Nesse momento, Samsung, Huawei e Apple lideram o mercado de smartphones, e travam uma batalha acirrada pela liderança, com uma distância enorme para as demais. A Samsung lidera de forma incontestável, muito em parte pela popularidade dos seus dispositivos de linha média, enquanto a Huawei tenta se estabilizar na segunda posição.

O trabalho da Huawei é excelente, e pode conduzí-la para a liderança em um futuro próximo. Mas não podemos nos esquecer da influência que a Apple tem no mercado até hoje. A gigante de Cupertino tem a marca mais valiosa do mundo, com lucros enormes.

Os iPhones são os principais responsáveis pelos lucros da Apple. Os dispositivos top de linha garantem margens financeiras que as demais não conseguem alcançar. Mas a empresa de Tim Cook não vive só de iPhone, e isso a diferencia dos seus principais rivais.

Enquanto a Samsung olha para outros setores de mercado e a Huawei olha para as infraestruturas de rede, a Apple olha para o software. Só o ecossistema de software da empresa pode gerar mais dinheiro que o iPhone, já que engloba também o iPad, o MacBook, o iMac e outros produtos.

 

 

A previsão é que os lucros que a Apple pode alcançar com o software registrem um crescimento de 21% em relação ao mesmo período em 2017. Ou seja, a empresa não gasta mais tempo desenvolvendo novas tecnologias, e destina os seus recursos para melhorar o que já tem, aprimorando ainda mais o seu software para prender os seus usuários.

Vale a pena observar que a porcentagem mencionada é uma estimativa. Só podemos confirmar ou desmentir esse crescimento no dia 1 de novembro, data em que a Apple vai apresentar os seus resultados financeiros relativos ao terceiro trimestre de 2018, mês que envolve o lançamento dos novos iPhones.

Nesse evento, veremos o quanto a Apple foi capaz de lucrar com os seus produtos e serviços, e o quanto desse montante é correspondente ao software.