prática, a Apple não revela tais dados por um motivo muito banal…

 

 

 

Isso não é relevante para a Apple

 

 

Enquanto que os fabricantes do Android ficam se estapeando para entregar o smartphone mais poderoso e que mais tempo fica longe da tomada, a Apple, que compete com ela mesma, não precisa apresentar esses números de RAM e bateria, por entender que isso não é relevante para uma boa experiência de uso.

E a empresa não deixa de estar certa, de alguma forma. O iOS é totalmente otimizado para as poucas versões de iPhone disponíveis, de modo que ele vai funcionar bem em todas elas, independente do hardware presente no telefone.

A Apple deixou muito claro em várias oportunidades que não está interessada em seguir o mesmo ritmo e filosofia de trabalho dos principais concorrentes do Android. Logo, não falar de RAM e bateria é uma estratégia de comunicação de uma empresa que prioriza a otimização dos dispositivos, e não os números nas especificações técnicas.

O que a Apple faz é dizer para todo mundo:

 

“O novo iPhone está X% mais potente que o seu antecessor, mas mantém a mesma autonomia de bateria, sendo mais fluído e funcional para as suas tarefas diárias”.

 

E isso é mais que suficiente para convencer os usuários a comprar um novo iPhone.

Essa é a principal vantagem em ter um ecossistema próprio no lugar de ter um sistema operacional que precisa funcionar bem em múltiplos dispositivos de diferentes fabricantes.

 

 

 

Priorizando a usabilidade no lugar da quantidade

 

 

A Apple está certa.

Se compararmos de forma fria os números das especificações de hardware do iPhone mais poderoso com um Android de linha média premium, qualquer leigo pode dizer que o telefone da Apple é “fraco e limitado”, quando a verdade está bem longe dessa conclusão.

Uma boa experiência de uso não depende de números elevados, mas sim da otimização do software em função do hardware presente nele. E isso o iOS faz de forma excelente.

Não há motivos para a Apple mudar essa estratégia neste momento. Que os benchmarks mensurem o quão capaz e potente o iPhone pode ser, revelando as quantidades reais de RAM e bateria. Os mais geeks vão querer saber sobre esses aspectos técnicos.

Mas a grande maioria só quer que o seu iPhone funcione bem, e nada mais.


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