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O que a Apple não contou sobre o iPhone 14

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Quando a Apple apresenta um novo iPhone, ela não conta tudo o que poderia durante o evento de lançamento do produto. Pode ser porque não dá tempo, mas normalmente isso acontece porque ela não quer dizer tudo o que sabe. Até mesmo para deixar alguma coisa para outras pessoas (e empresas) descobrirem sozinhos.

De qualquer forma, sempre vão existir os sites especializados de tecnologia que vão revelar tudo o que não sabemos sobre os novos smartphones da Apple. E alguns segredos escondidos no iPhone 14 foram revelados por alguns produtores de conteúdo mais habilidosos.

Neste artigo, vamos compartilhar pelo menos três aspectos do iPhone 14 que não foram conhecidos a partir da própria Apple, e que só puderam ser descobertos com a obstinação de quem teve essa curiosidade em vasculhar em detalhes o novo smartphone.

 

Duplo sensor de luz

As versões anteriores do iPhone contavam com apenas um sensor de luz na parte frontal do dispositivo. O objetivo deste recurso é realizar o ajuste automático do brilho de tela em função das condições de iluminação do ambiente onde o usuário está.

Agora, o iPhone 14 conta com um segundo sensor de luminosidade na parte traseira, o que ajuda a câmera fotográfica na hora de ajustar a velocidade de obturação do sensor. Isso tem como efeito prático aumentar a velocidade de registro de foto, permitindo uma melhor passagem de luz.

Em alguns testes comparativos, foi identificado que o iPhone 14 equilibra o brilho mais rápido que o iPhone 13, o que pode resultar em fotos melhores no modelo lançado neste ano. Por outro lado, é importante observar que isso que a Apple fez não chega a ser nenhuma novidade ou revolução, pois era algo que o Xioami 10 de 2020 já contava (sensores de luz frontal e traseiro).

De qualquer forma, ainda é preciso verificar se isso se converte em fotos melhores no mundo real. Por enquanto, tudo está no campo teórico. E esse é o tipo de coisa que a Apple poderia muito bem ter compartilhado no evento de lançamento do iPhone 14 para ao menos tentar mostrar ao mundo que ele realmente é um pouco diferente do iPhone 13.

Mesmo assim, a Apple decidiu esconder a funcionalidade. Por motivos que não consigo entender até agora.

 

eSIM do iPhone 14 limitado aos Estados Unidos

O iPhone 14 decidiu remover o slot para cartões nanoSIM, optando exclusivamente pelo eSIM como modo de acesso à rede móvel, deixando o dispositivo com um slot a menos e ainda mais hermeticamente fechado, além de liberar o espaço interno para uma bateria maior.

Também sabemos que esta versão do novo iPhone é restrita para o mercado norte-americano. Ou seja, o modelo que será comercializado no Brasil ainda vai contar com o slot para nanoSIM, como vem acontecendo nos últimos anos.

A mesma decisão vai acontecer em outros mercados onde a Apple se encontra, incluindo a Europa, que deve receber o mesmo modelo que será comercializado por aqui.

Logo, se você está pensando em importar um iPhone dos Estados Unidos, verifique se a sua operadora já é compatível com o eSIM, e verifique também se esta versão vai funcionar sem maiores problemas com as operadoras nacionais. Vale a pena gastar um pouco de estudo para descobrir se tudo aqui vai acontecer do jeito que você espera ou imagina.

 

A Dynamic Island não é tão perfeita quanto parece

A Apple decidiu acabar com o notch nos modelos iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max. Ou pelo menos modificou o elemento, deixando o recurso um pouco mais dinâmico e interessante. Bom, pelo menos ele está diferente da monocelha clássica que sempre incomodou aquelas pessoas mais preocupadas com a estética do smartphone.

Com isso, temos agora a Dynamic Island, que nada mais é do que um elemento gráfico que vai mudando de forma para exibir diferentes tipos de conteúdos na tela, como notificações de aplicativos, players de música, dispositivos conectados, indicador de bateria e outros elementos interativos.

O grande problema aqui é que os primeiros usuários que receberam o iPhone 14 Pro e o iPhone 14 Pro Max detectaram um importante inconveniente durante o uso da Dynamic Island: a sua exibição pode variar de acordo com o nível de brilho na tela.

As imagens mostram esse efeito de forma bem clara: quando há muita luz, existe uma clara diferença entre a cor preta dos furos existentes na tela para a câmera frontal e o sensor Face ID para o preto exibido pela Dynamic Island. Isso não afeta a funcionalidade do novo recurso, mas acaba com a estética do telefone.

Ou seja, para muita gente, a Dynamic Island pode ser algo ainda pior do que ter um notch na tela. Pelo menos a monocelha era fixa e esteticamente uniforme. Agora, ter um elemento que é visivelmente diferente do componente físico (o que tira a uniformidade da imagem final apresentada) é tudo o que aqueles que contam com TOC menos desejam na vida.


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