Compartilhe

xiaomi

 

Lei Jun, CEO da Xiaomi, afirmou que “entre 30% e 40% do mercado da Xiaomi é composto de smartphones chineses que são cópias dos seus modelos. Isso poderia explicar parte do seu estancamento no mercado.

Modelos como as linhas Redmi e Redmi Note são muito populares, sem falar nos modelos Mi, com preço reduzido, e o Mi Mix, que é o mais barato entre os modelos top de linha.

Porém, a grande maioria desses smartphones só podem ser adquiridos em mercado internacional através da importação, e os falsificadores se aproveitam do fato da Xiaomi não ter venda internacional direta ou autorizada na maioria dos países para colocar os seus produtos falsificados nesses mercados.

 

 

As falsificações contam com as mesmas carcaças que os modelos reais, mas com um desempenho inferior e custo de fabricação um terço menor. Jun também fala sobre os efeitos dessa prática na imagem e lucros da Xiaomi.

Se bem que a Xiaomi não está sozinha nessa. Marcas como Fitbit, GoPro e Logitech sofrem do mesmo problema, e os falsificadores conseguem um lucro muito maior do que as próprias empresas ao fabricar produtos de pior qualidade e sem tantas intervenções.

Vale lembrar que Hugo Barra, antes de deixar a empresa, afirmou que os seus smartphones são vendidos praticamente a preço de custo, e a empresa esperava recuperar o investimento através de seus serviços associados.

Hoje, comprar um smartphone Xiaomi em um site duvidoso pode resultar em um falsificado no seu bolso (sem rimas), e sem suporte oficial. O que é um problema para uma marca que tem os smartphones mais buscados em alguns países, acima de potências do setor.

 

Via Financial Times


Compartilhe