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O que eu quero ver nos smartphones em 2021

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Tudo bem que já estamos em fevereiro, e a Samsung já apresentou o Galaxy S21. Mas ainda temos 11 longos meses até o final de 2021, e ainda é possível dar algumas opiniões sobre tudo o que gostaria de ver nos smartphones nos próximos meses.

Por isso, compilei nesse post as cinco características que poderiam se materializar nos lançamentos de smartphones para 2021. Não são itens tão absurdos quanto parece, e alguns desses elementos podem efetivamente aparecer nos modelos que serão apresentados nos próximos meses.

 

 

 

Adeus, furo na tela

 

 

Eu sempre critiquei o notch em forma de monocelha que a Apple popularizou no mundo dos smartphones (e, mesmo assim, eu fui hipócrita e investi o meu dinheiro em um iPhone 11), e os furos na tela para abrigar a câmera frontal são uma solução bem mais aceitável.

Porém, 2021 pode ser o ano onde finalmente teremos uma solução que coloca o sensor de câmera abaixo da tela, deixando este elemento invisível. O melhor que temos nesse momento são as câmeras pop-up, mas este é um componente mecânico, o que não é o ideal para os usuários a longo prazo.

 

 

 

Menos câmeras traseiras, e sensores mais úteis

 

 

A Nokia me dá arrepios quando entrega smartphones com diversos sensores de câmera, e alguns fabricantes decidiram embarcar nesta onda de colocar uma lente para cada finalidade específica. Isso poderia mudar em 2021, já que a tecnologia de fotografia nos smartphones evoluiu bastante.

Tanto no hardware como no software, podemos começar a pensar em remover alguns sensores que se tornam um excesso, uma vez que os novos módulos de câmera que estão chegando ao mercado são poderosos e versáteis para diferentes cenários de fotografia.

 

 

 

Mais hertz na tela

 

 

É claro que o mundo dos videogames nos smartphones está em alta, mas qualquer usuário quer mais fluidez na experiência de uso da interface do sistema operacional, nas transições de tela e na execução de aplicativos específicos.

Por isso, 60 Hz tem que ser o mínimo aceitável para um smartphone em 2021. Modelos top de linha que não contam com pelo menos 120 Hz vão ficar para trás. E os telefones premium ou gaming deverão superar essa marca, alcançando os 240 Hz com normalidade.

 

 

 

64 GB de armazenamento base? De jeito nenhum

 

 

Em 2021, ajudei uma amiga a trocar o seu iPhone de 64 GB de armazenamento para outro smartphone da Apple com 128 GB. O motivo? Ela recebe e produz um enorme volume de dados. Detalhe: ela tem 75 anos de idade.

Ter um smartphone com 64 GB de armazenamento é algo simplesmente inaceitável em 2021. O mínimo que se pede é mesmo 128 GB e, em alguns casos mais específicos (o meu, como produtor de conteúdo), 256 GB são quase obrigatórios.

 

 

 

Smartphones pequenos (e potentes)

 

 

Eu cheguei a ficar uma semana com o iPhone SE 2020 com 256 GB de armazenamento, e gostei da experiência. Só não fiquei com ele por conta da autonomia de bateria, e eu preciso ter um telefone que aguente o dia inteiro longe da tomada.

O iPhone 12 Mini pode representar a retomada dos smartphones pequenos e potentes, e é certo que outros fabricantes vão seguir pelo mesmo caminho na tentativa de atrair usuários que buscam telefones que podem ser utilizados por uma das mãos sem problemas.


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