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O Facebook tem bilhões de usuários em todo o mundo. E dessa grande massa de usuários, muitos estão mortos. Literalmente, de verdade.

Quando uma pessoa morre, existe a possibilidade do seu perfil se tornar um mural póstumo, ou a página permanece intacta, tal e como se você ainda estivesse vivo. É o ciclo da vida que se cumpriu, e não há nada que podemos evitar isso. No entanto, daqui a alguns anos, isso será um problema muito mais sério para a rede social de Mark Zuckerberg.

 

 

No futuro, o Facebook será um “cemitério virtual”

Pessoas nascem e pessoas morrem todos os dias. Eu nem precisava escrever isso em um post, pois é a coisa mais óbvia e natural do mundo. Porém, essa regra é mais mais tangível graças às redes sociais.

Em uma entrevista com o jornal britânico Daily Mail, Hachem Sadikki, professor da Universidade de Massachusetts e candidato a doutorado em estatística, comentou que, de acordo com seus cálculos, está previsto que o Facebook será um “cemitério virtual” no ano de 2098. Isso é, se ele ainda existir até lá diante de tantas polêmicas e problemas com a segurança dos dados dos usuários.

O portal fundado por Mark Zuckerberg conta hoje com mais de 1.5 bilhão de usuários cadastrados e, segundo Sadikki, espera-se que em 2030 a rede social alcance a marca de 5 bilhões de usuários. Já a empresa Beyond Digital estima que 970 mil pessoas que contam com um perfil no Facebook nesse momento vão morrer ao longo de 2019.

Se você pegar os números dos anos anteriores (385 mil em 2010 e 580 mil em 2012), você pode notar a tendência ascendente. Algo também óbvio: o Facebook recebe um número cada vez maior de usuários, logo, mais pessoas dentro da plataforma vão perder a vida.

O especialista concluiu que se a plataforma não mudar as suas políticas para lidar com esses perfis, os mortos serão a maioria no Facebook. Simples assim.

Por outro lado, muitos parentes dessas pessoas se queixaram de receber notificações de aniversário de seus entes queridos que não estão mais vivos, sem que os responsáveis ​​façam algo sobre isso.

Então… sim: o Facebook deve mudar a forma como lida com os perfis de pessoas falecidas.


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