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Nesse fina de semana, se completou 20 anos da apresentação do primeiro iMac, modelo que marcou tendência com impacto duradouro na indústria e, de quebra, ajudou no renascimento da Apple.

O primeiro iMac foi apresentado por Steve Jobs em 6 de maio de 1998, sendo esta a primeira grande colaboração entre o chefe de design da Apple, Jony Ive, e o co-fundador que voltou para a empresa pouco antes da sua questionável demissão.

Diante dos desktops tradicionais conectados a um computador, o primeiro iMac era uma mudança radical. O conceito all in one baseado em uma tela CRT, placa mãe e componentes alojados em uma carcaça colorida translúcida em forma de ovo.

Na apresentação, Jobs mostrou a sua capacidade para comunicar, explicando que o ‘i’ do nome significa Internet (em plena popularização naquela época), inovação, inspiração, instrução, individual e informar.

O iMac foi o primeiro Macintosh a deixar de lado o drive de disquete e incluir portas USB de tamanho completo. Também contava com unidade de CD-ROM, periféricos como teclado e mouse e sua base de hardware ficava por conta de um processador PowerPC G3 funcionando a uma frequência de 233 MHz.

 

 

Foram comercializadas 16 revisões sobre o mesmo design, mudando apenas o hardware, atualizando itens como a tela para o TFT, materiais como o alumínio e a integração de hardware da Intel, até chegar o iMac Pro de 2017, o computador mais potente da história da Apple, com tela Retina de 27 polegadas, resolução nativa 5K e processadores Xeon.

O primeiro iMac foi um grande sucesso, e revitalizou a Apple. Foi um catalizador essencial para o que viria depois com a liderança de Jobs e os designs de Ive, desde o iPod e iTunes até o iPhone e iPad.

 

 


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