Millennials preferem Fortnite ao futebol | TargetHD.net TargetHD.net | Notícias, Dicas e Reviews de Tecnologia
Press "Enter" to skip to content

Millennials preferem Fortnite ao futebol

Compartilhe

Ah, os Millennials… essa geração de pequenos seres conectados que podem ou criar uma startup ou mudar a forma em como muitas indústrias se apresentam ao mundo, especialmente quando essa indústria é a do entretenimento. Agora, sabemos que a geração Millennial prefere jogar Fortnite do que assistir a um jogo de futebol.

Quem afirma isso é o presidente do Liverpool FC, Peter Moore (antigo chefe da EA Sports). No parecer dele, “90 minutos é muito tempo para um Millennal masculino ficar sentado no sofá”, e vai além, afirmando que, enquanto presidente de um time de futebol, ele está preocupado quando vê as estatísticas sobre o público que ele recebe no seu estádio.

Não é a primeira vez que os millennials recebem a culpa pelas alterações em diferentes indústrias, algo que é um pouco descabido.

 

 

É claro que o Fortnite não será o responsável pelo fim do mundo

 

 

Peter Moore afirmou que hoje, para um adolescente, é impossível passar 90 minutos sentado no sofá. Porém, ele se esquece das longas sessões gaming que qualquer jovem faz sem maiores problemas.

E este não é um caso exclusivo do Fortnite, que é “apenas” um dos jogos mais populares da atualidade. O mesmo pode ser dito sobre (pasmem) FIFA 19, o mais popular simulador de futebol do mercado.

Não há dúvidas que as horas que os millennials passam jogando FIFA 19 são muito superiores aos 90 minutos assistindo a um jogo de futebol, e não acho que este é um problema dessa geração.

Não faz muito tempo que a Netflix revelou que o Fortnite era o principal concorrente de sua plataforma, mas nem por isso culpou o jogo por potenciais perdas. Pelo contrário: a empresa planeja novas estratégias para contra-atacar.

Logo, no lugar de ficar com essa choradeira e culpar os millennials, seria melhor o Liverpool e outros times de grandes ligas esportivas (inclusive o futebol) a pensar em novas estratégias para reconquistar o interesse das audiências mais jovens.


Compartilhe