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Os mitos mais enganosos sobre a bateria do smartphone

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As baterias de smartphones melhoraram bastante, de modo que alguns problemas do passado não mais se fazem presente. Porém, alguns mitos envolvendo esse aspecto da telefonia móvel persistem, e precisam ser derrubados.

Vamos então revisar alguns mitos e lendas sobre a recarga de bateria de um smartphone, desmentindo aqueles que caíram com o passar do tempo. Afinal de contas, a boa notícia que a evolução tecnológica oferece é resolver problemas que tiravam o sono de muita gente no passado.

 

 

 

Não use o smartphone enquanto carrega a bateria

Vamos lá.

Uma coisa é dizer que isso é errado. A outra (bem diferente) é dizer que você não pode fazer isso.

Durante anos, nós do TargetHD.net falamos por diversas vezes que usar o smartphone durante o processo de recarga da bateria é um erro, pois isso fará com que a eficiência de recarga não seja tão boa quanto esperado, além de aumentar as chances de alguns problemas aparecerem durante o processo de recarga.

Por outro lado, ninguém disse que você não pode fazer isso. Se você aguenta ficar preso em uma tomada durante a recarga, pode usar o telefone sem maiores problemas.

Ah, sim… o telefone pode sofrer de problemas de superaquecimento, dependendo do que você vai fazer com ele durante a recarga (chamadas telefônicas, jogos, etc), mas aí você está por sua conta e risco.

 

 

 

A primeira carga de bateria tem que ser completa

Nada mais longe da realidade.

A bateria do smartphone trabalha melhor dentro das faixas de recarga entre 40% e 80%, garantindo assim que sua vida útil seja mais longa com o passar do tempo. E quando o smartphone chega da loja ou da fábrica, ele vem com pelo menos entre 50% e 60% de bateria, o que é o suficiente para realizar a primeira configuração e, depois disso, colocar o dispositivo para recarregar quando o mesmo alcançar os 40%.

 

 

 

A recarga rápida não danifica a bateria

Não dá para evitar a degradação da bateria (pelo menos não no momento em que este post foi produzido). Logo, usando ou não a recarga rápida, a bateria vai se desgastar do mesmo jeito.

Além disso, a média de vida útil de um smartphone é de dois anos, o que é tempo suficiente para se notar algum tipo de degradação de bateria, independente do fato de usar uma recarga rápida ou não.

O próprio smartphone identifica quando ele está próximo de completar o seu ciclo de recarga. Ou seja, se você notar que a recarga é mais lenta depois dos 90%, isso é algo absolutamente normal.

 

 

 

Não deixe que o smartphone desligue sozinho

Hoje, é normal que a bateria de um smartphone chegue no final do dia com 20% ou 30%, mas dependendo do tipo de uso, ela pode se esgotar antes de encontrar o carregador em sua casa.

Por outro lado, há quem acredite que só devemos carregar a bateria do celular quando ela alcançar a marca de 0%. Isso é um erro grosseiro, que pode gerar mais problemas do que benefícios.

Quando o smartphone desliga completamente, a bateria segue contando com uma pequena carga para preservar a sua saúde. Deixar a bateria zerar o tempo todo vai resultar em prejuízo na sua vida útil a longo prazo.


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