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A Huawei apresentou na China o Huawei Matebook E 2019, um novo dispositivo 2 em 1 que marca a estreia da marca na plataforma Windows com ARM.

O modelo é bem similar ao Surface Pro da Microsoft, baseado em um tablet com tela multitouch de 12 polegadas (2160 x 1440 pixels, 3:2, 400 nits de brilho), compatível com um lápis ótico com 2048 níveis de sensibilidade à pressão.

Seu chassi metálico tem espessura de 8.5 mm e peso de 690 gramas. O modelo conta com uma base que inclui teclado, touchpad, NFC e slot para o lápis M-Pen da Huawei, e seu suporte traseiro permite uma variação de inclinação para o uso.

 

 

A principal novidade do Huawei Matebook E 2019 é a presença do processador Qualcomm Snapdragon 850, trabalhando com 4 GB ou 8 GB de RAM DDR4 e 128 GB ou 256 GB de armazenamento em SSD. O modelo inclui conectividades WiFi 802.11 ac 2 x2 MIMO, Bluetooth 4.1, porta USB Type-C, conector de áudio de 3.5 mm, leitor de digitais, câmera frontal de 5 MP e câmera traseira de 13 MP. Sua bateria possui uma capacidade de 36.3 Wh, e promete uma autonomia máxima de até 20 horas.

O Huawei Matebook E 2019 possui suporte para SIM card, se conectando em redes 4G/LTE. Chega ao mercado chinês em maio, mas não há previsões de lançamento ou preços para o mercado internacional. Parece ser uma opção interessante como equipamento básico para tarefas conectadas de baixo consumo, e com uma melhoria substancial em relação aos primeiros portáteis com Windows 10 com ARM, que recebiam o Snapdragon 835.

 

 

O grande problema desse formato está no software limitado que ele pode executar, ou na capacidade da Microsoft em convencer usuários e desenvolvedores sobre a validade da plataforma universal de aplicativos. Ninguém quer um Windows 10 capado, e os dispositivos Windows com ARM são assim.

E aí fica realmente difícil competir com o Chrome OS, que está ficando cada vez mais completo, dentro do seu próprio universo.

 


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