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A nova revolução no mercado de monitores é contar com produtos onde podemos trabalhar e jogar com as máximas configurações: 4K/UHD, HDR e taxa de atualização de 144 Hz entre os principais requisitos.

Só tem um problema: o preço elevadíssimo.

São modelos muito potentes e perfeitos para os gamers mais exigentes. Ainda mais com HDR em formado HDR10, oferecendo um contraste elevadíssimo.

Sem falar nas telas AHVA da AU Optronics com tecnologia Quantum Dot com 384 zonas de retro-iluminação, algo crucial para um HDR de qualidade, com brilho de 1.000 cd/m2, e suporte para tecnologia NVIDIA G-Sync. Como bônus, o suporte de 99% de gama de cores AdobeRGB e tempo de resposta de 4 milissegundos.

Nesse momento, não há muitos jogos que aproveitam tudo isso. Esse número vai crescer gradualmente, mas vai demorar. De modo que esses monitores serão um ‘future-proof’ nesse sentido.

 

 

Além disso, a limitação de largura de banda do padrão DisplayPort 1.4 dá margem de manobra para muitas coisas, mas não é algo perfeito. Só é possível chegar a uma taxa de atualização de 98 Hz na maior parte do tempo. Se quisermos usar os 120 Hz, o potencial do monitor precisa ser reduzido, e a porta HDMI 2.0 dos recentes lançamentos com tais características só permite taxas de atualização de 60 Hz.

Para jogar em 4K a 144 Hz, é preciso ter um PC excepcional. Só as GPUs mais potentes (e não basta uma) podem alcançar essas taxas de fps em jogos com o máximo de detalhe.

Mesmo assim, o preço a pagar por esses monitores é algo muito elevado (a partir de US$ 1.999). Um valor astronômico para um monitor astronômico.

Em resumo: a maioria de nós vai sossegar o facho, e se contentar com o monitor que tem em casa.


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