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Mixer: conheça o Twitch da Microsoft que fez o Ninja mudar de plataforma

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Tyles Blevins (aka Ninja) deixou de transmitir os seus streamings de videogames no Twitch e migrou para o Mixer, plataforma da Microsoft. Ele é um dos grandes astros do setor, com mais de 14 milhões de seguidores na antiga plataforma. Mas… o que o Mixer tem de tão especial para Ninja optar pela mudança?

O Mixer era até pouco tem um ilustre desconhecido. Nasceu com o nome Beam, que foi adquirido pela Microsoft em 2016, que redefiniu a sua marca, o integrou em seus consoles e está impulsionando sua visibilidade com contratos exclusivos com grandes gamers.

O Mixer, assim como o Twitch, faz os streamings ao vivo de partidas de videogames, e possui vantagens e limitações, que você vai conhecer nesse post.

 

 

Os números do Mixer

 

 

No começo de 2019, o Mixer contava com 70 mil usuários ativos (contra 1.76 milhão do Twitch e 755 mil do YouTube Gaming). O Mixer é relativamente novo, mas já ganha audiência com força. Já o Twitch recebe o apoio da Amazon desde o minuto zero de sua aquisição, em 2014.

Joga contra o Mixer a sua disponibilidade em videogames e sitemas operacionais, se limitando ao Windows, Mac, Xbox e smartphones. Ao seu favor, a plataforma oferece melhor integração nos consoles e dispositivos compatíveis, com integração nativa no Xbox e no Windows, dispensando a instalação de apps externos, além de integração direta com alguns jogos e permitir a transmissão simultânea de vários jogadores.

 

 

Como monetizam os streams no Mixer

 

 

Os usuários podem assinar os canais dos seus streamers favoritos por US$ 7,99/mês (contra US$ 4,99/mês do Twitch). É possível oferecer cachês aos anfitriões e, assim liberar mais opções na hora de se comunicar com ele e com outros usuários.

A moeda interna do Mixer é o Sparks, que podem ser conquistados quando você assiste ou realiza uma transmissão. Com os Sparks você tem vantagens em chats interativos, pode doar dinheiro aos streamers, criar times ou outras vantagens na plataforma. É possível trocar Sparks por dinheiro no mundo real.

 

 

Ninja abandonou um plataforma onde ele era o número 1

 

 

Com a mudança, Ninja deixou para trás 14 milhões de seguidores e milhares de assinantes pagos que lhe rendiam receitas diretas para a suas transmissões. E ele era o mais popular do Twitch. Em um dia, os 15 mil assinantes pagos passaram para pouco mais de 100. Um movimento de risco na popularidade, não apenas pela troca da plataforma, mas também porque os seus assinantes podem se sentir “enganados” ao constatar que perderam um dos principais motivos para permanecerem naquela plataforma.

O sucesso traz responsabilidades. Ninja já havia comentado no final do ano passado sobre as enormes pressões para entregar conteúdos para milhões de pessoas, pois sempre que ele deixa de transmitir na internet ele está perdendo assinantes. E o mesmo acontece com vários streamers e youtubers ao redor do mundo.

No Mixer, não há tanta concorrência ou pressão como no Twitch. Lá, ele pode crescer por conta da popularidade que ele tem na indústria, com a vantagem que isso entrega para o Mixer e para a Microsoft, que vão receber novos usuários. E tudo isso sem saber quais foram as condições econômicas do acordo.

No final, parece que foi bom para todo mundo.

 

 

Via Mixer


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