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Em 10 de dezembro de 1993, poucas pessoas sabiam o que era um jogo do tipo FPS. Mas isso começou a mudar com o lançamento de Doom, que é considerado um dos videogames mais importantes e influentes da história do setor.

25 anos depois do lançamento (em disquetes), o game deu início a toda uma era de jogos em primeira pessoa que dominou o mercado do entretenimento. Devemos muito a Doom, um jogo que, para muitos não é apenas icônico: é eterno.

 

 

O jogo em primeira pessoa que mudou tudo

 

 

Doom resultou em toda uma franquia: Doom, Doom II, Final Doom, Doom 64, Doom 3 e Doom (2016), sem falar nos spin-offs, versões para consoles e todos os MODs que transformavam a experiência para melhorar o jogo.

A franquia ainda tem muito a render, e a prova disso é o desenvolvimento de Doom: Eternal pela id Software, que será uma sequência do jogo de 2016, retomando a trama dos jogos anteriores.

Todos os jogos rendem homenagens ao Doom original, que por sua vez deve alguma coisa ao Wolfenstein 3D. de qualquer forma, há vários jogos que se inspiraram de alguma forma nesses jogos.

Doom é um jogo mais icônico do que nunca, e que foi pensado para ser executado em todo o tipo de dispositivos, incluindo relógios inteligentes, iPod nano ou Raspberry Pi. Jogar Doom hoje é mais fácil do que nunca (o código fonte foi liberado a algum tempo, algo que a id Software também fez com Doom 3), e se o mapa original é insuficiente para você, saiba que o motor de inteligência artificial pode gerar níveis infinitos para garantir diversão eterna.

Vida eterna ao jogo que garantiu algumas das minhas boas horas de procrastinação diante do computador nos cursos de informática que eu fiz no passado. E vida longa para um dos primeiros grandes jogos FPS da história dos videogames. Um legado que vai perdurar para sempre.

 

 


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