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Se você está pensando em comprar um dos novos iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max nos Estados Unidos para pagar menos do que os altos valores que serão cobrados no Brasil, pense duas vezes: os modelos vendidos naquele país e no Canadá não são compatíveis com a banda 28 do 4G, que corresponde à faixa dos 700 MHz adotada pelas operadoras brasileiras.

Aqui, a melhor solução para os usuários que vão importar algum modelo dos novos iPhone 11 é apelar para os dispositivos que serão comercializados no mercado europeu, compatíveis com a banda 28. Esse “bloqueio técnico” também aconteceu no lançamento dos iPhones de 2018 (iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR).

Isso não quer dizer que o iPhone comprado nos EUA não vai funcionar nas redes das principais operadoras brasileiras. Ele funciona, mas não com a mesma qualidade de sinal esperada. A Oi é a única exceção da regra, pois não adquiriu licença para utilizar a frequência de 700 MHz.

 

 

Banda de 700 MHz: por que ela é importante?

A frequência de 700 MHz é importante por causa da maior penetração de sinal, com as operadoras precisando de menos antenas para cobrir áreas maiores. Por causa disso, estradas e cidades do interior são mais propensas a receber essa rede em 4G e não contar com sinal nas outras frequências. E quem comprar um iPhone nos EUA sai prejudicado nessa equação.

A tendência de futuro é que o 4G de 700 MHz se faça presente em todo o Brasil, com as outras frequências ativas pela maior capacidade de suportar vários usuários ao mesmo tempo, algo útil em áreas com grande tráfego de pessoas.

Aqui, o sinal 4G+ ou 4.5G trabalha em conjunto com o sinal de 4G de diferentes bandas para entregar velocidades maiores.

De qualquer forma, você está avisado. Vai querer pegar um iPhone novo nos Estados Unidos? Saiba que ele vai funcionar com o 4G do Brasil, mas não tão bem quanto você pode esperar. Analise se você pode lidar com isso. Ou compre um iPhone novo na Europa.

 

Via Tecnoblog


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