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Netflix segue muito forte no Brasil, apesar de sua crise global

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A Netflix pode ter perdido audiência pela primeira vez em sua história, e o sinal amarelo está mais que ligado entre os executivos da plataforma. Mas isso não significa que temos apenas notícias ruins. Quando voltamos os olhares para os números na América Latina, a plataforma está com boa saúde.

De acordo com o estudo realizado pelo site Kantar, a Netflix segue muito forte nos três principais mercados da América Latina, que são: Brasil, Médico e Argentina. Estes são os três países que mais contam com assinantes dentro da plataforma de streaming mais popular do mundo.

 

 

Brasil na liderança da América Latina

 

 

Na primeira posição, está o Brasil, com 71% de usuários da Netflix. Ou seja, de todos os usuários que são assinantes de alguma plataforma de streaming, pelo menos 71% são assinantes regulares da casa de séries como Stranger Things e La Casa de Papel. Números expressivos para um país onde a assinatura da plataforma começa a pesar a ponto de muitos ou abandonarem o serviço, ou buscar amigos e familiares para a assinatura pesar menos no bolso.

Na sequência, aparece o México, com 70% de assinantes. Um mercado forte por natureza, por causa da proximidade geográfica com os Estados Unidos. E na terceira posição está a Argentina, que conta com 69% de assinantes.

Os três países contam com algo em comum: o número de pessoas que preferem ver Dark do que Cheronbyl.

De forma curiosa, o Canadá está na quarta posição com apenas 49% da preferência dos assinantes das plataformas de streaming, e isso acontece por causa da concorrência que a Netflix possui nos países de língua inglesa. Mesmo sendo números muito altos, ainda fica muito atrás dos três primeiros.

Outra curiosidade é constatar que a Netflix só alcança 5% de mercado no Japão. Algo semelhante acontece com a Rússia, com apenas 8% dos assinantes optando pelo serviço.

São números interessantes, que mostram como o comportamento da Netflix varia de acordo com o continente, o idioma e a concorrência.

 

Via Kantar


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