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Para comprar um smartphone de entrada em 2021

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Já que eu fiz um post com dicas sobre como escolher um bom celular básico para você (e fiz a diferença dessa categoria para as demais), entendo que é justo fazer um post apresentando quais são os melhores parâmetros para comprar um smartphone de entrada em 2021, de acordo com a minha humilde opinião.

Mais uma vez, vou levar em consideração o valor do produto, as características técnicas e o objetivo principal que o usuário vai dar para esse tipo de dispositivo, ou seja, o uso para as tarefas mais básicas.

 

 

 

Sistema operacional

Eu nem precisava dizer isso mas…

Em função do último critério que vou mencionar neste post (o preço), é mais do que óbvio que o único sistema operacional válido para essa categoria de produto é mesmo o Android. Você não vai encontrar um iPhone pelo preço que vou indicar no final do post.

A boa notícia é que você não precisa pegar um telefone muito débil para fazer o sistema operacional do Google funcionar bem em um dispositivo com um hardware mais simples. E eu nem estou falando aqui que você é obrigado a usar o Android Go, versão do software pensado nos telefones com hardware mais limitado.

Até poderia colocar alguns modelos do Android Go dentro da lista, mas não sei se ele terá uma vida longa no mercado. Assim como o Android One, que está fadado ao desaparecimento.

Por isso, considere um telefone com o Android tradicional e completo. A relação custo-benefício tende a compensar mais.

 

 

 

Autonomia de bateria

Por serem smartphones mais simples, a autonomia de bateria tende a ser um pouco maior do que a de modelos mais potentes. Por isso, priorize o dispositivo que vai entregar pelo menos dois dias de autonomia de bateria.

Não vai ser tão difícil encontrar telefones que atendem a essas necessidades. Inclusive modelos com telas enormes hoje contam com pelo menos 5.000 mAh para manter o funcionamento do produto o máximo de tempo possível longe da tomada.

Por isso, esse é um critério mais fácil de ser atendido do que o próximo, onde a procura precisa ser mais apurada.

 

 

 

Hardware

Me prometa uma coisa: smartphone com 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento NUNCA MAIS!

A internet de hoje tem uma demanda de recursos elevadíssima, e modelos com um hardware muito limitado não entregam uma boa experiência de uso com os sites e aplicativos mais exigentes. Sem falar que alguns usuários vão querer jogar alguns jogos casuais no telefone.

Por isso, o mínimo que você pode querer em um smartphone de entrada (por mais simples que ele seja) é um processador octa-core, 3 GB de RAM (4 GB é o meu recomendado) e 64 GB de armazenamento (128 GB seria o ideal, mas ainda é difícil encontrar modelos com bons preços).

Vale a pena até pagar um pouco a mais para ter um pouco a mais de hardware no seu smartphone.

 

 

 

O preço de um smartphone de entrada neste momento

Aqui é que a porca torce o rabo.

Por mais que os modelos com Android Go podem ser encontrados por R$ 700, você não vai encontrar a mesma experiência de uso que aquela entregue pelos smartphones de entrada mais básicos que estou propondo neste post.

Nesse sentido, você pode até achar um contrassenso o que vou dizer, mas um bom smartphone de entrada pode custar em torno de R$ 1.000. E, para muita gente que recebe apenas um salário mínimo por mês, esse é um preço muito elevado.

Infelizmente, é o que temos para hoje. Eu ainda estou tentando trazer esse valor para um patamar onde muita gente aceitava pagar um pouco menos que isso por um Moto G. E era um mundo perfeito nesse passado não muito distante.

Por outro lado, tudo ficou mais caro, os chips estão com problemas de produção e os efeitos inflacionários são cruéis. Logo, um smartphone de entrada (como o Moto G) que custava R$ 629 em 2013 hoje vai custar com facilidade em torno de R$ 1.000.

E provavelmente será um Moto G da vida!


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