Todo mundo já teve que preencher um formulário na internet pelo menos uma vez. Para a maioria, o processo é bem simples. Porém, para algumas pessoas, é um verdadeiro inferno. E tudo, por causa do seu nome.

A identidade de algumas pessoas não é aceita por alguns programas de computador que não as detectam como palavras válidas. Por exemplo, uma mulher que recebeu o sobrenome Jennifer Null depois do casamento (null = nulo, em inglês) gerou em várias brincadeiras e comentários jocosos dos amigos, Mas também gerou problemas na inclusão dos seus dados pessoais na maioria dos formulários online que ela teve que preencher.

Em programação, a palavra Null significa que falamos de um objeto inválido ou de valor não especificado. Nesse caso, seu sobrenome sempre ficava em branco.

Ela foi obrigada a chamar por diversas vezes o suporte técnico de várias empresas que recebiam seus dados pessoais, e todos os técnicos ficavam perplexos com seu sobrenome.

Com o passar dos anos, os sites que Null frequentava foram se atualizando para serem mais flexíveis com os campos de informação solicitados.

O mesmo acontece com pessoas com sobrenomes com caracteres especiais, como ‘Ñ’, ‘Ø’, ‘Ü’, ‘Ç’ e outros, que são problemáticos para os sistemas de dados anglosaxões.

 

 

No Japão e em outros países asiáticos, acontece o mesmo. Patrick McKenzie teve problemas na hora de registrar seus dados naquele país por conta da longitude do seu nome.

Normalmente os nomes japoneses escritos em katakana contam com no máximo dois ou três caracteres, onde cada caractere é uma sílaba. Mas no caso de McKenzie, seu primeiro nome ocupava cinco caracteres (パトリック) e seu sobrenome seis (マッケンジー), o que resultava em erros nos sistemas informáticos japoneses.

Nomes muito longos também causam problemas. Já pensou como um sistema informático japonês iria interpretar o nome do africano Uvuvwevwevwe Onyetenyevwe Ugwemuhwem Osas?

 

Via BBC