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O que fazer com a instabilidade de internet durante a quarentena?

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O isolamento social recomendado para conter a pandemia atual modificou a rotina e os hábitos diários de todos os brasileiros. Mas se tem um segmento que mais sentiu o impacto da quarentena foi, sem sombra de dúvida, a internet.

Home-office, tele trabalho, ensino à distância, maior consumo de serviços de streaming, tempo maior nos videogames e várias outras atividades que antes eram presenciais e agora estão online. Aliás, o mundo se tornou online na era da pandemia, e quem não estava conectado rapidamente percebeu que vai ficar de fora do mundo se não mudar esse perfil.

Além disso, as pessoas passaram a se informar ainda mais pela internet e quem nunca pensou na necessidade em ter o serviço em casa passou a procurar por diversas alternativas, incluindo a SKY Internet, um dos serviços vinculados às grandes operadoras.

Por outro lado, todos os setores e empresas que estão envolvidas de alguma forma com a área de telecomunicações no Brasil tomaram medidas para suportar a maior demanda de dados. Conexões de rede foram reforçadas, o aumento progressivo do pacote de dados em determinados horários de maior consumo e queda na qualidade de transmissão das plataformas de streaming, para um menor consumo de dados.

Agora, com mais de um mês de quarentena e isolamento social, percebemos que todos esses esforços não impediram uma mais que prevista saturação no consumo de dados de internet, e as operadoras agora enfrentam instabilidades. A mais recente aconteceu com a Claro net na última segunda-feira (4), que ficou instável por quase quatro horas em grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. O serviço de banda larga foi restabelecido depois desse período.

Porém, é importante identificar onde os problemas são maiores, e quais são as operadoras que estão sofrendo mais com o maior consumo de internet por parte dos usuários.

 

 

 

As operadoras mais instáveis em tempos de isolamento social

 

 

Os dados coletados pelo site Downdetector (que identifica quando um serviço online está instável ou indisponível, baseado no relato dos seus usuários publicados em redes sociais e fontes oficiais) mostram que as operadoras líderes no mercado brasileiro são as mais afetadas. Algo que parece lógico, pois um número maior de clientes representa uma rede mais complexa a ser gerenciada (mais clientes, mais problemas).

Claro e Vivo lideram o ranking de instabilidade de internet durante o isolamento social, e aqui temos que considerar o fator de proporcionalidade. Na Vivo, foram registradas 22 instabilidades desde o início da quarentena no Brasil, e em quase todas a internet aparece como o principal problema dos clientes. De novo: algo absolutamente normal diante do cenário atual.

A Claro, que detém a vice-liderança do mercado nacional de banda larga fixa (com a ajuda da NET, que foi absorvida pela operadora) conta com seis reclamações desde o início da quarentena, mas a NET registra mais de 30 dias de falhas durante o período. A Vivo é a líder do segmento no Brasil.

Por fim, a TIM registrou 13 instabilidades registradas durante a pandemia, e a Oi não tem registros no Dowdetector (já que a sua fatia de mercado é muito menor que as demais).

 

 

 

Conclusão

 

A culpa não é das operadoras, amigo leitor. Todas as empresas estão fazendo o que podem para manter o serviço com o mínimo de qualidade para todos que precisam seguir com suas vidas de forma minimamente eficiente.

Parte desses esforços depende de cada um de nós. É fundamental que todos tenham a consciência que o fato das operadoras oferecerem benefícios para que todos possam realizar as suas tarefas de casa e ainda aproveitar de algum entretenimento online não quer dizer que podemos abusar dessa maior demanda de dados.

Por isso, recomendo que você use a internet com moderação durante o período de quarentena, para que todos possam receber um serviço de qualidade.

 

 

Via Downdetector


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